Como começar

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By Nexo JornalArts
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Como começar episodes

  • Como começar a ler para crianças: a obra de Tatiana Belinky
    É comum relacionar a leitura a uma atividade solitária – um momento em silêncio, de reflexão individual. No universo da literatura infantil, tornar essa experiência coletiva para além da figura do mediador pode ser enriquecedor de diversas formas.

    Os clubes de leitura e as bibliotecas comunitárias são assunto do segundo episódio da série de podcasts “Como começar a ler para crianças”.

    A cada semana, uma obra de um autor clássico também é explorada. Esta é a vez de Tatiana Belinky, que também foi roteirista de programas infantis para a televisão e responsável pelas primeiras adaptações de O Sítio do Picapau Amarelo para as telas.

    A entrevistada do episódio é a escritora Heloisa Prieto, autora de mais de 80 livros infantis.

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    45 min
  • Como começar a ler para crianças: a obra de Ruth Rocha
    Cultivar o hábito da leitura desde pequeno ajuda no desenvolvimento da criança em diversos níveis – da psique até a noção de cidadania. Mais que isso, ler para e com crianças pode ser uma experiência essencialmente prazerosa, como afirma o escritor, roteirista e cronista Antonio Prata.

    Ele é o entrevistado do primeiro episódio da série “Como começar a ler para crianças”, que aborda a cada vez a obra de um autor clássico da literatura infantil. Nesta edição, a conversa é sobre o trabalho de Ruth Rocha. 

    Também a cada episódio é discutido algum tema mais amplo sobre como formar jovens leitores. Desta vez, o debate é sobre que critérios levar em conta na hora de escolher um livro para uma criança.

    A série se estenderá ao longo de oito episódios semanais.

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    41 min
  • Como começar a ler Lygia Fagundes Telles
    A contista e romancista Lygia Fagundes Telles nasceu em 1923, no centro de São Paulo. Desde criança adquiriu o gosto por contar histórias. Hoje, aos 96 anos, é muito reconhecida por sua grande capacidade narrativa e seu olhar atento ao outro. Os enredos que construiu são diversos e instigantes: vão desde a narração em primeira pessoa de um anão de jardim, ao caso do físico que estuda a estrutura da bolha de sabão, à pomba que se apaixona por um motorista de ônibus, à amizade entre jovens de realidades distintas durante a ditadura militar e à história de exploração de uma mulher do início ao fim de sua vida.

    A escritora, que ocupa a cadeira nº 16 da Academia Brasileira de Letras, tem cerca de 80 anos de carreira e teve livros lançados em diversos países. Para entender a importância da obra de Lygia Fagundes Telles e reunir dicas, o Nexo conversou com:

    - Julián Fuks, escritor, crítico literário, autor do romance “A resistência” e doutor em Teoria Literária pela USP;
    - Nilton Resende, escritor, professor adjunto da Universidade Estadual de Alagoas e autor do livro “A construção de Lygia Fagundes Telles: edição crítica de Antes do Baile Verde”;
    - Virginia Vasconcelos, professora adjunta do Departamento de Teoria Literária e Literatura da Universidade de Brasília.

    Neta da escritora, Lúcia Telles também participou do podcast, dando dicas de canções caras à avó e lendo trechos de contos e romances de sua obra.

    Músicas do programa:
    • Sonata n. 25 - Mozart
    • Samba de Orly - Chico Buarque
    • Olhos nos olhos - Maria Bethania
    • Lígia - Chico Buarque
    • All or nothing at all - Frank Sinatra
    • Gymnopédies - Erik Satie
    • Desalento - Chico Buarque
    • Deus lhe pague - Chico Buarque
    • Filosofia - Chico Buarque
    • Canto de Ossanha - Vinicius de Moraes e Baden Powell (Os Afrosambas)
    • Lamento de Exu - Vinicius de Moraes e Baden Powell (Os Afrosambas)

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    51 min
  • Como começar a ver animações brasileiras
    O cinema de animação no Brasil tem mais de 100 anos de história, e no início a produção foi marcada por iniciativas individuais e com pouco apoio institucional. A partir dos anos 2000, no entanto, as animações brasileiras deram um salto, se profissionalizaram e passaram a ser reconhecidas tanto no plano interno como no externo.

