Como começar

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By Nexo JornalArts
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Como começar episodes

  • Como começar a ler Neil Gaiman
    O mundo dos sonhos, as batalhas dos deuses ou a vida em um cemitério. Essas são algumas das premissas das histórias escritas pelo autor inglês Neil Gaiman.

    Em quadrinhos, nos livros e nas séries, Gaiman mistura mitologias e folclores do mundo todo para contar histórias sobre as relações familiares e seus impactos. Para apresentar a obra do autor, este episódio do “Como Começar”, o podcast de cultura do Nexo, ouviu:

    • Mário Feijó, doutor em letras pela PUC do Rio e professor de duas disciplinas complementares sobre Gaiman na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    • Cláudia Fusco, mestre em literatura de língua inglesa com ênfase em fantasia e ficção científica pela Universidade de Liverpool, no Reino Unido.

    Músicas do programa:
    • Mr. Sandman – The Chordettes
    • Hungry Like the Wolf – Duran Duran
    • Flying – James Newton Howard
    • Always Look on the Bright Side of Life – Monty Python
    • Superman Theme – John Williams
    • Good Omens Opening Title – David Arnold
    • Bohemian Rhapsody – Queen

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    19 min
  • Como começar a ouvir Joni Mitchell
    Em 22 de junho de 1971, Joni Mitchell lançou o álbum mais aclamado de sua carreira. “Blue” foi escrito entre dois términos de namoro dolorosos e uma viagem de desapego à Europa, e isso ficou registrado na música. “Eu sentia como se não guardasse nenhum segredo do resto do mundo”, disse a cantora-compositora à revista Rolling Stone, que considera o disco como o terceiro melhor de todos os tempos. Ao lado de figuras como Bob Dylan e Joan Baez, Mitchell foi influente no revival do folk norte-americano que marcou os anos 1960. Sua trajetória começa na música acústica e depois passa pelo rock e o jazz, com obras clássicas em cada estilo.

    Ela é conhecida pelo uso de afinações alternativas no violão e por suas letras de teor narrativo, por vezes confessional. A franqueza de suas composições inspirou gerações de outros artistas, de Prince e Madonna a Taylor Swift e Lana del Rey. Para apresentar os destaques e o discutir o legado de sua discografia, o Nexo conversou com dois grandes fãs de Joni Mitchell: Sarah Oliveira, radialista e apresentadora do programa “Minha canção”, na estação Eldorado, em São Paulo, e Chico Bernardes, cantor-compositor paulistano.

    Músicas do programa:
    • Joni Mitchell — Woodstock (ao vivo no Festival da Ilha de Wight)
    • Joni Mitchell — My Old Man (ao vivo no Festival da Ilha de Wight)
    • Joni Mitchell — California
    • Joni Mitchell — The House of the Rising Sun
    • Joni Mitchell — Cactus Tree
    • Joni Mitchell — Both Sides Now
    • Joni Mitchell — For Free
    • Joni Mitchell — Big Yellow Taxi
    • Joni Mitchell — A Case of You
    • Joni Mitchell — River
    • Joni Mitchell — Carey
    • Joni Mitchell — You Turn Me On, I’m a Radio
    • Joni Mitchell — Raised on Robbery
    • Joni Mitchell — Twisted
    • Joni Mitchell — The Jungle Line
    • Joni Mitchell — Shadows and Light
    • Joni Mitchell — Coyote
    • Joni Mitchell — Hejira
    • Joni Mitchell — Paprika Plains
    • Joni Mitchell — Shine
    • Joni Mitchell — Both Sides Now (2000)

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    47 min
  • Como começar a ouvir música gaúcha
    A música tradicional gaúcha tem uma estética própria. Expressões, instrumentação e temas muito específicos marcam a produção tradicional do Rio Grande do Sul. Neste episódio, o 'Como começar' apresenta os principais ritmos dos pampas – chacarera, milonga, chamamé, vanera e xote – e conta um pouco da história dessa produção cultural regional.

