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Diretor fala sobre a escolha das histórias narradas no filme e relembra a censura sofrida pelo projeto quando o governo Bolsonaro tentou impedir a sua realização.
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Disponível na Netflix, "Transversais" é um dos retratos mais comoventes do cinema brasileiro contemporâneo sobre as questões que atravessam a vivência de pessoas trans.
Inicialmente pensado como uma série, "Transversais" apresenta de maneira muito humana os depoimentos de quatro pessoas trans que resgatam suas histórias, seus processos de autodescoberta e de trânsitos e jornadas. São elas: a funcionária pública Samilla Marques, a professora Érikah Alcântara, o enfermeiro Caio José e o acadêmico Kaio Lemos. Eles e elas passaram por um delicado processo de auto-aceitação até compreenderem a sua subjetividade. Também é mostrado no filme o lado de uma mulher cisgênero, a jornalista Mara Beatriz, que é mãe de uma adolescente trans.
“Transversais” é o primeiro longa do jornalista e cineasta Émerson Maranhão e foi aclamado pela crítica e pelo público no Festival Mix Brasil, na Mostra de São Paulo e no Cine Ceará. A produção é assinada por Allan Deberton, diretor de “Pacarrete”.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Poético, plácido e existencial. Analisamos "Drive My Car", de Ryûsuke Hamaguchi, produção japonesa que conquistou indicações nas categorias principais do Oscar 2022.
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa o filme "Drive My Car" (Doraibu mai kâ, 2021), de Ryûsuke Hamaguchi. A produção japonesa foi uma das mais elogiadas pela crítica em 2021 e conquistou indicações nas categorias principais do Oscar 2022.
“Drive My Car” concorre a quatro estatuetas no Oscar 2022: Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado e Filme Internacional. O longa é uma adaptação do livro de contos "Homens Sem Mulheres", de Haruki Murakami, e acompanha a jornada íntima e pessoal do dramaturgo Yūsuke Kafuku (Hidetoshi Nishijima), que prepara uma encenação da peça "Tio Vânia", de Anton Chekhov, enquanto tenta se recuperar da morte repentina de sua esposa. Neste processo, a relação que ele constrói com sua nova motorista, Misaki Watari (Tōko Miura), revela-se surpreendentemente acolhedora. O filme conquistou o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes, de onde saiu também com o Prêmio Ecumênico do Júri e o Prêmio da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema).
Sentam-se à mesa conosco neste podcast: Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, e Larissa Vasconcelos, jornalista e redatora do cinematório. Temos também a participação de Renné França, professor, crítico de cinema e diretor do filme “Terra e Luz”.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Dois clássicos, duas refilmagens. Analisamos as novas versões de "Amor, Sublime Amor" e "O Beco do Pesadelo", que concorrem ao Oscar 2022.
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa as novas versões do musical "Amor, Sublime Amor" (West Side Story, 2021), dirigida por Steven Spielberg, e do filme noir "O Beco do Pesadelo" (Nightmare Alley, 2021), com direção de Guillermo del Toro. Ambas concorrem ao Oscar 2022.
“Amor, Sublime Amor” foi indicado a sete estatuetas no Oscar 2022: Melhor Filme, Direção, Atriz Coadjuvante (Ariana DeBose), Fotografia (Janusz Kaminski), Figurino (Paul Tazewell), Direção de Arte (Adam Stockhausen e Rena DeAngelo) e Som. O longa é uma refilmagem do clássico de 1961, dirigido por Robert Wise e vencedor de 10 prêmios no Oscar, e também uma adaptação do musical criado por Arthur Laurents, Leonard Bernstein e Stephen Sondheim. Na trama, o romance "proibido" entre Tony (Ansel Elgort), um rapaz novaiorquino, e Maria (Rachel Zegler), uma jovem imigrante porto-riquenha, acirra a rivalidade entre duas gangues separadas por suas diferenças étnicas. O elenco também conta com Mike Faist, David Alvarez e Rita Moreno.
