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#59
A sua participação é muito importante para nós.
Pensando na satisfação dos nossos fiéis e irrevogáveis ouvintes, o Bóia dessa semana promove a democrática participação de todos.
Começando pelo Rodrigo e seu pai Arlindo, que nos contam a interessante história duma prancha contruída algures em São Paulo nos anos 60 (ou 70) inspirada naquele projeto de embarcação (Hollow Hawaiian Surfboard) da tradicional revista americana (Popular Mechanics) tantas vezes reproduzida aqui no Salvelindo.
[Link para a revista - https://books.google.com.au/books?id=3toDAAAAMBAJ&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false]
Chico Padilha, de memória assombrosa, corrige e acrescenta alguns nomes e fatos para o episódio anterior do Bóia que discorreu sobre surfe e política.
Seguimos com o achado do Rafael, um campeonato de jogo de surfe(!?) virtual(!!!), apelidado divertidamente de Rumble at the App, evento de E-Surf(e) nova modalidade promovida - e solenemente ignorada!- pela WSL Brasil.
Encerramos com Miguel Pedreira revelando a história (portuguesa!) por trás de um dos modelos mais populares de prancha da paróquia de Santa Barbara.
Tudo isso devidamente comentado pelos seus companheiros de toda terça, Julio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva.
Como diria o Barão, Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.
#61
Começamos com a Matança do Porco e terminamos com os clássicos.
Nesse episódio do Bóia, não falamos de nada que interessa ao coleguinha ao lado.
Recomendamos outros podcasts, comentamos documentários que passam longe da água salgada, recordamos White Riot dos Clash, Tusk do Fleetwood Mac e Eric Burdon & War.
Reinaldo Andrauss, vulgo Dragão, solta fogo pelas ventas e versa sobre sua Tom Parrish rosa, feita para o Campeão mundial de 1976.
Quando tudo parecia perdido, João Valente e Júlio Adler mantem a flutuação e salvam a terça-feira com tudo que o jornal embrulha o peixe.
Achou confuso ?
Nós tambem.
#62
Dessa vez a rota transatlântica do Boia, parou no meio do oceano pra pegar uma carona nos Açores e jogar a âncora em Sagres.
João Rei, criador. Idealizador e concretizador do Sagres Surf Culture, junta as margens atlânticas de Júlio Adler e João Valente, para recordar o mais insólito, improvável e honesto evento de cultura do surfe já realizado.
Andrew Kidman, Chris Hines, Wolfgang Bloch, e Sandow Birk deixaram seus testemunhos.
Rusty Miller deixou seu abraço.
E o Boia deixou a conversa correr solta sobre uma ocasião tão irrepetível como inesquecível. Para ouvir e repetir!
#63
Inútil mandar cartas aos que têm 20 anos, frase do velho Braga, rei da crônica, falando sobre a juventude.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva enviam e recebem cartas todas as semanas em forma de podcast.
Nesse episódio, olhamos para a WSL América Latina com a lente de aumento de quem tem raro interesse nas consequências dum fantasioso retorno do surfe profissional na região.
Praticamos a arte perdida do diálogo argumentativo, respeitando o princípio da cooperação e cortesia.
Fizemos a ligação entre Style Council do Paul Weller até o obituário do Frederick ‘Toots’ Hibbert.
Construímos pontes entre o mundo anglo-saxão e a cultura luso-tupiniquim.
Pedra que fica parada cria limo.
#64
Sujeito planeja o podcast, sugere pautas, separa os textos e ligações (Links!) para os camaradas, assiste vídeos antigos e se prepara...
Tudo pronto pra gravar, todos reunidos e alguém faz a fatídica pergunta,
- o que vamos falar hoje?
Ali desanda a coisa toda.
Nesse episódio do seu podcast Boia, Júlio Adler, João Valente e Steven Allain caem dentro do terreno minado e arenoso das especulações.
O que você faria se pudesse decidir quem chamar e pra onde ir na WSL ?
Nós meteríamos Ítalo, Medina, JJF, Mineiro, Slater, Fanning e sei lá mais quem num barco em ponto remoto do planeta, ou duplas (de fato! na mesma onda sim!)nas ondas do Rancho, mil coisas...
Dedicamos esse episódio ao Ismael Miranda, grande surfista do Arpoador, faixa preta no mar e no tatame - foi cedo demais.
Será recebido pelos amigos Gironso, Proença, Smurf, Black, Rony, Paulete, Pitz, Petit e seu professor Carlson Gracie.
Desta vez fomos quatro pendurados na Boia. Júlio Adler, Bruno Bocayuva, Steven Allain e João Valente fizeram a conexão Rio-São Paulo-Garopaba-Lisboa para trazer mais uma (duas!) hora(s) de alienação em volta do mundo das ondas, das pranchas e dos personagens que flutuam nelas.
Abrimos a festa convidando Paul Heaton, do Housemartins e Beautiful South, para dar o tom com a sua música e, principalmente, com seu gesto de gratidão e reconhecimento aos funcionários da extinta revista de música Q, e especulamos se existiria alguém no mundo do surfe capaz de semelhante generosidade para com a rapaziada da Surfer.
Regressamos ao controverso tema da indigência do membro sênior do clã Curren, velho Pat, para recuperar essa fascinante saga familiar, imaginando o que fariam as mãos de um habilidoso argumentista com tal matéria-prima.
