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O Homem Tubo, Valdir Vargas era o ídolo dos nossos ídolos.
Seguindo com a série de conversas que iniciou 2025, dessa vez desvendamos um pouco mais da história tão nebulosa do final dos anos 70 e principio dos 80.
Como se organizou o surfe profissional no Rio de Janeiro, o que significava competir fora do Brasil, notas 10 em Pipeline e esguichos de água numa prancha que inchava cada vez que entrava no mar.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva ouvem calados a aula do professor Valdir.
A prancha mágica geralmente é um erro.
Pouca gente errou tanto e tão consistentemente quanto Ricardo Martins.
Nesse Boia 286, Bruno Bocayuva, João Valente e Julio Adler mataram a curiosidade sobre pranchas e escolhas.
Como sempre concentramos no supérfluo e não no essencial.
O que importa no final das contas é o que fazemos com os pés (cintura, dedos, braços, pescoço!) em cima da arte que o mago do Bairro Peixoto faz com as mãos.
A trilha fica por conta do João Bosco com Siri Recheado e o Cacete (Bosco e Aldir Blanc), The Sandals com Wild as The Sea, The Replacements com Here Comes a Regular e Elvis Costello And The Attractions com Everyday I Write The Book.
Começamos o ano com o pé na porta, quase 3 horas de deliciosa conversa com Tico Cavalcanti, um dos brasileiros que, certamente, passou mais tempo dentro dos tubos.
Verdadeiro connaisseur de shorts de surfe, Tico foi um dos mais importantes empresários (e visionário!) do Bananão nos anos 80 e 90.
Inspirado pelo livro The Chronicles of G-Land da javanesa Dian Hadiani, gentilmente enviado ao Boia pelo Oldair Sasso (ouvinte assíduo) Julio Adler e João Valente ouviram Tico relembrar as primeiras aventuras em Grajagan, Bali e espalhar otimismo nesse inicio do ano.
O Pipe Masters virou a Taça Rio da WSL, evento de terceira categoria relegado aos esquecidos do WCT?
O boia dessa semana entra no labirinto das semanas que precedem natal e ano novo, melhor seria chamar de limbo.
Incansáveis (mentira!), Bruno Bocayuva, João Valente e Julio Adler sentam-se na mesa de boteco virtual e fazem sua imolação pública semanal, tratando de assuntos menores para a sua satisfação.
A trilha (melhor parte!) toca Pedro Abrunhosa com Não Posso +, seguido do Chico Buarque de Holanda com Madalena foi pro mar e Peter Grabriel com a luxuosa e sensual participação da Kate Bush (Julio não acerta a pronúncia de jeito nenhum!) no clássico Don't Give Up.
Marcio Arjones é professor de história e faz pranchas nas horas vagas - ou vice-versa.
No 281º episódio desse podcast errático, inútil e absolutamente infundado, Júlio Adler e Bruno Bocayuva (João Valente meteu atestado) receberam o bom baiano Arjones para matutar sobre formas de diversão diferentes em cima de qualquer coisa que podemos chamar de prancha.
Steven Allain e JV participam de longe.
Todo programa é em cima do Electric Acid Surfboard Test da Stab, protagonizado pelo Dave Rastovich, um tarado por pranchas como voce e eu.
Na trilha, tem Nação Zumbi tocando Gilberto Gil, Refazenda, outro pernambucano, Amaro Freitas com Encantados e Mateus Aleluia, um orixá vivo, com o clássico, Cordeiro de Nanã.
Foi Ministro da Cultura de Portugal, é lido e ouvido por boa parte das pessoas com algum bom senso, surfista nas horas vagas (sem trocadilho!) e Benfiquista em tempo integral.
Pedro Adão e Silva tem uma estante de livros escritos, dois deles sobre surfe, para nossa sorte.
Numa tarde quente do outono lisboeta, João Valente e Júlio Adler foram conversar sobre inutilidades com Pedro - Bruno Bocayuva tirou uma folga.
