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A última manhã de pré-temporada no Bahrein consolidou a Ferrari como o carro a ser batido no quesito confiabilidade. Charles Leclerc liderou a sessão com 1:33.689, completando 80 voltas sem qualquer susto. Enquanto Maranello sorri, o caos se instalou em outras garagens: a Mercedes de Kimi Antonelli sofreu uma perda de pressão pneumática que exigiu a troca do motor, e a Aston Martin vive um cenário dramático — Lance Stroll completou apenas duas voltas devido à falta de peças de reposição da Honda.
O episódio de hoje também destaca a curiosa estratégia da Haas, que mandou Esteban Ocon para a pista com pneus intermediários sob um calor de 30°C, e a persistente luta da Cadillac para manter Sergio Pérez no traçado. Com o cronômetro correndo para o fim da pré-temporada, a hierarquia de 2026 começa a mostrar suas rachaduras.
Conteúdo originalmente exibido no quadro Carrinhos Velozes, do programa Esporte e Cia, da Rádio Gaúcha.
O espaço de automobilismo no Esporte e Cia da Rádio Gaúcha.
O penúltimo dia de testes no Bahrein consagrou a nova estrela da Mercedes: Andrea Kimi Antonelli. O jovem italiano voou baixo e cravou 1:32.803, a marca mais rápida de toda a pré-temporada até agora. Mas a Mercedes não teve vida fácil, já que Oscar Piastri (McLaren) e Max Verstappen (Red Bull) ficaram na cola, com o holandês completando impressionantes 139 voltas. O episódio também detalha a "arma secreta" que a Ferrari levou à pista: uma asa traseira que gira em 180°, testada brevemente por Lewis Hamilton.
Fechamos com a declaração ácida de Frédéric Vasseur sobre o novo procedimento de largada de 2026. Com carros que demoram mais para "carregar" o sistema devido ao fim do MGU-H, o chefe da Ferrari não teve paciência com as reclamações da McLaren sobre segurança: "Quem estiver inseguro, que largue do pit-lane". O clima para a Austrália está oficialmente fervendo.
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O primeiro dia da segunda rodada de testes no Bahrein marcou a "ressurreição" da Mercedes. Após uma semana anterior conturbada, George Russell cravou a melhor volta da pré-temporada até agora (1:33.459), superando por apenas um centésimo a McLaren de Oscar Piastri. Mais do que velocidade, a equipe alemã mostrou robustez ao completar 145 voltas — a maior quilometragem do dia.
Enquanto uns sorriem, outros se preocupam: a Aston Martin continua sofrendo com um carro instável, exemplificado pelas rodadas de Lance Stroll, e a Cadillac segue presa nos boxes com graves problemas de confiabilidade. O brasileiro Gabriel Bortoleto teve um dia de "formiguinha": apesar do susto ao ver o carro desmontado na garagem, voltou à pista para completar 71 voltas sólidas, terminando no Top 10.
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A Ferrari não está para brincadeira. Para a segunda bateria de testes no Bahrein, a Scuderia preparou um verdadeiro "pacote de choque": motor novo, caixa de câmbio reforçada e atualizações aerodinâmicas. O motor anterior impressionou ao rodar o equivalente a 14 Grandes Prêmios sem quebras, mas é a escolha técnica de uma turbina menor (o "turbino") que pode dar a Lewis Hamilton e Charles Leclerc a vantagem definitiva nas largadas.
Enquanto isso, a F1 resolveu um dos impasses do calendário: Barcelona e Spa-Francorchamps entrarão em um sistema de rodízio até 2032. É a tradição se adaptando aos novos tempos comerciais da categoria. Analisamos por que a caixa de câmbio voltou a ser peça-chave no desempenho e o debate sobre segurança que já divide chefes de equipe antes mesmo da primeira luz verde na Austrália.
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O final de semana foi de emoções extremas, do asfalto sagrado de Mount Panorama aos debates técnicos no Bahrein. Nas 12 Horas de Bathurst, a Mercedes #888 operou um milagre ao vencer largando da 29ª posição — um recorde histórico. O brasileiro Augusto Farfus brilhou novamente, garantindo o pódio ao lado de Valentino Rossi. Enquanto isso, no paddock da F1, o clima esquentou: George Russell saiu em defesa do regulamento de 2026, respondendo às críticas pesadas de Max Verstappen, que comparou os novos carros a um "Fórmula E com esteroides". Explicamos a ciência por trás do novo "botão de ultrapassagem" e por que os pilotos estão tendo que reaprender a guiar.
