
Sign up to save your podcasts
Or


Na coluna desta quarta-feira (30), Atílio Bari aborda as tradições do Halloween e suas raízes históricas.
Atílio reflete sobre a introdução do Halloween na cultura brasileira, que só ganhou força nas últimas décadas: “Aqui entre nós, o nome Dia das Bruxas não pegou muito, pouca gente usa. E a comemoração praticamente não existia no Brasil até uns 30 ou 40 anos. Dizem que
Na coluna desta quarta-feira (23), Atílio Bari fala sobre o surpreendente desempenho dos estudantes de Cocal dos Alves nas Olimpíadas de Matemática. O município, localizado no Piauí e com pouco mais de seis mil habitantes, passou de um povoado desconhecido para um exemplo de excelência educacional. Desde 2005, os alunos conquistaram 299 medalhas, sendo 55 de ouro, 101 de prata e 143 de bronze, competindo com escolas públicas e particulares de todo o Brasil.
Na coluna desta quarta-feira (16), Atílio Bari conta a trajetória da atriz Isabel Teixeira, que ascendeu na grande
Atílio comenta que Isabel está de volta aos palcos, desta vez para interpretar a última obra de outra grande artista: Jandira Martini. A atriz, diretora, produtora e roteirista atuou em mais de 40 peças teatrais e também em novelas consagradas, interpretando a Zoraide, em ‘O Clone’, e a Puja, em ‘Caminho das Indias’.
Por fim, o colunista explica que Jandira faleceu em janeiro deste ano, deixando a última obra ‘Jandira – Em Busca do
Na coluna desta quarta-feira (09), Atílio Bari aborda o impacto avassalador das redes sociais na política
Atílio reflete sobre as possíveis razões que levaram tantos eleitores a confiar nele, mesmo com seu histórico controverso: "Cansaço da politicalha que amplia cada vez mais os seus espaços em Brasília, nos estados e nos municípios? Talvez. Exaustão por ver que a roubalheira raramente é punida? Seria a vontade de enfiar de vez o pé na jaca, tipo “quanto pior, melhor”, ou “se é pra tombar, tombei”? Sei lá, outras conjecturas podem ser feitas".
Na coluna desta quarta-feira (02), Atílio Bari fala sobre as plataformas bet e a possível regulamentação dos jogos de azar. De acordo com o Ministério dos Esportes, cerca de 52 milhões de brasileiros estão inscritos nos aplicativos e sites de apostas. Apenas em 2024, 25 milhões de pessoas entraram no universo das bets. Com isso, o tema virou pauta na Câmara dos Deputados.
Atílio explica que a cultura das apostas existe desde que o mundo é mundo: “Já na Grécia clássica os espectadores faziam suas apostas em qual dos famosos dramaturgos venceria os concursos dramáticos: Sófocles? Ésquilo? Euripides? Chego a pensar que Eva, quando ofereceu a maçã a Adão, deve ter dito ‘Eu aposto que você vai gostar’. Adão gostou, e Eva ganhou a aposta”.
Além disso, o colunista cita a peça “O Rei de Ramos”, escrita pelo dramaturgo Dias Gomes e que trata do tema dos jogos de azar: “ (A obra mostrava a convergência de interesses que unia os magnatas do jogo do bicho aos deputados, senadores. Isso na década de 70, época em que os chamados bicheiros começaram a se meter na política, nas escolas de samba e na alta sociedade carioca. Eram bem-vindos, badalados, festejados”.
Na coluna desta quarta-feira (25), Atílio Bari fala sobre os incêndios que atingem o Brasil e registraram um patamar recorde em 2024. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), neste ano o país já contabilizou 200.013 focos de incêndio, ultrapassando os 189.926 contabilizados em 2023. O cenário representa o pior índice desde 2010, quando foram identificadas 221.672 queimadas no mesmo período.
Atílio expõe a ineficácia do Governo Federal ao não conseguir controlar o fogo que castiga todas as regiões do Brasil: “Enquanto comitês de ministros e secretários se reuniam sob o céu cinza de Brasília, os incêndios dos desmatamentos corriam soltos, e vídeos circulavam mostrando indivíduos inescrupulosos queimando florestas e matas ressequidas (...) Para um país que discursa no exterior sobre políticas de proteção ao meio ambiente, é um desastre, um vexame”.
Na coluna desta quarta-feira (21), Atílio Bari fala sobre os recentes trabalhos de Fernanda Montenegro (94) e Nathalia Timberg (95). Ambas se apresentaram no dia 18 em São Paulo e chamam atenção pela magia que emanam no palco. As duas fazem parte do mundo das artes desde o final de segunda guerra mundial, estrelando 140 espetáculos e cerca de duas centenas de trabalhos entre televisão e cinema.
Atílio começa comentando a última apresentação de Fernanda Montenegro em São Paulo: “Há poucos dias ela encerrou a temporada paulista de ‘Fernanda Montenegro Lê Simone de Beauvoir’. Basta Fernanda, com seus óculos, uma cadeira e uma mesa, e a gente vê Simone (de Beauvoir), com toda a sua ousadia, seu pensamento crítico e sua inquietação diante do mundo. Inquietação que é também da atriz, que tudo vê, tudo analisa, tudo exprime e interpreta, profundamente".
Na coluna desta quarta-feira (14), Atílio Bari homenageia Clara Nunes (1942-1983), uma das cantoras mais representativas do nosso país. Nascida em 12 de agosto, em Caetanópolis, uma pequena cidade
Atílio cita as relações da artista com
Na coluna desta terça-feira (06), Atílio Bari homenageia Gianfrancesco Guarnieri (1934-2006) por seus 90 anos. O ator e diretor, nascido na Itália em 6 de agosto de 1934, marcou a história do teatro brasileiro com peças como “Eles Não Usam Black-Tie”. Em seus diversos textos, Guarnieri representava problemas sociopolíticos, por isso,
Na coluna desta quarta-feira (31), Atílio Bari explica o
Atílio inicia falando sobre a potência inesgotável da paixão, tema que apesar de muito presente em romances, filmes, peças teatrais e até em análises com psicólogos, é sempre passível de uma nova interpretação, um novo olhar.
From the publisher's feed