
Sign up to save your podcasts
Or


Começa uma nova temporada do Entre Perguntas.
Depois de três temporadas a olhar para as nossas relações, escolhas, padrões, identidade e para a forma como construímos a vida que vivemos, chegou o momento de ir um pouco mais longe.
A T4 chama-se As Fronteiras da Consciência.
Uma viagem entre aquilo que sabemos, aquilo em que acreditamos e aquilo que ainda não conseguimos explicar.
Ao longo desta temporada vamos entrar em territórios como intuição, sonhos, inconsciente, estados ampliados de consciência, energia, sincronicidades, reencarnação, experiências de quase-morte, espiritualidade, ciência, misticismo e a própria natureza da consciência.
Sem a obrigação de acreditar em tudo.
Sem a necessidade de rejeitar tudo.
Questionar. Investigar.
E para começar, uma aparente contradição.
Nunca falámos tanto sobre a singularidade de cada ser humano. Cada pessoa tem a sua história, os seus padrões, as suas crenças, os seus medos, os seus recursos e a sua forma particular de estar no mundo.
Ao mesmo tempo, milhares de pessoas continuam a procurar métodos, eventos e experiências que prometem provocar grandes transformações através de uma fórmula semelhante para todos.
Então fica a pergunta: Se somos todos diferentes, como pode a mesma receita transformar-nos a todos?
Neste primeiro episódio falamos da diferença entre viver uma experiência transformadora e conseguir integrar essa transformação na vida real.
Porque talvez seja relativamente fácil sentirmo-nos diferentes quando tudo à nossa volta também é diferente.
A verdadeira pergunta aparece quando regressamos a casa.
Quando acaba a música.
Quando desaparece o entusiasmo.
Quando chega segunda-feira.
O que ficou?
E há ainda uma regra para esta temporada: nenhuma crença estará protegida das perguntas.
Nem sequer as minhas.
Entre Perguntas — T4: As Fronteiras da Consciência
EP01 — É possível transformar uma vida em três dias?
Levar o mistério a sério sem abandonar o espírito crítico.
Passamos grande parte da vida à espera.
À espera de ter mais tempo. Mais dinheiro. Mais coragem. Mais confiança. À espera que os filhos cresçam, que o trabalho acalme, que apareça a oportunidade certa ou que, finalmente, tudo faça sentido.
Mas... e se a vida não estiver à nossa espera?
Neste último episódio da temporada do Entre Perguntas, refletimos sobre uma das maiores ilusões que criamos: a ideia de que a nossa verdadeira vida ainda vai começar.
Falamos dos adiamentos que parecem prudência, das decisões que ficam suspensas por medo, da procura constante pelo momento perfeito e da forma como, sem nos apercebermos, vamos vivendo sempre em modo de preparação.
Com humor, histórias do quotidiano e perguntas que nos convidam a olhar para a nossa própria vida, este episódio é um convite para perceber que talvez nunca exista um dia ideal para começar.
Porque a vida não acontece quando tudo estiver resolvido.
Acontece enquanto aprendemos a viver com a incerteza.
Ao longo desta temporada falámos de amor, identidade, infância, família, pertença, medo e mudança. Talvez todas essas conversas nos tenham conduzido até aqui.
À pergunta mais simples de todas.
Quando é que a tua vida começa?
Obrigado por estares desse lado ao longo desta temporada. Espero que estas conversas te tenham feito parar, sorrir, refletir e, acima de tudo, fazer melhores perguntas.
Porque talvez não sejam as respostas que transformam a nossa vida.
Talvez seja a coragem de nunca deixarmos de perguntar.
Ao longo da vida vamos recebendo rótulos, expectativas e ideias sobre quem devemos ser. Algumas vêm da família. Outras da escola, da sociedade ou das experiências que vivemos. Com o tempo, repetimo-las tantas vezes que acabamos por acreditar que fazem parte da nossa identidade.
Mas... será mesmo assim?
Neste episódio do Entre Perguntas, refletimos sobre a diferença entre quem somos e quem aprendemos a ser. Falamos das máscaras que usamos para sermos aceites, dos papéis que desempenhamos sem nos apercebermos e da coragem necessária para questionar aquilo que sempre demos como adquirido.