Já "O Beco do Pesadelo" concorre a quatro estatuetas: Melhor Filme, Fotografia (Dan Laustsen), Figurino (Luis Sequeira) e Direção de Arte (Tamara Deverell e Shane Vieau). O policial é baseado no livro de William Lindsay Gresham, já levado ao cinema em 1947 por Edmund Goulding. O enredo traz um homem assombrado por seu passado tentando recomeçar a vida como ajudante em um circo de atrações bizarras. Ele inicia um número como mentalista, mas acaba usando o novo "dom" para aplicar golpes na cidade grande. O grande elenco conta com Bradley Cooper, Cate Blanchett, Toni Collette, Willem Dafoe, Richard Jenkins, Rooney Mara, Ron Perlman, Mary Steenburgen e David Strathairn.
Sentam-se à mesa conosco neste podcast: Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, e Renné França, professor e crítico de cinema, diretor do filme “Terra e Luz”.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Analisamos "Licorice Pizza", de Paul Thomas Anderson, e "Belfast", de Kenneth Branagh, e como suas histórias são ligadas às memórias de seus diretores.
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa os filmes "Licorice Pizza" (2021), de Paul Thomas Anderson, e "Belfast" (2021), de Kenneth Branagh. Ambos foram indicados ao Oscar 2022 e narram histórias fortemente ligadas às memórias da juventude de seus diretores.
“Licorice Pizza” foi indicado a três estatuetas no Oscar: Melhor Filme, Direção e Roteiro Original. O longa acompanha o florescer de um romance entre dois jovens, na Califórnia dos anos 70: Gary, um rapaz que vive de empreendimentos aleatórios enquanto tenta realizar o sonho de ser ator, e Alana, uma moça dez anos mais velha que ainda tenta encontrar seu caminho na vida adulta. Eles são interpretados pelos estreantes Cooper Hoffman (filho do saudoso ator Philip Seymour Hoffman) e Alana Haim (cantora e compositora do trio Haim). O elenco ainda traz Bradley Cooper, Sean Penn, Tom Waits e Maya Rudolph.
Já "Belfast" concorre a sete estatuetas: Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Ator Coadjuvante (Ciarán Hinds), Atriz Coadjuvante (Judi Dench), Som e Canção Original ("Down to Joy", de Van Morrison). O drama se passa na capital irlandesa, em 1969, quando o conflito entre católicos e protestantes obriga o pai de uma família a tomar decisões que irão impactar a infância de Buddy (o estreante Jude Hill). A convulsão social e as mudanças culturais da época são testemunhadas pelo olhar do garoto. O elenco também conta com Jamie Dornan e Caitriona Balfe.
Sentam-se à mesa conosco neste podcast: Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, e Renné França, professor e crítico de cinema, diretor do filme “Terra e Luz”.
O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia.
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Discutimos mais dois filmes indicados ao Oscar 2022: os dramas familiares "No Ritmo do Coração" e "King Richard: Criando Campeãs".
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa mais dois filmes indicados ao Oscar 2022: os dramas familiares "No Ritmo do Coração" (CODA, 2021), dirigido por Sian Heder e estrelado por Emilia Jones, Marlee Matlin e Troy Kotsur; e "King Richard: Criando Campeãs" (King Richard, 2021), dirigido por Reinaldo Marcus Green e protagonizado por Will Smith.
“No Ritmo do Coração” foi indicado a três estatuetas no Oscar: Melhor Filme, Roteiro Adaptado e Ator Coadjuvante (Troy Kotsur, primeiro homem surdo indicado a um Oscar de atuação). O longa é uma refilmagem da produção francesa "A Família Bélier" (2014) e acompanha uma jovem que se vê em um impasse quando tem a oportunidade de mudar de cidade para estudar canto. Para isso, ela terá que deixar seus pais e o irmão mais velho, que são surdos e contam com a ajuda da caçula da família como intérprete.
