CNN Money

CNN Money

By CNN BrasilNewsBusiness News
Download on the App Store

CNN Money episodes

  • Dados do PIB trazem preocupação com futuro; Prates chama PPI de "abstração"
    Em uma semana de divulgação do PIB do Brasil, que fechou em alta de 2,9% em 2022, olhar no retrovisor traz uma preocupação com o futuro.
    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na última quinta-feira (2) que o desafio da pasta é reverter a desaceleração da economia -- que, para ele, acontece por causa do atual patamar da taxa de juros.
    Na outra ponta, a Fazenda afirmou que pretende concluir o novo arcabouço fiscal ainda nesta semana, para depois apresentar ao Ministério do Planejamento e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em entrevista a jornalistas, Haddad chegou a mencionar que é possível que a proposta seja entregue antes da reunião do Comitê de Política Monetária, prevista para 21 e 22 de março.
    Olhando para a Petrobras, o presidente da estatal, Jean Paul Prates, disse em entrevista coletiva na quinta que o Preço de Paridade Internacional (PPI) "não é o único parâmetro na hora de definir o preço". A autoridade afirmou que não vai descumprir a regra, mas que outras referências podem ser usadas pela Petrobras.
    Trocando por miúdos, basicamente disse que a estatal definirá os preços "como achar melhor", e chamou o PPI de "abstração".
    No episódio desta sexta-feira (3), o CNN Money ainda se volta à expansão da atividade da China nos últimos meses após o fim da política Covid-zero, ao mesmo tempo em que a economia dos Estados Unidos tensiona em torno de temores de elevação da taxa de juros após dados de inflação.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    10 min
  • Mercado volta atenções para divulgação do PIB de 2022; Petrobras tem lucro recorde
    A quinta-feira (2) começa com os olhos do mercado voltados para o desempenho do PIB nacional do quarto trimestre de 2022 e o resultado anual consolidado.
    No começo do ano passado, as projeções falavam em crescimento anual próximo do zero. Agora, a expectativa é que fique na faixa dos 3%.
    Um olhar mais atento aos últimos desempenhos trimestrais, porém, mostra que uma tendência de desaceleração da economia, também com chances de recessão técnica, pode estar se desenhando.
    Enquanto os dados não saem, o mercado segue tentando digerir as recentes mudanças envolvendo a Petrobras, em especial a sugestão do Conselho de Administração da estatal de criar uma "reserva estatuária" -- uma espécie de nova política de dividendos que reteria parte da remuneração dos acionistas, mas que ainda precisa ser aprovada.
    A companhia registrou o melhor resultado financeiro da história no último ano, segundo balanço divulgado na quarta-feira (1.º). O lucro líquido da Petrobras ficou na casa dos R$ 200 bilhões, marcando um salto de 77% em relação a 2021.
    O desempenho da estatal, porém, foi alvo de críticas da presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, que defendeu no Twitter que a distribuição de dividendos da empresa é "indecente".
    No episódio desta quinta, o CNN Money também se volta à omissão da diretoria da Americanas sobre operações que podem ter causado o rombo milionário na empresa, segundo informado por uma auditoria interna.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    9 min
  • Impostos sobre combustíveis voltam a incidir nesta quarta; Haddad desagrada petrolíferas
    Nesta quarta-feira (1.º), começa a valer oficialmente a reoneração dos combustíveis -- ou seja, já podem ser cobrados os impostos federais sobre a gasolina, em R$ 0,47 por litro, e o etanol, em R$ 0,02.
    A questão é que, na terça-feira (28), a Petrobras anunciou a redução de R$ 0,13 da gasolina. Com esse desconto, o saldo líquido deve ser de R$ 0,34 por litro.
    Mas, essa recomposição é parcial, e, segundo o Ministério da Fazenda, não será o suficiente para chegar à arrecadação total dos impostos sobre os combustíveis, prevista em R$ 28 bilhões neste ano.
    Diante do imbróglio, a Fazenda decidiu taxar a exportação do petróleo em 9,2%, com previsão para durar quatro meses até a recomposição total de PIS/Cofins, segundo o ministro Fernando Haddad. Depois disso, caberá ao Congresso definir a continuidade, ou não, da nova taxação.
    A indústria do petróleo, porém, não recebeu a notícia bem. Segundo apuração da CNN, a novidade muda a rentabilidade de diversos projetos para empresas do setor e coloca em risco a continuidade da exploração. As petrolíferas, além disso, entendem que essa medida pode causar instabilidade no mercado de petróleo e falam até mesmo em quebra de contrato.
    Uma fonte da indústria lembrou que a medida está longe de afetar só a Petrobras ou as grandes multinacionais, que operam em campos de petróleo no Brasil: o país tem cerca de 40 produtores independentes, e a indústria ao todo gera mais de 45 mil empregos diretos.
    No episódio desta quarta-feira (1.º), o CNN Money ainda destaca a cobrança direta por parte de Haddad ao Banco Central (BC) para abaixar os juros. O ministro chegou a dizer que fez a "lição de casa" no fiscal e espera, agora, a redução da Selic.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    18 min
  • Haddad confirma volta de impostos sobre combustíveis; Petrobras age em paralelo
    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), confirmou que os impostos federais sobre os combustíveis voltarão a ser cobrados.
    O anúncio ainda não foi feito de forma oficial, e não há muitos detalhes sobre como a reoneração vai ser feita. O que se sabe até agora é que a gasolina será mais tributada que o etanol, em aceno à transição energética de combustíveis fósseis para renováveis, de menor impacto no meio ambiente.
    Haddad deixou claro que, mesmo que a cobrança seja feita de forma diferente sobre cada combustível, os R$ 28 bilhões previstos da arrecadação serão mantidos em 2023.
