Como começar

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By Nexo JornalArts
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Como começar episodes

  • Como começar a ler poesia
    É possível encontrar poesia em todo lugar: nas páginas, na música, na dramaturgia, na timeline de redes sociais. Mesmo assim, como gênero literário, a poesia pode intimidar – é normal que muita gente tenha uma certa resistência a abrir um livro de poemas.

    Este podcast fala com pesquisadoras e poetas sobre as principais características dos formatos da poesia, a evolução do gênero, as competições de slam e o fôlego novo que os “instapoetas” trouxeram para o mercado editorial. Eles dão dicas de como encontrar o tipo de poesia que tem mais a ver com você.

    Foram entrevistadas as professoras Annie Gisele Fernandes, da USP, e Susanna Busato, da Unesp, a pesquisadora e campeã de slam Roberta Estrela D'Alva, e os poetas Ricardo Aleixo e Francisco Mallmann.

    Músicas e trechos usados no programa:
    • Documentário - Poetas do Repente
    • Soneto da Fidelidade/Eu sei que vou te amar - Vinicius de Moraes e Tom Jobim
    • Capítulo 4, versículo 3 - Racionais MCs
    • Rap Du Bom Parte II - Rappin Hood (part. Caetano Veloso)

    Autores citados:
    • Augusto de Campos
    • Pieta Poeta
    • Mano Brown
    • Rupi Kaur
    • Ana Cristina Cesar
    • Cacaso
    • Francisco Alvim
    • Paulo Leminski
    • Vinicius de Moraes
    • Francesco Petrarca
    • Luís de Camões
    • Manuel Bandeira
    • Mário de Andrade
    • Oswald de Andrade
    • Carlos Drummond de Andrade
    • Sophia de Mello Breyner Andresen
    • Gregório de Matos
    • Belchior
    • Chico Buarque
    • Caetano Veloso
    • Angélica Freitas
    • Ana Martins Marques
    • Hilda Hilst
    • Sylvia Plath
    • João Cabral de Melo Neto
    • Conceição Evaristo

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    37 min
  • Como começar a ouvir ópera
    Uma história contada por meio de música. Essa é a premissa básica da ópera, gênero teatral surgido no final do século 16 e que foi muito popular no mundo todo até meados do século 20.

    Com tramas dos mais diversos tipos e estilos musicais diferentes, a ópera, durante muitos anos, foi uma das principais formas de entretenimento do povo. Porém, com o passar dos séculos, ficou taxada como uma arte elitista.

    Neste podcast, o Nexo ouviu a maestrina Vânia Pajares, mestre em artes pela Unicamp, e o cantor Leonardo Neiva, que já protagonizou óperas em palcos do mundo todo.

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    20 min
  • Como começar a ver cinema sul-coreano
    Ganhador da Palma de Ouro no festival de Cannes de 2019 e do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro em 2020, “Parasita” já contabiliza mais de 100 outros prêmios ao redor do mundo. O longa sul-coreano é ainda o primeiro do país a ser indicado às principais categorias do Oscar: além de “Melhor Filme Estrangeiro”, aparece entre os americanos nas listas de “Melhor Filme”, “Melhor Direção” e “Melhor Roteiro Original”.

    Não é um fenômeno espontâneo: Bong Joon-ho, diretor do filme, é de uma geração de cineastas que vem se destacando em festivais internacionais há mais de uma década. Park Chan-wook, Kim Ki-duk, Lee Chang-dong e Hong Sang-soo são apenas alguns deles.

    Atentos à visibilidade que a cultura pode trazer ao país, também evidente na força do k-pop, desde a década de 1990 o governo sul-coreano fomenta a produção artística e garante a exibição dos filmes em salas comerciais, consolidando assim uma indústria nacional que, agora mais do que nunca, consegue exportar seu produto.

    Neste podcast, o Nexo ouviu Cássio Starling Carlos, crítico de cinema da Folha de S.Paulo, e Josmar Reyes, professor de realização audiovisual da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos - RS). Eles comentaram as características e leituras da filmografia sul-coreana.

