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Surfe tem uma bela tradição de personagens trágicos.
Muitas vezes calha de ser um desses campeões irresistíveis, como Andy ou MP, outras vezes os quase.
Todo mundo conhece um quase.
Quase foi isso, quase foi aquilo, quase ganhou, quase foi genial.
Shane Herring quase foi tanta coisa...
Ao mesmo tempo, Herro foi, e ainda é, uma espécie de entidade que resumia e revelava a essência do surfe australiano.
Era aquilo que todos desejavam ser e aquilo que todos temiam se tornar.
No episódio 295, Julio Adler e Bruno Bocayuva requentam o que aconteceu até agora em Peniche e vão até os anos 90 relembrar o início do WCT.
A trilha é dos The Troggs com Wild Thing e Edwyn Collins com The Heart Is a Foolish Little Thing.
A maturidade chega quando você se dá conta que tem mais dúvidas que certezas.
Nessa ensolarada terça, João, Julio e Bruno aparecem como esperado para oferecer luz e gratidão aos nossos valentes 13 ouvintes.
A luz vem toda do Mercúrio de Bronze, George Freeth, mais uma das obsessões do Boia e a gratidão vem mesmo pelas doações que mantém essa bagunça (oba!)viva e pulsante (epa!).
De onde menos se espera, sai uma citação ao Mark Twain, outra da Agatha Christie, salpica um Val Kilmer e duas doses de Warshaw - que nunca é demais!
A base vem forte com a trilha dos ingleses proletários do Squeeze com a debochada Pulling Mussels (From The Shell), Os mexicanos do Cafe Tacuba e No Controles, encerrando com o projeto ambicioso da dupla Jamie Catto and Duncan Bridgeman, assinando como 1 Giant Leap e a musica, My Culture (feat. Maxi Jazz & Robbie Williams).
Desculpa qualquer coisa.
O Amigo chega e pede mais um copo.
Voce se acomoda na cadeira, enche a mão de pipoca e prepara para assistir mais um filme de surfe.
Isso dura 3 dias, intervalos para dormir e pegar onda.
Dois obstinados repetiram o sonho e fizeram o Floripa Film Fest pela segunda vez, maior e melhor.
Parabens e obrigado, Bruno Zanin e Duda Saracura.
Essa semana, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler revisitam assuntos que não envelhecem - ao contrário dos 3 apresentadores.
A trilha tem Siva dos Smashing Pumpkins, um cover improvável de Que sera, sera com Pixies e a volta triunfal dos Cymande com a presença luxuosa do Jazzy B tocando How We Roll.
Um Boia raiz, Boia moleque.
Chega como quem não quer nada e te rouba quase 3 horas do seu precioso tempo.
Tem Tico Cavalcanti e Daniel Friedman recordando Daniel Sabbá, Homenagem do João Valente, sentida e merecida ao Abílio Pinto, celebração da carreira fenomenal do George Foreman e Peniche.
A trilha teve Samba do Orfeu, por Jobim e Luíz Bonfá, Karina [Domingo no Grajau] pelo Arthur Verocai e Anywhere but Here do Panda Bear.
A Caquistocracia norte-americana promete e entrega.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva, cada um no quadrado, atentam para o que realmente não interessa, inutilidades fundamentais.
Temos Gene Hackman, Roy Ayers e Dave Johansen nos obituários, uma trilha poderosa com Searching do Roy Ayers, Theme From 'The Conversation' do David Shire e a triunfal Maimed Happiness dos New York Dolls, interpretado pelo Buster Poindexter.
É o carro do Boia passando!
Histórias de panico e terror com dois dos melhores pilotos de resgate em Nazaré - e tube riders!
Quando Eric Ribiere e Daniel Rangel (Foamball unicorn!) falam, você apenas escuta e aprende.
Júlio Adler e João Valente fizeram justamente isso no episódio 293 do Boia.
A trilha ficou por conta do UPP - Jeff Beck Band com Get Down In The Dirt e Frank Black com Olé Mulholland.
Um Cut Back que começa em 2025, passa por 1986 e termina em 2050.
Tanta tecnologia nos cega para o que realmente interessa.
Uma onda de sonho para o senhor e a senhora pode ser o maior retrocesso da WSL- ou não, tudo depende de combinar o preço.
Quantas chances perdeu Tyler em Abu Dhabi?
Uma coisa é certa, Italo não pode ser parado!
A cruzada vista pelos árabes do libanês Amin Maalouf é a nossa sugestão de leitura.
A trilha fica por conta do Jay Richford & Gary Stevan (Stefano Torossi) com Flying High e The Drastics com I Want You Back (do disco MJ is a Rocker, versões do Michael Jackson e Jackson 5 em ritmo de reggae)
A temporada de caça começou!
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva debatem o campeonato de Pipe como deve ser feito.
Marianne Faithfull, David Lynch, Allan Green e Liberated Brands no obituário.
Trilha por conta da Marianne Faithfull com Sister Morphine, BaianaSystem junto do Seu Jorge, Antônio Carlos & Jocafi com Praia do Futuro e Sparklehorse (ajuda do David Lynch!) comDark Night of the Soul.
William Faulkner, The Art of Fiction No. 12, The Paris Review.
Noventa e nove por cento de talento...
Noventa e nove por cento de disciplina...
Noventa e nove por cento de trabalho.
Não se preocupe apenas em ser melhor do que seus contemporâneos ou antecessores. Tente ser melhor do que você mesmo. Um artista é uma criatura guiada por demônios. Ele não sabe por que eles o escolheram e, em geral, está ocupado demais para se perguntar por quê. Ele é totalmente amoral, pois roubará, pedirá emprestado, implorará ou roubará de qualquer pessoa para realizar o trabalho.
Julio Adler e Bruno Bocayuva conversaram com Mateus herdy sobre surfe competitivo e surfe feito dentro da nossa cabeça.
Hay una luz que arrasa con todo, diz o refrão da canção Medalla de Oro dos argentinos El mató a un policía motorizado- essa luz é a esperança.
Nosso convidado do Boia 288, Alejo Muniz, carrega nas mangas da lycra de competição da WSL as bandeiras argentina e brasileira, no peito ele carrega a esperança.
Júlio Adler e João Valente (Bruno pediu folga!) ficaram encarregados de conduzir a conversa com Alejo.
Falamos da volta ao WCT, etapa que gostaria ganhar e a importância do técnico Adriano de Souza na reinvenção da sua carreira competitiva.
Esclarecedor.
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