
Sign up to save your podcasts
Or


Músico trompetista, professor de educação musical, membro da Banda Al-Fanfare, diretor musical da Banda Filarmónica de São Brás de Alportel e o grande mentor do projeto “A Banda vai à Escola”. Albano Neto recebeu-nos na Oficina dos Sons onde passa muito do seu tempo, além da sua escola em Loulé, o Agrupamento de Escolas Eng. Duarte Pacheco, onde leciona 12 turmas de alunos!
Quando a motivação é grande, parece que o tempo cresce. A missão profissão tornou a vida de Albano Neto em Música e em ensino da música para todos! E queria mais, com toda a justiça. Este ano letivo, o Ministério da Educação interrompeu o apoio ao projeto “A Banda vai à Escola”, impedindo a mobilidade estatutária deste professor para o desenvolvimento do projeto que criou, desenvolveu e que lançou também além-fronteiras. Foi com esta pedra no caminho musical de centenas de crianças desde o 1º ciclo e jovens que a nossa conversa começou. Mas o entusiasmo empenho e valores deste professor não o fazem baixar os braços e a conversa rapidamente se abriu para a potencialidade e impacto do ensino e aprendizagem da música nas comunidades. Venha conhecer esta realidade em S. Brás de Alportel através desta nossa conversa!
Foi na magnífica Sala de Docentes do emblemático Colégio do Espírito Santo, o edifício central da Universidade de Évora, que tivemos o privilégio de conversar com a nossa convidada, Ana Telles — pianista, Professora e atual Vice-Reitora para a Cultura e Comunidade desta universidade.
O ambiente não podia ser mais inspirador — e a conversa também não.
Num percurso marcado por uma infância rica em afeto, cultura e estímulo intelectual, Ana Telles trilhou um caminho musical de excelência, fortemente influenciado por figuras e instituições de referência em dois continentes. Ao longo desta conversa, partilha connosco a sua visão apaixonada e lúcida sobre o papel da cultura, da música e da educação artística na universidade e na sociedade.
Mas é sobretudo no reforço das parcerias estratégicas e institucionais que o seu contributo se revela verdadeiramente singular. Foi graças à sua visão e empenho como Vice-Reitora que se concretizou na Universidade de Évora, em junho de 2025, a realização da 32.ª Conferência da EAS (European Association for Music in Schools) e da 10.ª Conferência Regional da ISME (International Society for Music Education), coorganizadas pela APEM e pela Universidade de Évora, num modelo de cooperação académica exemplar.
Ana Telles é uma voz ativa, clara e inspiradora — alguém que constrói pontes entre a universidade, a arte e a comunidade.
Não perca esta conversa — um verdadeiro testemunho sobre o poder transformador da música, da cultura e da visão institucional partilhada.
Juntámos neste episódio Cristina Brito da Cruz e Leonor Camburnac para nos falarem do que foi um Projeto pioneiro em Portugal há quase 30 anos e hoje um Programa que toda a gente ligada à música na educação não pode deixar de conhecer, o MUS-E.
A história do MUS-E em Portugal nasce de encontros felizes e de sinergias verdadeiramente produtivas que levaram a música e outras manifestações artísticas como a dança e o teatro e muitos artistas a muitas comunidades educativas desfavorecidas.
No centro desta ideia está o músico violinista e o grande humanista Yehudi Menuhin que acreditava profundamente ser através do exercício das artes desde a mais tenra infância o meio privilegiado e mais impactante para formar cidadãos mais solidários.
As nossas convidadas sabem melhor do que ninguém como tudo aconteceu e partilharam connosco as histórias fantásticas deste Projeto/Programa e como ele próprio também influenciou as suas vidas.
Ficamos sempre com a pergunta: porque é que não se replicam mais as coisas boas?
Para ouvir nas plataformas habituais.
A Manon Marques e o Carlos Garcia são dois professores incontornáveis na nossa comunidade musical e educativa. Ambos partilham infâncias musicais, ou seja, a música esteve sempre presente nas famílias de cada um. E segundo os próprios, o papel da família de cada um foi determinante, pelo investimento, pela persistência, pelo gosto pela música!
Mas os professores com que se cruzaram marcaram também as suas vidas musicais e profissionais enquanto músicos e professores.
Atualmente e já há alguns anos a Manon e o Carlos são professores na Escola Superior de Música de Lisboa e foi sobre o curso de licenciatura “Música na Comunidade” que conversámos mais. Um curso inovador, uma forma de abordagem musical única, tanto ao nível dos processos de ensino e aprendizagem como na sua matriz alicerçada nos princípios de arte comunitária, arte como direito e democracia cultural.
Vidas e pensamentos que devemos conhecer numa conversa a não perder!
Ana Isabel Pereira cresceu num meio familiar cheio de música e principalmente a música da voz cantada. A seguir à voz, o seu primeiro instrumento foi o acordeão, depois estudou órgão com o fascínio pela pedaleira, mas finalmente chegou à flauta transversal que considera a sua extensão e o seu instrumento.
Estava na faculdade quando terminou o conservatório, licenciou-se em engenharia do ambiente e ainda fez uma pós-graduação em ordenamento do território, e depois ciências musicais e o doutoramento em ensino e psicologia da música. Houve peripécias várias no início da vida profissional, mas graças aos bons professores das várias áreas que apareceram na vida da Ana Isabel a música ganhou e nós todos também!