    Entre 2013 e 2015, o Brasil foi destaque no Festival de Annecy, da França, um dos mais importantes no meio. “Uma história de amor e fúria” e “O Menino e o Mundo” levaram o prêmio de melhor longa-metragem. E “Guida” foi escolhido melhor curta-metragem. Além disso, em 2016, “O Menino e o Mundo” foi a primeira animação brasileira a concorrer a um Oscar.

    Neste episódio do podcast “Como começar”, o Nexo conversou com Rosana Urbes, diretora de “Guida”; Arnaldo Galvão, animador de séries como “Godofredo” e diretor do documentário “O Cinema Animado”; e Che Marchetti, storyboarder e escritora do livro “Trajetórias”, que conta a história da animação brasileira. Eles falam sobre os principais filmes e séries que marcaram a história da produção nacional desde 1917.

    Músicas do programa:
    Cena extraída do filme História de Amor e Fúria
    Trilha sonora de "O Menino e o Mundo" (2013)
    Trecho e trilha de "Reanimando O Kaiser" (2013)
    Trilha sonora de "Sinfonia Amazônica" (1951)
    Cena extraída do filme "Piconzé" (1972)
    Trilha sonora de "Meow" (1981)
    Cena extraída de "As Aventuras da Turma da Mônica" (1986)
    Introdução da série "O irmão do Jorel" (2014)
    Trilha sonora do filme "Boi Aruá" (1984)
    Trilha sonora de "Guida" (2015)

    Filmes ou séries citadas:
    "Lino - O Filme: Uma Aventura de Sete Vidas" (2017)
    "Guida" (2015)
    "Godofredo" (2017)
    "Cinema Animado" (2017)
    "Uma História de Amor e Fúria" (2013)
    "O Menino e o Mundo" (2013)
    "O Kaiser" (1917)
    "Reanimando O Kaiser" (2013)
    “Luz, anima, ação” (2013)
    "Macaco feio, macaco bonito" (1929)
    "Sinfonia Amazônica" (1951)
    "Piconzé" (1972)
    "Meow" (1981)
    "Boi Aruá" (1984)
    "As aventuras da Turma da Mônica" (1982)
    "O irmão do Jorel" (2014)
    "Peixonauta" (2009)
    "Mundo Bita" (2010)
    "Meu Amigãozão" (2010)
    "Historietas" (2013)
    "Guaxuma" (2018)
    "Cidade dos Piratas do Alto Guerra" (2018)
    "Egun, os mistérios do mar" (2015)
    "Até que a Sbórnia nos Separe" (2013)

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    27 min
  • Como começar a ouvir João Gilberto
    Esta edição do podcast de cultura do ‘Nexo’ explica as inovações na forma de cantar e de tocar violão do artista baiano que revolucionou a música.

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    24 min
  • Como começar a ler Amós Oz
    Amós Oz (1939-2018) é um dos nomes de maior destaque da literatura israelense. Fez parte da primeira geração de escritores que têm o hebraico como língua materna – o idioma, durante séculos, esteve limitado ao espaço da liturgia, e voltou a ser usado de forma corrente algumas décadas antes da fundação do Estado de Israel, em 1948.

    A trajetória e a produção literária de Oz estão intimamente vinculadas ao processo de formação do país e às tensões políticas e sociais no Oriente Médio que se acirraram nas décadas seguintes.

    O autor tem uma extensa produção de romances, contos, novelas, ensaios e artigos. Além da projeção que ganhou como ficcionista, Oz ficou conhecido internacionalmente também pelo ativismo político pacificista.

    Suas obras foram traduzidas para mais de 45 idiomas, recebeu inúmeros prêmios e seu nome era constantemente cotado para o Nobel de Literatura. Alguns de seus livros mais conhecidos são “Caixa Preta”, “A pantera no porão” e “De amor e trevas”.