Dessa vez, todas as canções foram escolhidas pelo convidado (por respeito e reverencia), na ordem,
Lost Changes da Beth Gibbons, God Of Everything Else dos Porridge Radio e, pra fechar, Vijay Iyer, acompanhado de Linda May Han Oh e Tyshawn Sorey com Compassion.
Episodio sem estilo no melhor estilo Boia de ser e estar.
Julio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva nadam com a corrente, braçadas longas e firmes, sem a intenção clara de chegar a lugar algum - ou lugar nenhum.
O que nos move é o papo, ou o nado, livre e sem amarras (alguém já viu nadador amarrado?), sem metas, sem tempo e, naturalmente, sem sentido.
A boa notícia é a volta do Tito Rosemberg, boiando na sua jangada, pernas cruzadas, sem camisa, cabelos ao vento - os outros que remem!
Aproveita seu tempo perdido conosco, ouça a versão colombiana para o classico Staying Alive com os Machuca Cumbia e se deleite com Time Waits For No One dos Rolling Stones.
Morou ou Boiou ?
Lembra da história de Pedro e o Lobo, né?
De tanto mentir que tinha lobo no mato, ninguém acreditou na hora que Pedro viu um de verdade. Não é caso pra tanto, porque quando dizemos que um episódio do Boia é especial, não exageramos.
Klaus Mitteldorf é o lobo das estepes da fotografia. Poderia ser de surfe, mas seria por demais injusto. Klaus é fotógrafo de moda, de publicidade, de ensaios artísticos, de técnicas inéditas, de insaciável curiosidade. A mesma curiosidade que nos anos 70 levou esse germano-paulista longe, bem mais longe que a sua São Paulo natal para percorrer, prancha na capota, câmera na mochila e sonhos na cabeça, a misteriosa Rio-Santos numa época em que as aventuras existiam de verdade. Escute Klaus contando histórias inéditas do surfe dos anos 70, 80 e em diante, e fazendo um relato que você nunca ouviu sobre o Verão da Lata que, prestes a virar série, tem spoilers garantidos! E como se esse Boia já não tivesse viagem suficiente, de lambuja ainda tem Tito Rosemberg relatando suas experiências nos primeiros Burning Man.
O resto... o resto é Pedro, quer dizer, Julio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva, falando que tem lobo na floresta.
Na trilha, Sou Mais Voce com os Racionais MCs (Klaus fez a foto da capa do disco!), What's the Use do Mac Miller (Thundercat no baixo!) e o clássico da fossa e boêmia, Um Chope Pra Distrair do Paulo Diniz.
Gabriel Medina exclusivo ?
Não temos.
No #220, João Valente, Bruno Bocayuva e Júlio Adler encontram-se no botequim virtual para celebrar a chegada do Ailton Krenak à ABL, celebram a diversidade e ambientalismo no Almanaque, enaltecem a saudação ao mar no Imagem Falada e até falam da vitória do DVD na Ericeira.
As músicas do episódio são gentilmente cedidas pelos Sul africanos do Kalahari Surfers, Free State Fence, acompanhados elegantemente pelo Nirvana, Blew(do primeiro album) e finalmente, Donald Byrd com Slop Jar Blues.
Aproveitamos para suplicar na humildade pela sua imensa benevolência de colaborar conosco no Catarse (https://www.catarse.me/apoiaboia) e esgotar as camisetas do Boia no (https://www.southtosouth.com.br/collections/camisetas-boia-podcast).
Rapadura é doce, mas não é mole.
Um verdadeiro festival de cores e sabores para os seus ouvidos.
O episódio 221 do Boia falha, mas não tarda.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva sentam-se (epa!) nesse botequim virtual e desatam a falar sobre olés na Federação Carioca, aborígenes australianos negados, a misteriosa partida de Allan Weisbecker e até do CS de Saquarema.
A imagem falada volta para nos assombrar no Almanaque e a trilha, que trilha!
Umi Says do Mos Def, (What's So Funny 'Bout) Peace, Love And Understanding com Elvis Costello & the Attractions e Marvin Gaye com Nuclear Juice.
Comprem a camisa do Boia!
https://www.southtosouth.com.br/collections/camisetas-boia-podcast
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