
Sign up to save your podcasts
Or


Enquanto na imprensa corporativa jornalistas demonstram espanto com as relações indecentes de juízes e políticos com o banqueiro e quadrilheiro Daniel Vorcaro, a população no fundo já sabe que desde sua criação os tribunais, polícias e prisões sempre serviram aos ricos e poderosos. O Sistema Judiciário sempre favoreceu uma elite enquanto pessoas pretas, indígenas e pobres são esquecidas atrás das grades sem direito ao chamado "devido processo legal", isso quando não são torturadas ou executadas pelos policiais.
Mais do que tratamentos desiguais, o objetivo último da dita "Justiça" sempre foi manter uma ordem social que beneficia uma elite, que vive às custas de exploração da população.
E pra combater isso não adianta votar em políticos antissistema, que dizem ser "contra tudo que está aí", e que alegam que irão moralizar a política e a justiça. Na verdade, tudo que querem é que o sistema funcione a seu favor.
É normal que pessoas, e mesmo outros animais, pensem antes em si e nos indivíduos de seu grupo, antes de estender a empatia a outros grupos. O problema é que, enquanto houver Estado, as instituições de repressão e controle social sempre serão usadas pra esse fim. A única saída é lutar permanente contra a concentração de poder em todos os níveis e nos organizarmos, desde já, de forma horizontal, onde as decisões sejam tomadas coletivamente e pelas pessoas que são afetadas por elas.
On August 17, 2026, the military police and farmers launched yet another series of attacks against the Guarani-Kaiowá Indigenous people, this time at the Aratikuty reclaimed land in Dourados, in the territories occupied by the state of Mato Grosso do Sul.
On the 19th, the military police carried out an eviction without a court order. They attacked Indigenous people with tear gas, rubber bullets, and live rounds. They also arrested five people.
The attacks have already left more than 10 people injured, including three children. They also set homes on fire and destroyed food supplies and community structures. There are even reports of torture. An excavator was used to dig a trench to block the indigenous people’s passage.
The wealthy landowners behind the attacks have a history of aggression against indigenous people. They belong to the same group that created the so-called "caveirão rural”. They have connections to major law firms, agribusiness cooperatives, the rural union, and private security firms that work in conjunction with gunmen.
Far-right politicians, such as Marcos Pollon and Rodolfo Nogueira, from Bolsonaro’s PL party, went to the site to intimidate and criminalize the occupation. Both have ties to the Invasão Zero militia, which acts against land occupations in various parts of the country.
Despite the violence they have faced for centuries and in response to the federal government’s suspension of land demarcations, the Guarani-Kaiowá have intensified their land reclaiming efforts in the region.
El 17 de agosto de 2026, la policía militar y los agricultores iniciaron una nueva serie de ataques contra les indígenas Guaraní-Kaiowá, esta vez en la retomada de Aratikuty, en Dourados, en los territorios ocupados por el estado de Mato Grosso del Sur.
El 19, la policía militar llevó a cabo un desalojo sin orden judicial. Atacaron a les indígenas con gas lacrimógeno, balas de hule y munición letal. Y detuvieron a cinco personas.
Los ataques ya han dejado más de 10 personas heridas, entre ellas tres niños. También incendiaron viviendas, destruyeron alimentos y estructuras comunitarias. Incluso hay denuncias de tortura. Se utilizó una excavadora para cavar una zanja, con el fin de impedir el paso de les indígenas.
Los latifundistas que están detrás de los ataques tienen un historial de agresiones contra les indígenas. Pertenecen al mismo grupo que creó el llamado «caveirão rural». Tienen conexiones con grandes bufetes de abogados, cooperativas del agronegocio, el sindicato rural y empresas de seguridad privada que actúan en conjunto con pistoleros.
Políticos de extrema derecha, como Marcos Pollon y Rodolfo Nogueira, del PL de Bolsonaro, acudieron al lugar para intimidar y criminalizar la recuperación de tierras. Ambos tienen vínculos con la milicia Invasão Zero, que actúa contra las recuperaciones de tierras en diversas partes del país.
A pesar de la violencia de la que han sido víctimas durante siglos y en respuesta a la paralización de las demarcaciones por parte del gobierno federal, el pueblo Guaraní-kaiowá ha intensificado las retomadas en la región.
Dia 17 de agosto de 2026 a polícia militar e fazendeiros deram início a mais uma série de ataques a indígenas Guarani-Kaiowá, desta vez na retomada Aratikuty, em Dourados, nos territórios ocupados pelo Estado do Mato Grosso do Sul.
No dia 19, a polícia militar realizou um despejo sem ordem judicial. Atacando indígenas com gás lacrimogênio, balas de borracha e munição letal. E prendendo cinco pessoas.
Os ataques já deixaram mais de 10 pessoas feridas, incluindo três crianças. Também incendiaram moradias, destruiram alimentos e estruturas comunitárias. Há inclusive relatos de tortura. Uma escavadeira foi usada para cavar uma vala, para impedir a passagem de indígenas.
Os latifundiários por trás dos ataques têm histórico de agressão contra indígenas. São do mesmo grupo que criou o chamado "caveirão rural". Têm conexões com grandes escritórios de advocacia, cooperativas do agronegócio, o sindicato rural e empresas de segurança privada que atuam em conjunto com pistoleiros.
Políticos de extrema-direita, como Marcos Pollon e Rodolfo Nogueira, do PL de Bolsonaro, foram ao local para intimidar e criminalizar a retomada. Ambos têm ligação com a milícia Invasão Zero, que atua contra as retomadas em diversas partes do país.
