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O assunto desta edição do CBN e a Família é a amizade. Isso porque, ao longo dos meses de pandemia, não são raros os relatos de pessoas que dizem ter feito uma "limpa" na lista de amizades, tanto na vida real quanto na virtual. O motivo, geralmente é o mesmo, disparidade de condutas sociais e desrespeito ao isolamento social. Será que revisão das amizades é necessária? Quem responde é Adriana Müller, que explica se é possível conciliar essa relação entre amigos com o "estranhamento" sobre a conduta pessoal e a empatia daquela pessoa. Será que há a amizade que seja capaz de superar esse sentimento?
Ao longo da pandemia, em algum momento, você tentou assistir a um filme e, do nada, desistiu? Situações como essas mostram que, em meses de isolamento social por conta do novo coronavírus, conforme já discutimos em outras oportunidades, boa parte das pessoas tem tido a impressão de que o tempo está passando "diferente", afetando a nossa capacidade de atenção no dia a dia em situações corriqueiras. Diante desse cenário, nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller convidou os ouvintes a exercitarem a mente para saber como está sua capacidade de concentração. A pergunta é: "o que, afinal, prende - ou tem prendido a sua atenção?".
"Em meio ao isolamento social e tantos estímulos virtuais, de redes sociais e telas variadas, isso acaba afetando, realmente, a nossa capacidade de atenção. Uma comunicação diluída estamos enfrentando. A gente tem que entender como ponto de alerta quando a dificuldade da concentração passa a ficar atrelada a sinais de desgaste emocional e ansiedade", orienta a comentarista. Mas Adriana destaca: é sempre bom olhar pelo lado positivo. "Se algo te prende a atenção, saiba: ela, realmente, tem algo de especial e que você precisa investir seu tempo", explica.
Trabalho, família, estudos, tarefas de casa, tempo de descanso... Você faz parte do grupo de pessoas que sente que o dia precisa de mais de 24 horas? Esse é o assunto de Adriana Müller discute nesta edição do CBN e a Família. A comentarista convidou os ouvintes a refletirem sobre a maneira como estamos utilizando o nosso dia e explicou o que é preciso para melhor administrar o nosso tempo. Ouça!
Nesta edição do "CBN e a Família", a comentarista Adriana Müller convida aos ouvintes a refletirem sobre o hábito de ficar sozinho. Antes da pandemia do novo coronavírus, causava uma certeza estranheza ver um pessoa que adora uma badalação passar por uma fase mais tranquila e preferir ficar em casa, por exemplo. Você já passou por essa fase? Nesse contexto, Adriana quer saber: em quais momentos você gosta de ficar sozinho? Trata-se de uma fase em nossa vida, momento de escolha ou sinal de que algo pode está mudando em nosso comportamento?
A comentarista explica: muitas vezes estar sozinho é algo bem-vindo e é comum em algumas fases da vida. "Ficar 'patologizando' todos sentimentos é um problema. A gente que mostrar que todo mundo, em algum momento da vida, quer ficar só. E tudo bem! A pandemia, de algum modo, pode está influenciado na maneira das pessoas enxergarem sua relação junto ao próximo e, certamente, fica um legado de como, principalmente, a gente lida com nós mesmos. Não há problema em ficar só", explica. Confira a análise completa:
Nesta edição do "CBN e a Família", a comentarista Adriana Müller nos propõe a refletir sobre o seguinte assunto: você, afinal, se considera daquele estilo de pessoa "chata" ou que facilmente tem ficado irritada? Em meio à pandemia do novo coronavírus, e uma série de restrições que passamos a ter no dia a dia, são variados os relatos de pessoas que passaram a ficar, ao longo de quase cinco meses, com tendências de irritabilidade, seja por conta do isolamento social ou pela impossibilidade de fazer as atividades que mais gostava, por exemplo. É hora de exercitar a mente, se autoconhecer e não permitir com que pequenas irritações nos transformem nessas pessoas chatas. Acompanhe as orientações da comentarista!