    O podcast traz entrevistas com o professor do Departamento de Letras Orientais da USP Luis S. Krausz e com o editor e tradutor do hebraico Paulo Geiger, que verteu ao português algumas das principais obras de Amós Oz. Eles falam sobre a produção do israelense como ficcionista, as questões políticas centrais em sua obra e dão dicas para quem quer começar a ler Oz.

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    32 min
  • Como começar a ver Pedro Almodóvar
    Pedro Almodóvar é apontado por críticos como o grande diretor espanhol desde Luís Buñuel [1900-1983]. É, além disso, um dos autores mais populares do cinema europeu surgidos na segunda metade do século 20, e segue na ativa até hoje.

    Nascido da cena de contracultura da Madri dos anos 1970, a Movida Madrilenha, seu cinema é efusivo, libertário, pop e carregado de cor. Os modos dramático e cômico se alternam e convivem nos filmes e na obra, que inclui mais de duas dezenas de longa-metragens.

    Almodóvar também tem especial apreço pelos dramas de personagens femininas, tratando de questões de gênero e sexualidade desde os primeiros filmes.

    Neste podcast, o Nexo ouve Carla Rodrigues, professora de filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisadora da Faperj, e o professor de cinema da Unicamp, Pedro Guimarães. Eles comentam as características e sentidos da filmografia do cineasta espanhol.

    _Músicas do programa_

    Suck it on me - Almodóvar & McNamara

    Mujeres al Borde de un Ataque de Nervios - Bernardo Bonezzi

    Volver - Estrella Morente (trilha “Volver”)

    Solea - Miles Davis (trilha “De Salto Alto”)

    Soy Infeliz - Lola Beltrán (trilha “Mulheres à beira de um ataque de nervos”)

    Cucurrucucú Paloma - Caetano Veloso (trilha “Fale com Ela”)

    Piensa en Mí - Luz Casal (trilha “De Salto Alto”)

    Quizas, quizas, quizas - Sara Montiel (trilha “Má Educação”)

    María Santísima de Araceli - Alberto Iglesias (trilha “Fale com ela”)

    Raquel - Alberto Iglesias (trilha “Fale com ela”)

    _Filmes citados_

    “Mulheres à beira de um ataque de nervos” (1988)

    “Tudo Sobre a Minha Mãe” (1999)

    “Fale Com Ela” (2002)

    “A Pele Que Habito” (2011)

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    22 min
  • Como começar a ouvir música clássica
    Quando se fala em música clássica, é quase impossível não pensar nos grandes compositores do passado, como Wolfgang Amadeus Mozart, Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Johannes Brahms. E também artistas ainda hoje em atividade, como Arvo Pärt, John Adams, Philip Glass.

    Retratados em livros e filmes como seres geniais, cuja obra é capaz de emocionar milhões de pessoas, seus autores são tema de centenas de biografias, filmes e análises apaixonadas. Mas, por que tanta gente tem medo se se aproximar desse gênero? A música clássica (pelo mundo e no Brasil) segue viva no cinema, no teatro, nas salas de concerto, mas é preciso ter curiosidade para se aproximar desse universo de estilos — e também se permitir perder um tempo para descobrir outras maneiras de ouvir e apreciar música.

    Para entender o que ela é, seu vocabulário básico e como começar a ouvi-la, o Nexo conversou com os jornalistas e escritores João Luiz Sampaio e Irineu Franco Perpétuo, a pesquisadora de música Camila Fresca, o maestro André Bachur e Cristian Budu, pianista brasileiro com carreira em ascensão no exterior.