Já "King Richard: Criando Campeãs" concorre a seis estatuetas: Melhor Filme, Roteiro Original (Zach Baylin), Ator (Will Smith), Atriz Coadjuvante (Aunjanue Ellis), Montagem (Pamela Martin) e e Canção Original ("Be Alive", de Beyoncé e Dixson). A cinebiografia retrata o início da trajetória das irmãs tenistas Venus e Serena Williams (interpretadas por Saniyya Sidney e Demi Singleton) pelo ponto de vista do pai delas, Richard Williams, que enfrentou preconceitos e usou de muita disciplina e persistência para colocar as filhas nas quadras.
Sentam-se à mesa conosco neste podcast: Larissa Vasconcelos, jornalista e redatora do cinematório, e Karina Amélia, jornalista e uma das criadoras das Shoshannas.
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Em discussão, a sátira social e política do filme "Não Olhe Para Cima", dirigido por Adam McKey e estrelado por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence.
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa o filme "Não Olhe Para Cima" (Don't Look Up, 2021), dirigido por Adam McKay e estrelado por Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Rob Morgan, Meryl Streep, Jonah Hill, Mark Rylance e Cate Blanchett. Indicado ao Oscar 2022 e disponível na Netflix, o longa é uma sátira social e política que critica o negacionismo em relação à crise climática (mas poderia muito bem ser a pandemia) utilizando como metáfora um cometa destruidor de planetas. O grande elenco ainda traz Timothée Chalamet, Tyler Perry, Ron Perlman e Ariana Grande.
“Não Olhe Para Cima” foi indicado a quatro estatuetas no Oscar: Melhor Filme, Roteiro Original (Adam McKay), Montagem (Hank Corwin) e Trilha Sonora Original (Nicholas Britell).
Sentam-se à mesa conosco neste podcast: Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, Renné França, professor e crítico de cinema, diretor do filme "Terra e Luz", e Larissa Vasconcelos, jornalista e redatora do cinematório.
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Analisamos a releitura de ícones e códigos do western no filme "Ataque dos Cães", dirigido por Jane Campion e grande destaque do Oscar 2022.
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa o filme "Ataque dos Cães" (The Power of the Dog, 2021), dirigido por Jane Campion e grande destaque do Oscar 2022. O título deste episódio é uma referência ao livro da cientista política e filósofa francesa Olivia Gazalé, "Le Mythe de la Virilité", cujo tema é um dos pontos centrais de discussão sobre o longa-metragem lançado pela Netflix e estrelado por Benedict Cumberbatch, Kodi Smit-Mcphee, Kirsten Dunst e Jesse Plemons.
Baseado no livro de Thomas Savage, "Ataque dos Cães" é situado nos anos 1920, em Montana, Estados Unidos, onde um vaqueiro guarda um segredo sobre seu passado. A narrativa se desenvolve nas relações psicologicamente tensas e abusivas entre ele e os membros de sua família: o irmão mais novo, a cunhada recém-chegada e o jovem filho dela.
“Ataque dos Cães” foi indicado a 12 estatuetas no Oscar: Melhor Filme, Direção (Jane Campion), Roteiro Adaptado (Jane Campion), Ator Principal (Benedict Cumberbatch), Ator Coadjuvante (duas vezes, com Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee), Atriz Coadjuvante (Kirsten Dunst), Fotografia (Ari Wegner), Montagem (Peter Sciberras), Design de Produção (Grant Major e Amber Richards), Som (Richard Flynn, Robert Mackenzie e Tara Webb) e Trilha Sonora Original (Jonny Greenwood).
Sentam-se à mesa conosco neste podcast: Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, Renné França, professor e crítico de cinema, diretor do filme "Terra e Luz", e Daniel Oliveira, jornalista e crítico do Pílula Pop.
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Analisamos "Matrix Resurrections", uma continuação metalinguística que questiona a realidade da própria franquia e da indústria do entretenimento, além de atualizar reflexões sobre o nosso cotidiano digital.
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Nesta edição, o podcast cinematório café analisa o filme "Matrix Resurrections" (2021), dirigido por Lana Wachowski. O quarto longa-metragem da franquia traz Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss de volta nos papéis de Neo e Trinity, e apresenta novos personagens.