Música, professora, investigadora e atualmente com a responsabilidade da formação profissional de professores de música, a Ana Isabel Pereira transborda alegria, entusiasmo, uma vontade inesgotável de aprender e tudo isto envolto numa calma e tranquilidade atenta e contagiante.
Venha ouvir a nossa conversa e deixe-se levar...
A Ana Leonor Pereira, cantora, professora de canto, formadora de professores, poetisa e uma entusiasta e profunda conhecedora das questões do ensino e da aprendizagem do canto, está connosco desde 2009, data da publicação do seu artigo de referência “A voz cantada infantil: Pedagogia e didática” na Revista Portuguesa de Educação Musical da APEM n.132.
Há 10 anos, no lançamento do Cantar Mais, Ana Leonor Pereira abriu o Encontro Nacional da APEM 2015 colocando todos os participantes a aquecer a voz e a cantar! A consistência, fundamentação, energia e alegria do seu trabalho fica bem ilustrada nesta conversa. Foi um prazer. Oiça aqui!
Os nossos três convidados do primeiro episódio de 2025, juntos pelo projeto Capella de S. Vicente, vieram-nos contar como é que a música sacra pode entrar em salas de aula de escolas públicas do ensino geral e se pode pôr a cantar (e bem) crianças e jovens entre os 10 e os 14 anos este tipo de repertório. Não é milagre, é um trabalho, em primeiro lugar feito com muita convicção cultural, musical, social e pedagógica. Essencialmente acreditar nas capacidades das crianças. Depois vê-las a deslumbrarem-se pela riqueza estética-musical do repertório de música sacra e poder cantá-lo em espaços monumentais de Lisboa, Mafra e Odivelas como já aconteceu neste espaço de tempo tão curto, desde que o projeto Capella de S. Vicente foi implementado no ano letivo de 2023/2024, é a confirmação de que vale a pena continuar, segundo, Salomé Monteiro, professora de formação musical, Pedro Rodrigues, maestro e João Vaz, organista. Neste episódio, venha conhecer a história destes três músicos e do surpreendente projeto Capella de S. Vicente.
A nossa convidada ainda não tem 30 anos e já tem um longo percurso na música como compositora. A Mariana Vieira não se lembra da sua vida sem música. Aprendeu a ler música antes de ler português. Foi na escola de música da banda filarmónica de Montelavar que começou o ensino formal da música aos 8 anos onde ficou até aos 18 anos. O saxofone foi o instrumento que veio ter com a Mariana e que levou para o conservatório. A composição esteve sempre presente como brincadeira e sempre com tecnologia para escrever, para experimentar, para compor. O ensino articulado da música foi a matriz da sua formação musical e a influência de professores de excelência permitiu-lhe a construção de um caminho singular na música e especificamente na música eletroacústica. Ganhou três importantes prémios nesta área em 2017, 2021 e 2022. O Festival DME (Dias de Música Eletroacústica) tem estado sempre na sua agenda profissional como diretora de produção. Depois da Licenciatura em Música – Composição e do Mestrado em Ensino, está agora a frequentar o Doutoramento em Composição e já cheia de projetos que ligam os processos de composição ao ensino e à educação ... numa dedicação exclusiva ao estudo e pesquisa para aproveitar bem a bolsa que ganhou. Acompanhe aqui esta conversa cheia de juventude!
https://www.mariana-vieira.net/about
Mariana Duarte Silva, empresária da música, criadora do Village Underground em Lisboa e do projeto Skoola.
https://vulisboa.com/ https://www.skoola.pt/
Só tocou flauta e xilofone na escola e nunca se esqueceu disso porque uma vez o professor mandou fechar os olhos para ouvirem a música e isso fez diferença.
Mas foi só em 2001 num set de transe com música eletrónica e com uma dupla de DJs portugueses que a Mariana foi verdadeiramente tocada pela música e pela vontade de fazer alguma coisa pelos novos talentos.
Com uma formação de base em gestão empresarial foi para Londres em 2007, trabalhou no Village Underground Londres e acabou por trazer o conceito para Lisboa.
O que é que a Educação e os professores podem aprender com o empreendedorismo empresarial?
Oiça aqui esta conversa e siga os lugares para onde ela nos levou!
José Peixoto é o convidado do primeiro episódio da nova temporada do podcast “À mesa não se canta”. O que marcou musicalmente este guitarrista de excelência? A nossa conversa começou pelo princípio, pela iniciação musical do José Peixoto e o que o fez seguir a música. Conversámos sobre os acasos, a sorte, mas o foco e o estudo intenso estão na génese da educação e construção deste músico. As diversas experiências musicais em grupos levaram-no a criar o conceito de família estética que construiu na música instrumental com Carlos Bica, José Salgueiro e mais tarde Mário Laginha e Maria João. A viagem com e nos Madredeus foi também ela muito aproveitada para compor em todos os momentos entre concertos! E muito recentemente o feliz encontro com o Nuno Cintrão não podia deixar de ser tema de conversa. Acompanhe este “combinatório” muito divertido e fora da caixa.
From the publisher's feed
Um podcast da APEM sobre percursos de vida e educação. Manuela Encarnação e Nuno Cintrão à conversa sobre o que a vida nos proporciona. Os convidados trazem-nos histórias e a vida na música e…

88 Listeners