BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 23/09/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.  

    Iniciando com a soja, espera-se que o clima permaneça em destaque no radar dos Traders. A leve piora nas condições das lavouras americanas e os reportes de rendimentos um pouco abaixo do esperado em algumas localidades dos EUA, apontados pela colheita, podem dar sustentação às cotações no curto prazo, embora o sentimento de ampla oferta mundial, com o avanço da colheita da maior safra da história estadunidense permaneça.

    Os mapas atualizados pela NOAA para os próximos 07 dias, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias quentes, com temperaturas acima da média. No financeiro, os mercados permanecerão atentos aos desdobramentos sobre a decisão dos juros nos EUA. 

    No mercado interno, a pouca soja disponível e clima seco, que ainda não permite o início efetivo do plantio da soja, principalmente, no Centro-Oeste, poderão dar sustentação aos preços. Atenção a chegada da colheita americana que ampliará a oferta do grão globalmente. Assim os preços poderão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.    

    No tocante ao milho, o relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA), indicou que a colheita da safra 2024/25 no país chegou a 9% da área. Cerca de 45% das lavouras encontram-se na fase de maturação, corroborando para uma boa safra norte-americana. O clima deve nortear o andamento da colheita e para os próximos dias é esperado temperaturas acima da normalidade e chuvas normais ou abaixo da média para a maior parte do país.

    No Brasil, de acordo com os dados da Conab, a área plantio do milho 1ª safra 2024/25 atingiu 12% em todo país, com destaque para o Rio Grande do Sul, que já se aproxima de metade da área projetada, seguido do Paraná, com 29%. Outros estados aguardam melhores condições climáticas para o início da semeadura.

    Conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o clima deve favorecer a semeadura na região sul, principalmente no RS, com previsão de 70mm e elevação das temperaturas, favorecendo o desenvolvimento inicial das plantas. O tempo seco nas demais regiões, podendo atrasar o cultivo, pode levar os preços no curto prazo a uma estabilidade nos patamares atuais.  

    Para o café, destaca-se que há nas regiões produtoras expectativa do retorno de chuvas para as próximas semanas e isso pode induzir a floração nas culturas, dessa forma a tendencia é a de ajustes nos preços. Condições climáticas adversas como estiagens e altas temperaturas irão continuar pautando o mercado do café. No Vietnã há temores de que a seca excessiva e o tufão Yagi prejudiquem as plantações. Perspectiva é de manutenção da volatilidade nos preços.  

    Quanto ao boi gordo, é importante frisar que as exportações estão ditando o ritmo de escoamento de carne bovina da indústria, com a desvalorização do real, o produto brasileiro ficou muito competitivo no mercado externo. No mês de agosto de 2024, o volume exportado foi 217,5 mil toneladas, sendo o nosso principal comprador a China com 49% desse total, seguido dos Estados Unidos com 8,9%.

    Com o aumento do preço da arroba paga ao pecuarista, a carne bovina no atacado também subiu. A valorização da carcaça casada do boi inteiro foi de 15% no atacado da grande SP e no MT a alta foi de 5%. Nesta segunda quinzena do mês de setembro, apesar da oferta restrita de animais prontos para o abate, o consumo no mercado interno tende a diminuir, muito por causa da disponibilidade de dinheiro por grande parte da população, contribuindo para um cenário de estabilidade nos preços.

    Com o preço firme do boi gordo, os preços dos contratos futuros na B3 se valorizaram, demonstrando esse otimismo os contratos para outubro, novembro e dezembro de 2024 superaram os R$ 260,00/arroba, valores estes que eram praticados desde dez/23, ofertando boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais quedas nos preços no momento de venda dos animais.  

    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 20/09/2024 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 20 de setembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

    No relatório do USDA divulgado no dia 12/09, para a safra norte-americana, houve uma ligeira redução na expectativa da produção de 100 mil toneladas, atingindo 124,8 milhões de toneladas. A colheita da safra dos Estrados Unidos teve início e, até 15/09, já atinge 6% da área plantada, alcançando boas produtividades. 

    No Brasil, nos principais estados produtores (MT, MS, GO, PR e RS), o vazio sanitário finaliza, no mês de setembro, porém os solos não apresentam umidade adequada para início do plantio. Na maior parte do país, a previsão climática para os próximos dias ainda é de tempo seco e temperaturas elevadas, com exceção da região Sul. Segundo estimativa dos Assessores de Agronegócios do Banco do Brasil, a área a ser cultivada na safra 24/25 terá um crescimento de 1% podendo atingir até 47 milhões ha. O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 18/09 cotado a US$ 10,14/bushel. O mercado vem apresentando lateralidade, apenas com correções técnicas no mês de setembro. 