    Apesar da questão da identidade, da afirmação de pertencimento a um lugar, transparecer nessas músicas, elas não se reduzem a isso. Para trazer à tona um pouco dessa produção, tão ambígua e por vezes ortodoxa, e explicar qual o lugar dela na cultura brasileira, o Nexo conversou com: Clarissa Ferreira, musicista e etnomusicóloga; Luís Augusto Fischer, escritor e professor da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); e Renato Borghetti, acordeonista

    Músicas do programa:
    • Leopoldo Rassier — Veterano
    • Teixeirinha — Querência Amada
    • Graforréia Xilarmônica — Amigo Punk
    • Daniel Sá — Passo Fundo
    • Renato Borghetti — Milonga para as Missões
    • Noel Guarany — Milonga da Chuva
    • Grupo Querência — Merceditas
    • Yamandu Costa — Chacarera (La Pesada)
    • Paixão Côrtes — Chote Carreirinho
    • Leopoldo Rassier — Não Podemo Se Entregá Pros Home
    • Grupo Caverá — Os Homens de Preto
    • Vitor Ramil — Indo ao Pampa
    • Almôndegas — Amargo
    • Bebeto Alves — Água
    • Clarissa Ferreira — Manifesto Líquido
    • Gildo de Freitas — Me Chamam de Grosso
    • Pirisca Grecco — Em Todos os Sentidos
    • Esteban e Pirisca Grecco — Chacarera 2
    • Vitor Ramil — Ramilonga
    • Renato Muller — Cinco Conto
    • Playlist Regionew

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    30 min
  • Como começar a ver o cinema de Agnès Varda
    A cineasta belga Agnès Varda é a mãe fundadora da Nouvelle Vague, um dos mais importantes movimentos cinematográficos, surgido na França na década de 1950. Seu cinema expandiu as fronteiras entre ficção e documentário, e também deu corpo a novos formatos audiovisuais como o cinema-ensaio.

    Sua obra é conhecida pelo experimentalismo. A diretora foi a primeira mulher a receber um Oscar Honorário pelo conjunto de sua obra, em 2017. Além de cineasta, Agnès Varda também foi fotografa, artista visual e militante feminista.

    Para abordar os diferentes aspectos que marcam a trajetória da artista, este episódio do “Como começar”, o podcast de cultura do Nexo, conversou com:
    - Fernanda Pessoa, diretora de documentários como “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava” e “Zona Árida”.
    - Lúcia Monteiro, professora do curso de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense.
    - Tatá Amaral, diretora de filmes como “Um Céu de Estrelas” e “Antônia”.

    Filmes citados:
    • La Pointe-Courte (1955)
    • Cléo das 5 às 7 (1962)
    • Salut les cubains (1963)
    • As duas faces da felicidade (1965)
    • Tio Yanco (1967)
    • Panteras Negras (1968)
    • Daguerreótipos (1976)
    • Uma canta, a outra não (1977)
    • Ulysse (1982)
    • Kung-fu master! (1988)
    • Jacquot de Nantes (1991)
    • O universo de Jacques Demy (1995)
    • Os Catadores e Eu (2000)
    • Le Lion de Denfert (2003)
    • As praias de Agnès (2008)
    • Visages, Villages (2017)
    • Varda por Agnès (2019)

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    39 min
  • Como começar a ouvir rock shoegaze
    "Música barulhenta feita com guitarras”. A maioria das pessoas provavelmente associaria essa descrição a um estilo como o heavy metal, conhecido por canções pesadas, sombrias e agressivas. Mas a definição também vale para um outro gênero do rock que seguiu por um caminho diferente, mais atmosférico e etéreo: o shoegaze.

    Com origens no fim dos anos 1980, no Reino Unido, o termo “shoegaze” significa algo como “olhar para os sapatos”, em inglês. O nome vem do hábito que os guitarristas daquela cena tinham de observar os próprios pés durante os shows, para controlar uma série de pedais usados para distorcer o som dos instrumentos.

    A obra quintessencial do gênero, o álbum “Loveless”, dos irlandeses My Bloody Valentine, completa 30 anos em 2021. O Nexo conversou com representantes de três bandas brasileiras desse estilo, para comentar suas principais características, suas inspirações, e como o som evoluiu com o tempo. São eles: Felipe Aguiar, da dupla carioca gorduratrans; Stefano Fell, do conjunto gaúcho Loomer; e Stephani Heuczuk, da banda terraplana, de Curitiba.

