BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 15/03/2023- Cenário do arroz
    Olá, hoje é quarta feira, 15 de março de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

    De acordo com o 6º Levantamento de grãos da safra 2022/23, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, houve uma redução de 9,3% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, quatrocentos e sessenta e sete mil hectares. A produção está estimada em nove milhões, oitocentos e oitenta mil toneladas, redução de 8,4% em relação à safra 2021/2022.

    O Estado do RS detém 72% da produção nacional de arroz. Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz, o estado reduziu em 12% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 840 mil ha cultivados com o cereal. Até o momento, 12% da área cultivada na safra 2022/23 já foi colhida.

    É importante ressaltar que o clima seco e as altas temperaturas estão causando preocupação aos produtores no RS. Os reservatórios e rios estão em níveis muito abaixo do normal para a época. Uma das regiões mais afetadas pela estiagem é a Fronteira Oeste que acumula perdas significativas na produção por abandono de áreas, redução na produtividade e perdas na qualidade de grãos.

    O mercado brasileiro de arroz se manteve retraído em fevereiro, seguindo o que aconteceu em janeiro, o que é normal para o período. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), foi cotado a R$ 85,53 a saca de 50 kg em 10 de março, acumulando queda de 7,00% no ano. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns.

    O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.

    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 14/03/2023 - AgNest
    Olá, hoje é Terça-Feira, 14 de março de 2023, meu nome é Kelly Lohnnhoff, Assessora Na diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre a continuidade do crescimento sustentável e do futuro do agronegócio brasileiro.

    As projeções de longo prazo direcionam para a continuidade da elevação da população mundial e da demanda por alimentos, mas adicionando cada vez mais ao mercado agropecuário as exigências dos consumidores, ligadas ao ASG. Fatores que reforçam o cenário de que o agronegócio seguirá fortalecido à longo prazo e com novas oportunidades de mercado.

    Nessa perspectiva, haverá maior necessidade de investimentos para melhoria da infraestrutura, construção de armazéns, ampliação de granjas, renovação de pastagens e melhoramento genético do rebanho, assim como a incorporação de novas tecnologias ao processo produtivo. Dessa forma, espera-se que haja maior demanda por produtos e serviços ligados ao agronegócio, gerando boas perspectivas para toda a cadeia de valor.

    Face ao exposto, as perspectivas para os próximos anos são positivas em termos de oportunidades, sendo a pesquisa e o desenvolvimento de processos produtivos integrados serão um dos grandes fomentadores para que o futuro aconteça mais rápido.

    E nesse contexto, está ocorrendo hoje, em Jaguariúna, São Paulo, o primeiro evento da Carreta Agro em parceira com o AgNest.

    O AgNest é uma iniciativa da Embrapa Meio Ambiente e Embrapa Agricultura Digital com o propósito de materializar um ambiente cooperativo, homogêneo e estratégico para a promoção de experimentos que conduzam à geração de soluções tecnológicas inovadoras para a agropecuária nacional.

    Em 2022, o Banco do Brasil tornou-se parceiro fundador do AgNest, hub de inovação no formato de laboratório vivo em ambiente rural, um Farm Lab, com foco em startups do agro. As interações entre as startups, conhecimento acadêmico e agentes do mercado, propicia aceleração do processo de inovação e a produção de conhecimento.

    A parceria estabelecida por meio do AgNest possibilitará ao BB ser cada vez mais relevante na disponibilização de soluções tecnologicas, digitais e inovadoras ao agronegócio brasileiro, gerando valor à cadeia produtiva.

    O BB como o maior parceiro do Agronegócio brasileiro, tem orgulho de fazer parte do AgNest, apoiando projetos colaborativos, para ofertar soluções inovadoras para o produtor rural.

    E Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, um abraço a todos e até a próxima!
    4 min
  • 13/03/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de Março, meu nome é Daniela Rodrigues da Costa , assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.

