Coluna Atílio Bari

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By Atilio BariArtsVisual Arts
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Coluna Atílio Bari episodes

  • O show de variedades do Grupo Galpão no Cabaré Coragem

    Na coluna, Atílio Bari comenta o espetáculo Cabaré Coragem, disponível no Sesc Belenzinho, de quarta a domingo, até o dia 5 de maio. Apresentada pelo Grupo Galpão de teatro, a peça conta a história de uma trupe envelhecida e decadente que, apesar de todas as intempéries e revezes, segue em frente e reafirma a arte como lugar de identidade e permanência.

    6 min
  • O cérebro eletrônico que comanda, manda e desmanda

    Na coluna desta quarta-feira (10), Atílio Bari discorre sobre os últimos avanços da inteligência artificial e avalia como essa ferramenta ameaça o futuro da inteligência humana. Além disso, o colunista comenta as últimas declarações do dono do X (antigo Twitter), o bilionário Elon Musk, que defende uma liberdade de expressão extremista, sem a censura das fake news nas redes sociais.

    7 min
  • Ítalo Calvino e a “crise de representação” do teatro

    Na coluna desta quarta-feira (03), Atílio Bari fala sobre os 100 anos do escritor e jornalista italiano Ítalo Calvino, completado em 2023, mas pouco celebrado. Nascido em Cuba, durante viagem dos pais à região caribenha, e criado na Itália, Calvino é o nome por trás de obras marcantes da literatura europeia, como “Se Um Viajante Numa Noite de Inverno” e “O Cavaleiro Inexistente”. Além disso, ele ficou marcado como um dos autores mais revolucionários e únicos do século XX.

    6 min
  • “O teatro é um jogo, de ilusão e realidade, que hipnotiza”

    Na coluna desta quarta-feira (27), Atílio Bari comemora o Dia Mundial do Teatro, celebrado em 27 de março. Passando pelo nascimento da arte, o colunista cita um dos maiores expoentes da dramaturgia: Jean Cocteau. O francês caracteriza o teatro como o espetáculo em que um grupo de pessoas, os espectadores, deixa a individualidade de lado para que ideias, situações e personagens estranhas a eles tomem conta do seu espírito.

    5 min
  • O que fazer num mundo movido a eletricidade quando ela desaparece?

    Na coluna desta quarta-feira (20), Atílio Bari nos conta sobre a queda de energia que impactou as regiões de Higienópolis, Santa Cecilia, Consolação e parte do Bixiga no início da semana. Uma escavação realizada pela Sabesp na região central da capital paulista atingiu acidentalmente cabos da Enel e causou uma interrupção elétrica que durou mais de 24 horas e afetou cerca de 35 mil pessoas.
    Atílio destaca os causos que ele, síndico do seu prédio, teve que enfrentar durante o apagão: “Aí, aos poucos se reúnem lá na portaria alguns condôminos. Alguém tem vela? Não, ninguém mais compra vela hoje em dia. Corre comprar no mercado. Ih, não tem mais, acabou. Tenho um filé de frango na geladeira, vai estragar. Então cozinha agora, antes que estrague. Tem fósforos, pra acender o fogão? Não, ninguém tem, mas te empresto o meu isqueiro.”

    6 min
  • As duas Fridas: Diferentes versões da artista em São Paulo

    Na coluna desta quarta-feira (13), Atílio Bari conta a história de uma das maiores e mais importantes artistas de todos os tempos: Frida Kahlo. Sendo considerada um ícone do movimento feminista e da comunidade LGBTQIA+, ela marcou a história da arte com autorretratos e pinturas inspiradas na natureza de sua terra natal. O colunista ressalta a vida difícil da pintora, que sofreu três abortos, um grave acidente de ônibus e foi traída três vezes.
    Atílio destaca duas peças que contam a trajetória da mexicana, incluindo “Frida Kahlo, a Deusa Tehuana” em cartaz no Teatro Itália Bandeirantes até 26 de abril: “A atriz Rose Germano focaliza a artista num momento em que ela contraria as tendências europeias de moda e passa a trajar apenas roupas típicas da região de Tehuantepec no México, local onde as mulheres indígenas dominaram o mercado e lutaram pela igualdade de direitos”.

    6 min
  • O supremo sacrifício do ator

    Na coluna desta quarta-feira (06), Atílio Bari destaca a nova peça do ator Osmar Prado: ‘’O Veneno do Teatro’’, em cartaz no Sesc Santana, de quinta a domingo até 24 de março, sempre às 20h. O espetáculo se passa no início do século XX e nos apresenta o encontro entre um ator arrogante e um Marquês com o objetivo de lançar uma peça sobre a morte do filósofo grego Sócrates.
    Porém, para tornar o espetáculo ainda mais verdadeiro, o Marquês deseja que o protagonista realmente vivencie a morte: “Em nome de uma veracidade cênica que o Marquês exige, o ator deverá experimentar a agonia do momento do óbito do filósofo, ou seja, deverá experimentar verdadeiramente a sensação da chegada da morte para poder representá-la com exatidão”.