    Músicas do programa:
    • My Bloody Valentine — To Here Knows When
    • My Bloody Valentine — Only Shallow
    • Cocteau Twins — Lorelei
    • Dinosaur Jr. — Little Fury Things
    • The Jesus and Mary Chain — Upside Down
    • Spacemen 3 — The Sound of Confusion
    • My Bloody Valentine — You Made Me Realise
    • Lush — Superblast!
    • Slowdive — Alison
    • My Bloody Valentine — Soon
    • Ride — Seagull
    • Pulp — Common People
    • Pin-Ups — Sonic Butterflies
    • Loomer — Mind Control
    • DIIV — Like Before You Were Born
    • Deafheaven — Dreamhouse
    • M83 — Run Into Flowers
    • Slowdive — Star Roving
    • Gorduratrans — Você não sabe quantas horas eu passei olhando pra você
    • Terraplana — Ambedo

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    34 min
  • A cultura que nos ajudou a atravessar 2020
    Neste episódio de fim de ano do “Como começar”, o podcast de cultura do Nexo, a redação do jornal faz 20 recomendações de obras que contribuíram para deixar o ano de 2020 mais tolerável. São livros, filmes, séries, canais de YouTube, podcasts e videogames que nos trouxeram conforto, clareza, refúgio, ou mesmo uma desejada dose de serotonina no meio da quarentena.

    Recomendações:
    • LIVRO: “Alguns humanos”, de Gustavo Pacheco (indicação de Marina Menezes)
    • LIVRO: “São Paulo nas alturas”, de Raul Juste Lores (indicação de Bruno Fiaschetti)
    • LIVRO: “Severance”, de Ling Ma (indicação de Fredy Alexandrakis)
    • LIVRO: “Nada digo de ti, que em ti não veja”, de Eliana Alves Cruz (indicação de Letícia Arcoverde)
    • LIVRO: “Jóquei”, de Matilde Campilho (indicação de Mauricio Abbade)
    • LIVRO E FILME: “O senhor dos anéis” (indicação de Cesar Gaglioni)
    • FILME: “Os 7 de Chicago” (indicação de Camilo Rocha)
    • FILME: “Vaga Carne” (indicação de Natan Novelli Tu)
    • SÉRIE: “I May Destroy You” (indicação de Guilherme Falcão)
    • SÉRIE: “The Eddy” (indicação de Antonio Mammi)
    • SÉRIE: “black-ish” (indicação de Yasmin Santos)
    • SÉRIE: “Parks and Recreation” (indicação de Ibrahim Bevilacqua)
    • SÉRIE: “The Office” (indicação de Carol Souza)
    • SÉRIES: “RuPaul’s Drag Race” e seus spin-offs (indicação de Mariana Vick)
    • CANAL DE YOUTUBE: “UNHhhh” (indicação de Sariana Fernandez)
    • CANAL DE YOUTUBE: "Um café lá em casa” (indicação de João Paulo Charleaux)
    • PODCAST: "Open Ears Project” (indicação de Aline Pellegrini)
    • PODCAST: “Tape Notes” (indicação de Cecilia Inamura)
    • JOGO: “Fall Guys” (indicação de Thiago Araújo)
    • JOGO: “A Short Hike” (indicação de Gabriel Maia)

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    43 min
  • Como começar a ver o cinema de Alfred Hitchcock
    Conhecido como mestre do suspense, diretor britânico foi um dos maiores autores cinematográficos do século 20, graças a filmes como "Psicose", "Um Corpo que Cai" e "Janela Indiscreta"

    Filmes citados:
    • Intriga Internacional
    • Um Corpo que Cai
    • Psicose
    • Janela Indiscreta
    • O jardim ods prazeres
    • 39 degraus
    • A dama oculta
    • O homem que sabia demais
    • E o vento levou
    • O ano passado em Marienbad
    • Pacto Sinstro

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    23 min
  • Como começar a ler Gabriel García Márquez
    O escritor colombiano Gabriel García Márquez é conhecido por ser um dos maiores expoentes do realismo mágico, corrente literária latino-americana que mistura aspectos da realidade com o folclore e a ficção. Também foi jornalista, diretor de cinema e uma voz potente contra regimes autoritários que tomaram a América Latina na segunda metade do século 20.

    García Márquez foi o primeiro e único escritor da Colômbia a conquistar o Nobel de Literatura, em 1982. Gabo, como é conhecido no país, usou a sua visibilidade internacional para difundir a cultura hispano-americana e projetar outros artistas da região. Também é fundador da Fundação Gabo, que promove treinamentos e premiações para jornalistas latino-americanos.