Nesta edição do "CBN e a Família", a comentarista Adriana Müller convida os ouvintes a refletirem sobre como o isolamento social, ao longo de praticamente cinco meses desde o início da pandemia do novo coronavírus, tem feito com que boa parte das pessoas reveja sua forma de enxergar o mundo e, até mesmo, na maneira de se enxergar feliz! Ainda que forma "involuntária", na pandemia fomos obrigados a sair do piloto automático e o que encontramos? Uma casa que precisa de reparos, uma família desconexa, a alimentação desregrada na rua...Afinal, por que a gente encaixa a vida numa série de compromissos, mas não o que nos faz feliz na nossa vida?
Adriana tem a análise: "O fato é que ao longo de meses de isolamento social as pessoas passaram a rever suas formas de enxergar o mundo e onde colocam suas expectativas. Hoje, ser feliz pode ser 'simplesmente' ter a possibilidade de reencontrar amigos ou, até mesmo, refletir sobre o esforço que você realiza de forma diária, no ambiente de trabalho", comenta. Acompanhe as explicações completas da comentarista!
Nesta edição do "CBN e a Família", a comentarista Adriana Müller traz como destaque a relação de casais durante os quase cinco meses desde o início da pandemia do novo coronavírus. Nessa relação, um ponto chama a atenção: o aumento no número de divórcios durante o período do isolamento social. Um levantamento realizado pelo Colégio Notarial do Brasil (CNB) mostrou que o número de divórcios extrajudiciais no Espírito Santo cresceu 18,4% entre os meses de maio e junho, por exemplo, em comparação com o mesmo período de 2019.
"Um isolamento social 'forçado', incertezas de uma pandemia e convivência familiar intensificada são alguns dos fatores que têm levado a esse impacto na vida dos casais. Lidar com essas transformações não é tarefa fácil, mas está demonstrando, de alguma forma, que muitos casais não se conheciam, como poderiam achar", explica. E ainda: "o casal deve ficar atento, para além das dificuldades individuais da relação, ao que faz mais sentido para ambos. Focar em quais são os valores estruturantes daquela relação e que vão além das 'picuinhas'", orienta. Ouça a análise completa!
Em todo o mundo, diversas crianças - sejam meninos ou meninas - são vítimas de violência infantil e, infelizmente, casos como esses e envolvendo ainda o abuso sexual contra crianças e adolescentes são mais comuns do que imaginamos. Em virtude do assunto, nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller destaca importantes orientações para pais ou responsáveis que estão no dia a dia dessa faixa etária. Existem sinais dados pelos pequenos de que algo está errado? A comentarista responde: "Sempre tem sinais e precisamos ficar atentos como sociedade para ver esses sinais". Ouça a análise completa.
Em cerca de cinco meses de pandemia do novo coronavírus, as relações sociais foram intensamente transformadas e em virtude da recomendação do isolamento social. Mas, em meio as restrições de contato social e afetivo, a arte tem exercido papel fundamental na rotina de muitas pessoas - função terapêutica! Esse assunto é a análise de Adriana Müller, nesta edição do CBN e a Família. Ouça!
No Espírito Santo, o governo do Estado ainda não definiu a data para o retorno das atividades presenciais na rede educacional, suspensas em virtude da pandemia do novo coronavírus. Mas é fato que, com o passar das semanas, aumenta a expectativa dos pais e responsáveis sobre quando será esse retorno - e, principalmente, de que maneira ele irá ocorrer.
Pensando nisso, nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller convida os ouvintes a refletirem sobre o assunto: e quando for o momento de retorno das aulas? Como lidar com os possíveis sentimentos de medo, apreensão e insegurança por parte dos filhos, num cenário que deverá ser bem diferente daquele de antes da pandemia? Ouça a análise da comentarista!
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