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Esta semana estivemos à conversa com a Mariana Neves Silva e que nos falou sobre a importância do mindfulness no dia a dia e nos explicou como viver no presente pode transformar a nossa rotina. Falamos sobre a necessidade de criarmos momentos de calma e paz, de encontrarmos estratégias que nos ajudem a parar, a respirar conscientemente, a saborear os pequenos prazeres da vida e a viver com intenção.
A Mariana, especialista em mindfulness, aprofundou o seu conhecimento na área do desporto e escreveu um livro prático cheio de estratégias para atletas que podem ser aplicadas antes, durante e depois dos treinos, ajudando-os a melhorar a concentração, o desempenho e a recuperação.
O mindfulness permite-nos viver sem pressa, apreciar o que nos rodeia e sentir verdadeiramente a vida. Neste episódio, refletimos sobre como trazer essa consciência para o dia a dia, tornando cada momento mais significativo.
O que acharam desta conversa?
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Queremos agradecer ao Rodrigo e Filipe Pessoa Jorge por criarem a música do nosso podcast. Só se ouve uma pequena parte mas podem ver a jam session completa aqui
http://youtu.be/8y57aAud__Iĺ
Esta semana falámos sobre a maneira como acordamos. Acordamos conscientes ou em piloto automático?
A maneira como escolhemos acordar de manhã define muito mais do nosso dia do que imaginamos. A primeira coisa que fazemos ao abrirmos os olhos, a forma como nos levantamos, os pensamentos que temos, tudo isso influencia o nosso dia.
Muitas vezes, seguimos em piloto automático, presos às mesmas rotinas, aos mesmos hábitos, aos mesmos pensamentos de sempre. Mas se os nossos dias são essencialmente iguais, como podemos esperar que a nossa vida mude? Como podemos querer resultados diferentes se continuamos a agir da mesma forma, dia após dia?
Se há coisas na nossa vida que nos cansam, se há partes do nosso dia a dia que não nos fazem sentido, porque continuamos a repeti-las? As mudanças não precisam de ser drásticas. Pequenos gestos podem fazer toda a diferença. Talvez seja, escolher acordar com mais calma, levantar cinco minutos mais cedo para respirarmos fundo antes de começarmos o dia, trocar os primeiros pensamentos negativos por algo mais inspirador, criar um novo ritual matinal que nos traga energia e motivação.
Todos os dias temos uma nova oportunidade para fazermos diferente. Uma nova oportunidade para sairmos do ciclo automático e construirmos, passo a passo, uma realidade mais alinhada com aquilo que queremos.
Essa mudança, pode começar na forma como escolhemos acordar.
Esta semana estivémos à conversa com a Sofia Mano sobre os benefícios do Yoga na nossa vida, realçando que a consistência é fundamental para sentirmos verdadeiramente os seus efeitos. Para além dos benefícios físicos, como a flexibilidade e a força, a prática regular melhora o nosso bem-estar mental, reduzindo o stress e aumentando a concentração.
Outro ponto falado foi, a forma como lidamos com posições desconfortáveis no yoga reflete, muitas vezes, a maneira como enfrentamos os desafios da vida. Ao aprendermos a respirar e a mantermos a calma nessas situações, desenvolvemos resiliência e equilíbrio emocional, ajudando-nos a lidar melhor com as dificuldades do quotidiano.
A Sofia sublinha também a importância de praticarmos yoga com um professor.Mesmo que seja apenas uma vez por semana, a diferença na evolução da prática é imensa. A orientação presencial permite correções personalizadas, ajuda a aprofundar as posturas e melhora a consciência corporal. Além disso, o envolvimento numa aula presencial facilita uma ligação mais profunda com a tranquilidade da meditação, criando um ambiente propício para um verdadeiro estado de concentração e bem-estar.
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Esta semana falámos sobre o início de um novo ano. Como nos organizamos? Fazemos um balanço? Entramos conscientes de que temos 365 novas oportunidades para fazer mais do que nos faz felizes?
Como é que fazemos este balanço?
Este ano, com a ajuda da Mel Robbins, fizemos uma análise diferente. Tentámos perceber onde estamos antes de decidirmos para onde queremos ir. Fizemos uma retrospetiva de 2024, refletimos sobre o que nos fez sentir bem, o que nos deu energia e força para viver mais e melhor, mas também sobre o que nos desgastou, o que nos consumiu. Com essa reflexão, conseguimos identificar o que queremos continuar a fazer, o que não queremos repetir e o que desejamos começar. Tudo isso com pequenos passos, aproveitando o que já temos no presente. Foi um exercício enriquecedor e esclarecedor.
É importante celebrar as nossas conquistas em vez de as apagar como se não existissem. É essencial valorizar o nosso percurso em vez de o encarar como um desperdício de tempo. Precisamos de viver mais no presente, conscientes de que o nosso crescimento não acontece da noite para o dia. Construímos um caminho e temos a liberdade de continuar nessa mesma estrada, se assim quisermos, ou de escolher uma nova rota. Estamos sempre a aprender, sempre a crescer, e nunca é tarde para nos tornarmos tudo aquilo que desejamos ser.
Bom 2025 para todos!