Apesar da violência de que são alvo há séculos e em resposta à paralisação das demarcações pelo governo federal, Guarani-Kaiowá intensificaram as retomadas na região.
O agravamento das crises que ameaçam o mundo tem deixado muitas pessoas paralisadas e se sentindo impotentes frente a desafios que parecem insuperáveis. Mas entre os povos indígenas, muitas frentes vêm dando o exemplo, usando a ação direta para resistir à destruição causada pelos Estados e pelo capitalismo, e servindo de exemplo a todys nós.
O programa federal de segurança pública Território Seguro está sendo testado nas periferias da cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Apesar de avaliado positivamente pelo governo, os resultados têm sido aumento da violência policial: invasões de domicílio, agressões, tortura e execuções sumárias.
Dia 13 de abril de 2026, na Faculdade de Direito da USP, autoridades se reuniram para avaliar o programa. Uma moradora da Vila de Ponta Negra e membro do movimento Vila Pela Paz realizou uma intervenção.
Todos os dias, bilhões de pessoas usam as chamadas “redes sociais” corporativas para se comunicar, difundir ideias, se informar e se entreter. Mas essas plataformas não são neutras. Instagram, Facebook e X, entre outras, são redes de propriedade de bilionários como Elon Musk e Mark Zuckerberg, que usam seus algoritmos para maximizar seus lucros e manter a ordem social que mantém eles no topo e a esmagadora maioria da população sendo explorada para seu benefício. Eles moldam nossa percepção da realidade ao filtrar todo o conteúdo que vemos, controlam o alcance de nossas publicações e expulsam aquelas pessoas que se tornam um incômodo. E nós ainda os recompensamos por isso, criando gratuitamente conteúdo para suas redes e lhes dando diariamente uma infinidade de dados pessoais que usarão para obter ainda mais lucro e poder.
Suas redes parecem onipresentes e inescapáveis. Afinal, qual a alternativa? De fato, isoladys, como nos querem, não temos opção senão nos submeter a suas redes de dominação. Mas juntys podemos nos organizar para construir e habitar novas redes, que estejam sob nosso controle e sirvam aos nossos interesses.
Esse vídeo é um chamado para se somar a nós no Fediverso e, aos poucos, desertar as plataformas corporativas. É um vídeo feito para ser assistido e discutido em grupo. E por isso incentivamos a organização de cine-debates e disponibilizamos um zine em PDF com todo o texto do vídeo, mais informações sobre o Fediverso e uma seção com perguntas para estimular a conversa.
Saiba mais em http://antimidia.org/redessociais
No episódio 16 de Vozes Anarquistas, a partir do massacre executado pela polícia do Estado do Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha, Inaê Diana Ashokasundari Shravya, filósofa, militante pela Associação de Trabalhadores de Base (ATB) e educadora popular no projeto Macacos Vive, fala sobre o papel histórico da polícia nas chacinas nas últimas décadas.
Donate at: firefund.net/PathsToEcoRevolution
In Belém, they’re exploiting workers and cutting down parts of the Amazon to get ready for the COP30, the yearly UN-sponsored climate summit. For 30 years, government leaders, scientists, major NGOs, and corporations from around the world have been claiming to address the problem, but the problem is only getting worse. It’s no surprise, because the institutions trying to monopolize the solutions are the same ones causing the problem, destroying our ecosystems, exploiting us, cutting our healthcare, and endangering our access to food, housing, clean air, and water.
We don’t have the luxury to trust them for one more day.
This November, as the rich and powerful meet and make deals, an anticolonial network with strands all over the world will weave itself closer together. Urban anarchists fighting for housing, healthcare, and free transportation, and against the authoritarianism that has destroyed previous revolutions. Rural communities that have fled extreme poverty in the cities, survivors of colonialism and the African diaspora, taking back land from the plantation economy and other extractive industries, healing it, growing their own food, and then sharing through their expanding networks. Indigenous peoples who call the Amazon their home, who defend it, who take care of the forest and the rivers and never lost ecosystemic ways of organizing their communities.
We want to strengthen our ties and learn from one another. We want to show the world that we can all unplug ourselves from this Machine that destroys life. We want to make it plain that the State, the capitalists, the experts, the big charities, are not going to save us from this huge crisis that they caused. And we want to spread examples of what real change looks like, so people everywhere can support such initiatives in their own regions or start new projects and join this growing network, a network that isn’t a Party or a single organization. We don’t want you to give up your autonomy, your critical thinking, your history. We want to be in conversation with you, so we can all learn from one another, and have each others’ backs in a spirit of solidarity and mutual aid.
To do that we need your help: paying for transportation as we cross the borders that separate us. Paying for basic food as some of us go on the road to meet with new friends and learn about projects and struggles from Sao Paulo to Belém, distances of thousands of kilometers. To pay for equipment that will help us take interviews and make documentaries about what we’re learning. And to bring resources to projects that can inspire resistance around the world.
Give what you can. Pass this on to friends. And when the articles, interviews, podcasts, and videos from this project start to come out over the following months, please help us spread them and translate them!
O Quilombo Kédi, em Porto Alegre, vem há anos sofrendo assédio e violências por parte da construtora CFL e da Country Empreendimentos, da Família Zaffari, que querem empreender no seu território.
Violência financeira, coagindo famílias de baixa renda a deixarem suas casas. E violência psicológica, com a presença de capangas armados circulando dentro do quilombo e demolições ilegais deteriorando as condições de vida.
Na terça-feira, 30 de setembro de 2025, um homem agrediu fisicamente Onir Araújo,advogado da Frente Quilombola do Rio grande do Sul, que representa o Quilombo Kédi.
From the publisher's feed