Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • Estudo adicional
    Como dissemos anteriormente neste trimestre, é importante tentar nos colocarmos
    no lugar dos personagens da história, pois isso pode nos ajudar a compreender
    seus motivos e ações. Eles não sabiam da batalha que acontecia por trás dos bastidores
    como nós sabemos. Se “calçássemos os sapatos deles”, não deveria ser muito difícil
    enxergar o erro que Elifaz, Bildade e Zofar cometeram a respeito do sofrimento
    de Jó. Eles fizeram um julgamento que realmente não estavam qualificados a fazer.
    “É muito natural que seres humanos pensem que grandes calamidades sejam um seguro
    indicativo de grandes crimes e enormes pecados. Mas, muitas vezes, as pessoas
    se equivocam ao avaliar assim o caráter. Não vivemos no tempo do juízo retributivo.
    O bem e o mal estão misturados, e sobrevêm calamidades a todos. Às vezes, as pessoas
    ultrapassam a linha demarcatória do cuidado protetor de Deus, e então Satanás
    exerce seu poder sobre elas, e o Senhor não Se interpõe. Jó foi severamente afligido,
    e seus amigos procuraram fazê-lo reconhecer que seu sofrimento era resultado do
    pecado, e levá-lo a se sentir sob condenação. Representaram seu caso como o de um
    grande pecador; mas o Senhor os repreendeu pela maneira com que eles julgaram Seu
    fiel servo”(Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 3, p. 1291).
    Alguém fuma cigarros e contrai câncer de pulmão. Poderia ser mais simples que
    isso? Tudo bem, mas e aqueles que fumam a vida toda e nunca contraem câncer?
    Deus está punindo uma pessoa e não as outras? No fim das contas, assim como
    Elifaz, Bildade e Zofar, nem sempre sabemos por que o sofrimento acontece de determinada
    forma. O que importa é o que fazemos em resposta ao sofrimento que
    vemos. É nesse ponto que aqueles homens estavam completamente equivocados.
    6 min
  • Estudo adicional/Especial
    Lições da Bíblia Especial – O resumo semanal do estudo da lição da escola sabatina por uma perspectiva dinâmica e reflexiva, o programa é apresentado pelo pastor Edson Rosa e tem a participação de 2 convidados, vai ao ar toda sexta às 20:30 com reprise aos sábados às 08:00h.
    27 min
  • A segunda morte
    Certamente, a maior e mais poderosa manifestação do juízo retributivo será no
    fim dos tempos, com a destruição dos ímpios, chamada na Bíblia de “segunda
    morte” (Ap 20:14). É claro que essa morte não deve ser confundida com a morte
    comum a todos os descendentes de Adão. Essa é a morte da qual o segundo Adão,
    Jesus Cristo, poupará os justos no fim dos tempos (1Co 15:26). Por outro lado, a segunda
    morte, assim como alguns outros castigos vistos na época do Antigo Testamento,
    é o castigo direto de Deus para os pecadores que não se arrependeram
    e não receberam a salvação em Jesus.
    8. Leia 2 Pedro 3:5-7. O que a Palavra de Deus nos diz sobre o destino dos perdidos?
    Assinale verdadeiro (V) ou falso (F):
    ( ) Sofrerão o tormento eterno, do qual jamais ficarão livres.
    ( ) Serão totalmente destruídos pelo fogo no juízo final.
    “De Deus desce fogo do Céu. A Terra se fende. São retiradas as armas escondidas
    em suas profundezas. Chamas devoradoras irrompem de cada abismo imenso.
    As próprias rochas estão ardendo. Vindo é o dia que arderá “como forno”
    (Ml 4:1). Os elementos fundem-se pelo vivo calor, e também a Terra e as obras que
    nela há são queimadas (2Pe 3:10). A superfície da Terra parece uma massa fundida
    – um vasto e fervente lago de fogo. É o tempo do juízo e perdição dos homens
    maus – “dia da vingança do Senhor, ano de retribuições pela luta de Sião” (Is 34:8;
    O Grande Conflito, p. 672, 673).
    Embora o pecado possa trazer, como consequência, seu próprio castigo, com
    certeza há situações em que o próprio Senhor pune diretamente o pecado e os
    pecadores, conforme argumentaram os protagonistas do livro de Jó. É verdade
    que todo sofrimento neste mundo veio do pecado. Mas não é verdade que todo
    sofrimento é castigo de Deus pelo pecado. Esse certamente não foi o caso de Jó, e
    não acontece na maioria das situações. O fato é que estamos envolvidos no grande
    conflito, e temos um inimigo que está à solta para nos causar dano. A boa notícia
    é que, em meio a tudo isso, podemos ter certeza de que Deus está conosco.
    Sejam quais forem as razões para as provações que enfrentamos, ou as atuais consequências
    dessas provações, temos a garantia do amor de Deus – um amor tão
    grande que Jesus veio e morreu na cruz por nós, um único ato que promete dar
    um fim a todo sofrimento.
    Como podemos ter certeza de que o sofrimento de alguém é um castigo direto de Deus? Se não
    podemos ter certeza, qual é a melhor atitude a tomar para com a pessoa sofredora, ou até mesmo
    para com nosso próprio sofrimento?
