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Salve Simpatia!
No cardápio de hoje temos o tomanajunça de 2025 protagonizado pelo João Chumbinho, Ian Gouveia, mesmo eliminado, caiu atirando, Mexicanos jogando chapéus pra cima e massarocas de água lavando geral.
Dois dias do mais puro e duro Oeste Australiano.
Júlio Adler e João Valente (Bruno já volta!)respiram fundo e encaram a tarefa de preencher o episódio 304 com detalhes que nem todo mundo percebe.
André Berlinck é responsavel pelo Imagem Falada, pilhado pelo Maxime (nossa versão de Powered By).
A trilha tem Wishbone Ash com So Many Things to Say, Bing Crosby e a romantica, Ukelele Lady e Pete Wylie & The Mighty WAH!. com Yuh Learn.
No episódio 303 do Boia, Julio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva dissecam a Gold Coast com a peixeira do Crocodile Dundee: Filipe finalmente vence, Julian se irrita com a torcida e Yago encosta no Italo(Epa!).
Erin Brooks surfa como se o mundo acabasse hoje pras surfistas de ontem mas quem leva o caneco é Bettylou.
Timo Järvinen, o Urso Finlandês da fotografia, é invocado nas palavras de Ricardo Bravo.
Imagem Falada renasce mais alinhado do que nunca com uma parceria de elegância sem esforço, Maxime, ele mesmo!(www.maxime.com.br) conta sobre a onda da vida.
E na vitrola:
I Don’t Mind, do Buzzcocks (RIP Luis Antônio Melo);
Hopper's On Top (Genius), do novo Waterboys e
Isaac Hayes com The Look of Love.
O novo CEO da WSL, Ryan Crosby, acaba de meter (epa!) o pé na porta do sistema criado pela própria entidade e anuncia retorno às raízes do circuito mundial.
No Boia 302, Júlio Adler e João Valente recebem Steven Allain, velho conhecido, sócio atleta do podcast, para ajudar a entender esse momento de transição.
Celebramos as vidas de Clyde Aukau, Nana Caymmi, Luiz Antonio Mello e Mike Peters e ainda teve um tempinho pra encaixar Burleigh de 1977 até 2025.
Na trilha, If You Want Me to Stay do Sly Stone, Hungry for Power do Azari & III e The Alarm com Sixty Eight Guns.
O Boia Podcast – Episódio 301 chegou!
Com tudo, menos João Valente, Bruno Bocayuva e Julio Adler comentando a vitória de Jack Robinson e Isabella Nichols em Bells Beach.
O episódio pode não ser ouvido por muitos, mas quem ouve, ouve com gosto.
Nos dias de hoje, isso já é uma espécie de troféu.
Trilha por conta do Tame Impala com Elephant, Chapter 7 (feat. Ty) pelo Ezra Collective e o extraordinário Sam Cooke cantando A Change Is Gonna Come.
Boia é o podcast que começa quando acaba.
Nem sempre foi assim, Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente entram na sua casa, semanalmente, sem pedir licença.
Passeamos com os cães, andamos de condução por países díspares, nos enfurnamos em fones de ouvidos e caixas de som enquanto percorremos distancias que podem variar de duração conforme o interesse pelo assunto - e até somos capazes de fazer a mais solitária companhia ao momento sagrado de estar só.
Já vestimos vocês 13, colamos adesivos nos telefones e computadores (Pranchas tambem!), comentamos a Final dos 5 com exclusividade e ineditismo, trouxemos revistas da Austrália, brindamos, dividimos segredos, apresentamos um monte de gente e um ainda maior monte de canções perdidas...
Erráticos e consistentes, permanecemos.
A Trilha ficou por conta do Midnight Oil com Short Memory, Cassandra Wilson com Went Down to St. James Infirmary e Articolo 31 e Come Una Pietra Scalciata (Like A Rolling Stone).
Nada nos fascina mais que a trivialidade.