    Iniciamos nosso panorama pela soja.
    O mercado processará os dados do relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, relacionados com a quebra da safra da ARG e seu impacto na oferta global de farelo e óleo de soja. A colheita de soja no Brasil deverá ganhar ritmo no Centro-Sul com a previsão de menos chuva, com destaque para o PR e MS. Na região Centro-Norte, chuvas volumosas estão previstas e devem trazer problemas à colheita no MATOPIBA. Para a ARG, o cenário segue com chuvas pontuais e com baixos volumes, sem perspectivas de melhoras nas condições das lavouras.
    Ressaltamos a diminuição da produção total estimada pelo USDA para 375,15 milhões de toneladas na Safra 22/23, que já reflete no estoque final que foi ajustado para 100,10 milhões de toneladas. Esses números dão fôlego às cotações até a entrada da safra 23/24 norte-americana, que tem uma projeção de área de 35,41 milhões de hectares, podendo melhorar a oferta do grão. Para essa semana, as cotações irão acompanhar o ritmo de importação da China, que deverá aproveitar a grande oferta do Brasil. Assim, o mercado tenderá a seguir com viés de baixa para o curto e médio prazo.

    Em relação ao milho,
    Com três semanas de baixas consecutivas, as cotações externas poderão ter uma semana de leve valorização, com fundos se posicionando diante da recente queda nos preços. Com a aproximação do encerramento do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em 18 de março, a depender das tratativas desta semana, novas volatilidades não estão afastadas.
    Na semana passada, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu a estimativa de produção de milho na Argentina, atualizada para 37,5 mi t. No dia 08/03, o USDA reduziu mais 7 mi t, indicando agora a produção em 40 mi t. A quebra de safra no país vizinho e previsões de clima quente e seco para os próximos dias podem trazer suporte às cotações internas.
    No Brasil, o plantio do milho 2ª safra apresenta atraso em relação ao mesmo período do ano passado. Em importantes estados produtores, como Paraná e Mato Grosso do Sul, parte da safra deverá ser semeada fora da janela ideal, ocasionando maior risco climático dada à exposição à possível estiagem e geada, fato que poderá trazer estabilidade e suporte aos preços internos.


    Para o café,
    As exportações de café da Colômbia reduziram em fevereiro, o que pode resultar em uma oferta global mais apertada e apoiar os preços do café. O estoque baixo de arábica é fator altista. As previsões de déficit do mercado de café robusta em 2023/24 associado aos baixos estoques na ICE Londres dão suporte à cotações mais elevadas da variedade no curto prazo. O mercado futuro do café arábica tende a continuar operando no negativo na Bolsa de NY, com oscilações rápidas e constantes, explicadas pelos interesses de curto prazo de especuladores e fundos de investimentos. A comercialização continuará lenta e o mercado invertido, com o presente valendo mais que o futuro, o que tende a limitar os negócios.
    Os resultados oficiais das exportações brasileiras, que apresentam previsões de queda em relação aos meses anteriores, podem elevar a volatilidade, tanto no mercado interno quanto externo. Entretanto, mantêm-se perspectivas de estabilidade com tendência de baixa a curto e médio prazos. Os próximos números divulgados pelo Cecafé serão determinantes para o mercado nos próximos dias.
    A variação cambial também é um fator importante a ser acompanhado nas próximas semanas.

    E finalizando com o Boi Gordo ressaltamos que:
    Havia forte expectativa quanto a retomada das compras chinesas nos próximos dias, porém esse retorno não tem data definida, haja vista que, após reunião ocorrida no dia 07/03 entre o governo brasileiro e a Administração Geral de Alfândegas da China, não houve indicação clara de quando as exportações seriam reestabelecidas. Quanto mais tempo levar até a reabertura deste importante mercado consumidor, maior será o prazo para a regularização dos embarques nos próximos meses.
    Importante ressaltar que os resultados das exportações ocorridas em fevereiro/23 não refletem o caso da EEB. Assim, há preocupação também no fato de que valores e contratos poderão ser revistos, ocasionando recuos significativos em preços e volume a serem exportados. As Indústrias tendem a buscar manter a pressão de baixa na cotação da @, tendo como contexto o problema envolvendo o caso atípico de vaca louca, que ainda impede os embarques da proteína para a China. No entanto, algumas indústrias já estão com escalas curtas e devem ofertar melhores valores, que somado às boas condições das pastagens em algumas regiões, que permitem ao pecuarista reter o gado, podem sustentar os preços da @ no curto prazo.

