A tragédia climática no Rio Grande do Sul nas últimas semanas tirou vidas e destruiu imóveis e veículos. Mas, mesmo com seguro, os donos de carros ou imóveis precisam verificar a cobertura nas apólices para descobrir se conseguirão obter um reembolso para repor as perdas. Nos municípios onde o nível dos rios baixou, os carros surgem de cabeça para baixo, pendurados em cercas de casas ou escorados nas paredes de casas. Algumas vítimas já procuraram suas seguradoras, que começaram a registrar alta nos acionamentos no estado gaúcho. A CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), entidade que representa as empresas do setor, admite que os contratos sem a cobertura contra desastres não vão resultar em indenizações. A avaliação é de que os maiores prejuízos recaíam sobre os seguros patrimoniais, já que quase todas as apólices automotivas têm apólices com direito a indenização em todas as situações. As informações são do site "UOL". Em entrevista à CBN Vitória, o corretor Sérgio Luiz de Magalhães e Souza, do Sindicato dos Corretores de Seguros e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Espírito Santo (Sincor-ES), fala sobre como funcionam os seguros. Ouça a conversa completa!