Será que és realmente tímido? Ou aprendeste a esconder-te?
Será que és controlador? Ou apenas procuras sentir-te seguro?
E quantas das decisões que tomas hoje continuam a ser influenciadas por um guião que começou a ser escrito muito antes de teres consciência dele?
Uma conversa com humor, exemplos do dia a dia e perguntas que nos convidam a olhar para dentro, sem culpa, mas com curiosidade.
Porque talvez crescer não seja tornar-nos alguém diferente.
Talvez seja, simplesmente, deixarmos de carregar aquilo que nunca fomos.
Espero que este episódio te faça parar por alguns minutos... e perguntar:
Quem escreveu os primeiros capítulos da minha história? E quem está a escrever os próximos?
Durante muito tempo disseram-nos como uma família "deveria" ser.
Pai, mãe, filhos, uma fotografia bonita e um final feliz.
Mas a vida raramente segue esse guião.
Hoje, muitas famílias começam a meio da história. Há filhos de relações anteriores, padrastos, madrastas, avós com um papel fundamental, pais separados que continuam a educar em conjunto e pessoas que aprendem, todos os dias, uma nova forma de cuidar umas das outras.
Neste episódio do Entre Perguntas, refletimos sobre o que realmente faz uma família.
Será o sangue?
A mesma casa?
O apelido?
Ou será a capacidade de criar um lugar onde cada pessoa se sente vista, respeitada e onde sabe que pertence?
Com humor, histórias do quotidiano e perguntas que nos desafiam a olhar para além dos modelos tradicionais, esta conversa é um convite para percebermos que não existem famílias perfeitas — existem famílias reais.
E talvez seja precisamente aí que reside a sua beleza.
Porque, no fim, uma família não é definida pela forma como começou.
É definida pela forma como escolhe continuar a cuidar uns dos outros.
Boas perguntas têm o poder de transformar a forma como olhamos para aqueles que amamos. Espero que esta seja uma delas.
Alguma vez tiveste a sensação de que a tua vida está atrasada?
Que já devias ter alcançado mais, decidido melhor ou chegado mais longe?
Neste episódio do Entre Perguntas, refletimos sobre um dos maiores pesos invisíveis que carregamos: a ideia de que existe uma idade certa para tudo e um guião que todos deveríamos seguir.
De onde nasce esse "já devia"? Será realmente uma voz nossa ou o resultado das expectativas da família, da sociedade, da cultura e das comparações constantes?
Ao longo desta conversa, exploramos como muitas vezes vivemos a tentar cumprir metas que nunca escolhemos verdadeiramente e como essa corrida nos afasta daquilo que faz sentido para nós.
Com histórias, humor e perguntas que convidam à reflexão, este é um episódio sobre liberdade, autenticidade e a coragem de viver ao nosso próprio ritmo.
Porque talvez a verdadeira pergunta não seja:
"Será que estou atrasado?"
Mas sim:
"Estou a viver a vida que faz sentido para mim?"
Boas perguntas têm o poder de mudar a forma como olhamos para a nossa história. Espero que esta seja uma delas.
Há frases que jurámos nunca dizer. Há comportamentos que prometemos nunca repetir. E, no entanto, um dia damos por nós a reagir exatamente da mesma forma que criticávamos.
Será apenas coincidência?
Ou será que carregamos connosco muito mais da nossa história do que imaginamos?
Neste episódio falamos sobre os padrões familiares que passam de geração em geração, muitas vezes de forma invisível. Não para culpar os nossos pais, mas para compreender que eles também fizeram parte de uma história que começou antes deles.
Porque reconhecer um padrão não significa ficar preso a ele. Significa, pela primeira vez, poder escolher.
No final, ficam duas perguntas que podem mudar a forma como olhas para muitas das tuas reações.
🎧 Ouve agora e diz-me: já deste por ti a dizer ou a fazer algo que juraste nunca repetir?
Quando pensamos na infância, lembramo-nos de brinquedos, da escola, das férias de verão e das boas memórias.
Mas a verdade é que a infância também aparece noutros momentos.
Numa crítica que nos magoa mais do que devia.
Num silêncio que nos deixa inquietos.
Na dificuldade em dizer "não".
Ou naquela necessidade constante de provar que somos suficientes.
