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  • "Super quarta" tem decisões do BC e Fed; na política, Senado elege novo presidente
    Uma "super quarta" não poderia ser mais "super" do que esta.
    O apelido, que marca a coincidência na decisão sobre os juros dos bancos centrais daqui e dos Estados Unidos, fica mais "super" com a posse do novo Congresso Nacional e, principalmente, a eleição para a presidência do Senado Federal, marcada pela disputa entre o candidato à reeleição, Rodrigo Pacheco (PSD), e Rogério Marinho (PL-RN), da ala bolsonarista.
    Do lado da economia, o Comitê de Política Monetária (Copom) tem a missão de lidar com o processo inflacionário e com todo tipo de ruído que tem vindo no caminho. Os mais barulhentos têm vindo do Palácio do Planalto e da Esplanada dos Ministérios -- dia sim, dia também, tem alguém de lá atacando o patamar da taxa Selic em 13,75% a.a.
    Além de garantir a queda da inflação, o BC de Roberto Campos Neto terá de aparecer com uma barricada institucional, tendo em vista a situação esdrúxula imposta: mesmo prevista em lei, vê sua independência sendo contestada pelo novo governo.
    A dúvida é se a comunicação vai dar conta de convencer a sociedade e os mercados que esta lei vai pegar no Brasil. Campos Neto precisa encontrar um tom certo para proteger sua credibilidade e, ao mesmo tempo, não vazar para a política -- uma contaminação indesejável para qualquer banqueiro central, ainda mais o nosso.
    No episódio desta quarta, o CNN Money ainda se volta às expectativas para a decisão do Federal Reserve System (Fed, o BC dos EUA), que já mexe com os mercados, e para a posse do novo Congresso Nacional.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    24 min
  • Em sinal de unidade, equipe econômica toma café com banqueiros na Febraban
    Depois de receber a visita de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), e atravessar a Avenida Paulista para encontrar empresários da indústria na Fiesp, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estará na Faria Lima nesta terça-feira (31) com os maiores banqueiros do país.
    E não estará sozinho. Junto dele, Simone Tebet, do Planejamento, Esther Dweck, da Gestão, Carlos Fávaro, da Agricultura, e Aloizio Mercadante, do BNDES, estarão no café da manhã na sede da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo.
    Não é coincidência de agenda, é estratégia -- e uma boa estratégia, como dito por executivos do setor financeiro à âncora do CNN Money, Thais Herédia.
    A presença dos ministros demonstra prestígio e esforço de firmar pontes e diálogos com agentes econômicos. E logo com banqueiros, tão criticados por dirigentes petistas, a começar pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
    É a segunda vez que Haddad vai à sede da Febraban em poucos meses. Em novembro do ano passado, o ex-prefeito de São Paulo nem era confirmado como ministro ainda, mas já falava como tal, e, diante dos representantes da Febraban, se comprometeu com responsabilidade fiscal e reforma tributária.
    Agora, a expectativa é por uma demonstração de unidade de propósito entre os fortes da equipe econômica. Não é segredo que há divergências entre eles, o que reforça o gesto num ambiente que não esconde mau-humor com as bravatas políticas do PT.
    O espírito geral dos dois lados é de ouvidos abertos, colaboração e consonância sobre as prioridades do país.
    No episódio desta terça, o CNN Money se volta aos temas que devem ser tratados nesse encontro -- entre eles, a reforma tributária --, e as perspectivas dos mercados quanto à economia global, considerando previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e as decisões de juros dos principais BCs do mundo.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    21 min
  • Decisões de juros pautam "Super Semana", com expectativa de recados do BC a Lula
    Indicadores econômicos, balanços empresariais e decisões dos principais bancos centrais do Ocidente.
    Essa é a agenda desta "super semana", com os mercados de olho, principalmente, nas decisões de política monetária diante de uma possível recessão global.
    Entram na conta o Federal Reserve System (Fed, banco central dos Estados Unidos), Banco da Inglaterra (BoE) e Banco Central Europeu (BCE), além do BC brasileiro -- alvo dos holofotes desde a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência pela terceira vez.
