Não é mimimi, não é vitimismo. O povo preto sofre ataques por sua cor no campo das leis, da estética, dos símbolos. Sufoca as suas vítimas e quer silenciá - las. A solidão da mulher preta, a violência naturalizada como algo "inocente", a onda negra povoada de brancos que, mais uma vez, querem assumir a voz do povo preto. Nesse episódio, três mulheres pretas ensinam e mostram a resistência poderosa que só é desenvolvida por quem não tem outra escolha. Aqui, preto fala, branco escuta. Como canta Elza Soares "A carne mais barata do mercado não tá mais de graça
O que não valia nada agora vale uma tonelada
A carne mais barata do mercado não tá mais de graça
Não tem bala perdida, tem seu nome, é bala autografada".