    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    8 min
  • 10/03/2023 - Expodireto Cotrijal
    Olá hoje é sexta-feira 10 de marco, meu nome é Eber sou Gerente Geral do BB aqui no Rio Grande do Sul.

    Hoje é o último dia da 23 edição da Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro.

    A feira acontece na cidade de Não-Me-Toque no Norte do Rio Grande do Sul e, desde a primeira edição, o BB está presente, trazendo soluções para apoiar os produtores rurais no planejamento, condução e demais necessidades de crédito das suas atividades.

    No estande do Banco, recebemos milhares de clientes e os funcionários do BB de diversas áreas trabalharam com o propósito de receber e atender de forma ágil todos os nossos clientes.

    No dia 08, tivemos um dia dedicado a elas, as mulheres empreendedoras do agronegócio, foi um momento muito especial, de homenagens e depoimentos muito relevantes dessas grandes lideranças do agro brasileiro.

    No estande do Banco do Brasil também realizamos diversas assinaturas de operações contratadas durante a Feira. Ontem, em especial, assinamos protocolos com a Fetag (Federação Dos Trabalhadores na Agricultura Familiar no Rio Grande do Sul), que ampliam ainda mais nossa pareceria histórica.

    Na Feira, firmamos o instrumento que formalizou a parceria entre Broto e Cotrijal para venda de insumos na plataforma e também a primeira operação de Pronaf B, linha de crédito que apoia de forma assistida pequenos produtores familiares em todo o Brasil, em especial os produtores que nesse momento estão passando por mais uma estiagem aqui no RS.

    Também assinamos operações de Proirriga, linha de crédito estratégica, para que o produtor rural possa se planejar e enfrentar futuras adversidades climáticas sem passar por perdas de produção, o que é extremamente importante para a produção agrícola do País.

    A Feira se encerra hoje, com um grande número de propostas internalizadas no Banco do Brasil, reafirmando o compromisso do Banco de estar ao lado do produtor rural em todos os momentos e evidenciando que é o maior parceiro do agro de todos os tempos. Desejamos a todos muito sucesso nas suas atividades e até a próxima.
    3 min
  • 10/03/2023 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 10 de março de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Nas últimas semanas, as cotações do cereal na Bolsa de Chicago se desvalorizaram. Entre os dias 27 de fevereiro e 08 de março, o contrato maio/23 apresentou queda de 2,8%. Os principais fundamentos para essa pressão negativa nas cotações foram as estimativas divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que apresentou as primeiras previsões para a safra norte-americana 2023/24, com perspectiva de elevada produção do grão que, se confirmada, será uma das maiores dos últimos anos. E ontem, em seu relatório mensal de oferta e demanda, o órgão aumentou os estoques estadunidenses, reflexo da menor exportação do país na safra atual.

    Além dos números do USDA, o mercado avalia a possível renovação do acordo de escoamento de grãos no Mar Negro, que vencerá em 18 de março, que traria continuidade às exportações de milho ucraniano, possibilitando aumento da oferta global. O contrato com vencimento em maio/23 encerrou o dia 08 de março cotado a US$6,25 por bushel.

    No Brasil, o plantio do milho 2ª safra apresenta atraso em relação ao mesmo período do ano passado. Em importantes estados produtores, como Paraná e Mato Grosso do Sul, parte da safra deverá ser semeada fora da janela ideal, ocasionando maior risco climático dado à exposição à possível estiagem e geada.

    O preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou a quarta-feira (8) cotado a R$ 86,03 a saca, sem grandes variações nos últimos dias, com as vendas ocorrendo de forma pontual e o produtor focado nos trabalhos de campo.

    Para proteger suas margens, dado às oscilações de preços, disponibilizamos as Opções Agro BB. Consulte seu gerente de relacionamento e tenha maior previsibilidade no fluxo de caixa da sua atividade.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!
    3 min
  • 09/03/2023 - Cenário do leite
    Olá, hoje é quinta-feira, 09 de março de 2023, meu nome é Marcelo Rabelo, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e falaremos hoje sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

    Os preços médios ofertados pelo litro de leite em fevereiro de 2023, referente ao leite coletado em janeiro, apresentaram média de R$ 2,66, segundo o CEPEA. Esse preço apresenta valorização nominal de 24,4% em relação ao pagamento de fevereiro de 2022 e de 5,6% quando comparado a janeiro de 2023.