    Isso não quer dizer, porém, que só a ala econômica está sendo contemplada nesta decisão: existe uma preocupação política, e o governo espera uma queda no preço da gasolina pelas refinarias da Petrobras já nos próximos dias, em paralelo à reoneração.
    O objetivo final é minimizar o impacto da volta dos impostos. A preocupação do governo, agora, é não transparecer qualquer tentativa de interferência política na Petrobras e deixar claro que esse movimento já estava previsto.
    Para o ministro da Fazenda, há "um colchão" que permite diminuir ou elevar os valores. Interlocutores da Petrobras ouvidos pela CNN, porém, garantem que esse colchão não existe e que, se forem feitas mudanças, respeitarão a política atual.
    Nesta terça-feira (28), o mercado também fica de olho na taxa de desemprego da PNAD, que será divulgada às 9h pelo IBGE, e a resolução da União Europeia e do Reino Unido sobre o Brexit.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    12 min
  • Discussão sobre desoneração de combustíveis abre semana agitada na agenda econômica
    A semana começa com a necessidade de decisões importantes por parte do governo federal -- a começar pela desoneração de impostos sobre os combustíveis.
    A medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao tomar posse no dia 1.º de janeiro deste ano, vence amanhã (28), o que significa que os tributos sobre a gasolina e o etanol devem voltar a ser cobrados já em 1.º de março.
    Para esta segunda-feira (27), está prevista uma reunião entre Lula, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, e os ministros Fernando Haddad e Rui Costa. A decisão sobre a prorrogação -- ou não -- da isenção de impostos sobre os combustíveis marca um dos maiores dilemas para o governo federal até agora.
    Se, por um lado, a ala econômica quer o fim da desoneração, a ala política teme uma queda da popularidade do governo com o provável aumento no valor dos combustíveis. Segundo estimativa da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o preço da gasolina deve subir em R$ 0,69, e do etanol, em R$ 0,24.
    Por outro lado, fontes do Ministério da Fazenda afirmaram à CNN que o impacto previsto aos cofres públicos chega a R$ 30 bilhões ao ano se a medida for mantida -- o que pode comprometer investimentos sociais futuros.
    As atenções também se voltam para as discussões do grupo de trabalho da reforma tributária. Nesta segunda, a cúpula começa a se reunir para dar início aos trabalhos no Congresso, justamente para aprovar a reforma, prioridade do governo federal.
    E amanhã expira o mandato do diretor de política monetária do Banco Central, Bruno Serra, e Lula já foi alertado por interlocutores do Palácio do Planalto e do Congresso de que a escolha precisa ser de alguém pró-mercado.
    Já a quinta-feira guarda a divulgação do PIB do quarto trimestre de 2022.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    15 min
  • Guerra na Ucrânia completa um ano; na Índia, Campos Neto e Haddad almoçam juntos
    A invasão russa da Ucrânia completa um ano nesta sexta-feira (24).
    A guerra provocou centenas de milhares de mortos e feridos, milhões de refugiados, uma crise econômica sem precedentes em décadas e rodadas de sanções nunca antes vistas pelo Ocidente à Rússia.
    O conflito ainda parece estar longe do fim. A novidade, agora, é que Brasil e China resolveram entrar em tentativas de negociação de algum acordo de paz entre os países. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viaja ao gigante asiático no final de março, com a ideia de fomentar o que vem chamando de "Clube da Paz".
    A China, importante parceira do Brasil e da Rússia, pode criar pontes em busca de um caminho mais diplomático na solução da guerra.
    Enquanto isso, também do outro lado do mundo, um evento pequeno, mas de simbologia enorme, tomou curso nesta manhã: na Índia, Fernando Haddad e Roberto Campos Neto almoçaram juntos, sozinhos, por mais de 1h30.
    O encontro foi acertado durante a reunião dos ministros de finanças e banqueiros centrais do G-20, conforme apurou a CNN. O almoço não estava agendado, mas seria até natural em um ambiente de fomento a relações institucionais e complementares entre o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central. Não é o caso do Brasil.
    O almoço a dois reforça que ninguém espera uma animosidade entre eles por causa dos ataques do presidente Lula e do PT a Roberto Campos Neto. Ele e Haddad já tinham construído uma boa relação, e imagens do encontro mostram que a convivência entre eles está longe de ser protocolar -- para o bem da economia do país, que precisa de moderação e racionalidade.
    Resta ver se os pactos firmados do outro lado do mundo vão se manter quando os dois voltarem para o Brasil.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    26 min
  • Mercado precifica meta maior de inflação; nos EUA, ata do BC eleva temor de recessão
    O longo prazo importa -- mesmo que o Brasil ainda não tenha aprendido a lidar com ele ou a se preparar para chegar melhor no futuro.
    O imediatismo da política já comprometeu as perspectivas de inflação deste e dos próximos três anos. E o mais preocupante: o aumento das previsões do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até 2026 praticamente não mexeu nas estimativas para os juros.
    Isso quer dizer que uma mudança para cima nas metas de inflação já está dada -- é só uma questão de tempo. Então, se a meta de inflação subir, os juros não precisam acompanhar.
    Se faz sentido ou não rever o objetivo do Banco Central agora, a questão está no que é preciso fazer para que o convívio com uma inflação mais alta seja o mais breve possível -- uma premissa que parece estar sendo empurrada para segundo plano.
    Se prevalecer a canetada e não o dever de casa, ou seja, ajustes no orçamento federal e controle das contas públicas, o Brasil voltará a viver sob o regime "um pouco mais de inflação não faz mal".
