Colunista ressalta que caminhada conjunta do ex-presidente Lula e de Alexandre Kalil em Minas Gerais vai precisar superar obstáculos relacionados a divergências internas no PSD.
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas, Andréia de Jesus, do PSOL, falou sobre as ameaças de morte que recebe, principalmente por meio de redes sociais, e destacou que até agora não houve resposta do estado sobre a retirada da escolta policial.
Colunista lembra que participação de militares em cargos públicos aumentou 125%, em 3 anos e ressalta que anúncio do General Braga Neto como possível é um aceno à base dos quartéis de que essa situação vai se manter em um eventual futuro governo.
Colunista ressalta que divergência entre PT e PSD, em Minas Gerais, na composição da chapa para o Senado Federal é o principal empecilho para a coligação.
De acordo com colunista, apesar de ter negado, no ano passado, a possibilidade de estar no mesmo palanque que o PT, diante da configuração da disputa nacional aliança passa a ser uma opção natural.
Apesar de baixo, número representa um avanço em relação à legislatura anterior. Colunista alerta, no entanto que, ao mesmo tempo em que foram eleitas novas lideranças femininas com uma visão muito clara do percurso histórico da mulher brasileira e do feminismo, ascenderam outras que incorporam a ideologia machista, sexista e por vezes misógina.
Governador alega que participação dos deputados federais e estaduais, que têm como base eleitoral os servidores da segurança pública, poderia contaminar politicamente as negociações com a categoria. Trabalhadores cobram reajuste de mais de 41% prometido no fim de 2019.
Greve de servidores da segurança pública é fruto do não cumprimento do reajuste de 41% para a categoria previsto em projeto enviado à Assembleia em 2020. Governador quitou apenas uma parcela e condiciona o pagamento das outras duas à adesão de Minas ao Regime de Recuperação Fiscal.
Apesar da divisão no apoio a Lula e a Bolsonaro, colunista destaca que a prioridade entre parlamentares estaduais e federais de Minas será a própria reeleição, por isso no estado a decisão do comandante do partido vai ser respeitada.
Tucanos trabalham mais para a construção de uma federação do que pela candidatura do governador de São Paulo, que declarou recentemente que pretende começar por Minas Gerais a campanha presidencial .
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representantes de Minas no Congresso Nacional.
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