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#98
Perna australiana depilada por brasileiros.
80 anos do bardo maior de século passado, atemporal, o enorme Bob Dylan.
Rememoramos o sexto caneco do Careca, o primeiro da Layne, Burle campeão mundial das bombas, e o Isa Games em terras portuguesas.
Medina incólume, Sally de volta ao topo do pódio, uma geração adulada pela geração que aprendemos a idolatrar e a falta de interesse dos editores de esporte justamente com o esporte que somos mais dominantes.
Tem boxe e Nina Simone.
[Mantenha a cabeça fria, se quiser ideias frescas - Apparício Torelly, o Barão de Itararé]
Querem Pão e circo? Pão e circo têm.
No início era a Goiabada, um blogue de divagações docemente salgadas - por vezes amarga, outras, azeda.
Em 2017 ensaiou-se uma goiabada sonora, batizada de Boia, mistura de mesa redonda, estacionamento na praia e balcão de butiquim.
Júlio Adler batia escanteio, cabeceava e buscava a bola no fundo das redes.
A seleção que tem no plantel o maior time de inefáveis comentaristas do idioma do Noel e Cartola restaura-se e se locupleta (ave Stanislaw Ponte Preta!) na difícil missão de alimentar e entreter.
O episódio numero 100 traz novas rubricas, volta um século no tempo para esculhambar com ícones sagrados da nossa mitologia, lista os classificados para a olimpíada, ousa listar 24 canções para embalar seu banho e, claro, vai parar no Maracanã por pura teimosia.
Agradecemos aos nossos 17 fiéis ouvintes por esses milhares de minutos compartilhados entre a cozinha, banheiro, estradas e elevadores.
#113
Alerta de podcast arrastado.
Nem sempre as coisas saem como planejado e no episódio 113 do Boia, Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente caíram na armadilha fácil de tentar simular o dia final que decidirá o título mundial de 2021.
Exaurimos a imaginação de cada onda surfada, disputa de remada, aéreo full rotation e encostadinhas no lipe frágil de Trestles.
Deu certo ?
Por que diabos publicar ?
Porque somos honestos nos acertos e tambem nos erros.
Sem deixar os boieiros na mão.
Boa sorte e boas ondas.
#121
Victor Ribas faz 50 anos.
Aquele suingue sangue bom de Cabo Frio, campeão mundial do WQS e terceiro lugar em 1999 no WCT, quando isso ainda soava como sonho distante.
Bruno Bocayuva e Júlio Adler recebem Vitinho nesse episódio para conversar sobre qualquer coisa - não é um resgate de memória do surfe brasileiro.
Não é uma entrevista - é um reencontro.
Começamos com Amyl and the Sniffers e encerramos com Serginho Meriti.
Andamos de skate com Gregg Weaver em fotografia do Warren Bolster na Imagem Falada e ecoamos um Almanaque de 2015.
Viva Vitin! O Boia celebra um dos nossos grandes surfistas!
#128
Nessa época de confraternização e solidariedade, lembre-se dos canalhas que entraram na sua onda, dos amigos que não nunca tem toalha, nem parafina e dos parentes que fazem piada com o fato de voce pegar onda.
O Boia se presta tambem como arrimo de uma boa discussão na ceia de natal.
No episódio 128, enchemos o peito pra narrar cartas do escritor americano John Steinbeck, oferecemos a cabeça do Andy Warhol num filme de surfe nunca visto, sugerimos livros para o senhor e a senhora oferecer de presente aos mais chegados e inventamos desculpas para justificar nossas arbitrariedades.
Júlio Bocayuva, João Adler e Bruno Valente não escapam ao destino de gravar a conversa que confunde muito mais do que esclarece.
Trouxemos Adrian Younge e Al Kooper com Shuggie Otis na trilha e ainda tivemos a pachorra de entregar Almanaque e Imagem Falada.
Completinho com final feliz.
Tudo que voce precisa é Amor e Boia.
Custa nada distorcer Beatles com sal e pimenta.
No primeiro episódio de 2022, João Valente, Bruno Bocayuva e Júlio Adler se empanturram com os 30 anos de WCT, fazendo contas impossíveis de quantos tocos se faz uma canoa furada.
Não citamos Pessoa, mas referimos ao Hendrix em 1969, doidão com um concentrado marroquino.
Saiu uma reunião de pauta mirando um ano novo cheio de realizações - como, por exemplo, gravar toda terça, sem falhar, nem faltar assunto.
Curta, financie, divulgue, compartilha o Boia e verás que o filho teu pegou a primeira da série, caiu no drope e virou na segunda, junto contigo.
Bora!
#131
O que dizer de um episódio sem descrição?
Apenas o que interessa, o numero, 131, surf shops, saudosismo e algum sarcasmo.
G.Land narrado pelo Valente, Sassy, Naya Beat, Almanaque sem vinheta e Curren x MP na Imagem falada.
Nem tão curto, nem tão grosso.
Boia 131, Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva..
#157
Uma necessidade fundamental do ser humano é criar, avisou Chomsky.
Jeffrey's Bay ainda deixa espaço para que alguns poucos surfistas escrevam torto por linhas certas.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocaiuva olham com lente de aumento para a melhor etapa depois de Pipe em 2022.
Para compensar a rara ausência da semana passada, oferecemos 2 horas e meia de filosofia barata de botequim e debates absolutamente parciais.
Trouxemos músicas de texturas tão distantes quanto nós 3 estamos agora, começando com Bei Mir Bist du Schön um clássico Klezmer do cancioneiro judaico e terminamos com Thundercat - 'Uh Uh' e a participação virtuosa do filho do Stacy Peralta.
Voltamos com Almanaque, novo documentário do Gerry Lopez e Imagem Falada.
Bons sonhos.
#168
Tem Gonzaguinha, tem Sá, Rodrix e Guarabyra, Mestre Jonas e a Rapaziada.
Invocamos 1968 e a batalha dos estilos, novo contra o antigo, futuro versus passado em Porto Rico, 20 anos antes do Fabinho fazer história era o Fred Hemmings que bagunçava o coreto.
Circuito mundial como centro de acolhimento dos desajustados, bomba hercúlea no Oceano Atlântico, Nordeste nos salvando e Tio Nick fazendo cosplay de integrante do Boia.
De um certo ponto adiante não há mais retorno. Esse é o ponto que deve ser alcançado.
Não sei se foi Kafka ou o Luxemburgo que falou isso.
#171
Hoje é dia de música erudita, bebê.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva dão as Boas-vindas ao surfista e músico João Kopke para um passeio pelo norte da África, e as raízes que juntam cordas, fumaça, folclore e coisas antigas, como a alegria.
Kopke comanda o episódio com suas escolhas pro Almanaque, Imagem falada e músicas, Iwaranagh (We Must) do Bombino como aperitivo e Morgen! op.27.4 de Richard Strauss na voz belíssima do Jonas Kaufmann no prato principal.
Simbora!
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