    A inflação é um desafio mundial, e, nos Estados Unidos, o Federal Reserve System (Fed, o banco central norte-americano) ainda terá que subir mais os juros para lidar com a maior alta dos preços em 40 anos. Em meio à repercussão da ata da autoridade monetária ontem, um dirigente do Fed lembrou de uma máxima do trabalho dos BCs neste combate: é melhor fazer mais agora do que correr o risco de conviver com uma inflação alta por mais tempo.
    No episódio desta quinta-feira (23), o CNN Money ainda se volta aos impactos possíveis da estratégia do Fed e como isso afeta outros países, inclusive o Brasil.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    27 min
  • Na volta do Carnaval, calendário pressiona governo por agenda econômica assertiva
    O Brasil volta do Carnaval sob o pesadelo da destruição e das mortes no litoral de São Paulo e um ambiente mais alarmista no cenário internacional, com a escalada de tensões entre a Rússia e o restante do mundo.
    Se é verdade que o ano só começa agora, o calendário pressiona por uma agenda mais assertiva do novo governo e do Congresso Nacional, para evitar uma perda mais acentuada do ritmo da economia.
    Os dois primeiros meses do novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já se foram, e boa parte desse período foi perdida com debates atrapalhados e desnecessários -- ao menos na forma. Os ataques ao BC e o voluntarismo sobre os juros e a meta de inflação consumiram tempo demais.
    Para os próximos dias, o governo precisa anunciar os indicados para assumir duas diretorias do Banco Central (BC), cujos mandatos terminam já na próxima semana. O programa de negociação de dívidas, Desenrola, e a medida que ajusta a tabela de isenção do Imposto de Renda também devem ser apresentados.
    Correndo por fora, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas), já começou a discussão sobre a reforma tributária, antes que o governo apresentasse sua própria versão.
    Da outra ponta, a decisão do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), de antecipar a nova regra de controle dos gastos públicos sinaliza que a agenda do governo pode, quem sabe, engatar em um trilho mais eficiente e estável.
    No episódio desta quarta-feira de cinzas (22), o CNN Money ainda trata do ponto de vista de quem tem pressa para ver o país mais equilibrado -- no caso, famílias endividadas e inadimplentes --, e o desempenho das ações do varejo, que perdem em bloco neste ano.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    28 min
  • À CNN, Lula diz que Brasil não tem inflação de demanda; entenda o que puxa preços no país
    "Se eu não posso conversar sobre a taxa de juros, se eu não posso influir para reduzir a taxa de juros, e se eu não posso conversar sobre emprego, então o que eu vou conversar?" A declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), dada com exclusividade à CNN na manhã de ontem, se refere a um diálogo com o atual presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, alvo de críticas do governo petista nos últimos dias sobre o patamar da taxa Selic e da meta de inflação. Nos seus primeiros mandatos, no começo dos anos 2000, Lula conversava -- e reclamava -- com Henrique Meirelles, então mandatário do BC, toda vez que ele subia a taxa de juros. Sem a proteção da lei para a sua autonomia, Meirelles driblava os protestos do presidente e seguia decidindo tecnicamente sobre como lidar com a inflação. Na entrevista exclusiva à âncora da CNN, Daniela Lima, Lula insistiu no diagnóstico de economistas heterodoxos que o assessoram, dizendo que "não há inflação de demanda no país" -- portanto, dentro dessa lógica, o juro básico não precisa nem subir, nem ficar alto demais. No episódio desta sexta-feira (17), o CNN Money recebe o ex-diretor de política econômica do BC, Fabio Kanczuk, para entender qual é a natureza da inflação brasileira e como a autoridade monetária pode combater o processo inflacionário atual. Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    22 min
  • Anúncio de novo arcabouço fiscal para março mata dois coelhos com uma cajadada só
    Depois de um mês e meio de novo governo, o debate do dia deixou de ser os ataques ao Banco Central (BC) e à taxa de juros. Venceu a necessidade de discutir o que realmente interessa para a governança do país: as reformas.
    Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda, tirou a mudança de meta da inflação da frente ao anunciar que a proposta de um novo arcabouço fiscal será apresentada já agora em março. A antecipação foi bem recebida, porque acerta dois alvos de uma única vez.
    O primeiro, e mais óbvio, é aprovar o substituto do teto de gastos -- a tarefa mais urgente do novo governo para assentar a expectativa pelo equilíbrio das contas e da dívida pública.
    O segundo tem um fundamento político: esvaziar a tentativa de Aloizio Mercadante de ser um protagonista no debate fiscal, tendo em vista que o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) se meteu na seara do ministro como quem não quer nada.
    De quebra, a resposta de Haddad também isola a gritaria do PT contra o BC e devolve Mercadante ao quadrado dele. E, mais importante, mostra que Haddad ainda tem ascendência sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afinal, são 45 dias de governo.
    Se nenhum desvio ruidoso aparecer os próximos dias, o debate em torno das reformas pode prevalecer sobre as bravatas pelas canetadas na economia.
    No episódio desta quinta-feira (16), o CNN Money ainda fala sobre a disposição do Congresso Nacional em ajudar o governo -- desde que não apareça nada muito "radical" nas propostas, como sinalizou Arthur Lira (Podemos), presidente da Câmara dos Deputados -- e as expectativas para a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), a primeira do terceiro mandato de Lula.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    23 min