    Depois de quase um mês ouvindo reclamações e críticas, chegou a vez do BC falar. A primeira reunião de política monetária do ano nesta segunda-feira (30), com um BC independente em um governo Lula, atrai atenção não só pela decisão da taxa de juros, que deve ficar em 13,75% a.a., mas pelos recados que o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, vai passar à gestão petista.
    Para não perder o caráter institucional, o BC deve expressar preocupação com decisões arriscadas sobre gastos públicos e debates fora de propósito, que atrapalham a derrubada da inflação e, portanto, dos juros.
    Entre os alvos do Comitê de Política Monetária, pode estar a volta dos bancos públicos como indutores de crescimento, não só do Brasil, mas dos países vizinhos da América Latina. Questionar a credibilidade do BC ou do sistema de metas da inflação também deve aparecer como fonte de risco para a economia.
    Mesmo abusando do "economês", Campos Neto precisa mostra que não se intimida com discurso político. Esse vai ser o grande teste do BC independente na troca de governo.
    Lá fora, o desafio começa a mudar de cara, de combate à maior inflação em décadas ao risco de recessão nos países ricos.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    21 min
  • Crise da Americanas escala com suspeitas de fraude; Petrobras espera indicados de Prates
    Duas empresas distintas têm atraído atenção -- e preocupação -- no Brasil e no exterior.
    A gigante varejista Americanas não é mais apenas uma história mal contada de um rombo financeiro. O caso subiu algumas escalas com bancos querendo provar que houve fraude na gestão da companhia.
    A pedido do Bradesco, a Justiça determinou busca e apreensão de e-mails de executivos dos últimos dez anos. A ação do banco -- o maior credor da Americanas -- procura respostas que todos os credores, acionistas e clientes querem: os bilionários, donos da varejista e ícones do capitalismo, sabiam dessa "contabilidade criativa" adotada há anos? Eles serão responsabilizados pelo prejuízo?
    A outra empresa é a Petrobras. O senador petista Jean Paul Prates é o novo presidente da estatal e chega sob uma enorme desconfiança sobre seus planos e o grau de interferência política que a companhia voltará a ter no governo PT.
    Acionistas locais e estrangeiros não esqueceram os escândalos de corrupção da gestão petista, nem os rombos bilionários causados pela ingerência na Petrobras, que chegou a ter a maior dívida corporativa do mundo.
    Os dois casos são emblemáticos sobre as escolhas que o Brasil fez e fará para fomentar um ambiente confiável que incentiva o mercado de capitais e o investimento em setores importantes, a exemplo de varejo e energia.
    No episódio desta sexta-feira (27), o CNN Money avalia os últimos capítulos do caso Americanas e das expectativas sobre a Petrobras. Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    26 min
  • Dólar tem menor cotação em quase 3 meses e reflete interesse estrangeiro no país
    Se o ruído político não estivesse tão alto no Brasil, será que o dólar já poderia estar abaixo dos R$ 5?
    Atualmente em R$ 5,08, na menor cotação em quase três meses, a moeda norte-americana em queda gera essa indagação que agora corre no mercado. A resposta é: depende de quem responde.
    Para os estrangeiros, o Brasil é a bola da vez entre os emergentes -- até por se tratar do país com o maior juro real do planeta, com a Selic em 13,75% a.a. A situação melhora ainda mais se os juros nos Estados Unidos não subirem muito mais, como é o cenário previsto agora.
    Isso é relevante, mas não é só.
    O país tem a faca, o queijo e até a goiabada na mão para liderar uma onda de investimentos em energia limpa e de redistribuição da cadeia produtiva global. Os gringos acreditam nisso, mesmo considerando o rol de reformas necessárias e o equilíbrio fiscal, também crucial para o Brasil.
    Os investidores locais, por outro lado, respondem mais com o fígado, e penam acompanhando o viés passadista do novo governo.
    O que separa os dois grupos é a preferência política, que, aqui, nunca foi por Lula.
    Na bolsa, os estrangeiros entram e os brasileiros saem. Agora, a contenda está na moeda norte-americana. Se o dólar cair para menos de R$ 5, vence o benefício da dúvida de que o Brasil vai passar bem pelo ano em que o mundo vai entrar em recessão.