    Há perspectiva de nova alta no recebimento do leite de março, referente ao no mês anterior, seguindo o movimento do mercado atacadista, que registrou elevação ao longo do mês de janeiro. O Conselho Paritário Produtores/indústria de Leite (Conseleite) está projetando alta para o produto em Minas Gerais de 2,7%, em Santa Catarina de 5,0% e de 8,4% no Paraná.

    No entanto, o Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA destaca que a demanda enfraquecida e o elevado volume de exportações de lácteos poderá impactar a cotação do leite coletado em março, a ser pago ao produtor em abril.

    Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com as Opções Agro do BB, protegendo o custo de produção contra possíveis altas de milho e soja, além de utilizar linhas de investimento para expandir a produção de leite.

    Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min
  • 08/03/2023 - Mulheres no Agro
    Olá, hoje é dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher. Eu sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e hoje queremos homenagear todas as mulheres com esse BBCast Agro.

    Nesta data, celebramos os avanços conquistados pela liderança feminina. Nós do BB, reconhecemos o quanto as “Mulheres do Agro” têm empreendido, tanto no meio urbano quanto no rural, incentivando-as para que cada vez mais mulheres sejam protagonistas da sua história. Estamos felizes pela parceria e oportunidade de apoiá-las em seus negócios.

    Acreditamos que o papel feminino é essencial para o fortalecimento das bases da sociedade. Desde aquelas que administram suas casas e famílias até as que ocupam cargos elevados em grandes corporações, carregando em si as marcas da luta de serem quem são.

    A mulher tem representatividade cada vez maior no agronegócio brasileiro. Sua marca está presente em toda a cadeia produtiva, com destaque para ocupação crescente nos cargos de gestão de empresas, fazendas e negócios familiares, atuando como diretoras, gerentes, consultoras técnicas e em outras atividades ligadas diretamente ao processo produtivo.

    De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), no mundo, 42% dos trabalhadores rurais são mulheres.

    Quando olhamos a participação no agronegócio brasileiro, elas ocupam 30% dos cargos gerenciais nas fazendas, conforme dado da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio. Mesmo com a crescente presença feminina, cerca de 64% das mulheres ainda percebem a desigualdade de gênero no setor, segundo pesquisa da Agroligadas, entidade formada por mulheres associadas ao agronegócio.

    As Mulheres do Agro unem sensibilidade, intuição, capacidade de gestão e visão ampla do negócio ao desejo de crescer e de fazer crescer. Sim, para uma mulher, além da importância de chegar ao topo, está a satisfação de proporcionar a outras mulheres as condições de também serem bem-sucedidas. As Mulheres do Agro têm se organizado para ocupar espaços nos diversos segmentos do setor, demonstrando conhecimento e paixão.

    Nós do Banco do Brasil, reconhecemos e queremos dar voz a você, produtora rural, apoiando a na tomada de decisão, nos negócios, no planejamento, no crescimento profissional, na gestão de pessoas e na realização dos seus sonhos. Pensando em vocês, mulheres empreendedoras, disponibilizamos o espaço “Mulheres no Topo” no nosso Portal, onde encontrarão produtos e soluções adequadas a vocês e aos seus negócios.

    Nós do BB acreditamos que as Mulheres do Agro alçarão voos cada vez mais altos, sem medo de inovar, valorizando a diversidade e contribuindo para o sucesso do agronegócio nacional.

    Convido você a conhecer o “Mulheres no Topo”. Acesse: www.bb.com.br/site/pro-seu-negocio/mulheres-no-topo/

    Feliz dia da Mulher, do BB para você.
    5 min
  • 07/03/2023 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é terça-feira, 07 de Março de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou Engenheira Agrônoma e Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT, e falaremos sobre a bovinocultura de corte.

