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A parábola da semente demonstra como o reino de Deus, depois que é plantado no coração, e o homem permite que ele germine, cresce até dominar o terreno inteiro. A obra da graça no coração às vezes nos parecerá incompreensível, mas os resultados dela podem ser claramente vistos.
O coração disposto para a Palavra de Deus será como a boa terra que alimenta a semente, e ela cresce até produzir os seus fruto: "primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga" (v.28). Se permitirmos, o reino de Deus dominará nosso coração, etapa por etapa. Nosso papel é remover os espinhos, manter o terreno do coração limpo, e regar a semente da Palavra constantemente com oração.
A natureza da Palavra é frutificar em nós. Como disse o Senhor: "assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei" (Isaías 55:11). Se não impedirmos e não colocarmos o lixo do mundo empobrecendo o solo do coração, a Palavra prosperará em nós e dará os frutos que honrarão o nosso Semeador; trarão alegria para nós e para as pessoas que convivem conosco.
Dos frutos que o reino de Deus faz brotar no coração, todos se fartam e se alegram: "Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio" (Gálatas 5:22,23). Quem não gostaria de conviver com alguém cujos traços da personalidade refletem totalmente a beleza do caráter de Jesus?
Leia Marcos 4 #RPSP
O Espírito Santo é a pessoa da Divindade que toca o coração do homem para que ele reconheça seus pecados, e assim, busque arrependimento e perdão em Deus por meio de Cristo (João 16:8). Sem o Espírito Santo, o ser humano é incapaz de reconhecer a sua condição pecaminosa, e assim buscar arrependimento e perdão.
Mas a recusa persistente em ouvir a voz do Espírito e em reconhecer o pecado, vai causando um endurecimento do coração. De forma que o pecador, pelo pecado consciente e persistente, vai se tornando cada vez menos sensível à voz de Deus. Até um ponto em que ele não desejará mais o perdão para que possa permanecer pecando. É por isso que é um grande perigo para a salvação permanecer conscientemente no pecado. "Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração..." (Hebreus 3:7,8).
Ninguém nunca foi tão longe que não possa voltar! Não existe pecado que Jesus não possa perdoar, exceto aquele do qual o pecado recusa o arrependimento. João diz claramente que "o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1:6,7).
Não adie mais! Peça forças e também se esforce para melhorar o seu relacionamento com Deus. Seja prático e corte as fontes de tentação. Na comunhão com o Senhor, o Espírito Santo lhe fortalecerá para vencer, e em Jesus, você será livre. Todo pecado pode ser vencido com a força da intimidade na comunhão. Jesus pode fazer por você o que você não pode fazer por si mesmo: livre, puro e feliz!
Leia Marcos 3 #RPSP
Em Marcos 2, encontramos um uma série de relatos do ministério de Jesus que atestam a sua autoridade sobre vários aspectos da vida. Na primeira parte, é revelado que Jesus tem autoridade, tanto sobre as enfermidades quanto sobre o perdão de pecados, ao perdoar um paralítico, ao mesmo tempo em que lhe cura da paralisia como uma prova da sua autoridade divina para perdoar.
Ao longo do capítulo João Marcos nos mostra a autoridade de Jesus, não só para perdoar e curar o corpo, mas também as enfermidades causadas pelo pecado. Por isso, Ele não veio para os que estão saudáveis, mas sim para os doentes. Ele é o médico da alma, do coração ferido pelo pecado. Não veio chamar justos, e sim pecadores.
No último trecho do capítulo, Jesus demonstra como os fariseus fanatizaram o mandamento do sábado. E diferente do que muitos ensinam de que o sábado não precisa ser mais guardado, Jesus jamais disse que o sábado passou, mas na verdade ensina a verdadeira forma de observá-lo. Jesus estava na criação com Deus, e Ele também estabeleceu o sábado quando fundou a terra com o Pai e o Espírito Santo.
Neste segundo capítulo, Marcos nos mostra que a autoridade de Jesus se estende sobre todas as coisas. Sobre o perdão de pecados, sobre as enfermidades, sobre o jejum e sobre o sábado. A autoridade de Cristo deve se estender também sobre a nossa vida, a fim de que possamos corretamente chamá-lo de Senhor, além de ser nosso Salvador. Que Jesus tenha autoridade sobre nós.
Leia Marcos 2 #RPSP
Uma das passagens mais lindas, e ao mesmo tempo mais simples dos evangelhos é encontrada aqui. Acontece que depois de várias curas, no dia seguinte, diz Marcos: "Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava" (v.35).
E isso nos mostra não apenas um momento específico em que Jesus orou, mas é muito provável que essa fosse a prática diária da vida de Jesus. Acordava bem cedinho, ainda escuro, e saía para um lugar deserto a fim de ficar a sós e para poder orar à vontade. Quantas lições para a vida cristã e para o nosso relacionamento com Deus vemos aqui!