    No episódio desta quinta-feira (26), o CNN Money reflete as agendas do mercado, e também se volta à posse de Aloizio Mercadante no BNDES e a de Jean Paul Prates na Petrobras. O podcast também traz um estudo inédito da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre uma categoria que cresceu muito no país nos últimos anos: a do trabalhador por conta própria. 
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    21 min
  • IPCA-15 atesta resistência da inflação; Big Techs enfrentam demissões em massa
    Sem nenhum discurso ou ideia inquietante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a última terça-feira (25) foi dia de olhar com mais atenção para o que está acontecendo com a inflação brasileira.
    Em alta de 0,55% na primeira quinzena de janeiro, o IPCA-15, considerado a prévia oficial da inflação do país, deixou claro que ninguém mais duvida que está em curso uma desancoragem de expectativas para o comportamento do indicador ao longo dos próximos meses, e que todos os dados à mesa atestam que o atual processo inflacionário está mais enraizado, espalhado e, portanto, mais resistente.
    Banqueiros centrais sabem que a inflação mais tinhosa de abaixar é aquela que não dispara, nem cai, mas se alimenta de ajustes e incertezas ao longo do caminho -- dois itens que não faltam na agenda econômica brasileira.
    O debate sobre a mudança na meta da inflação que o governo quer fazer, assumindo um pedaço da política monetária que não é de sua alçada, foi adiado, pelo menos na prática. A data prevista para definir o alvo do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central é junho, e antecipar o calendário pode ser uma provocação além da conta à previsibilidade mínima sobre o mandato do BC.
    Diante desse quadro, a taxa Selic deve permanecer onde está, no elevado patamar atual de 13,75% a.a., por mais tempo.
    No episódio desta quarta-feira (25), o CNN Money passa pelo rol de riscos e eventos que podem dificultar a queda da inflação, além do que está acontecendo com as Big Techs internacionais, que fazem demissões em massa, perdem bilhões no mercado e preocupam até investidores brasileiros, que direcionaram capital às empresas mais bem consolidadas do mundo da tecnologia.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    21 min
  • Lula cria novo ruído com volta do BNDES a posto de financiador de países vizinhos
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer colocar o pobre brasileiro e os amigos estrangeiros no Orçamento federal.
    Depois de esclarecer a confusão -- ou tentar -- sobre uma suposta moeda comum, o presidente arranjou um novo ruído para colocar no lugar: a volta do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como indutor do crescimento em outros países.
    Da Argentina em sua primeira viagem internacional do terceiro mandato, e acreditando no ditado que diz que "brasileiro tem memória curta", Lula refaz a aposta na engenharia brasileira executada nos países vizinhos como fonte de crescimento da nossa economia.
    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), continua no esforço de ser uma tecla "SAP" do que diz o presidente. O ex-prefeito de São Paulo legitimou o debate sobre um ajuste da meta de inflação com "tranquilidade", e, sobre as medidas anunciadas em Buenos Aires, Haddad garantiu que "dessa vez vai ser diferente", já que os bancos públicos vão financiar os importadores argentinos e obras no exterior com garantias reais de um país em crise aguda,
    Não demora, e a equipe econômica vai precisar de uma secretaria do garantir -- alguém que arrume dinheiro o suficiente para resolver os problemas do Brasil e dos parceiros externos eleitos por Lula.