About CNN Money

From the publisher's feed

CNN Money é o podcast que ajuda você a tomar as melhores decisões. De segunda a sexta pela manhã, Thais Herédia e Priscila Yazbek apresentam um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os…

More shows like CNN Money

FATOS DO DIA CNN by CNN Brasil

FATOS DO DIA CNN

1 Listeners

E Tem Mais by CNN Brasil

E Tem Mais

10 Listeners

Horário de Brasília by CNN Brasil

Horário de Brasília

1 Listeners

CNN Pelo Mundo by CNN Brasil

CNN Pelo Mundo

6 Listeners

WW – William Waack by CNN Brasil

WW – William Waack

5 Listeners

CNN Entre Vozes by CNN Brasil

CNN Entre Vozes

0 Listeners

Caminhos com Abilio Diniz by CNN Brasil

Caminhos com Abilio Diniz

0 Listeners

Metacast CNN by CNN Brasil

Metacast CNN

0 Listeners

CNN Plural by Moodcast

CNN Plural

0 Listeners

Semana de 22 - Bem mais que o modernoso by CNN Brasil

Semana de 22 - Bem mais que o modernoso

0 Listeners

No Lucro CNN by CNN Brasil

No Lucro CNN

0 Listeners

À Prioli by CNN Brasil

À Prioli

0 Listeners