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  • Lula e ala econômica discutem modelo de nova regra fiscal nesta sexta-feira
    Está chegando o dia do país conhecer a nova regra fiscal para controlar gastos públicos.
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se senta, nesta sexta-feira (17), com a equipe econômica para discutir a proposta do Ministério da Fazenda para dar credibilidade à política fiscal do novo governo.
    A fórmula está guardada sob forte blindagem, mas a essência do modelo vem sendo antecipada a conta gotas pelos ministros Fernando Haddad (PT) e Simone Tebet (MDB) em entrevistas à imprensa.
    Enquanto Lula não quer amarras para gastos e investimentos, Haddad precisa de uma ferramenta que segure as despesas e evite o crescimento contínuo da dívida pública. O que atrapalha esse controle é a ideia de discricionariedade com pouco ou nenhum limite nas decisões -- ou seja, o que o governo de plantão decidir, vale.
    Um dos desafios é ter a coragem política de gastar menos quando o país crescer mais, um princípio que não foi cumprido nos mandatos petistas.
    Ao anunciar a nova regra, Lula e Haddad querem contar com a aprovação de aliados, do Congresso Nacional, do mercado financeiro e ainda com a benevolência do Banco Central na decisão dos juros na próxima quarta-feira. Não vai demorar muito para saber como essa novela vai acabar.
    No episódio desta sexta, o CNN Money fala ainda da disputa pelo protagonismo na condução da política fiscal e das novas notícias envolvendo a crise de confiança no sistema bancário, após um grupo de 11 bancos dos EUA prometer injetar US$ 30 bilhões no First Republic Bank, que vinha enfrentando dificuldades desde as recentes quebras do Silicon Valley Bank e do Signature Bank.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    22 min
  • Crise do Credit Suisse impõe novos temores sobre sistema financeiro
    Menos de uma semana depois da quebra de dois bancos norte-americanos do Vale do Silício, uma nova crise se impôs ao sistema financeiro.
    Na última quarta-feira (16), o Credit Suisse viu suas ações despencarem em mais de 25% após seu principal acionista, o Saudi National Bank (SNB), afirmar que não daria nova ajuda financeira ao banco suíço. A notícia abalou bolsas do mundo todo -- inclusive a brasileira --, e a confiança dos investidores no sistema bancário foi dissolvida em incerteza.
    A quinta-feira, porém, amanheceu com uma ponta de calmaria: o Banco Central da Suíça anunciou um empréstimo de US$ 54 bilhões para injetar liquidez no banco, que sofre um abalo de confiança sem precedentes em seus mais de 150 anos de história.
    Como crise grande não chega sozinha, é possível que o colapso do Credit Suisse tenha sido culpa própria, mas acontece em um momento de fragilidade do mundo rico e em meio ao maior aperto global de juros das últimas décadas. A turbulência inclusive coloca em pauta as políticas monetárias da Europa e dos Estados Unidos, ainda que não tenham sido elas as culpadas diretas pela situação do banco suíço.
    O Banco Central Europeu (BCE), aliás, deve anunciar a decisão sobre a taxa de juros para a zona do euro ainda nesta manhã. Não se sabe, porém, como a crise do Credit Suisse pode afetar o plano da presidente Christine Lagarde em manter o ritmo de 0,5 p.p. de alta.
    O fim dos tempos de dinheiro barato coloca o sistema financeiro e o crédito em situação de vulnerabilidade. O empréstimo do BC suíço pode aliviar as perdas do mercado, mas está longe de pacificar o temor de um desarranjo no sistema financeiro internacional.
    No episódio desta quinta, o CNN Money reflete sobre as repercussões do caso inclusive no Brasil, onde o mercado divide atenções entre o quadro internacional e a expectativa pelo pacote fiscal que está sendo gestado no governo.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    22 min
  • Colapso de bancos do Vale do Silício impulsiona debate sobre juros altos
    O aperto nas condições financeiras provocada pela alta dos juros nos Estados Unidos foi um dos motivos para a derrocada do Silicon Valley Bank (SVB) e do Signature Bank.