    No episódio desta terça-feira (24), o CNN Money traz ainda um levantamento da analista de economia Raquel Landim, que mostra que o Brasil ainda tem alguns bilhões de reais a receber de operações do BNDES feitas com países latinos durante os mandatos petistas, e a desancoragem das expectativas para o IPCA-15, divulgado ainda nesta manhã.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    20 min
  • Lula viaja à Argentina em meio a ruídos sobre moeda comum
    "Países não têm amigos, têm interesses." A máxima, que baliza a relações internacionais há décadas, nunca foi marca do governo petista e, ao que tudo indica, não será no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente está na Argentina, na primeira viagem internacional de seu governo. A chegada acontece sob forte ruído sobre uma intenção de criar uma moeda comum entre os dois países, que têm uma forte relação comercial. Enquanto os argentinos liam um artigo defendendo a ideia, assinado por Lula e o presidente Alberto Fernández em um jornal local, os interlocutores do governo brasileiro tentavam dispersar a boataria, como quem diz: "Focinho de porco não é tomada." Segundo disserem analistas à âncora do CNN Money, Thais Herédia, ninguém quer criar um euro latino. É um projeto de longo prazo, a semente de um instrumento que pode fortalecer e aumentar a eficiência comefcial entre os dois países. A ideia peca pela falta das premissas básicas para o debate: a Argentina não tem nem moeda, nem fundamento fiscal, para ser uma contraparte estável para o Brasil, sem falar no timing, que sinaliza dispersão das prioridades daqui do Brasil. Entre elas, assegurar a credibilidade do Banco Central depois da confusão armada pelo próprio governo sobre a meta de inflação, que também nem deveria estar na agenda nacional. No episódio desta segunda-feira (23), o CNN Money trata dos riscos da criação de uma moeda comum entre Brasil e Argentina, além do comportamento dos mercados internacionais e o novo capítulo da crise da Americanas. Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    25 min
  • BC rebate críticas de Lula com diplomacia; Americanas entra em recuperação judicial
    Foi com diplomacia e institucionalidade que o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, respondeu às provocações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a independência da autarquia e o patamar da meta de inflação. Sem deixar de ser categórico, disse: "A independência do BC foi aprovada pelo Congresso e chancelada pelo STF." Depois de acesa a fogueira dentro de casa, o ministro que cuida das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), apareceu como um bombeiro nas redes sociais e disse: "Não há nenhuma predisposição por parte do governo de fazer qualquer mudança na relação com o Banco Central." Lula pode empolgar com discursos e gastar capital político à toa, mas não joga palavra, e nem ideia, fora. Ele pode, sim, alterar a rota da política monetária aumentando a meta de inflação, inclusive como fez a ex-presidente Dilma Rousseff. É difícil acreditar, porém, que o presidente não entenda que estará quebrando o termômetro apenas porque não gosta da temperatura que ele marca. Em resposta, Campos Neto sinalizou que o BC independente vai continuar buscando a estabilidade da moeda por meio de um diagnóstico realista, mesmo que em um ambiente mais volátil.  No episódio desta sexta-feira (20), o CNN Money ainda se volta ao escândalo da Americanas, que teve o pedido de recuperação judicial aprovado na véspera, e a greve geral na França contra a reforma da Previdência, sugerida pelo presidente Emmanuel Macron.  Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    20 min
  • Em fala sobre inflação e juros, Lula ressuscita um dos maiores equívocos do PT
    O Brasil está diante de um dilema que parecia estar superado: conviver com um pouco mais de inflação para ter mais crescimento.
    O debate ressurge a partir do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quando, em entrevista na noite da última quarta-feira (18) ao canal GloboNews, questionou a independência do Banco Central (BC), o atual patamar da taxa Selic e a meta de inflação abaixo de 4,5%, "como era no nosso tempo".
    Lula traz de volta à tona um dos maiores equívocos do último mandato do PT, ainda sob gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Na época, o BC não tinha qualquer independência e aceitou que o pais convivesse com uma inflação bem mais alta que os ditos 4,5%, que, aliás, só não foi porque houve controle de preços. Deu no que deu.
    Ao revelar o desejo de mudar a meta de inflação, o presidente Lula corrobora um receio que já rondava: como ele não consegue interferir no BC e não demonstra convicção sobre a responsabilidade fiscal, o governo pode mudar a meta do IPCA -- indicador que mede a inflação oficial do país -- da casa dos 3%, onde está hoje.
    A inflação que a autarquia combate, hoje, ainda é fruto dos choques da pandemia, combinados à gastança desenfreada dos último dois anos de Jair Bolsonaro (PL) na cadeira presidencial. A lógica seria combater as causas e, assim, tirar o país da fragilidade fiscal. Não parece ser essa a determinação do presidente.
    No episódio desta quinta-feira (19), o CNN Money ainda traz o debate em torno do aumento do salário mínimo, assuntado pelo presidente Lula e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nos últimos dias.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    23 min

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