A polêmica de Verstappen reside no fato de que a potência elétrica agora "acaba" no meio das retas se o piloto não souber gerenciar, o que pode criar situações onde o carro de trás é muito mais rápido que o da frente apenas por ter mais bateria.
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O segundo dia de testes no Bahrein confirmou a força da Ferrari: Charles Leclerc liderou as duas sessões desta quinta-feira, mostrando que o projeto de Maranello nasceu equilibrado e rápido. Mas o destaque para nós foi o brasileiro Gabriel Bortoleto, que colocou a Audi na sexta posição após uma tarde de evolução constante e muita personalidade na pista, superando até um susto na curva 10.
Enquanto Ferrari e McLaren (com Norris atingindo a incrível marca de 149 voltas) nadam em águas tranquilas, a Mercedes vive um dia para esquecer. Um problema crítico na unidade de potência tirou Kimi Antonelli da pista pela manhã, forçando uma troca completa de motor para que Russell pudesse salvar a tarde. Analisamos o que essa fragilidade da Mercedes pode significar para a abertura do campeonato.
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O primeiro dia de testes coletivos no Bahrein trouxe um choque de realidade para a "era 2026". Enquanto Lando Norris (McLaren) tratou de colocar o atual campeão no topo com 1:34.669, Max Verstappen provou que a confiabilidade do motor Red Bull-Ford é, no mínimo, assustadora, completando o equivalente a dois GPs em um único dia. Mas a grande surpresa veio da Williams: após o caos de Barcelona, a equipe de Grove foi a que mais rodou no deserto, calando os críticos (por enquanto).
Por outro lado, o sinal de alerta ligou na Mercedes e na Alpine, com problemas técnicos que deixaram os novatos Kimi Antonelli e Franco Colapinto "de castigo" nos boxes por boa parte da sessão. Gabriel Bortoleto focou em coletar dados com a Audi e seus novos sidepods radicais, terminando em 15º.
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O clima nos bastidores da Aston Martin esquentou nesta semana com rumores de uma possível saída de Andy Cowell por "incompatibilidade" com a nova hierarquia liderada por Adrian Newey. A equipe de Silverstone agiu rápido para apagar o incêndio, emitindo um comunicado oficial que garante a permanência de Cowell como Chefe de Estratégia. O episódio analisa como essa "dança das cadeiras" — com Newey assumindo o posto de Chefe de Equipe e Cowell focando na integração técnica com a Honda — é vital para as ambições de Lawrence Stroll na nova era de 2026.
A Fórmula 1 não precisa de motores ligados para pegar fogo. O destaque do dia não foi apenas a estética dos carros, mas um processo judicial explosivo: o diretor Michael Bay está processando a Cadillac em 1,5 milhão de dólares. Bay alega que a montadora cancelou seu contrato para um comercial do Super Bowl, não pagou pelo trabalho, mas "surrupiou" suas ideias e conceitos visuais na versão final do anúncio. É o estilo "Bayhem" chegando aos tribunais antes mesmo da Cadillac chegar ao grid.
Enquanto isso, o "dia das pinturas" revelou as máquinas de 2026 para Aston Martin, McLaren e a própria Cadillac. Da elegância fosca do projeto de Adrian Newey às dores de cabeça aerodinâmicas da McLaren com o novo regulamento de assoalho, analisamos o que essas apresentações dizem sobre as ambições de cada equipe para a nova era.
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A guerra técnica para a temporada 2026 acaba de ganhar um capítulo de alta temperatura. Após pressão conjunta de Ferrari, Honda e Audi, a FIA decidiu mudar o protocolo de fiscalização da polêmica taxa de compressão dos motores. Agora, a medição será feita com as unidades de potência aquecidas, e não mais frias, como previa o regulamento original.
A medida atinge em cheio o "truque" da Mercedes, que utilizaria uma segunda câmara de combustão desativada no calor para ganhar até 0s3 por volta.
O episódio detalha a reviravolta política nos bastidores: a Red Bull, que também era suspeita de usar a brecha, abandonou a neutralidade e se aliou aos rivais, deixando Toto Wolff e a Mercedes sozinhos na votação que deve oficializar a mudança antes do GP da Austrália. Analisamos o impacto dessa decisão na ordem de forças e como a "área cinzenta" do regulamento está sendo fechada pela federação.
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