    Para abordar os diferentes aspectos que marcam a trajetória do autor, este episódio do “Como começar”, o podcast de cultura do Nexo, conversou com:

    - Alexandre Barbosa, pesquisador de comunicação e cultura popular da América Latina e gerente de relações acadêmicas no Memorial da América Latina, em São Paulo
    - Felipe Vieira, historiador e pesquisador da obra de García Márquez
    - Joana Rodrigues, professora do curso de letras da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e especialista em literatura espanhola e hispano-americana


    Livros citados no programa:
    • Cem Anos de Solidão (1967)
    • Amor nos tempos do Cólera (1985)
    • Crônica de uma Morte Anunciada (1981)
    • Outono do Patriarca (1975)
    • Cheiro de Goiaba (1982)
    • Notícias de um sequestro (1996)
    • Relato de um Náufrago (1955)
    • A aventura de Miguel Littin clandestino no Chile (1986)
    • Eu não vim fazer um discurso (2014)
    • Ninguém escreve ao coronel (1961)
    • Os funerais da mamãe grande (1962)
    • Doze Contos Peregrinos (1992)


    Músicas do programa:
    • Despedida - Shakira
    • Macondo - Óscar Chávez
    • Los cien años de Macondo - Los Hispanos
    • Afrosound - Caminito Serrano
    • Puerto Candelaria - Senderito de Amor
    • Los Cumbia Stars San Marcos Y Porro Bonito
    • White Suit - Antonio Pinto
    • Gracias a la vida - Mercedes Sosa
    • Latinoamerica - Calle 13
    • Aguacero - Perotá Chingó

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    32 min
  • Como começar a ouvir bandas do movimento riot grrrl
    Se hoje é comum que grandes artistas do pop compartilhem mensagens de empoderamento feminino, no início dos anos 1990, o cenário da música era bem diferente. Este podcast recupera a história de um movimento do punk rock feito por mulheres que levantou a bandeira do feminismo quando isso ainda não a coisa mais normal — e nem segura — a se fazer.

    Trata-se do riot grrrl, que tem suas origens na cidade de Olympia, capital do estado de Washington, nos Estados Unidos. Com letras contestadoras e uma estética que subvertia ideias tradicionais associadas à feminilidade, a influência dessa cena local se espalhou pelo mundo e deixou sua marca no mainstream.

    Para destrinchar o legado desse movimento e montar um roteiro introdutório de músicas indispensáveis, o Nexo conversou com:

    - Leticia Marques, cineasta e diretora do documentário “Faça você mesma”, sobre o riot grrrl brasileiro;
    - Camila Puni, artista e pesquisadora de zines que já deu aulas na Universidade de Tulane em Nova Orleans, nos Estados Unidos, e participou de residência artística no LA Zine Fest, na Califórnia;
    - Bah Lutz, vocalista da Bertha Lutz, banda de punk feminista de Belo Horizonte.

    Músicas do programa:
    • Bikini Kill – Double Dare Ya
    • Bratmobile – Cherry Bomb
    • Sleater-Kinney – Dig Me Out
    • Excuse 17 – Watchmaker
    • Team Dresch – Uncle Phranc
    • Dominatrix – Patriarchal Laws
    • Mercenárias – Inimigo
    • Mercenárias – Me perco
    • Bertha Lutz – Sangue negro
    • Bikini Kill – Rebel Girl
    • Bikini Kill – Feels Blind
    • Bikini Kill – Suck My Left One
    • Bikini Kill – I Like Fucking
    • Sleater-Kinney – I Wanna Be Your Joey Ramone
    • Sleater-Kinney – Let’s Call It Love
    • Bratmobile – Cool Schmool
    • Team Dresch – Fagetarian and Dyke
    • Team Dresch – Hate the Christian Right
    • Tamar-kali – Boot
    • Tamar-kali – Pearl
    • Dominatrix – No Make Up Tips
    • TPM – Racismo
    • Bulimia – Punk rock não é só pro seu namorado
    • Bertha Lutz – Preta gorda sapatão
    • Spice Girls – Wannabe
    • Pussy Riot – Make America Great Again
    • TPM – Noise rock brutal urso punkinho gralha

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    38 min
  • Como começar a ver 007
    Vinte e cinco filmes. Essa é a marca que a franquia James Bond bateria com “007 — Sem tempo para morrer”, se tivesse sido lançado em abril de 2020. Com a pandemia do novo coronavírus, o filme foi adiado para novembro.