    O indicador CEPEA em 18/09 foi cotado a R$ 138,77 reais por saca, apresentando valorização de 0,45% em setembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora e manutenção dos prêmios positivos nos portos.

    Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:

    - fev/25 com strike/preço garantido entre 9,83 e U$ 10,29/bushel e
    - abril/25 com strike entre U$ 9,92 e U$ 10,44/ bushel

    Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, 
    acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do 
    Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima
    4 min
  • 19/09/2024 - Cenário da avicultura de postura
    Olá, hoje é dia 19 de setembro de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja. 

    De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a estimativa inicial de produção de ovos para 2025 é de cerca de 57,5 bilhões de unidades, o que proporcionará um crescimento estimado de 1% em relação à expectativa de 2024.

    De acordo com a SECEX, o volume de exportações de ovos e derivados em agosto de 2024 foi de 2,6 milhões de quilogramas líquidos e US$ 10,3 milhões de dólares. Comparando o período de janeiro a agosto de 2023 e 2024, a receita e o volume exportados foram próximos.

    Em agosto de 2024 o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra retirada em Bastos/SP foi de R$ 126,88 de acordo com o CEPEA. Este valor foi 20,6% menor que janeiro de 2024 e 5,7% menor que agosto de 2023  .

    Porém, o preço da caixa de 30 dúzias em agosto de 2024 foi o menor neste ano, com valores observados superiores a R$ 130,00 no ano de 2024.   

    Diante das oscilações dos preços, observa-se que o poder de compra do avicultor teve ligeira queda neste ano em relação ao mesmo período do ano passado, continua com margens de lucro positivas, porém menores, devido aumento de preço de milho, principal insumo da ração. 

    De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), em agosto/2024 os preços médios do milho foram 11,7% superior a agosto de 2023 e o farelo de soja 8,9% inferior no mesmo período.

    A relação de troca de milho para a dúzia de ovos diminuiu. Com 5,99 caixas de ovos comprava-se uma tonelada de milho em agosto 2023 e, em agosto de 2024 são necessárias 4,26 caixas de ovos.

    O mesmo ocorreu na relação de troca das dúzias de ovos para o farelo de soja   que foi de 2,31 caixas de ovos para comprar uma tonelada em 2023 para 2,01 em 2024. 

    Considerando a alta nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços do milho e da soja através de Termo de Opções e de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos. 

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima. 
    4 min
  • 18/09/2024 - Cenário do café arábica
    Olá, hoje é quarta-feira, 18 de setembro de 2024. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica.  

    A colheita da safra 2024 já foi encerrada, e agora os produtores voltam suas atenções para os tratos culturais da safra 2025. A estiagem prolongada, que já dura em média 150 dias nas regiões produtoras do café, aliada às altas temperaturas neste inverno, pode comprometer a produtividade da próxima safra. Essa condição está refletida nos bons preços atuais. A meteorologia ainda não prevê chuvas volumosas para as próximas semanas, e o café de sequeiro está sob forte estresse hídrico devido ao clima seco e quente. Caso a primeira florada seja volumosa, será necessário que as chuvas ocorram de forma mais regular e que as temperaturas sejam mais amenas para garantir o pegamento dos frutos.  

    Os problemas climáticos tanto no Brasil quanto no Vietnã, principal produtor do café robusta do mundo, têm contribuído para a volatilidade dos preços. Além disso, as fortes exportações do Brasil e os baixos estoques de café nas mãos dos compradores internacionais, junto com o aumento dos estoques certificados nas bolsas de Nova York e Londres, também exercem influência no mercado. No entanto, apesar da oscilação, os preços permanecem em patamares elevados.  

    Diante dessas incertezas climáticas, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, espera-se que a volatilidade continue. No Brasil, as principais praças registraram uma média de R$ 1.500,00 por saca de café arábica.  

    O Banco do Brasil oferece créditos para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar margens em um mercado volátil e com preocupações climáticas.  

    Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza.  

    Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 17/09/2024- Cenário da fruticultura (frutas vermelhas)
    Olá, hoje é dia 17 de setembro de 2024, meu nome é Renata Licciardi, sou Assessora de Agronegócios em Lages Santa Catarina e falaremos sobre o cenário das Frutas Vermelhas   Pequenas frutas ou frutas vermelhas, são frutas de clima temperado, com destaque para: morango, amora, framboesa e mirtilo. 

    No Brasil, com exceção do morango, as demais são desconhecidas do grande público, porém a produção e consumo vem crescendo nos últimos anos, devido à alta qualidade nutricional.   São encontradas no mercado, in natura, na forma de doces , geleias, sucos e sorvetes, sendo muito utilizadas no segmento de confeitarias. Também é possível encontrá-las congeladas o que possibilita a distribuição para todo país.  

    O alto valor de mercado das frutas vermelhas tem despertado o interesse de muitos produtores. Sendo frutas mais adaptadas ao clima frio são mais comuns no sul do país, Paraná, Santa Cataria e Rio Grande do Sul, mas também são cultivadas em São Paulo e Minas Gerais.  

    De acordo com a Embrapa Uva e Vinho, são frutas que apresentam um alto conteúdo de vitamina C e betacaroteno, sendo ricas em compostos fenólicos que são excelentes antioxidantes, devido a estas características são conhecidos como frutas da longevidade, entre esses compostos os mais abundantes são os flavonóides que possuem uma alta atividade terapêutica. Essa substância é capaz de exercer efeito protetor para o cérebro, retardando o envelhecimento e doenças relacionadas, além de ter atividades antioxidantes, anticancerígena e anti-inflamatória.    

    O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor familiar ou empresarial possa investir na renovação ou implantação de pomares; Irrigação, beneficiamento da produção e comercialização, além das linhas de custeio.  

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min
  • 16/09/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira,16 de setembro de 2024. Sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.  

    Iniciando com a soja, espera-se que, de acordo com os mapas atualizados pela NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), para os próximos 07 dias, ocorram precipitações escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias muito quentes, com temperaturas acima da média nos estados localizados no meio oeste americano. O clima na fase de colheita nos EUA ainda permanecerá no radar dos analistas.

    No Brasil, o tempo segue quente e seco, sem previsão de chuvas para o mês de setembro, impactando o avanço do plantio da nova safra. No financeiro, seguem as atenções aos indicadores das principais economias, bem como, as informações e movimentos do macro cenário diante da aversão ao risco.

    O mercado deverá processar os números do relatório de oferta e demanda do USDA, o início da colheita da supersafra nos EUA e o início desafiador do plantio no Brasil. A oferta mais restrita da safra 23/24 ainda dará sustentação no mercado interno. Assim, as cotações possivelmente trabalharão com viés de estabilidade para o curto e médio prazo.    

    No tocante ao milho, de acordo com o USDA, a colheita estadunidense da safra 2024/25 já se iniciou e atingiu 5% da área. Em publicação no dia 09/09, tradicionalmente, o estado do Texas lidera nos trabalhos à campo, com 75% da área já colhida, entretanto a área de plantio pode ser considerada pequena em relação aos outros importantes estados produtores.

    Conforme previsão climática da NOAA, para os próximos dias, nos Estados Unidos, as temperaturas e precipitações serão acima da normalidade, especialmente no norte do cinturão agrícola, que pode influenciar no ritmo da colheita.

    No Brasil, a Conab divulgou seu 12º Levantamento Safra 2023/24 para o mês de setembro, e praticamente manteve as estimativas já apontadas em agosto. A produção total foi indicada para 115,72 milhões de toneladas e os estoques finais em 5,04 milhões de toneladas, 1,49% maior que o estimado no mês passado. Os preços físicos no mercado interno podem seguir o movimento de alta, com a demanda, tanto externa como doméstica, se fortalecendo.          

    Para o café, destaca-se que a atual situação das lavouras em grande parte do Brasil é a de plantas extremamente estressadas. Assim, quando as chuvas retornarem, é possível que ocorram floradas com alta intensidade, o que, geralmente, tende a pressionar as cotações. Contudo, ressalta-se que frente ao atual quadro climático, com alto nível de déficit hídrico aliado a temperaturas elevadas, dificilmente uma florada intensa resultará em uma alta carga de café. Após longo período seco o Vietnã passa por tufões e enchentes, o que pode impactar também as previsões de produção de café robusta.