Neste episódio convido-te a olhar para uma ideia diferente: e se algumas das reações que temos hoje não pertencerem apenas ao presente… mas também à história que carregamos?
Porque, sejamos honestos… todos conhecemos alguém que diz: "Eu sou mesmo assim." mas, às vezes, vale a pena perguntar... "Sempre foste assim... ou aprendeste a ser assim?" São perguntas parecidas. As respostas podem mudar uma vida.
🎧 Entre Perguntas é um podcast sobre consciência, relações humanas e as perguntas que nos ajudam a compreender melhor quem somos.
Porque nem tudo o que fazemos nasceu nas escolhas que tomamos.
Algumas coisas começaram muito antes de sabermos que estávamos a aprender.
Nunca se falou tanto sobre parentalidade. Métodos. Limites. Educação positiva. Birras. Tempo de ecrã.
Há um livro, um especialista ou um vídeo para praticamente tudo. Mas talvez a pergunta mais importante venha antes de todas essas.
Como é que ensinamos uma criança a lidar com as emoções… se nós próprios ainda estamos a aprender a lidar com as nossas?
Neste episódio refletimos sobre um dos maiores desafios da nossa geração: criar filhos com ferramentas emocionais que muitos de nós nunca recebemos.
Porque, sejamos honestos… Há dias em que dizemos: "Não grites!" ...a gritar.
E basta um filho perguntar vinte vezes a mesma coisa para descobrirmos que afinal a nossa paciência tinha prazo de validade.
Talvez isso não faça de nós maus pais. Talvez faça apenas de nós... humanos.
🎧 Entre Perguntas é um podcast sobre consciência, relações humanas e as perguntas que nos ajudam a viver com mais verdade, mais presença e mais humanidade.
Porque talvez educar uma criança nunca tenha sido apenas ensinar.
Talvez seja, todos os dias, aceitar que ainda estamos a aprender.
Nunca foi tão fácil mostrarmos a nossa vida. Partilhamos fotografias. Viagens. Conquistas. Opiniões. Momentos felizes. Mas talvez nunca tenha sido tão difícil mostrar quem realmente somos.
Neste episódio partimos de uma ideia diferente da habitual: O problema não é termos medo de ser vistos. É termos medo de sermos realmente conhecidos. Porque ser visto é fácil. Difícil é alguém conhecer as nossas inseguranças, os nossos medos, as dúvidas que escondemos e as partes de nós que achamos que não são suficientemente boas.
Porque, sejamos honestos… Passamos a vida à procura de pessoas que nos aceitem como somos… enquanto fazemos tudo para que nunca descubram quem realmente somos.
É uma estratégia curiosa. E dificilmente resulta.
🎧 Entre Perguntas é um podcast sobre consciência, relações humanas e as perguntas que nos ajudam a viver com mais verdade, menos filtros e mais autenticidade.
Porque talvez a liberdade não comece quando toda a gente gosta de nós.
Talvez comece quando deixamos de precisar de esconder quem somos.
Nunca se falou tanto sobre relações. Red flags. Linguagens do amor. Estilos de apego. Narcisistas. Compatibilidade. Há conteúdos para tudo.
Mas talvez estejamos a falar muito sobre como encontrar a pessoa certa… e pouco sobre como construir uma relação com uma pessoa real.
Neste episódio refletimos sobre uma ideia simples, mas profundamente transformadora: Talvez nunca nos tenham ensinado a amar pessoas. Ensinaram-nos a amar expectativas.
Ao longo do episódio partilho também reflexões que fui construindo ao ouvir histórias de vida, ao observar relações e, claro, ao olhar para as nossas próprias contradições.
Porque, sejamos honestos… Hoje analisamos uma mensagem de três palavras como se estivéssemos a investigar um crime. "Respondeu 'ok'. Sem emoji."
"Isto mudou." Talvez não. Talvez estivesse só… a conduzir.
🎧 Entre Perguntas é um podcast sobre consciência, relações humanas e as perguntas que nos ajudam a viver com mais verdade, menos filtros e relações mais autênticas.
Porque talvez amar não seja encontrar alguém perfeito.
Talvez seja aprender a permanecer quando percebemos que a outra pessoa é, simplesmente… humana.
From the publisher's feed