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A vida é uma eterna corrida pro Mar, sem saber se a água está gelada.
Você para na beira, molha os dedos e depois de pensar um pouco, decide se mergulha ou não.
No Boia, tem dois que não perdem tempo e um que está toda vida sentado na areia, esperando Godot.
João Valente e Bruno Bocayuva molhados e pontuais, Júlio Adler, seco e suado.
Falamos de Fiji, de boxe, de adiamentos, incertezas, especialidades e injustiças, em outras palavras, enrolamos - mas não tragamos!
Som do episodio ficou por conta dos King Hanna com, A Well-Made Woman, Jalen Ngonda com If You Don't Want My Love e The Durutti Column com Otis.
Um Boia feito na estrada, estilo livre.
Tito Rosemberg na pilota, Julio Adler na escuta, poeira comendo solta.
Folga pro João e Bruno, hora de esquecer do presente e abraçar o passado com carinho e atenção.
Quem fazia a Tito Surfboards, por que, como, quando e onde?
Durou o trajeto da Pipa até Natal.
Trilha, Ocean dos Dead Can Dance.
Se dirigir, ouça.
Você simplesmente não consegue escapar do som, sussurra Steve nos 17 minutos que você ouve no final desse episódio, versão longa duma música enorme em todos sentidos.
Música é uma das obsessões do Boia - isso e Caity Simmers.
Apareceu uma entrevista de mais de 40 minutos com a surfista mais interessante (entre homens ou mulheres!) dos últimos anos e, naturalmente, virou assunto no #252.
Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente abismam-se com canções de um filme de surfe imaginário escolhidas pelos ouvintes, vão até o Senegal com Tito Rosemberg, ouvem uma coletânea oportunista do Duke, enviam mensagens ao Sr. Warshaw e escutam atentamente ao Dragão.
Na trilha, vamos de Surf Wax America dos Weezer, Midnight to Midnight dos The Psychedelic Furs e Low Spark Of High Heeled Boys dos Traffic.
Uma crônica ingenua e bem humorada sobre carregar o maior de todos nos ombros, quase nada do Oeste australiano, um sombreado da Goldie e concertos para não perder.
Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler invadem a sala da casa do Zozi e gravam um episódio inteiro entre latidos e um insistente relógio que teima em atrasar.
A trilha tem Smoke City (com Nina Miranda!) e Underwater Love, The Soundcarriers e This is Normal, encerra com o fenomenal Amaro Freitas e Gloriosa.
Ficamos devendo uma entrevista com Zozi ao ouvinte.
Boia mole em cuca dura, tanto fura até que bate.
Quase fizemos uma ode Dos conselhos para o deleite da vida, Horácio ia se zangar e nos amaldiçoar, resolvemos então apenas cair na lábia da despedida do Careca.
Parece que não colou muito esse papo de Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, Está chegando a hora, porque raiou o dia e Slater nem largou o osso, nem foi embora.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva ficaram com aquela sensação de Dejá Vu, tão familiar aos 40 anos de carreira do Roberto Carlos (como Picuruta carinhosamente o chamava), especulando sobre data e local exato da buzina derradeira do final da bateria.
Ouvimos todos, More Mess on My Thing com os The Poets of Rhythm, Behind My Camel dos The Police e, finalmente, Stone Faces dos Cindy Lee.
Fica abaixo a nossa homenagem, em ritmo de final de baile de carnaval, aos 56 títulos do Kelly Slater e as lágrimas do Joe Turpel.
Quem parte leva saudades de alguém
Que fica chorando de dor
Por isso eu não quero lembrar
Quando partiu meu grande amor
Salve Jorge!
O episódio 244 é um salto no escuro e, ao mesmo tempo, balcão de bar das antigas, comprido, com gente conhecida e desconhecida.
Voce senta no banquinho, pede uma ampola de 600 pra tomar sozinho, duas horas depois está cantando em coro, alto!, mãos pra cima, emocionado com as histórias que ouve de soslaio.
Júlio Adler e Bruno Bocayuva se esforçam para ocupar o espaço que João Valente deixou vazio nessa semana e trazem Occy, Chris Blackwell, Medina, Mussum pra mesa.
Temos almanaque, Ceará, Bells, Imagem Falada e Jorge Ben até os pés dançarem sozinhos.
Para celebrar os 85 do Rubro-negro mais balançante do universo, escolhemos, Eu Vou Torcer, My Lady, Tenha Fé, Pois Amanhã Um Lindo Dia Vai Nascer e Falador Passa Mal, as últimas duas nas vozes e swing dos Originais do Samba.
Chiquitito, pero cumplidor, o episódio 237 finalmente une o trio calafrio novamente para aquele podcast moleque que conquistou os tão almejados 13 ouvintes.
Bruno Bocayuva, Júlio Adler e João Valente conseguiram fugir dos afazeres domésticos e inúmeras chamadas da WSL para gravar o Boia da semana.
O cardápio oferece FT77 com farofinha, Steph a la piamontese e Carissa ao sugo.
As sobremesas são servidas com a leitura dos obituários do Wayne Kramer e Aston “Family Man” Barrett.
Cafés e licores serão degustados ao som MC5 com Kick Out The Jams, Altin Gün com Rakıya Su Katamam e The Upsetters com Return of Django.
Use o código, boiapodcast30 e ganhe 30% de desconto nos Boardshorts da South To South no https://www.southtosouth.com.br/
Bom apetite.
Berlin, 2024, o catarinense Bruno Bez mistura imagens como um Dj esculhamba com uma música - e ainda usa e abusa da inteligência artificial para bagunçar o coreto.
Júlio Adler e João Valente chamaram outro Bruno, na folga do Bocayuva, para conversar sobre o passado esfumaçado de um dos mais criativos videomakers que vocês não conheceram porque ele não fazia parte de patota nenhuma.
Tecnologia, surfe no deserto, skate, inovações, Amsterdã e Rick Rubin.
Tito voltou com o PLDMRKSH, Almanaque, Imagem Falada e aquela trilha que só o Boia oferece.
Marlena Shaw com California Soul, Yo La Tengo com Blue Line Swinger e Mano Le Tough com No Road Without a Turn alegram seus ouvidos.
Para ver todas referências do episódio, vai no www.boiapodcast.com
#231
Passaram bem o natal ?
Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler desceram a chaminé com alguns mimos, cortesia do Tito, Dragão, Warshaw e voce mesmo que nos atura toda semana.
A trilha ficou por conta dos Novos Baianos com Mistério do Planeta, Cleo Sol com When I'm in Your Arms e Bud Shank com Shoeless Beach Meeting.
Que a noite de 31 seja suave, bela e magnífica como uma rasgada da Steph em Snapper.
Aquele episodio estilo livre, boteco purinho.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva, cada um no seu quadrado, aparecem no 230 para te fazer companhia ao lavar a louça, dirigir ou pegar o bumba até o trabalho, ou caminhada/corrida diária até o nada.
A vida é feita de pequenas trilhas que não chegam a lugar nenhum.
Trilha tem Black Crowes (Bad Luck Blue Eyes, Goodbye -In-Studio Live 1_4_92)e homenagens ao Amp Fiddler (Afro Butt -Featuring Tony Allen) e Carlos Lyra (Influência do Jazz e Você e Eu)
Talvez voltemos na próxima semana, ou não.
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