Era desse tempo a sós com Deus que Cristo recebia forças, orientação e sabedoria para as lutas contra as forças do mal e contra as más intenções das pessoas. E se Jesus, que era Deus em forma humana, separava esse momento diário para estar com Deus, isso só nos mostra o quão maior é a nossa própria necessidade de fazer o mesmo: precisamos aprender com Ele, a passar tempo diário na presença de Deus, como Jesus fazia.
O ministério de Jesus tinha acabado de começar, mas seu nome logo explodiu entre as regiões de Israel. O Messias veio visitar o seu povo, e nossa aventura seguindo Pedro e os apóstolos está apenas começando.
Leia Marcos 1 #RPSP
O evangelho de Mateus termina com as últimas palavras de Jesus chamando os discípulos para a grande missão: "vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (v.19,20).
A história não acabou. Jesus continua vivo e agindo por meio de cada um dos seus seguidores, assim como agiu através dos seus primeiros discípulos. Ele nos deu a missão de continuarmos a obra que Ele mesmo iniciou, ir por todo o mundo, fazendo novos discípulos, ensinando as pessoas a amar como amor que Ele nos amou, e batizando essas pessoas. E para cada um dos seus seguidores, Ele mantém a sua promessa: "eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (v.20).
Jesus está com você ainda hoje, sempre que você sai para realizar a mesma missão. Que através da sua vida, todas as pessoas que entram em contato com você também conheçam Jesus. Que vendo você elas vejam um reflexo de Cristo. Que ouvindo você, escutem o eco da voz de Cristo.
E como Mateus registrou suas palavras no capítulo 24, verso 14: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim". Quando finalmente, no seu retorno, seremos devolvidos para Ele. E com ele estaremos para sempre, assim que terminarmos nossa missão de pregar o evangelho que Ele nos deixou: Jesus está voltando para estabelecer definitivamente o Reino de Deus na terra.
Leia Mateus 28 #RPSP
Mateus ainda descreve que os momentos finais de Cristo foram circundados de manifestações sobrenaturais, porque desde o meio dia até às três da tarde, "houve trevas sobre toda a terra" (v.45). Na Cruz, Jesus demonstra não sentir mais a presença de Deus. Há vários acontecimentos em torno da Cruz que seguem com perfeição as predições dos profetas e dos salmos messiânicos.
Clamando em alta voz como um vitorioso, Jesus disse "está consumado", e então faleceu. Jesus só morreu depois de nos dar a garantia de que havia ido até o fim, e entregado sua vida sem pecado para a nossa redenção.
Estava consumado! A porta da salvação foi aberta para que todo aquele que crê em Cristo e aceitar o seu sacrifício seja livre da condenação que os nossos pecados merecem. A morte de Cristo, torna-se o salário do pecado que nós deveríamos receber, mas Ele nos substitui. Jesus é condenado para que nós sejamos absolvidos. Com a morte de Seu Filho, Deus provou ao universo que não tolera o pecado, mas ao mesmo tempo, que ama o pecador. O Senhor é "justo e justificador daquele que tem fé em Jesus" (Romanos 3:26).
Mas como Ele mesmo havia dito: "Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai" (João 10:17,18). Ninguém poderia impedir o autor da vida de retomá-la. E isso já estava para acontecer. Nem a morte não poderia segurar o Salvador.
Leia Mateus 27 #RPSP
Durante todo o tempo, pelo que registram os evangelhos, Jesus esteve calmo, e sereno como sempre. E apesar de terem saído cantando da ceia, ao chegarem ao Jardim, Jesus ficou diferente. Seu rosto ficou abatido. Levou consigo os três amigos mais íntimos dentre os doze mais adiante. E ali Jesus desabou.
Desabafando para eles, confessou: "A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo" (v.38). Os evangelhos também detalham que desde essa hora Jesus começou a angustiar-se e ter pavor. Acredito que nunca antes os discípulos o viram assim. E é a primeira vez que Jesus pede oração a alguém.
A angústia é tamanha, que o nível de estresse faz o sangue sair pelos poros. Jesus começou a suar sangue. Mas insistindo em oração, decide ir até o fim pela vontade do Pai. Naquela noite, Jesus leu os capítulos mais escuros da vida de todas as pessoas, incluindo a sua. E não houve nada que Ele tenha deixado de fora. Todos os seus pecados, mesmo os mais terríveis, foram vistos por Cristo, e ele aceitou morrer para lhe salvar.
Nada do que Pedro fez fez Jesus desistir de amá-lo. Jesus já sabia, e até o avisou. Sabia e o amou assim. Jesus sabe de você, e de tudo o que você viveu e fez, e também lhe ama assim. Nada do que você fez fez Jesus desistir de salvar você. Naquela noite, Jesus leu a sua vida inteira, e aceitou você por inteiro, com todos os seus pecados, para morrer e lhe salvar. Você não precisa fugir de Deus. A decisão de Jesus é a prova de que você é amado.