Neste episódio, nós também fazemos uso da metalinguagem: retomamos trechos do nosso podcast Em Foco sobre a trilogia "Matrix" para discutir quais temas e aspectos dos filmes anteriores reverberam e são ressignificados em "Matrix Resurrections".
Sim, o buraco do coelho ficou ainda mais profundo. Escolha entre as pílulas azul e vermelha e viaje na nossa conversa.
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Como Peter Jackson muda nossa perspectiva sobre o último show dos Beatles? Analisamos a estrutura narrativa do roteiro e o uso da metalinguagem na minissérie.
Nesta edição, o podcast cinematório café analisa a minissérie documental "The Beatles: Get Back" (2021), dirigida por Peter Jackson, que mostra os bastidores da gravação do disco "Let It Be" e da última apresentação ao vivo dos Beatles: o inesquecível show no topo do prédio da Apple Corps, em Londres, em janeiro de 1969.
Disponível na plataforma Disney+ e dividida em três partes que totalizam quase 8 horas de duração, “The Beatles: Get Back” é um prato cheio para os fãs da banda. Criada inteiramente a partir de filmagens restauradas até então inéditas ao grande público, a produção proporciona um olhar íntimo sobre o processo criativo e o relacionamento entre John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr em um momento crucial de suas carreiras.
Dirigida pelo cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”), “The Beatles: Get Back” foi compilada a partir de mais de 150 horas de áudio e quase 60 horas de filmagens -- conduzidas ao longo de janeiro de 1969 pelo diretor Michael Lindsay-Hogg e editadas originalmente por ele no clássico documentário "Let It Be" (1970).
No podcast, nós analisamos como Jackson mudou a perspectiva que se tinha até então sobre aquele período, quando os Beatles estavam próximos de acabar com a banda. Também comentamos a estrutura narrativa do roteiro e o uso da metalinguagem, e destacamos os momentos mais marcantes que mostram os músicos criando alguns de seus maiores sucessos, incluindo "Get Back", "Let It Be", "I've Got a Feeling" e "The Long and Winding Road".
Quem se senta à mesa conosco para falar sobre "The Beatles: Get Back" são Paulo Henrique Fontenelle, diretor dos documentários “Loki – Arnaldo Baptista”, “Cássia” e “Dossiê Jango”, e Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG.
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Prepare-se para fazer contato imediato e aperte o play para revisitar "Marte Ataca!", a comédia sci-fi de Tim Burton que satiriza Hollywood e os EUA no melhor estilo filme B!
Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:
00:00:00 - Introdução
00:12:50 - Memória Afetiva: relembramos quando vimos o filme pela primeira vez e discutimos seu impacto ontem e hoje
00:48:04 - Deu Tilt: os aspectos que ficaram datados e as cenas que não funcionam mais
01:03:29 - Supra Sumo: nossas cenas favoritas
01:12:11 - Por Onde Anda: saiba o que os atores principais estão fazendo hoje em dia
01:43:05 - Música de Encerramento
Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1996 e revisitamos "Marte Ataca!" (Mars Attacks!), comédia sci-fi dirigida por Tim Burton e estrelada por Jack Nicholson, Sarah Jessica Parker, Michael J. Fox, Glenn Close e grande elenco.
Satirizando ficções científicas e filmes-catástrofe, "Marte Ataca!" imagina, com muito sarcasmo, como a sociedade e o governo dos Estados Unidos lidariam com uma invasão marciana. O longa foi realizado por Tim Burton logo após "Ed Wood" e traz toda a inspiração do cineasta no universo dos filmes B.
Fazendo graça também com a própria Hollywood e consigo mesmo, o diretor escalou ainda para o elenco: Annette Bening, Natalie Portman, Pierce Brosnan, Pam Grier, Jim Brown, Lukas Haas, Danny DeVito, Martin Short, Rod Steiger, Tom Jones, Jack Black e Sylvia Sidney.
No programa, nós relembramos as cenas que são o "supra sumo" do filme, apontamos o que "deu tilt" e descobrimos por onde andam os principais integrantes do elenco.
O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. Quer mandar um recado? Escreva para [email protected].
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