    Outros motivos estão sendo analisados, a exemplo da regulação do sistema financeiro, mas os juros não vão escapar de levar a culpa pelos estragos já contabilizados -- e que ainda estão por vir -- na economia norte-americana.
    No Brasil, o debate sobre o patamar dos juros cresce com a crise lá fora. O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, vai ao Senado no começo de abril para prestar contas sobre o atual patamar da taxa Selic, mas, antes disso, terá que anunciar a decisão de política monetária da próxima reunião, já na quarta-feira que vem.
    O dia 22 de março guarda, também, a reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sobre os juros dos EUA, dando à quarta-feira um apelido já conhecido: "Super Quarta".
    Lá, a aposta de uma nova alta de 0,25 p.p. é majoritária. Aqui, a Selic não deve mudar, mas o Comitê de Política Monetária (Copom) pode preparar o terreno para uma queda da taxa nos próximos meses.
    A comunicação é ferramenta do Copom e pode dar mais peso ao risco externo enquanto aguarda anúncio do novo arcabouço fiscal, que pode sai antes mesmo da reunião do dia 22.
    A decisão do BC é sempre se precaver sobre o desenrolar dos fatos que não controla, seus desfechos e a interpretação dos agentes econômicos. Alguns momentos impõem mais risco. Agora, o pior deles pode ser não fazer nada.
    No episódio desta quarta-feira (15), o CNN Money se aprofunda nos últimos desdobramentos do colapso dos bancos norte-americanos, além da reação dos mercados em mais um dia de repercussão do caso.
    Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    27 min
  • Falência do Silicon Valley Bank desperta temores no mercado; juros seguem em pauta
    Um sinal de alerta foi ligado depois da falência do Silicon Valley Bank (SVB), na última sexta-feira (10), e o mercado financeiro está extremamente cauteloso.
    Em uma resposta rápida, o governo norte-americano garantiu que os contribuintes não vão financiar nenhuma das medidas de contenção de danos -- inclusive porque um novo choque econômico está entre as principais preocupações do presidente Joe Biden, que está prestes a anunciar sua candidatura à reeleição.
    Na esteira do SVB, os reguladores dos Estados Unidos também fecharam o Signature Bank, outra instituição que ameaçava entrar em colapso. O Departamento do Tesouro garante que não há risco sistêmico para o sistema bancário, mas algumas dúvidas ainda persistem.
    Para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), a ação do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de garantir os depositantes foi positiva, mas as informações ainda não suficientes para saber o tamanho do problema. Ele classificou a situação como "grave" e ainda revelou que está em contato com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, para avaliar os possíveis impactos no mercado de crédito brasileiro.
    No meio tempo, as discussões sobre redução das taxas de juros tanto aqui, quanto nos EUA, cresceram. Na semana passada, o presidente do Fed, Jerome Powell, falava em acelerar o ritmo de crescimento de juros e até aumentar mais do que o previsto, a depender do resultado de indicadores econômicos.
    Nesta terça-feira (14), os dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos podem dar uma luz quanto ao caminho que a autoridade monetária pode seguir. Aqui, segue a expectativa em torno da divulgação do novo arcabouço fiscal, em meio a mais uma reunião de Haddad com parte da ala econômica -- dessa vez, incluindo o vice-presidente e ministro de Indústria e Comércio, Geraldo Alckimin (PSB).
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    15 min
  • Mundo se volta à falência do Silicon Valey Bank, a maior desde a crise de 2008
    A semana começa com os olhos do mundo voltados aos Estados Unidos, ainda repercutindo a maior falência de um banco norte-americano desde a crise de 2008.
    Na última sexta-feira (10), o principal banco para startups de tecnologia dos EUA, o Silicon Valey Bank (SVB), se desfez rapidamente, deixando seus clientes e investidores no limbo. O colapso levou à aquisição da empresa por reguladores federais do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), e ao temor de que a falência do banco poderia contagiar o sistema bancário.
    Por isso, a expectativa nesta segunda-feira (13) é quanto ao discurso do presidente Joe Biden, depois que um segundo banco - o Signature Bank - foi fechado por reguladores de Nova York.
    O governo norte-americano garantiu que os clientes do SVB terão acesso ao dinheiro de todos os depósitos a partir desta segunda. Segundo o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), o Departamento de Tesouro e o FDIC, a ideia é proteger a economia.