Leia Mateus 26 #RPSP
O discurso iniciado por Cristo em Mateus 24 chega ao capítulo 25, e é estruturado tematicamente em 3 partes:
Mateus 24:4-31 - Sinais da sua volta, respondendo à pergunta dos discípulos;
Mateus 24:32-51 e 25:1-13 - Preparação para sua volta, explicações de iniciativa do próprio Jesus;
Mateus 25:14-46 - Juízo divino para todo o mundo, como consequência de ter ou não se preparado.
Se Mateus 24 é amplo em tratar dos sinais da volta de Cristo e de como reconhecê-lo para não ser enganado, Mateus 25 é amplo em tratar do aspecto da preparação para sua vinda. Na continuação, depois da Parábola das Dez Virgens, Cristo traz ainda duas parábolas sobre as consequências de estar ou não preparado: a Parábola dos Talentos, e das Ovelhas e Bodes.
Na Parábola dos Talentos, Jesus trata das responsabilidades individuais que cada um recebe em utilizar os recursos dados por Deus para o avanço do seu reino na terra. O Senhor levou em consideração as capacidades de cada um. Ninguém foi sobrecarregado nem ficou sem nada para administrar. Nossa vida neste mundo é o grande teste se realmente damos valor ao reino de Deus, iniciando pelas pequenas partes sobre as quais ele nos coloca como responsáveis aqui.
Mas nunca é demais lembrar que o Senhor deseja para nós a vida eterna. E foi por isso que Ele enviou o Seu Filho, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha essa recompensa, a vida eterna.
Leia Mateus 25 #RPSP
Mateus 24 é o capítulo mais didático e mais denso de toda a Bíblia sobre a Volta de Jesus. E como fizeram os profetas no Antigo Testamento, a resposta de Cristo é também uma profecia de dupla aplicação. Em primeiro plano Cristo fala da destruição do templo em si, que ocorreria no ano 70 d.C. Mas no panorama mais amplo, Cristo fala sobre sua vinda e o fim dos tempos. O primeiro sinal sobre o aumento dos enganos religiosos é repetido por Cristo ao longo do capítulo (v.4-5, 11, 23-25).
Ainda no primeiro bloco, Jesus também fala sobre guerras, fomes, terremotos e Lucas complementa com o surgimento de epidemias. Como Paulo, Jesus também comparou a sua vinda com as dores de uma mulher que está para dar à luz. É exatamente essa a percepção que temos sobre os sinais profetizados por Jesus. Com o passar do tempo eles estão se tornando cada vez mais intensos, e com intervalos cada vez menores.
No penúltimo bloco do capítulo, Jesus dá conselhos sobre a necessidade de preparação e vigilância: "Estejam também sempre preparados, pois o Filho do Homem virá quando menos esperam" (v.44 NVT).
Olhando para o cenário do nosso mundo, os eventos gritam que o fim está próximo. Todo mundo sabe que tem alguma coisa errada com o mundo, mas nem todo mundo reconhece os sinais dados por Jesus. Ele está voltando! Mas Jesus não nos deixou esse conjunto de sinais para matar a nossa curiosidade profética, mas sim para nos dar o adequado senso de urgência a fim de estarmos preparados.
Leia Mateus 24 #RPSP
Agora que havia silenciado os fariseus, Jesus se dirige "às multidões e aos seus discípulos" (v.1). Ao longo do capítulo Cristo diz várias mensagens de juízo sobre os escribas e fariseus, e os classifica como hipócritas porque eles "dizem e não fazem". E as obras que praticavam, faziam de forma pública com o objetivo de manter um status social, e não para ajudar as pessoas e praticar a justiça. Gostavam desse sistema que os mantinha numa casta privilegiada, sendo elogiados pelas pessoas, aparecendo em destaque na sociedade como mestres. A religião era apenas um pretexto para a manutenção do poder e do abuso de privilégios.
Mas assim como havia ensinado a seus discípulos, Jesus mostra que essa não é a lógica do reino de Deus. Para o Senhor a grandeza está no serviço, e não na posição de liderança que alguém ocupa. Nessa introdução, Cristo conclui dizendo: "Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado" (v.12).
Cristo fala na autoridade de ser o rei de Israel quando diz "quantas vezes quis eu reunir os teus filhos". Ou seja, ao longo da história de Israel, Jesus sempre quis cuidar deles e protegê-los, mas todos os seus infortúnios foram por uma única razão: "vocês não quiseram".
Mateus 23 é um capítulo que deve nos fazer pensar nas nossas próprias hipocrisias. E o quanto precisamos dar atenção às coisas mais importantes no nosso trato com o próximo: "a justiça, a misericórdia e a fé". Fazer as demais coisas sem esquecer essas principais.
Leia Mateus 23 #RPSP
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