Clube das Lobas

Clube das Lobas

By Patrícia PhoenixArtsBooks
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Clube das Lobas episodes

  • #10 As Águas Claras: o sustento da vida criativa. Introdução
    "A criatividade não é um movimento solitário. Nisso reside seu poder. O que quer que seja tocado por ela e quem quer que a ouça, que a veja, que a sinta, que a conheça serão alimentados. É por isso que a observação da ideia, da imagem, da palavra criadora de outra pessoa, nos preenche e nos inspira para o nosso próprio trabalho criativo."
    14 min
  • A 8a Tarefa da Vasalisa: de pé nas quatro patas - #3 Farejando os fatos
    Este episódio é uma homenagem selvagem ao dias das mães. Trata da transmissão matrilinear, o momento de transmissão da força selvagem das ancestrais, processo que ocorre na psique feminina, convocando uma mulher a assumir seu poder. Vasilsa "tendo recebido o legado das mães - a intuição do lado humano de sua natureza e um conhecimento selvagem do lado da psique ligado a La Que Sabe - ela está bem preparada. Segue adiante na vida, com os pés firmes, um atrás do outro, como uma mulher. Ela aglutinou todo o seu poder e agora vê o mundo e sua vida através desse novo enfoque. Vejamos o que acontece quando a mulher se comporta desse modo."
    13 min
  • O confronto com o "numinoso": quando a intuição avisa: "não pergunte mais, apenas se vá".
    Você já se viu numa situação de encruzilhada, em que apenas sabe que não pode seguir, que não adianta perguntar o porquê, que você não saberá desvendar o mistério de passar por aquilo ou não ter aquilo? Pois bem, você tocou no numinoso e, assim como a Vasalisa, você intui que não deve mais perguntar para querer entender o mistério. Sabe que é momento de sair daquela situação, você já tem o calor e a iluminação que foi buscar. Não sabe o que será depois, apenas sabe que é o ponto de basta. Se você já viveu isto ou está vivendo, mas ainda não tem coragem de seguir adiante, vem comigo neste episódio...
    12 min
  • A 5a tarefa da Vasalisa: Servir o não racional. #3 Farejando os fatos
    "Os ciclos das mulheres de acordo com as tarefas da Vasalisa são os seguintes: limpar nosso pensamento, renovando nossos valores com regularidade; eliminar da nossa psique as insignificâncias, varrê-las, purificar nossos estados de pensamento e sentimento com regularidade. Acender a fogueira criativa e cozinhar ideias num ritmo sistemático e especialmente cozinhar muito para alimentar o relacionamento entre nós mesmos e a natureza selvagem."
    18 min
  • A 4a tarefa da Vasalisa: Encarar a megera selvagem (#3 Farejando os fatos)
    Você é o tipo de mulher "boa demais"? O tipo que suporta tudo com medo de desagradar e se tornar "desnecessária"? Mas você quer se tornar uma mulher forte, uma mulher selvagem? Então, a 4a. tarefa desempenhanda pela Vasalisa vem bem a calhar. Você precisa encarar a megera selvagem (a Baba Yaga) para aprender o que significa ser forte. ;)
    14 min
  • La Loba e o Espaço entre os Mundos #1 O uivo: a Ressurreição da Mulher Selvagem (parte final)
    Uau! Este longo episódio do Clube das Lobas é também o mais profundo, rico e simbólico. Esta parte do #1 é onde podemos encontrar a melhor tradução do significado de "arquétipo da Mulher Selvagem" e de "arquétipo da vida-morte-vida". Estamos falando de algo morto que renasce de uma mulher, La Loba, que canta sobre os ossos de algo que morreu na nossa psique. Clarissa Pinkola Estés assemelha La Loba ao Cristo e a Isis em suas funções de trazer à vida algo ou alguém que está no mundos dos mortos. Este é o trabalho da Psicanálise: recolher ossos, curar, trazer à vida algo perdido. O espaço entre o mundo da vida e da morte, o inconsciente, que pode ser, para Jung, o coletivo, é o lugar de La Loba. É lá que nos encontramos com ela quando estamos perdidas, enlutadas, feridas, mortas no sentido metafórico. É neste deserto entre os mundos que ressuscitaremos através de um processo de autoconhecimento, que pode ser acessado pela oração, pela psicanálise, pela terapia, pela arte (pintura, escultura, dança, canto, escrita...) pelo tarô, pelo I Ching... como nos diz Clarissa Pinkola Estés. Para ter acesso a isto é preciso atravessar os "501 Km" de deserto em busca da "flor vermelha" do cacto. Em busca de quem somos, de quem nos tornaremos sempre após nossas mortes simbólicas, após La Loba ter cantado sobre nossos ossos.
    30 min

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