    Os efeitos climáticos negativos, valor do dólar, preocupações com oferta internacional do robusta e vendas brasileiras com baixa liquidez continuam como fortes fundamentos de mercado que têm sustentado os preços do café.

    A colheita brasileira já está praticamente finalizada (poucos reportes de chão/varrição) e os produtores já iniciam os tratos culturais para a safra 2024/25.  A Rural Clima estima previsão de chuvas nas regiões produtoras de café no sudeste brasileiro a partir da última semana de setembro, mas ainda com baixos volumes, chuvas mais regulares estão previstas a partir da primeira quinzena de outubro.  

    Quanto ao boi gordo, é importante frisar que o atual cenário dá indícios do início do movimento de reversão do ciclo pecuário. Caso esse movimento venha a ocorrer, o pecuarista que fizer boa reposição de animal neste período, de começo do movimento de alta, pode conseguir boas margens na época da negociação do boi gordo.

    A falta de chuvas prejudica a oferta de animais criados a pasto. Assim, a Indústria conta predominantemente com animais terminados em sistema intensivo. Desse modo, o produtor deve se atentar com a oscilação de preços dos insumos utilizados na alimentação, como o milho, por exemplo, um dos principais ingredientes utilizados na dieta de confinamento.

    Sugere-se a utilização de mecanismos de proteção de preço para a alta do insumo (Opções de venda – Call, por exemplo). A Indústria deve seguir com dificuldade para preencher a escala de abate, fato que fortalece o movimento de valorização da arroba do boi gordo para o curto prazo.

    O viés de alta do boi gordo no mercado físico refletiu positivamente no mercado futuro ao longo da semana, abrindo janelas de oportunidade para mitigar o risco da atividade, utilizando-se de ferramentas de trava de preço, como o contrato a termo, e as opções, por exemplo.  

    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 13/09/2024 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 13 de setembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

    Ontem o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu relatório de oferta e demanda global, referente ao mês de setembro. Para o milho, não ocorreram grandes variações. O estoque final global foi estimado em 308,34 milhões de toneladas, redução de 1,8 milhão de toneladas em relação a agosto.

    Para a safra americana 2024/25, o órgão estimou produção de 385,73 milhões de toneladas, elevando em um milhão de tonelada a produção em relação ao mês passado. A produtividade média norte-americana foi estimada em 192 sacas por hectares, o que seria a maior produtividade já registrada na série histórica. Após a divulgação do relatório, no início da tarde do dia 12, os principais futuros na Bolsa de Chicago apresentaram baixas.  

    No Brasil, a Conab também divulgou seu 12º Levantamento Safra 2023/24 ontem. As estimativas praticamente foram mantidas este mês em relação a agosto. O órgão apontou produção total para a Safra 2023/24 em 115,72 milhões de toneladas. O estoque final foi alterado para 5,04 milhões de toneladas, aumento de 1,49% ante o relatório anterior.  

    Sobre o milho 1ª Safra 2024/25, a Companhia estimou que 9,7% da área já foi semeada, especialmente no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Para estes estados, há previsão de chuvas para os próximos dias, com volumes que podem ultrapassar 50 milímetros. Caso a previsão se concretize, contribuiria para a manutenção da umidade no solo e o desenvolvimento dos cultivos.    

    Os preços no mercado físico seguem movimento de alta neste mês. No dia 11/09, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 63,42 por saca, alta de 4,48% em relação ao dia 02 de setembro. Os vendedores têm limitado o volume ofertado, observando às recentes valorizações nas cotações no mercado externo e doméstico, além de preocupações com o clima nas principais regiões produtoras da safra verão.       

    O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    

    Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:   

    - Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 64,91 e R$ 66,73 por saca;

    - Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 66,64 e R$ 69,62 por saca.  

    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.   

    Para mais informações, consulte seu gerente de relacionamento.   