    No momento, dois fatores em principal estão pressionando a cotação da arroba do boi gordo e influenciando a formação dos preços, tanto do boi gordo quanto dos animais de reposição e descarte. O primeiro remete à inversão do ciclo pecuário e, mais recentemente, o caso identificado de Encefalopatia Espongiforme Bovina, mas conhecida por mal da “Vaca louca”, em um animal no estado do Pará.
    No tocante ao ciclo da pecuária, em momentos em que a arroba do boi gordo se eleva, ocorre maior retenção de matrizes. Esse movimento acaba por resultar, posteriormente, em maior oferta de animais de reposição, abate e descarte de fêmeas e, consequentemente, maior volume de carne no mercado e redução nos preços da arroba. Esse cenário de maior oferta de animais deverá permanecer nos próximos dois anos.

    Já em relação ao caso de “vaca louca”, após análises laboratoriais, tivemos a confirmação do caso como “atípico” pela Organização Mundial de Saúde Animal. Com isso, há perspectivas de retorno das exportações à China.

    Mesmo assim, no mercado futuro, a ausência chinesa nas exportações brasileiras de carne bovina, continua trazendo volatilidade face às especulações relacionadas ao tempo que levará até a reabertura do mercado chinês. No mercado físico, algumas indústrias que haviam suspendido suas compras, retornaram ao mercado visando a aquisição de animais para o atendimento da demanda interna. No entanto, considerando o cenário atual, a indústria tem ofertado preços abaixo da referência, pressionando negativamente os preços da arroba nas principais praças do país.

    Conhecendo esse movimento cíclico e a grande relevância do mercado chinês para precificação interna, o pecuarista tem que estar atendo à gestão da sua atividade, reduzindo custos de produção, efetuando boas compras de reposição e adquirindo proteção de preço de venda, de forma a garantir margem remuneradora.

    Para apoiar ainda mais o pecuarista, o BB divulgou hoje na Expodireto Cotrijal, na cidade de Não Me Toque no RS, a parceria comercial com a Negócio Fechado, startup agro que possui uma plataforma digital de compra e venda de bovinos, ovinos, sêmen e demais produtos da cadeia da pecuária em todo o país. Por meio dessa plataforma, o pecuarista pode realizar seus negócios pelo APP ou pelo portal negociofechado.app.

    Os anúncios de animais são verificados, certificados e os pagamentos são feitos diretamente de forma digital dentro da plataforma. Compradores e vendedores conseguem conversar por meio de chat, o que permite fechar as condições de negócio de maneira on-line, sem a necessidade de presença física nas fazendas onde os animais se localizam. Os pagamentos podem ser feitos via PIX, TED, e agora, por meio da CPR Digital no Banco do Brasil.

    De forma complementar, o pecuarista pode contratar opções agropecuárias para proteger seu preço de comercialização da arroba direto pelo app do Banco do Brasil.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, o maior parceiro do Agro brasileiro.
    5 min
  • 06/03/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é sexta-feira, 06 de março, meu nome é MARIANA CARVALHO ROSA TOGNOLI, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.

    Iniciamos nosso panorama pela soja.
    No Brasil, a colheita deve perder ritmo em função das chuvas previstas para o Centro-Oeste, Centro-Norte e Sudeste do país. Não há previsão de chuvas significativas para o Rio Grande do Sul, que segue sofrendo com as estiagens. Na Argentina, as chuvas são aguardadas, porém os volumes previstos serão insuficientes para reverter o quadro de quebra de safra já consolidado, confirmando-se a pior safra em mais de uma década.
    Semana com divulgação dos relatórios do USDA e da Conab, cujos dados poderão impactar os mercados. Há perspectiva de manutenção da produção de soja para o Brasil e de cortes na safra da Argentina.
    A China dá sinais de iniciar sua estratégia de importação da safra da América do Sul, principalmente do Brasil, podendo pressionar a CBOT. Outros fatores como risco de recessão, descontrole da inflação e conflitos geopolíticos entre as potências mundiais ainda podem impactar negativamente os mercados.
    Com as safras do Brasil e da Argentina relativamente quantificadas, tendo a demanda da China como o principal direcionador, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto prazo e em baixa para o médio prazo.