    Filmes citados:
    - “The widow” (Park Nam-ok, 1955)
    - “A empregada” (Kim Ki-young, 1960)
    - “Three friends” (Yim Soon-rye, 1996)
    - “Peppermint candy” (Lee Chang-dong, 1999)
    - “Keeping the vision alive” (Yim Soon-rye, 2001)
    - “Oasis” (Lee Chang-dong, 2002)
    - “Mr. vingança” (Park Chan-wook, 2002)
    - “Oldboy” (Park Chan-wook, 2003)
    - “Primavera, verão, outono, inverno… primavera” (Kim Ki-duk, 2003)
    - “Lady vingança” (Park Chan-wook, 2004)
    - “A samaritana” (Kim Ki-duk, 2004)
    - “O hospedeiro” (Bong Joon-ho, 2007)
    - “Forever the moment” (Yim Soon-rye, 2008)
    - “Sede de sangue” (Park Chan-wook, 2009)
    - “Eu vi o diabo” (Kim Jee-woon, 2010)
    - “Poesia” (Lee Chang-dong, 2011)
    - “O expresso do amanhã” (Bong Joon-ho, 2013)
    - “Certo agora, errado antes” (Hong Sang-soo, 2015)
    - “O lamento” (Na Hong-jin, 2016)
    - “A criada” (Park Chan-wook, 2016)
    - “The truth beneath” (Lee Kyoung-mi, 2016)
    - “Na praia à noite sozinha” (Hong Sang-soo, 2017)
    - “Okja” (Bong Joon-ho, 2017)
    - “Em chamas” (Lee Chang-dong, 2018)
    - “Parasita” (Bong Joon-ho, 2019)

    Músicas do programa:
    - The Belt of Faith - Jung Jae-il (trilha “Parasita”)
    - Cries and Whispers - Jo Yeong-wook (trilha “Oldboy”)
    - The Last Waltz - Jo yeong-wook (trilha “Oldboy”)
    - Jeongseon Arirang - Kim Young-im (trilha “Primavera, Verão, Outono, Inverno… Primavera”)
    - Welcome to Jurassic Park - John Williams (trilha “Jurassic Park”)
    - Generique - Miles Davis (trilha “Em Chamas”)
    - Opening - Jung Jae-il (trilha “Parasita”)
    - Devil’s Bossa - Mowg (trilha “Eu vi o diabo”)
    - Dream - Mowg (trilha “Em chamas”)
    - The Footsteps of My Dear Love - Jo Yeoung-wook part. Gain, Minseo (trilha “A criada”)

    Textos citados:
    - A Sociohistorical Contextual Analysis of the Use of Violence in Park Chan-wook's Vengeance Trilogy: http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.918.2663&rep=rep1&type=pdf
    - Beyond good and evil: revenge in South Korean cinema: https://www.easternkicks.com/features/beyond-good-and-evil-revenge-in-south-korean-cinema

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    26 min
  • Como começar a ler 2019 em 19 livros
    Neste episódio de fim de ano do “Como começar”, a redação do Nexo fez 19 recomendações de livros que não necessariamente foram lançados em 2019, mas que por algum motivo chamaram a atenção de 19 pessoas da equipe do jornal. São livros de não ficção que se destacaram porque tratam de temas relevantes do debate público. Ou livros ficcionais que provocam a imaginação, o prazer da leitura.

    Ouça um compilado de indicações de romances, ensaios, autobiografias, quadrinhos e livro-reportagens que mostram diferentes caminhos para começar a processar o que foi 2019: 