    Será a quinta vez, e provavelmente última, que Daniel Craig encarna o espião mais famoso do cinema. Antes dele, cinco outros atores deram vida às aventuras internacionais do agente, que começaram na década de 1950 a partir dos livros de Ian Fleming.

    Bond enfrentou dezenas de vilões, em especial russos, levantando a bandeira do anticomunismo no cinema num momento em que EUA e União Soviética rivalizavam na Guerra Fria. Contava, para isso, com gadgets, carros, roupas e bebidas caras. Flertava também com diversas mulheres que cruzavam seu caminho.

    Neste podcast, o Nexo conta a trajetória do espião e como ela se relaciona com a história do cinema e do mundo. Ao longo desses quase 60 anos, a franquia precisou se reinventar, especialmente na caracterização feminina e racial. Mas as mudanças extrapolam as demandas de representatividade.

    Marcos Kontze, jornalista e criador do site James Bond Brasil, há nove anos no ar; Raphaela Ximenes, jornalista, pesquisadora e crítica de cinema membro do coletivo Elvira de mulheres críticas; e Roberto Sadovski, jornalista e crítico de cinema do site Uol, ajudam a fazer esse resgate histórico.

    Filmes citados:
    • Filmes da franquia 007
    • “007 — Nunca mais outra vez” (Irvin Kershner, 1983)
    • “Tom Jones” (Tony Richardson, 1963)
    • “A hard day’s night” (Richard Lester, 1964)
    • “A identidade Bourne” (Doug Liman, 2002)
    • “Batman begins” (Christopher Nolan, 2005)
    • “Austin Powers” (Jay Roach, 1997)

    Músicas do programa:
    • Dr. No’s theme — Monty Norman (trilha “Dr. No”)
    • James Bond theme — Monty Norman (trilha “Dr. No”)
    • Dr. No’s fantasy — Monty Norman (trilha “Dr. No”)
    • Dum di-di dum dum — Monty Norman
    • Misirlou — Dick Dale and the Del-Tones
    • Skyfall — Adele (trilha “Skyfall”)
    • No time to die — Billie Eilish (trilha “Sem tempo para morrer”)
    • Thunderball — Tom Jones (trilha “007 contra a chantagem atômica”)
    • Live and let die — Wings (trilha “Com 007 viva e deixe morrer”)
    • Die another day — Madonna (trilha “Um novo dia para morrer”)
    • The Living Daylights — A-ha (trilha “007 Marcado para morte”)
    • Goldfinger — Shirley Bassey (trilha “Goldfinger”)
    • Diamonds are forever — Shirley Bassey (trilha “Diamantes são eternos”)
    • Fatal Weakness — Eric Serra (trilha “Goldeneye”)
    • Another way to die — Alicia Keys e Jack White (trilha “Quantum of Solace”)
    • A hard day’s night — The Beatles (trilha “A hard day’s night”)
    • Theme from Shaft — Isaac Hayes (trilha “Shaft”)
    • Terminator 2 Theme — Brad Fiedel (trilha “Exterminador do futuro 2”)
    • Extreme Ways — Moby (trilha “Identidade Bourne”)

    Referências teóricas:
    • “Why does James Bond sound like James Bond”, Dan Golding https://www.youtube.com/watch?v=cL31rRUMRUY

    • International Journal of James Bond Studies https://jamesbondstudies.ac.uk/articles

    • “Beyond Bond: Spies in Fiction and Film”, Wesley Britton https://bit.ly/2Yglugh

    • “The Case of Mr. Fleming”, Bernard Bergonzi, à revista The Twentieth Century https://www.theguardian.com/theguardian/from-the-archive-blog/2012/oct/01/ian-fleming-james-bond-1958-archive

    • “Hollywood Cinema: An Introduction”, Ian Craven e Richard Maltby

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    50 min

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Este é o Como Começar, podcast de cultura do Nexo, um jornal digital para quem busca explicações precisas e interpretações equilibradas sobre os principais fatos do Brasil e do mundo. O programa se…

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