    5 min
  • “Se o Senhor criar alguma coisa nova”
    Muito tempo depois da morte de todos os personagens do livro de Jó, foram registrados
    nas Escrituras muitos exemplos do direto castigo divino sobre os
    maus, bem como das bênçãos para os fiéis.
    6. Que grande promessa é dada aos obedientes? Dt 6:24, 25. De acordo com o
    texto, assinale verdadeiro (V) ou falso (F):
    ( ) A promessa de que não teremos problemas nesta vida.
    ( ) A promessa de sermos bem-sucedidos e preservados em vida.
    O Antigo Testamento está repleto de promessas de bênção e prosperidade. Deus
    diretamente as traria ao Seu povo se ele Lhe obedecesse. Portanto, podemos ver
    aqui exemplos do que Elifaz, Bildade e Zofar haviam dito a Jó a respeito de Deus
    abençoar a fidelidade daqueles que buscam obedecer a Ele e aos Seus mandamentos,
    e ter uma vida piedosa e justa.
    É evidente que o Antigo Testamento também apresenta muitas advertências a
    respeito do castigo divino que recairia nos desobedientes. Em grande parte do Antigo
    Testamento, especialmente após a aliança feita com Israel no Sinai, Deus advertiu
    os israelitas sobre as consequências da desobediência deles. “Todavia, se vocês desobedecerem
    ao Senhor e se rebelarem contra o Seu mandamento, Sua mão se oporá
    a vocês da mesma forma como se opôs aos seus antepassados” (1Sm 12:15, NVI).
    7. Leia Números 16:1-33. O que esse incidente nos ensina sobre a realidade do
    castigo retributivo de Deus?
    Dada a maneira surpreendente pela qual os rebeldes foram destruídos, esse incidente
    não pode ser atribuído à ideia do “pecado provocando o seu próprio castigo”.
    Aquelas pessoas sofreram o direto castigo divino por seu pecado e rebelião.
    Nesse caso vemos manifestações sobrenaturais do poder de Deus. Parece que as
    próprias leis da natureza haviam sido mudadas. “Mas, se o Senhor criar alguma
    coisa nova, e a terra abrir a sua boca e os tragar com tudo o que é seu, e vivos descerem
    ao sepulcro, então, conhecereis que estes homens irritaram ao Senhor”
    (Nm 16:30, ARC).
    O verbo “criar” nesse verso vem da mesma raiz utilizada para a palavra “criou”
    em Gênesis 1:1. O Senhor queria que todos soubessem que foi Ele mesmo que, de
    maneira imediata e direta, havia trazido aquele castigo sobre os rebeldes.
    4 min
  • Retribuição divina
    C entral nos argumentos dos amigos de Jó foi a ideia de que Deus é justo e que o
    pecado atrai o castigo divino sobre os maus e bênçãos especiais sobre os bons.
    Não sabemos a época exata em que aqueles homens viveram. No entanto, por aceitarmos
    que Moisés escreveu o livro de Jó enquanto estava em Midiã, então eles
    devem ter vivido algum tempo antes da época do Êxodo. É muito provável também
    que eles tenham vivido após o Dilúvio.
    4. Leia Gênesis 6:5-8. Embora não saibamos quanto Elifaz, Bildade e Zofar conheciam
    do Dilúvio, como essa história pode ter influenciado a teologia deles?
    Complete as lacunas:
    A _ do Dilúvio é um exemplo de que _
    Se entristece por causa da maldade humana e permite que os
    colham as _da transgressão.
    A história do Dilúvio é um exemplo da retribuição divina pelo pecado. Porém,
    até mesmo nessa história é revelada a ideia de graça, conforme notamos em Gênesis
    6:8. Ellen G. White também escreveu sobre o fato de que “cada pancada [de
    martelo] desferida sobre a arca pregava para o povo” (História da Redenção, p. 63).
    5. Como a difusão do mal e a ideia do juízo retributivo é vista em Gênesis 13:13,
    18:20-32 e 19:24, 25? Relacione as colunas:
    A. Gn 13:13 1. ( ) Na destruição de Sodoma e Gomorra
    com fogo e enxofre.
    B. Gn 18:20-32 2. ( ) Na maldade dos homens de Sodoma.
    C. Gn 19:24, 25 3. ( ) No agravamento dos pecados de Sodoma e
    Gomorra.
    Não importa se Elifaz, Bildade e Zofar conheciam bem essas histórias bíblicas,
    o fato é que elas revelam a realidade do juízo divino sobre o mal. Deus não estava
    simplesmente abandonando os pecadores aos seus pecados e deixando que o
    próprio pecado os destruísse. Assim como no Dilúvio, Deus foi o agente direto do
    castigo dos ímpios de Sodoma e Gomorra. Ali, Deus atuou como juiz e destruidor
    da impiedade e do mal.
    Por mais que desejemos (e devamos) nos concentrar no divino caráter de amor, graça e perdão,
    por que não devemos nos esquecer da realidade da Sua justiça? Pense em todo o mal que ainda
    está impune. O que isso nos diz sobre a necessidade da retribuição divina, não importando
    quando ou como ela venha?
    4 min

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