Compasso Latino Rádio

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By Mauro BragaMusicMusic History
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Compasso Latino Rádio episodes

  • Ep. 257 - Elizabeth Meza - Nocturnal
    No programa de hoje, ouviremos Nocturnal, um bolero dos anos de 1930, que Elizabeth Meza gravou em seu segundo Lp. Nocturnal tem melodia de José Sabre Marroquín e letra de José Mojica. Mojica, grande tenor mexicano, foi um destacado astro do cinema americano dos anos de 1930 e 1940, mas, no auge da fama, largou tudo, para internar-se em um convento de Lima, onde viveu o resto de sua vida, como o Frei José de Guadalupe. Ouçamos.
    9 min
  • Ep. 256 - Classico Latino - Sabor a mí - e - Usted
    Curiosíssimo e excelente o conjunto Clássico Latino, liderado pelo pianista colombiano Ivan Guevara. A começar pela grafia de seu nome: clássico, com dois esses. Ou seja, seu nome parece ser em português. Mas, falta o acento em clássico.
    Ouçamos o Classico Latino em dois boleros clássicos mexicanos: “Sabor a mí”, de Alvaro Carrillo, e “Usted”, de Gabriel Ruiz e José Antonio Zorrilla. Ambos com vocal de Eirini Tornesaki, cantora grega.
    11 min
  • Ep. 254 - Violeta Parrra - Yo canto a la diferencia - e - Violeta ausente
    Nascida em 1917, Violeta foi a terceira filha de uma família humilde de 8 irmãos. O pai era professor primário; a mãe, costureira. O irmão mais velho, Nicanor, também adquiriu fama, mas como escritor. Na infância e adolescência, viveu em diversas cidades e foi em Chillán que aprendeu a tocar violão e começou a compor. Vários dos irmãos atuaram em circo e cantaram em bares. Em 1932, Violeta foi para Santiago, morar com Nicanor.
    Ela profissionalizou-se artisticamente aos 20 anos. Casou-se e teve 3 filhos com o primeiro marido, junto ao qual iniciou a militância no Partido Comunista. As primeiras gravações só ocorreriam em 1952, pela Victor. O êxito chegou no ano seguinte, com “Casamiento de negros”, uma canção gravada por Milton Nascimento, 25 anos depois.
    Ouvimos, com Violeta Parrra, dela própria, “Yo canto a la diferencia” e “Violeta ausente.
    11 min
  • Ep. 253 - Rubén Rada - Candombe para Gardel - e - Laura Canoura - Los hijos de Gardel
    Carlos Gardel, tragicamente falecido em 1935, continua sendo o maior mito da música portenha. O adjetivo portenho, geralmente usado para referir-se às coisas de Buenos Aires, está sendo aqui utilizado para referir-se às duas grandes cidades situadas às margens do Rio da Prata, Buenos Aires e Montevidéu, nas quais Gardel segue sendo um rei.
        Hoje trataremos de duas canções uruguaias, relativamente recentes. Elas serão apresentadas por ordem cronológica de criação.
    Ouvimos, com Rubén Rada, dele próprio, “Candombe para Gardel”, e, com Laura Canoura, dela e de Alberto Magnone, “Los hijos de Gardel”.
    12 min
  • Ep. 251 - Ronda - Inezita Barroso - e - Márcia
    Difícil uma canção que tenha tantas histórias interessantes quanto “Ronda”, de Paulo Vanzolini, um samba mais lento, que se transformou em um samba-canção ¼ de século depois de sua primeira – e até então única – gravação.
    Ouvimos Ronda, de Paulo Vanzolini, em interpretações de Inezita Barroso e Márcia
    11 min
  • Ep. 249 - Mayte Martín - El dia que me quieras - de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera
    Por mais de uma vez, já falamos no Compasso Latino da cantora e compositora espanhola Mayte Martín, nascida em Barcelona no ano de 1965. Mayte começou a cantar ainda menina e profissionalizou-se aos 16 anos, com um repertório centrado em ritmos espanhóis típicos, sobretudo o flamenco. Aos 28 anos, entretanto, Mayte conheceu o afamado pianista de jazz espanhol Tete Montoliu, então com 60 anos. A associação com Tete impulsionou a carreira de Mayte. Mas, Tete decidiu que a voz de Mayte não era para cantar flamenco e sim para cantar bolero. Ouvimos, com o piano de Tete Montoliu e a voz de Mayte Martín, El dia que me quieras, de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera.
    10 min
  • Ep. 248 - Fernando Fernandez - Desconfianza - e - Leny Andrade - Sabrá Dios
    A suspeita da mentira e da infelicidade nas relações amorosas tem sido tema da canção latino-americana em suas diversas épocas e gêneros. Um exemplo disso, na canção brasileira, é o samba-canção “Há um Deus”, de Lupicínio Rodrigues. No programa de hoje vamos abordar dois boleros em que seus versos reconhecem que tal suspeita pode ser indevida e refletir-se no rompimento de uma relação bem-sucedida. 
    Ouvimos, com Fernando Fernandez, de Julio Gutiérrez, Desconfianza e, com Leny Andrade, de Alvaro Carrillo, Sabrá Dios.
    11 min

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Todas às quartas-feiras, às 8h, temos as histórias dos compositores, intérpretes e obras do bolero, do tango, do samba-canção e vários outros ritmos latinos, especialmente relativas às canções produzidas nas décadas de 1920 a 1960.