    O SVB forneceu financiamento para quase metade das empresas americanas de tecnologia e saúde apoiadas por capital de risco. Fundado em 1983, ele é relativamente desconhecido fora do Vale do Silício, mas estava entre os 20 maiores bancos comerciais dos EUA, com mais de US$ 200 bilhões em ativos totais no ano passado.
    Um dos motivos para a falência do banco pode ser explicado pelas altas taxas de juros, que restringiram as empresas de tecnologia, dificultaram a captação de recursos e reduziram os valores de ações do setor. Diante dos juros elevados, a perda de IPOs e a escassez de financiamento, os clientes do banco começaram a sacar o dinheiro.
    A maior parte dos analistas, porém, garante que essa é uma questão isolada do SVB - não se tratando, ainda, de uma crise bancária.
    No Brasil, faltando uma semana para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), a expectativa é que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), apresente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o modelo do novo arcabouço fiscal ainda nesta semana.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    18 min
  • IPCA pode dar pistas sobre próximos passos do BC; discussão sobre arcabouço fiscal avança
    O foco principal desta sexta-feira (10) é a inflação do mês de fevereiro, aferida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e divulgada às 9h da manhã.
    O indicador pode dar uma pista em torno das apostas de queda da taxa Selic, tão cobrada pelo governo e por parte dos setores privados.
    A discussão sobre o patamar da taxa de juros aqueceu nos últimos dias, e um documento divulgado na última quinta-feira pelo Banco Central (BC), no qual a autoridade reconhece um esfriamento no mercado de crédito, intensificou o debate.
    Na outra ponta, também na última quinta, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou que "o arcabouço fiscal vai agradar a todos, inclusive ao mercado".
    A declaração foi dada após uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ala econômica do governo, na qual o substituto do teto de gastos foi a principal pauta.
    A expectativa continua, e o novo modelo pode ser apresentado antes da reunião do BC, que acontece entre os dias 21 e 22 de março -- ou seja, daqui a 10 dias. A leitura é que o arcabouço fiscal pode auxiliar na decisão sobre baixar ou não os juros por aqui.
    Lá fora, os olhos se voltam para a divulgação do relatório de emprego dos Estados Unidos, o payroll, um importante indicador para entender qual pode ser o tamanho do aperto monetário prometido pelo Federal Reserve (Fed, o BC norte-americano).
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    16 min
  • Haddad e Tebet discutem arcabouço fiscal; dados dos EUA acirram temores por alta de juros
    A semana vai chegando ao fim e, com ela, aumenta a expectativa em torno da divulgação de indicadores econômicos importantes, tanto aqui no Brasil, quanto lá fora.
    Para começar, esta quinta-feira (9) guarda a divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostra a criação de empregos formais e a quantidade de demissões no país -- um dado que ajuda a montar o quebra-cabeça da economia de 2023.
    A atenção, porém, está totalmente voltada para a reunião que começa às 12h30 entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB) e outros membros da ala econômica. Em pauta? O novo arcabouço fiscal, que segue no radar do mercado.
    Lá fora, começa a leitura do mercado de trabalho dos Estados Unidos de fevereiro, com as demissões anunciadas aferidas pelo número de pedidos de auxílio-desemprego. Este é mais um indicador que vai influenciar nas especulações em torno da definição da taxa de juros norte-americanos.
    O departamento do trabalho dos EUA já começou a divulgar alguns dados na quarta, que mostram que a abertura de postos de trabalho por lá caiu para quase 11 milhões em janeiro -- uma queda de 6,5% em relação a dezembro.
    Os resultados indicam que as condições econômicas do país continuam restritivas, abrindo caminho para que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) aumente os juros por mais tempo.
    No episódio desta quinta, o CNN Money ainda fala do futuro do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), após sinalizações do Ministério da Educação de retomar o financiamento do ensino superior, e mais desdobramentos do caso Americanas.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    16 min
  • Powell traz dose de realidade ao mercado; debate sobre reforma tributária esquenta
    A quarta-feira (8) começa com a expectativa de novas falas do presidente do Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, no Congresso norte-americano.
