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Nascido em Holloway, no norte de Londres, em Inglaterra, o nome de Edward Bond é incontornável quando falamos de teatro. Controverso e radical nas suas afirmações e opiniões sobre a sociedade e o teatro moderno, é considerado um dos maiores dramaturgos da atualidade. “Coros para depois dos assassinatos” é uma espécie de adivinhação do futuro, relativo a um acontecimento no ano 2030. Reflete sobre o fanastismo, a perda e a dor.
Do Jornalismo à música e à poesia. Mario Contumélias é (mais) um dos poetas e escritores portugueses que nos passam despercebidos. Descobri-o por acaso, num alfarrabista em Aveiro, no meio de uma pilha de livros “para destralhar”, a 2 Euros o exemplar. Uma pechincha! O poema partilha o título com o livro: “O Ofício das Coisas”.
Miguel Torga destacou-se como poeta, autor de contos e memorialista, mas escreveu também romances, peças de teatro e ensaios. Foi laureado com o Prémio Camões de 1989,
“Carta de Émile” e “Carta a Émile” são dois poemas retirados do último livro de Al Berto. O poeta e autor português deixou uma rica obra literária ao longo dos seus curtos 49 anos de vida. Faleceu em 1997, vítima de linfoma.
Retirado do livro de 1965, Praça da Canção, da autoria de Manuel Alegre, “Rosas Vermelhas” é um texto carregado de simbolismo, de resistência.
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