Quantos suspiros numa vitória ordinária!
Um episódio quase inteiro dedicado a África do Sul, de Jordy Smith até Agatha Christie - ou vice-versa.
E mesmo quando falamos dos vencedores, ninguém esquece uma onda bem surfada, não é verdade Caity e Leo ?
A trilha foi escolhida com cuidado e atenção pelo Bruno Bocayuva, com Max Romeo e o hit rasta, Chase The Devil, João Valente com Percy Sledge e a versão original de Spooky, finalmente Júlio Adler com a dama da canção francesa, Barbara e sua linda e terrível, L'Aigle noir.
Não podemos ficar parados diante do clamor popular pela volta do Bóia.
O novo episódio do podcast menos ouvido do hemisfério deveria se debruçar nos resultados da etapa carioca da WSL mas preferiu ignorar completamente o pretérito imperfeito e cuidar do futuro do presente.
João Valente e Julio Adler comentam (repetidamente) como o surfe é percebido por dentro e por fora. Por que Julio evita e foge do substantivo Atleta quando se refere aos surfistas e João tenta, sem sucesso, definir a modernidade do surfe lateral do Italo e Gabriel.
J.Bay aparece brevemente, assim como Olimpíadas, o declínio do Império Australiano no topo do ranking e questões que podem envolver filosofia - ou não.
23 é dia de Jorge, cantava (canta ainda!) nosso estimado Benjor, aproveitamos a deixa para não falar de nenhum Jorge, nem Ben, nem Jesus.
Haja louça!
Em semana de ISA Surfing Games o Boia 26 foi resgatar o comecinho dessa história de Brasil competindo em campeonato de seleções, convidando Pepê Cezar, que em 1984 formou a famosa seleção do eu sozinho (junto de outro pernambucano, Eraldo Gueiros) e carregou a bandeira do Salvelindo pelas ruas, pela praia e pelas ondas de Huntington Beach.
Hoje poeta de tempos desocupados e cineasta de ocupação temporal, Pepê dá show de memória e conta como era representar o Brasil num mundo onde o Brasil não existia. Quase duas horas de conversa sobre os passados que o presente inventa e os futuros que o presente evita.
Assim como seu xará em 1976, Pepê assinou seu nome no grande livro da história do surfe quando, alem de inscrever o Brasil na I.S.A. (e convencer Eraldo a compor o time), ainda chegou num honroso e inédito 6º lugar no mundial amador de 1984.
Senta, que lá vem história...
No episódio 27 do Bóia, continuamos na linha histórica das pioneiras participações brasileiras nos mundiais amadores ainda nos anos 80.
Ninguem, em nenhum outro momento do surfe brasileiro, tinha conseguido atrair tanta atenção e conjugado tantas virtudes consideradas modernas e arrojadas como o aquele adolescente catarinense.
A nova era do surfe brasileiro se anunciava e Teco foi personagem fundamental desse desenho que serviu de rascunho para nosso quadro atual.
É hora de recordar como era o futuro em 1986.
Nesse episódio do Bóia numero 30, Julio Adler e João Valente dissecam o novo calendário da WSL, atentos aos detalhes malditos e benditos.
Começamos e terminamos o programa com Sophias, primeiro com a excelente entrevista que o jornalista Diogo Pombo realizou para o jornal Tribuna Expresso com Goldschmidt e ao final celebramos do nosso jeito o centenário da poetisa que melhor traduziu a intimidade do Homem e o Mar, Sophia de Mello Breyner Andresen (Nascida no Porto, 6/11/1919).
Não satisfeitos em misturar alhos e bugalhos, apimentamos a conversa com os 40 anos do lançamento do clássico album London Calling do The Clash e enfiamos outra desculpa para tocar Velvet Underground na ocasião do aniversário de 50 do terceiro album da banda que, entra ano, sai ano, fica cada dia mais atual.
Cabe surfe em tudo e tudo cabe no surfe.
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