    Se até ontem o mercado estava otimista em relação à maior economia do mundo, depois do discurso desta terça de Powell, todo mundo precisou colocar os pés no chão. Segundo ele, o ritmo do aumento dos juros americanos pode acelerar.
    “Os dados econômicos mais recentes chegaram mais fortes do que o esperado, o que sugere que o nível final dos juros deve ser mais alto do que o previsto anteriormente”, disse Powell em comentários preparados para uma audiência perante o Comitê Bancário do Senado.
    O Fed ainda está de olho nos dados do payroll, que saem nesta semana e apontam para a criação de vagas de trabalho por lá. Dependendo desse resultado e de outros indicadores econômicos, os juros podem subir ainda mais do que o esperado.
    No Brasil, a quarta-feira guarda uma audiência pública do grupo de trabalho da reforma tributária na Câmara com o secretário especial, Bernard Appy. Em conversa com a CNN, o economista afirmou que a proposta está sendo construída para manter a carga atual de tributos.
    Propostas de Emenda à Constituição (PECs) da Câmara e do Senado serão debatidas na audiência desta quarta para que se chegue a um consenso. As duas medidas criam um imposto único para substituir uma série de tributos sobre o consumo, mas a do Senado prevê uma base de arrecadação para a União e outra para estados e municípios; a da Câmara, uma única base para as três instâncias.
    No episódio de hoje, o CNN Money ainda discute as tentativas de regulação de big techs na Europa e nos Estados Unidos, além de trazer um compilado das carteiras de dividendos recomendadas para o mês de março.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    16 min
  • Mercado aguarda fala de Powell no Congresso dos EUA; arcabouço fiscal segue no radar
    Os olhos do mundo inteiro estão voltados para a esperada fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos), no Congresso norte-americano.
    Por lá, a expectativa é que ele fale a partir do meio dia desta terça-feira (7) e seja sabatinado por parlamentares, depois de apresentar o relatório de política monetária ao comitê bancário do Senado dos EUA. Essa fala pode dar um sinal de se os juros vão ultrapassar o patamar especulado de 5,5%.
    Também nesta semana, o país norte-americano ainda aguarda os dados do payroll, que traz o número de vagas de emprego criadas no mês de fevereiro.
    Já no Brasil, as especulações em torno do novo arcabouço fiscal seguem no radar. A regra, que envolve um Projeto de Lei Complementar a ser aprovado pelo Congresso, começou a sair do papel e, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), o texto será apresentado, agora, para outros ministérios que compõem a ala econômica. Depois, vai ser entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
    Em entrevistas recentes, Haddad tem defendido a adoção de um arcabouço "simples, objetivo e menos detalhado".
    No episódio desta terça, o CNN Money ainda discute o avanço do programa do governo federal de refinanciamento de dívidas, o Desenrola, e a queda de 6,8% nas exportações da China nos últimos meses -- dado que indica um enfraquecimento da demanda global por produtos chineses.
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    13 min
  • Agenda de indicadores pauta semana; China estabelece meta de crescimento "modesta"
    A semana começa na expectativa de novos indicadores.
    Por aqui, esta segunda-feira (6) guarda a divulgação do Boletim Focus, do Banco Central, documento que traz as projeções do mercado para os principais dados macroeconômicos do país e precisa ser monitorado de perto, à medida que as expectativas da inflação de médio prazo vem dando sinais de desancoragem nas últimas semanas.
    A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) também divulga os dados de produção e venda de veículos nesta segunda. Amanhã, a Fundação Getulio Vargas (FGV) publica os números da inflação medidos pelo IGP-DI, sigla para Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna.
    Na quarta, também pela FGV, saem os dados de confiança do consumidor, enquanto, na quinta, o Caged traz as informações sobre o emprego no país. Encerrando a semana, os dados oficiais da inflação de fevereiro, aferidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), saem após um mês de janeiro pressionado pelo grupo de alimentação e bebidas.
    No episódio desta segunda, o CNN Money traz as projeções do mercado e as expectativas sobre os novos dados, além da agenda de indicadores internacionais e a meta de crescimento chinesa, em 5%, entendida por especialistas como "modesta".
    Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    14 min

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