Bom dia a Todos.
Nesta coluna semanal do dia 11.05.2022, em atenção a pedido feito por ouvinte de nossa coluna de "Relações de Consumo" na Rádio CBN Amazônia, pudemos compartilhar um pouco do que entendemos como justificativa para o aumento do valor dos produtos de suplementação alimentar.
Atualmente temas como qualidade de vida, saúde mental, longevidade são pautas relevantes na administração do cotidiano da vida em sociedade. Viver sem qualidade de vida não é mais do interesse de ninguém. Por isso a busca incessante por suplementação alimentar que possa incrementar a satisfação e o bem estar dos indivíduos.
Diante disso, importante compartilhar alguns dados: de agosto de 2020 a agosto de 2021, o aumento das principais commodities agrícolas utilizadas na indústria de alimentos variou de 18% a 74%, aponta a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). Esse avanço pode refletir em preços elevados para o consumidor final.
Um levantamento feito pela associação revela que insumos como milho, soja e café robusta subiram 74%, 67% e 63%, respectivamente, nesse período. O açúcar e a soja tiveram alta de 58% e 37%, o trigo subiu 35% e o leite ficou 21% mais caro.
Nos últimos 12 meses, as menores variações foram a do cacau, de 18%, e a do arroz, com 19%. No mês passado, o índice de commodities agrícolas da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) foi de 32,9% — uma alta de 3,1% em relação ao mês de julho.
Se por um lado o aumento do preço das commodities é reflexo da inflação em nossa economia, guardando relação com a ainda contínua Guerra entre Rússia e Ucrânia, por outro lado, as autoridades de consumo fiscalizam e se mantém próximas aos comerciantes, revendedores e distribuidores de suplementação alimentar para evitar, na medida do razoável e sem impor controle sobre a economia, aumentos exagerados e injustificáveis do preço dos produtos a todos nós consumidores.
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Um abraço e até semana que vem!