Às vezes, ou até quase sempre, deixamos de fazer algo que a nós é significativo por ter medo de sermos rejeitados pelas pessoas, criticados por elas, duramente julgados por suas maneiras inflexíveis de enxergarem a vida. E, então, acabamos nos anulando. Damos às costas aos nossos sonhos. E silenciamos os nossos desejos. É como se simplesmente rasgássemos os nossos projetos em nome da desaprovação daqueles que nos cercam. O que não é justo. Cada um de nós tem o direito de compor a própria história. E esse direito precisa ser respeitado!
Porque quando nos anulamos, ou mesmo nos extinguimos, quando simplesmente desistimos de nós, experimentamos da amarga sensação de vazio, de uma vida sem sentido e sem propósito. Em nome da aceitação, submetemo-nos a uma vida que nós mesmos não queríamos aceitar, mas que acabamos nos forçando a viver. Isso nos adoece e paralisa. Isso nos faz sentir que a vida está passando enquanto ficamos paralisados no tempo.
Não se importe com reprovações, distanciamentos ou faltas de aceitação. Importe-se em ser o melhor a você mesmo. Desde que isso não signifique a dor de outras pessoas, que problema há em ser você? Deixe ao seu lado apenas aqueles que forem capazes de aceitá-lo com a sua verdade e tenha a consciência de que aqueles que partirem nunca o apreciaram, apreciaram apenas a personagem que construíram em suas imaginativas mentes.
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