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 12/09/2024 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 12 de setembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. No dia 10 de setembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 247,20, com alta de 0,02% no dia. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 260,25.Segundo dados da Secretaria de comercio exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a aproximadamente 71 mil toneladas em cinco dias úteis do mês de setembro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.410, desvalorização de 2,8% em relação ao mesmo período de 2023.A escala de abate da Indústria permanece curta, com cerca de seis a sete dias úteis na média pais, o que sugere viés de alta na cotação da arroba do boi gordo para os próximos dias, cenário fortalecido pela redução na oferta de animais terminados, o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado e o elevado volume de exportações de carne bovina. A falta de chuvas prejudica a oferta de animais criados a pasto. Assim, a Indústria conta predominantemente com animais terminados em sistema intensivo.O atual cenário dá indícios do início do movimento de reversão do ciclo pecuário. Caso esse movimento venha a ocorrer, o pecuarista que fizer boa reposição de animal neste período, de começo do movimento de alta, pode conseguir boas margens na época da negociação do boi gordo.Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 249,40 e 251,70 /@, enovembro de 2024 com strike entre R$ 254,60 e 257,30/@.Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o aplicativo do Banco do Brasil, menu agro.Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 11/09/2024 - Cenário do feijão
    Olá, hoje é quarta-feira, 11/09/2024, meu nome é Ana Paula Cunha e falaremos sobre o cenário do feijão.   

    A colheita da 2° safra de feijão – preto e cores, concentrada na região Centro Sul do Brasil, está concluída. Nesta safrinha houve incremento de 14,9% na área plantada, e na produção, passando de 1.275.800 toneladas para 1.504.600 toneladas, representando uma elevação de 17,9%, em relação ao ano anterior.    

    Na terceira safra, a área cultivada se manteve estável, quando comparada ao mesmo período anterior, que ficou próximo de 520 mil hectares. Houve melhoria no rendimento de grãos, em torno de 1,0%, totalizando 812,5 mil toneladas colhidas no país.    

    Com relação ao mercado, devido ao aumento da produção na 2ª Safra, a grande oferta pressionou as cotações do feijão cores para baixo. No momento, temos sazonalidade de safra. Adicionada a isso, os varejistas estão com demanda represada, o que cria uma expectativa de elevação de preços para o último trimestre do ano. Cabe destacar que estamos no momento de entressafra com oferta de feijão novo devendo aumentar apenas em dezembro com a colheita do Paraná. Atualmente a oferta no Brasil está concentrada no feijão Carioca.  

    Os preços médios praticados na primeira semana de setembro, do feijão carioca, recebidos pelo produtor, foram de R$ 228,00/sc no Estado do Paraná, R$ 235,00/sc em São Paulo, R$ 255,00/sc em Cristalina – GO e R$ 250,00/sc em Unaí - MG.  

    O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.  

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    

    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 11/09/2024 - Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo
    Olá, hoje é quarta-feira, 11 de setembro de 2024, meu nome é Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara– SP, e este será um BBCast diferente.

    Nas últimas semanas, os noticiários têm dado ampla divulgação sobre as queimadas ocorridas em todo o país, principalmente no estado de São Paulo, passando por várias regiões do Sudeste e Centro Oeste, com ênfase no Pantanal, além do Nordeste e Região Amazônica.

    Entretanto, pouco se comentou sobre a Lei Nº 14.944, de 31 de julho de 2024, a qual institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. A referida lei visa disciplinar formas de manejo das queimadas e cita a questão do uso planejado, monitorado e controlado do fogo, uma vez que há permissão de seu uso em algumas situações, tais como “... nas práticas culturais e de agricultura de subsistência exercidas por povos indígenas, comunidades quilombolas, outras comunidades tradicionais e agricultores familiares, conforme seus usos e costumes...”.

    Devido ser uma prática utilizada em determinadas situações, inclusive em área urbana - tal como a queima de lixo, nos últimos meses, as áreas periurbanas e rurais são as que têm as maiores extensões de incêndios e, em consequência, os maiores danos à população. Assim, além da poluição e dos impactos ambientais já amplamente divulgados para as áreas agrícolas, a utilização indiscriminada e frequente do fogo pode contribuir para a redução do potencial produtivo de várias áreas, sejam estas, nativas ou cultivadas.  

    Em decorrência de seus efeitos sobre a ciclagem de nutrientes, a estabilidade e produção da vegetação, a floração, dispersão e germinação das sementes e a sobrevivência da flora e da fauna, além de atuar de forma significativa sobre a dinâmica dos bancos de sementes, é necessário este olhar atento da legislação.

    Assim, a Lei Nº 14.944 busca incentivar a substituição gradativa do uso do fogo por práticas mais sustentáveis, sendo algumas delas já utilizadas, tais como o plantio direto e as agriculturas orgânica e agroecológica.

    O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos seus clientes linhas de crédito para custeio e investimento que podem estar relacionadas às boas práticas de conservação ambiental e atendimento à legislação.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…