    Em relação ao milho,
    Após baixas em duas semanas consecutivas, as cotações externas poderão ter uma semana de valorização. O destaque será a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda de grãos pelo Departamento de Agricultura Americano, que poderá trazer volatilidade adicional ao período. As tratativas para renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em março, também têm deixado as cotações sensíveis. Na semana passada os rumores sobre a renovação foram positivas ao milho, com novas contestações da Rússia.
    O clima no Hemisfério Sul segue em acompanhamento constante pelo mercado e a Argentina têm mais uma semana de previsão de clima seco nos próximos dias. Na semana passada, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu novamente as condições gerais de cultivo, fundamento que tem trazido suporte às cotações.
    No Brasil, previsão de maiores precipitações no MS e PR dificultam o avanço do plantio do milho 2ª safra, levando a uma safra de maior risco, devido a possibilidade de estiagem e geadas, refletindo em suporte nas cotações internas, com viés de alta na semana.

    Para o café,
    Previsões climáticas indicam chuvas menos intensas, que deverão favorecer os trabalhos de campo referentes aos tratos culturais, fator que diminui a preocupação com a sanidade das plantas e possível redução na produção da safra atual.
    Ainda, o desenvolvimento vegetativo adequado dos cafeeiros pode também favorecer a produção da próxima safra 2023/24, trazendo sensação de recuperação na oferta, com reflexos negativos às cotações do grão.
    Após as cotações nos principais contratos em NY cederem, perdendo a linha dos US$ 180 cents/lp, é possível que ocorram movimentos mais intensos de fundos em vendas, pressionando ainda mais as cotações.
    No mercado interno, tanto produtores (buscando melhores preços) quanto indústria (alongando estoques aguardando o aumento da oferta da safra) tendem a deixar o mercado com pouca liquidez na semana.
    Desta forma, espera-se mais uma semana com preços em movimento negativo.

    E finalizando com o Boi Gordo temos Com a confirmação pela Organização Mundial de Saúde Animal de que o caso identificado de vaca louca é “atípico”, há expectativa de retorno em breve das exportações à China.
    Considerando que os resultados divulgados das exportações ainda não estão refletindo o caso da EEB, há preocupação com a recuperação das exportações e dos preços, que poderão ser renegociados, podendo haver eventuais recuos significativos para a atividade.
    As Indústrias devem manter a pressão de baixa na cotação da @, tendo como justificativa o evento de vaca louca. No entanto, as boas condições de pastagem permitem ao pecuarista reter o gado e, com isso, evitar quedas bruscas no preço da @. Espera-se um mercado estável com viés de baixa para a semana.

    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 03/03/2023 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira, 03 de março de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.

    O contrato da soja na CBOT apresentou em 02/03, a cotação de US$14,94/bushel apresentando baixa nos últimos dias em relação a 1ª quinzena de fevereiro, com queda em torno de 3,50%. Os principais fundamentos para o movimento baixista são a evolução da colheita e o baixo índice de comercialização antecipada no Brasil, comparativamente com as médias históricas.

    No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 01/03, foi cotado a R$ 168,75 a saca, apresentando baixa de 2,9% em relação ao início de fevereiro. Os prêmios nos portos para março/23 estão variando entre US$ -0,04 a US$ 0,04/Bushel em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23. Importante observar que o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os baixos prêmios nos portos e a oscilação do dólar ante o real trazem impactos negativos à rentabilidade. A colheita no Brasil atingiu 41% da área cultivada, destacando o MT com 80% e GO 43%. Enquanto no RS iniciará nos próximos dias.

    O USDA divulgou a expectativa de área de plantio de soja americana, estimada em 35,41 milhões de hectares, dentro das estimativas do mercado. O órgão deverá atualizar suas projeções nos próximos relatórios com previsão de incremento de área. Ressaltamos que, os mapas meteorológicos indicam transição para El Niño a partir de julho/agosto/setembro. Na Argentina houve novo corte na estimativa de produção segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, ficando em torno de 33,50 milhões de toneladas. Em seu último boletim houve piora das condições das lavouras, onde 60% da área cultivada está em condições ruins, 37% regular e apenas 3% em condições boas e excelentes.

    De acordo com o INMET, para o início de março, estão previstas chuvas próximas a normalidade para a maioria dos estados do país, com exceção do Oeste de SP e PR e a região Leste do MS.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF). Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min

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