    5 min
  • A “hora feliz” do Palácio da Alvorada

    Na coluna desta quarta-feira (28), Atílio Bari fala sobre o “happy hour” que aconteceu no Palácio da Alvorada no dia 22 de fevereiro, com o objetivo de aproximar o presidente Lula das lideranças da Câmara dos Deputados. O encontro ocorreu em meio aos recentes ruídos entre as duas instituições envolvendo, entre outros temas, o controle do Orçamento e a liberação de emendas parlamentares.
    Atílio destaca a história do termo “happy hour”, remetendo aos marinheiros irlandeses da década de 1920: “Era aquele momento do dia em que eles deixavam de lado o trabalho pesado, feito em condições precárias nos grandes navios de carga nos baleeiros, e se reuniam para beber, contar piadas e lutar boxe. Com o tempo, o costume acabou se espalhando para além do ambiente dos navios, e se tornou uma prática disseminada entre a população de vários países”.
    Além disso, o colunista compara a confraternização em Brasília aos encontros clandestinos em bares americanos na época da Lei Seca: “Quem assistiu ao clássico Quanto Mais Quente Melhor vai lembrar do começo do filme, em que a câmera segue um cortejo fúnebre, que penetra numa agencia funerária e, de repente, ao se abrir uma porta, mostra um rico e festivo salão, onde se bebe, se dança, se farreia, em pleno 1929, em plena Lei Seca, período em que os gangsters se esbaldavam com a fabricação e o comércio clandestino de tudo o que era proibido”.
    Atílio Bari é idealizador e apresentador (ao lado de Chris Maksud) do programa Persona, da TV Cultura, e também participa do "Estação Cultura", todas as quartas-feiras. A coluna aborda espetáculos de teatro, livros, outras formas de dramaturgia e assuntos da atualidade, que muitas vezes se aproximam da ficção.
    O "Estação Cultura", com apresentação de Teca Lima, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 e 77.9 FM estendida, de segunda a sexta-feira, às 10h. O programa é transmitido também na Rádio Cultura Brasil AM 1200 e no aplicativo Cultura Play.

    7 min
  • Revolucionário e gay: A vida de Herbert Daniel

    Na coluna desta quarta-feira (21), Atílio Bari fala sobre Herbert Eustáquio de Carvalho, mais conhecido como Herbert Daniel, um dos mais importantes ativistas brasileiros do século passado. Ele foi extremamente notável no combate à ditadura no país e deu voz às vítimas do HIV, sendo o responsável pela formulação da Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Virus da AIDS.
    Atílio destaca a importância de Herbert no conflito armado e ideológico contra o regime militar no Brasil: “O seu ativismo o leva inclusive a engajar-se na luta armada contra o governo, junto a vários grupos paramilitares, dentre eles o VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, do qual foi um dos líderes intelectuais. Participou dos sequestros do embaixador alemão Von Holleben e do embaixador suíço Giovanni Bucher, ao lado de Carlos Lamarca, a quem também acompanhou na criação do foco guerrilheiro montado no Vale do Ribeira, em 1969”.
    Por fim, o colunista convida o ouvinte a conferir o espetáculo “Codinome Daniel”, baseado no livro “Revolucionário e Gay, a vida extraordinária de Herbert Daniel”, de James N. Green. A peça dirigida por Zé Henrique de Paula está em cartaz até o dia 4 de março com sessões de sexta a domingo, e também às segundas feiras, no Teatro do Núcleo Experimental, na rua Barra Funda.
    Atílio Bari é idealizador e apresentador (ao lado de Chris Maksud) do programa Persona, da TV Cultura, e também participa do "Estação Cultura", todas as quartas-feiras. A coluna aborda espetáculos de teatro, livros, outras formas de dramaturgia e assuntos da atualidade, que muitas vezes se aproximam da ficção.
    O "Estação Cultura", com apresentação de Teca Lima, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 e 77.9 FM estendida, de segunda a sexta-feira, às 10h. O programa é transmitido também na Rádio Cultura Brasil AM 1200 e no aplicativo Cultura Play.

    5 min
  • Seria cômico se não fosse trágico

    Na coluna desta quarta-feira (14), Atílio Bari fala sobre a Operação da Polícia Federal Tempus Veritatis, deflagrada em 8 de fevereiro com o objetivo de investigar um possível golpe militar articulado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação já levou a 4 prisões preventivas, incluindo a do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e a diversas apreensões de computadores e celulares dos suspeitos.
    Atílio também comenta sobre dois dos militares mais importantes da história do Brasil, Duque de Caxias e Almirante Tamandaré: “Caxias, patrono do Exército Brasileiro, um senhor de barba branca que estampava as antigas cédulas de dois cruzeiros, e Tamandaré, símbolo da Marinha Brasileira, cuja figura se via nas notas de um cruzeiro, devem estar dando pinotes em seus túmulos, arrancando as medalhas de suas fardas, que já devem ter se decomposto. ”
    Por fim, o colunista se pergunta quem poderia ter começado toda a conspiração envolvendo políticos, líderes do Exército e assessores: “Quem terá tido a ideia inicial? Quem terá lançado a semente dessa tragédia cômica que, com todas as estratégias que estudaram nas escolas militares, não tiveram sequer a competência de executar? Talvez nem eles saibam, talvez sejam personagens em busca de um autor. Ou talvez saibam, mas não tenham coragem de falar. ”
    Atílio Bari é idealizador e apresentador (ao lado de Chris Maksud) do programa Persona, da TV Cultura, e também participa do "Estação Cultura", todas as quartas-feiras. A coluna aborda espetáculos de teatro, livros, outras formas de dramaturgia e assuntos da atualidade, que muitas vezes se aproximam da ficção.
    O "Estação Cultura", com apresentação de Teca Lima, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 e 77.9 FM estendida, de segunda a sexta-feira, às 10h. O programa é transmitido também na Rádio Cultura Brasil AM 1200 e no aplicativo Cultura Play.

    6 min

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