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No episódio 34 do Bóia, Bruno Bocayuva e Julio Adler recorrem ao estudo sobre a Ética do Spinoza para refletir a celeuma em torno da interferência que chocou o nosso pequeno universo salgado.
Falamos de bardos e recorremos ao maior deles para a mais famosa filosofia de botequim - Há mais coisas no céu e na terra, Horácio, do que sonha a tua filosofia, levanta o copo Hamlet!
Recordamos interferências famosas que deixaram meio mundo de queixo caído e de indignação em punho numa época que a indignação se limitava aos coleguinhas ao lado.
Ainda assimilando a recem anunciada saída da Carissa Moore do tour, falamos de Curren e Slater deixando de lado o circuito para perseguir sonhos - e afinal descansar.
Não poupamos loas ao novo campeão mundial e dedicamos mais uma música em sua homenagem - o Rei da porra toda do Manu Chao.
É hora da Bóia!
Sem perder nem uma semana, o episódio 35 do Bóia chega nos primeiros dias do ano de 2020.
João Valente está de volta - de Dublin!- e junta-se a Bruno Bocayuva e Julio Adler num trio que faria Reco-reco, Bolão e Azeitona orgulhosos.
Fizemos analogias com futebol para falar de como Brasil e Portugal revelam talentos para o mar e as quatro linhas.
Qual o custo disso ?
Revisamos, guiados pelo guardião da história Matt Warshaw, o ano que precedeu o nascimento do circuito mundial, 1975.
Celebramos, uma vez mais, ainda outra conquista do Ítalo, surfista do ano pela revista australiana Stab, votado pelos mais importantes surfistas do planeta.
É hora da Bóia.
Compartilhem, comentem, avaliem e debatam o podcast como se fosse 2019...
3 + 7 = 37
Nesse episódio, Bruno Bocayuva e Julio Adler recebem do João Valente o mais minuncioso relato sobre o desafio da Nazaré.
Volcom Pipe Pro dominado pelos compatriotas Dantas, Chumbo e Dora guarda detalhes que apenas uma memória prodigiosa como a do Bruno é capaz de guardar - e compartir.
Julio entorna a homenagem que Makaya McCraven fez ao inesquecível Gil Scott-Heron logo nos primeiros segundos.
Os aniversariantes célebres de fevereiro são festejados.
KS, Jorginho da Muquenga (Vulgo Jordy Smith) e Adriano de Souza são vizinhos de data - o que pode dizer alguma coisa ou coisa alguma.
Ouça o Bóia 37, compartilhe, comente e faça a traquinagem de recomendar ao seu inimigo mais feroz.
Estamos de volta.
Aproveite.
#43 Cada um no seu quadrado.
Ficando em casa conhecemos o mundo através das histórias do Tito Rosemberg, essa mistura fina de Hippie high tech com ermitão onipresente.
Steven Allain, Bruno Bocayuva e Julio Adler sentaram e ouviram atentamente as aventuras do Tito pelo Camel Trophy, Sul da França e sessões de surfe solitárias em Guethary com Mickey Dora, o mais folclórico de todos surfistas.
Nossos ouvintes invadiram o Podcast com mensagens que nos enchem de alegria e ainda encontramos tempo para admirar a voz doce da argentina Juana Molina e uma versão do clássico do Tod Rundgren cantado pela holandesa Mathilde Santing.
O Bóia é um ato civilizatório.
#44
Um encontro entre Tito Rosemberg e Gonçalo Cadilhe é como estar numa encruzilhada de mil caminhos. A nova edição do Bóia foi parar precisamente nessa cruzamento, onde somos todos Robert Johnson dispostos a vender a alma em troca de uma vida como a dos nossos convidados.
Das alegrias da estrada à vontade de voltar para casa, voamos nas aventuras de dois dos maiores viajantes da língua portuguesa, para quaretena nenhuma prender nossa fantasia. Viaje conosco.
Bóia é uma transportadora mental.
#46
Nesse episódio do Bóia, lembramos de quando começa a urgência de escrever e publicar sobre nossos vícios.
Quem influenciou para dar os primeiros passos ?
Julio Adler, Tito Rosemberg e João Valente faxinam a memória atrás dos primeiros momentos de encanto com a literatura marinha e terminam exaltando Rubem Fonseca.
Surfe não é tudo mas é parte do tudo.
Compartilha, comenta, avalia e faça sua sugestão ao Bóia.
Fiquem em casa.
#47
O mundo visto de dentro do tubo.
Nesse episódio do Bóia, choveu mudanças da WSL e acabou pingando assuntos periféricos como o livro, The World in the Curl: An Unconventional History of Surfing, desmistificando o renascimento romantico do surfe nos anos 1920 e mostrando o quanto podemos ser apenas homens de negócio mesmo quando nos divertimos.
Julio Adler, Bruno Bocayuva, Tito Rosemberg e João Valente, cada qual no seu cantinho, se espalham por temas tão variados quanto os 40 anos da morte do mestre do suspense, Alfred Hitchcock, o ermitão Paddy McAloon, o amaldiçoado surfe de alma, Zé Augusto Aguiar e Erik Logan.
Preparem-se para quase 100 minutos da linguagem eterna de babel, onde cada um fala um idioma e todos se entendem.
#Nóiscapotamasnumbreca.
#52
As despedidas sentidas e as celebrações se fundem no episódio 52 do Bóia.
Pedro Lima fez de tudo, nadou, casou, atuou, 5 filhos, 2 olimpíadas, Samuel Beckett, novela, teatro, cinema e surfe. E fez amigos, muitos amigos.
Despediu-se e foi embora, igual felicidade na canção do Caetano.
Moacir nem se despediu, foi pego pelo vírus que todo mundo (nem todos, só os cretinos) diz não existir.
Conheça os motivos porque lhes dedicamos esse episódio.
Um grande artigo na revista (site) Surfer fala do futuro do surfe brasileiro, os rumores da venda da WSL, o presidente Uruguaio vai pegar onda para celebrar a forma digna que seu país tratou a pandemia e uma carta do Zé que nos deixou comovidos.
#56
Rolf Aurness é um dos grandes enigmas que o surfe guarda e nada nos fascina mais do que as histórias mal contadas.
Toda praia teve (ou tem!) algum surfista que poderia ter sido o maior do mundo e não chegou lá por algum motivo estúpido.
Campeão mundial de 1970 no sul da Australia, casa dos maiores surfistas do planeta, Aurness (18 anos), goofy, filho de uma celebridade de Hollywood, foi o primeiro californiano a quebrar o domínio dividido entre australianos e havaianos, depois sumiu do mapa.
Quantos desses casos existem por aqui ? Quem são eles e por onde andam ?
Usamos a lente de aumento da curiosidade para olhar com atenção os detalhes que somem como pegadas na areia.
João Valente e Júlio Adler se debruçam na janela da história e tentam ler o mapa que pode conter um atalho entre 50 anos de obstáculos.
#58
Surfe não se mistura com política, ou não, diria o Campeão mundial de 1978, Wayne Rabbit Bartholomew, candidato pelo partido trabalhista em Burleigh Heads.
Julio Adler e João Valente franzem as testas em busca dos surfistas que se meteram na política e políticos que surfaram na popularidade do esporte dos reis polinésios.
A conversa, como sempre, não chega a lugar nenhum e desvia-se para o histórico Smirnoff de 1974 - produzido por nada menos que Fred Hemmings, mais tarde senador pelo estado do Havaí, morou ou boiou ?
Tudo isso regado por um café forte, Clara Nunes e Mateus Aleluia.
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