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Se quiserem ouvir o episódio da Mel Robins aqui fica o link
https://open.spotify.com/episode/4xy8y084ENKUIHqopw3Y1M?si=1UV8ikx6QQ-r8ojwBEI1dw
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Esta semana falámos sobre mudar a narrativa interna. Ao longo da vida, todos nós convivemos com diferentes vozes internas, umas mais compassivas, outras mais exigentes. Vão ganhando forma à medida que vivemos, moldadas pelas experiências, desafios e aprendizagens que acumulamos. Com o tempo, constroem narrativas que nos acompanham, influenciando a forma como nos vemos e ao mundo.
Contudo, estas vozes nem sempre estão em equilíbrio. Muitas vezes, as mais exigentes e críticas assumem um protagonismo desmedido, abafando as vozes que nos encorajam e acolhem. São essas vozes duras – as que nos julgam, cobram ou limitam – que frequentemente tomam o controle, levando-nos a ser implacáveis connosco próprios, como se estivéssemos constantemente em dívida ou aquém do que deveríamos ser.
Mas nós não somos o que pensamos. Aquilo que pensamos não nos define. É fundamental olharmos para os nossos pensamentos com consciência e distanciamento, questionando-os em vez de os aceitar como verdades absolutas. Reconhecermos as vozes críticas, entendermos de onde vêm, e desconstruí-las.
É igualmente importante darmos atenção às conquistas e alimentarmos as vozes compassivas. Frequentemente, o foco recai nos erros e fracassos, enquanto os sucessos são rapidamente descartados ou ignorados. Celebrarmos as pequenas e grandes vitórias é uma forma poderosa de contrabalançar as vozes negativas. Seja através da visualização, da escrita, ou de outra estratégia que melhor funcione para cada um, reservarmos momentos para reconhecermos e valorizarmos o que conquistamos é um ato de cuidado e gentileza para connosco próprios.
Mudar a narrativa interna exige esforço, mas é possível. É um processo contínuo de autocompreensão e autoaceitação, onde aprendemos a dar espaço às vozes que nos levantam, em vez de nos deixarmos esmagar pelas que nos deitam a baixo.
Somos muito mais do que um pensamento. Somos o reflexo das nossas escolhas, das lições que aprendemos, da coragem de seguir em frente e da esperança que nos move, mesmo diante das adversidades.
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Esta semana estivémos à conversa com a Cláudia Machado sobre Astrologia, um sistema de crenças que relaciona os movimentos dos astros com as nossas personalidades e eventos na Terra. Baseia-se no zodíaco, está dividido em 12 signos, e em elementos como planetas e casas. Embora não seja uma ciência, é amplamente usada para autoconhecimento.
Uma das ferramentas que os astrólogos utilizam para estudar cada pessoa é o mapa astral, que é uma representação do céu no momento exacto do nascimento de uma pessoa, indicando a posição dos planetas, signos e casas astrológicas. É utilizado para compreender traços de personalidade, desafios e potencialidades, com base na interacção entre esses elementos.
Nós gostámos muito desta conversa e ficámos com vontade de fazer o nosso mapa astral.
E vocês? O que acharam deste episódio?
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Esta semana explorámos este conceito - eu mereço! Eu mereço tudo!
Mas acreditamos mesmo nisto?
Muitas vezes temos a sensação de que não merecemos tudo aquilo que desejamos. Andamos numa luta interna entre o que queremos, o que sentimos que podemos alcançar e as vozes críticas dentro de nós. Vivemos numa sociedade onde, muitas vezes, o esforço é romantizado e a recompensa é vista como algo que só pode ser atingido através de sacrifício extremo. Mas porquê que acreditamos nisso?
Ouvimos vozes internas que nos dizem “não és suficiente”, “não mereces isto” ou “não estás preparado”. Estas vozes não surgem do nada. São, muitas vezes, o reflexo de experiências passadas, da educação que recebemos, das expectativas da sociedade, e, claro, das nossas próprias inseguranças. Desde cedo, aprendemos a ouvir críticas, muitas vezes antes mesmo de ouvir incentivos e crescemos num mundo que privilegia a comparação constante. A consequência disto é interiorizamos estas exigências e transformamo-las numa espécie de “ditador interno” que, por vezes, fala demasiado alto.
Libertarmo-nos destas vozes não é fácil, mas é possível. A chave está em desenvolvermos uma nova narrativa interna, uma que seja mais compassiva, mais positiva e mais alinhada com os nossos desejos e objetivos.
Temos que criar um hábito de reconhecer as nossas conquistas, por menores que sejam.
Desconstruir crenças limitadoras. Quem disse que eu não mereço?
Aceitar a vulnerabilidade, porque o medo de falhar é natural e errar faz parte do processo de crescimento e não invalida o nosso valor.
Cercarmo-nos de apoio positivo, porque as vozes exteriores também têm um grande impacto em nós.
A verdade é esta: todos merecemos viver em pleno. Merecemos encontrar propósito e prazer naquilo que fazemos. Merecemos sucesso, descanso, tempo para sonhar e espaço para ser. E merecemos acreditar nisso, porque não há nada de errado em aspirar a uma vida plena e abundante. Se não formos nós a reivindicar esse lugar, quem o fará por nós?
Portanto, quem manda na nossa vida? Somos nó! E está na hora de começarmos a viver como tal.
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Esta semana falámos sobre a maneira como vemos a realidade. Vivemos num mundo onde a realidade nos chega sempre com uma série de filtros. As nossas crenças, experiências passadas, medos e expectativas, como lentes invisíveis, condicionam a maneira como interpretamos e absorvemos o que nos rodeia. Cada situação é observada e processada por meio de uma "camada" de filtros que, muitas vezes, nem sequer percebemos que estão lá.
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