    Link para nossa playlist no Spotify: https://open.spotify.com/user/nexojornal/playlist/5xANH64VfMPjdl8Y3VSQHD?si=1Oo_CqmzT7yRhyhxgwDDHA

    Lista de músicas tocadas no programa:
    Pour Elise (Bagatela para piano nº 25 em lá menor) - Ludwig van Beethoven (1810)
    Fratres - Arto Pärt (1977)
    Sinfonia nº 3, op. 90 - Johannes Brahms (1883)
    Concerto para piano nº 5, op. 73 - Ludwig van Beethoven (1809-1811)
    Missa de Réquiem - Giuseppe Verdi (1874)
    Turandot - Giacomo Puccini (1924)
    Sonata para piano nº 14, op. 27 (Sonata ao Luar) - Ludwig van Beethoven (1801)
    Sinfonia nº 40 - Wolfgang Amadeus Mozart (1788)
    Poema sinfônico op. 30 (Assim falou Zaratustra) - Richard Strauss (1896)
    Bachianas Brasileiras nº 2 (O trenzinho do caipira) - Heitor Villa-Lobos (1930)
    Mad Rush - Philip Glass (1979)
    Cantata BWV 147 (coral final: Jesus, alegria dos homens) - Johann Sebastian Bach (1716)
    Suíte Os Planetas, op. 32 (4. Júpiter) - Gustav Holst (1914-1916)
    A Sagração da Primavera (balé) - Igor Stravinsky (1913)
    8 Improvisações sobre canções camponesas húngaras - Béla Bartók (1920)
    Tocatina op. 6 nº 1, em lá menor - Clara Schumann (1836)
    Mourão - César Guerra-Peixe (1951)
    Ponteio - Claudio Santoro (1953)

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    34 min
  • Como começar a ler 2018
    Quais livros nos ajudam a pensar sobre o ano que passou? Neste podcast, a equipe do Nexo dá dicas de 15 obras para refletir sobre o que foi 2018, entre lançamentos, reedições, livros nacionais e estrangeiros, ficção ou não ficção.

    Lista de livros recomendados:
    “Medo”, de Bob Woodward (Todavia), indicado por João Paulo Charleaux
    “A Vegetariana”, Hang Kang (Todavia), indicado por Conrado Corsalette
    “O Sol na Cabeça”, Geovani Martins (Companhia das Letras), indicado por Marina Menezes
    “Água Funda”, Ruth Guimarães (Editora 34), indicado por Juliana Domingos de Lima
    “Big Tech - A ascensão dos dados e a morte da política”, de Evgeny Morozov (Ubu), indicado por Ibrahim Cesar
    “2001: Uma Odisseia no Espaço”, de Michael Benson (Todavia), indicado por Guilherme Falcão
    “A Ilha de Sacalina”, de Anton Tchekhov (Todavia), indicado por Olivia Fraga
    “Como mudar sua mente”, de Michael Pollan (Intrínseca), indicado por Camilo Rocha
    “Devassos no Paraíso”, de João Silvério Trevisan (Objetiva), indicado por André Cabette Fábio
    “Terra Estranha”, de James Baldwin (Companhia das Letras), indicado por Rodolfo Almeida
    “Testo Junkie”, de Paul B. Preciado (n-1 edições), indicado por Fernanda Sucupira
    “Bovarismo brasileiro”, de Maria Rita Kehl (Boitempo), indicado por Gabriela Terenzi
    “Glória”, de Victor Heringer (Companhia das Letras), indicado por Thiago Quadros
    “Pesado demais para a ventania”, de Ricardo Aleixo (Todavia), indicado por José Orenstein
    “Riminhas para crianças grandes”, de Wisława Szymborska  (Âyiné), indicado por Laura Capelhuchnik

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    55 min
  • Como começar a ler Caio Fernando Abreu
    Saiba mais sobre a obra de um dos principais autores brasileiros da década de 1970 e que é um fenômeno na internet mais de 20 anos depois de sua morte. O podcast traz entrevistas com o escritor e professor de literatura Italo Moriconi, com a crítica literária Heloisa Buarque de Hollanda e com o escritor João Silvério Trevisan. Eles falam sobre Caio Fernando Abreu e sugerem livros para quem quer começar a conhecer o autor gaúcho. Ouça também leituras de contos feitas pelo músico e dramaturgo Vinicius Calderoni. A trilha sonora é inspirada nas referências do autor de "Morangos Mofados".

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    28 min

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