    Lista de livros recomendados:
    - “A Ilha de Arturo”, de Elsa Morante (Carambaia), indicação da Juliana Domingos de Lima
    - “Os Anos”, de Annie Ernaux (Três Estrelas), indicação do Antonio Mammi
    - “Meu ano de descanso e relaxamento”, de Ottessa Moshfegh (Todavia), indicação do Fredy Alexandrakis
    - “Arquivo das crianças perdidas”, de Valeria Luiselli (Alfaguara), indicação de Letícia Arcoverde
    - “Passagem para o Ocidente”, de Moshin Hamid (Companhia das Letras), indicação de Marina Menezes
    - “O Relatório de Brodeck”, de Manu Larcenet (Pipoca e Nanquim), indicação de Cesar Gaglioni
    - “Você é minha mãe?”, de Alison Bechdel (Quadrinhos e Cia), indicação do Mauricio Abbade
    - “A interpretação dos sonhos”, de Sigmund Freud (Companhia das Letras), indicação de Thiago Quadros
    - “O Educador: um perfil de Paulo Freire”, de Sérgio Haddad (Todavia), indicação de Ricardo Monteiro
    - “O povo contra a democracia”, de Yascha Mounk (Companhia das Letras), indicação de Lucas Gomes
    - “Os Engenheiros do Caos”, de Giuliano da Empoli (Vestígio), indicação de João Paulo Charleaux
    - “A terra inabitável”, de David Wallace-Wells (Companhia das Letras), indicação de Mariana Vick
    - “Escravidão - volume 1: do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares”, de Laurentino Gomes (Globo Livros), indicação de Camilo Rocha
    - “Vozes insurgentes de mulheres negras: do século 18 à primeira década do século 21”, organização de Bianca Santana e publicado (Fundação Rosa Luxemburgo em parceria com a Editora Mazza), indicação de Manuela Thamani (Link para o PDF do livro: https://biancasantana.files.wordpress.com/2019/07/web_vozes_insurgentes_de_mulheres_negras.pdf)
    - “Todo dia a mesma noite”, de Daniela Arbex (Intrínseca), indicação de Géssica Brandino
    - “A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil”, de Bruno Paes Manso e Camila Caldeira Nunes Dias (Todavia), indicação de Natan Novelli Tu
    - “Hyperobjects”, de Timothy Morton (University of Minnesota Press), indicação de Ibrahim Souza
    - “Sociedade do Cansaço”, de Byung-Chul Han (Vozes), indicação de Laila Mouallem
    - “Querida Konbini”, de Sayaka Murata (Estação Liberdade), indicação de José Orenstein

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    1 hr 4 min
  • Como começar a ler para crianças: a obra de Angela Lago
    Livros podem apontar caminhos e levar a reflexões nem sempre tão óbvias. Na infância, isso não é diferente, especialmente quando o assunto é difícil – morte, medo, bullying, machismo, desigualdade e racismo, por exemplo. Como a literatura pode ajudar nesse diálogo? Existe “assunto de adulto” e “assunto de criança”? 

    Esse é o tema do oitavo e último episódio da temporada especial sobre literatura infantil do podcast Como começar. A convidada da vez foi a Lúcia Hiratsuka, escritora e ilustradora, autora de livros como “Chão de Peixes” (2018), “Histórias guardadas pelo rio” (2018) e “Orie” (2014). 

    Conheça também a obra da escritora e ilustradora Angela Lago, que produziu um dos trabalhos mais originais da literatura infantil brasileira. Além de ter experimentado muito ao longo da carreira, Lago incorporou o computador em seu processo de criação nos anos 1980 e chegou a produzir ilustrações animadas para a internet.

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    36 min
  • Como Começar a ler para crianças: a obra de Ziraldo
    Tablets e celulares estão por toda parte: desde que a pessoa nasce, aparece alguém para fotografar. Sem falar na televisão e no computador. Nesse cenário, como estimular o hábito da leitura de livros em uma criança do século 21?

    Esse é o assunto do sétimo e penúltimo episódio da série “Como começar a ler para crianças”. O convidado da vez é a editora de livros infantis da Companhia das Letras Mell Brites. 

    Além disso, Ziraldo é o autor clássico destacado nesta edição. Um dos mais conhecidos escritores de literatura infantil do país, ele é autor de títulos como  “Flicts”, “Joelho Juvenal” e “Menino Maluquinho”.

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    37 min
  • Como começar a ler para crianças: a obra de Ana Maria Machado
    A palavra mediador é frequentemente citada quando o assunto é literatura infantil. É aquele que lê para o outro em voz alta – seja uma criança que ainda não foi alfabetizada, seja para uma roda de leitura. Mas essa atividade vai além do ato de ler em si, e há alguns fatores que podem torná-la mais proveitosa tanto para a criança como para o adulto.