Falando em personagens arrebatadores, não poderíamos deixar passar em branco (sem trocadilho!)o grande Michael Tomson e seu papel incontornável na história desta obsessão que partilhamos. Antes da despedida, gastamos um pouco mais de saliva com o interminável assunto do futuro da imprensa de(o) surfe.
Para fechar, nada como um momento zen com o mais místico dos discos de Carlos “Devadip” Santana, autor de músicas que tocam como ondas e solos de guitarra que rasgam paredes de cristal, como as do mar donde navega esta(e) Boia.
#69
Nazaré quando quebra causa tanto impacto que não tem como escapar da série.
No Boia 69(Opa!) cada tripulante dropa a sua Rainha no conforto do lar sem medo de tomar na cabeça.
Júlio Adler, Steven Allain, Bruno Bocayuva e João Valente, usam a suavidade melódica do português Noiserv para dar a partida num episódio nada suave, ocasionalmente eufônico(Eba!).
Dissecamos a sessão da semana passada no mais consistente pico de ondas gigantes do mundo, sem deixar de fora tensões no line-up, motivações de um campeão mundial (A)normal, histórias de bastidores e abstenção da mídia de surfe face às polêmicas com nome e assinatura.
Completada a primeira década sobre a morte de um dos mais talentosos e carismático surfistas de sempre, recordamos Andy Irons pela sua competitividade, impacto coletivo e histórias que cada um da equipe do podcast teve com o tri-campeão mundial havaiano.
Recuperamos também a inusitada e caricata história do primeiro ano do circuito mundial de surfe, 1976, e explicamos porque o surfe profissional, logo de cara, já começou de trás pra frente.
Pra finalizar, uma versão Hustler reggae de Ring My Bell, na voz das Blood Sisters, não sem antes pedir para compartilhar (e avaliar!)seu Podcast preferido e, se possível colaborar na campanha de financiamento coletivo que lançamos no Catarse - https://www.catarse.me/apoiaboia?ref=project_link
Até terça que vem!
#72
Fabio Gouveia nos enviou seu campeão mundial honorário e lembrou do Neco ao listar seus candidatos.
Neco nos faz lembrar de baterias e baterias remete imediatamente para Pipe e Honolua.
Disputas interessantes despertam a nossa curiosidade para o desenrolar dos eventos que começam em uma semana.
Julio Adler e Bruno Bocayuva conversam, entre goles de água quente e café frio, sobre as possibilidades para 2021.
Uma prancha que definiu o rompimento da dominação de quem surfava com pé esquerdo na frente e outra que bagunçou a cabeça do primeiro goofy campeão mundial - Tom Carroll.
Daft Punk e RZA (Wu-Tang Clan!) fazem as honras de entrada e saída da casa.
Boia # 74
O Boia é uma afirmação de amor.
Pelo mar, pelo surfe, pela arte, pela música e por um mundo mais justo e livre.
Baita pretensão!
Na prosa dessa semana, Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva pegam carona no corajoso gesto de Tyler Wright para falar do machismo, misoginia e de outras mazelas que nos impedem de construir um mundo mais harmônico e inclusivo.
Livre desse armário de quinquilharias medievais, a bicampeã do mundo tirou a primeira nota 10 do Maui Pro e parece surfar rumo ao tri.
As incertezas e armadilhas da combalida divisão de acesso da WSL também mereceram um tempo de verbo, assim como a novidade da semana - a volta da cultuada Tríplice Coroa Havaiana em versão virtual.
Paramos para ouvir a opinião do campeão profissional português de 1995 Marcos Anastácio a cerca dos três grandes surfistas que não foram coroados campeões mundiais.
A escolha dos Shanes, Herring e Beschen e do “fantasma” Nicky Wood rendeu uma animada conversa.
Horas antes da abertura da janela do Pipe Masters, Bruno citou as entrevistas que fez na véspera com os líderes da Tempestade versão 19/20 Gabriel Medina e Ítalo Ferreira. Ambos parecem prontos pra batalha e incomodados com o crowd insano dos treinos em Pipe.
O embalo da vez veio ao som do Bill Callahan e o seu projeto, Smog, com uma pérola de nome sugestivo e Gilberto Gil com uma aleatória interpretação do nome desse estimado podcast.
Saravá e Aloha!
#77
Aqui ninguém fecha nada com chave de ouro.
A chave enferruja de tanta água salgada e vento sul - na verdade, nem precisa de chave.
O Boia foi entrando na maciota- toda terça-feira- e aos poucos foi fazendo companhia na hora de lavar louça, na hora de caminhar, soprando uma opinião ali, um texto do Ivan Lessa aqui.
Júlio Adler, sempre bem acompanhado do João Valente e do Bruno Bocayuva, recortavam meia dúzia de 3 ou 4 acontecidos naquela semana - ou numa semana dessas em 1973...
Convidamos nossos camaradas para ajudar a contar histórias e o podcast deu até cria! Pra Lá de Marrakesh com as irresistíveis histórias do Tito Rosemberg .
Nesse ultimo episodio de um ano complicado, te oferecemos uma coleção de canções que podem arrancar um sorriso, quem sabe até uma gargalhada debochada, escolhidas com aquele apuro de quem prefere estar aqui, ao seu lado - de novo.
Um 2021 com muita noite salgada, sem banho, chão sujo de areia, gosto de mar na boca e gente querida ao lado.
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