    Como ler em voz alta para uma criança é o assunto do sexto episódio da série “Como começar a ler para crianças”. O convidado da semana é o escritor Olívio Jekupé, autor de livros como “A mulher que virou Urutau”, “O saci verdadeiro” e “Tekoa: conhecendo uma aldeia indígena”. E a trilha sonora é dos filhos do Jekupé, Tupã e Jekupé Mirim.

    Além disso, Ana Maria Machado é a autora clássica desta edição. Uma das mais importantes escritoras brasileiras da literatura infantil, completou 50 anos de carreira em 2019 e é membro da Academia Brasileira de Letras. Ana Maria Machado é autora de livros como “Bento que Bento é o Frade”, “História Meio Ao Contrário” e “Era uma vez um tirano”.

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    36 min
  • Como começar a ler para crianças: a obra de Eva Furnari
    A crise e falência de grandes redes de livrarias afetou o mercado editorial como um todo. E desde 2014 as compras de livros por parte do governo não foram restabelecidas. Isso gerou mudanças nas formas de se produzir literatura no Brasil em todos os gêneros, e as obras voltadas ao público infantil ou infantojuvenil também foram impactadas por esse movimento.

    A situação do mercado é assunto do quinto episódio da série “Como começar a ler para crianças”. E a conversa é com o escritor Ilan Brenman. Ele é autor de dezenas de livros, como “Até as princesas soltam pum” (2008), “Telefone sem fio” (2011) e “Refugiados” (2019).

    A vida e a obra da escritora Eva Furnari também são tema deste episódio. Furnari é brasileira de origem italiana e se destacou nos anos 1980 ao criar a personagem Bruxinha. Ela atua também como ilustradora e é reconhecida pela forma como consegue equilibrar texto e desenho em seus livros – sempre com uma pegada bem-humorada. Alguns de seus títulos mais conhecidos são "A Bruxinha" e "Felpo Filva".

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    49 min
  • Como começar a ler para crianças: a obra de Lygia Bojunga
    O contato de uma criança com um livro vai além das palavras. É também uma experiência de alfabetização visual. E as ilustrações têm funções centrais nesse processo – como atrair a atenção desse público leitor, apresentar novas formas de ver o mundo, explorar outros formatos do livro enquanto objeto, entre outras.

    A importância das ilustrações em livros infantis é assunto do quarto episódio da série “Como começar a ler para crianças”. E a conversa é com a escritora e ilustradora Janaina Tokitaka. Ela é autora de livros como “Tem Um Monstro No Meu Jardim” (2010), “Pedro Vira Porco Espinho” (2017) e “ABCDelas” (2019).

    A vida e a obra da escritora clássica Lygia Bojunga também é tema deste episódio. Bojunga é uma das escritoras do gênero de mais prestígio dentro e fora do Brasil. Autora de livros como “A Bolsa Amarela” (1976) e “Corda Bamba” (1979), ela tratou de temas considerados difíceis para crianças, como morte, abuso sexual e desigualdade social, e esteve à frente de projetos de fomento à leitura de crianças e adolescentes.

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    41 min
  • Como começar a ler para crianças: a obra de Monteiro Lobato
    Livros infantis clássicos envelhecem? Como lidar com obras que fazem parte do cânone da literatura e trazem mensagens inadequadas ou mesmo racistas? Essas são algumas das perguntas que permeiam o terceiro episódio da série de podcasts “Como começar a ler para crianças”.

    A cada semana, a obra de um autor clássico é explorada. Esta é a vez de Monteiro Lobato, precursor da literatura infantil brasileira. Em 2019, seus livros entraram em domínio público. E, pelo menos desde 2010, seu trabalho está no centro de controvérsias: alguns dizem que, por ter teor racista, sua obra infantil não deveria ser lida; outros defendem que ela deve ser lida, sim, mas de forma crítica, com um mediador que a contextualize. 

    A entrevistada do episódio é a escritora e antropóloga Heloisa Pires Lima, autora de livros infantis como “Histórias da Preta” e pesquisadora de questões raciais envolvendo a obra de Lobato.

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    48 min

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