Compasso Latino Rádio

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By Mauro BragaMusicMusic History
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Compasso Latino Rádio episodes

  • Ep. 108 - Dalva de Oliveira - Teu castigo - e - Ângela Maria - Não devo sonhar
    Há quem pense que, entre o bolero e o samba-canção, houve algo muito sério. Carlos Lyra pensa que foi casamento. Ele costuma dizer que o samba-canção é o bolero brasileiro. Com essa afirmativa, ele provavelmente se refere à grande influência do bolero sobre o samba-canção, a partir dos anos de 1940. Ouvimos, com Dalva de Oliveira, de Tom Jobim e Newton Mendonça, “Teu castigo” e, com Ângela Maria, de Tom e Helena Jobim, “Não devo sonhar.”
    10 min
  • Ep. 106 - La Lupe - La tirana - e - Puro teatro
    La Lupe foi uma cantora cubana que desfrutou de um momento de grande destaque no cenário internacional, mas de fugaz duração. Em meados dos anos de 1960, La Lupe começou a ter grande prestígio. Nessa época, gravou dois boleros do então quase desconhecido porto-riquenho Tite Curet Alonso. Duas gravações que impulsionariam a carreira de ambos. Dois boleros e uma mesma temática: a separação de um casal, em que a mulher ousava acusar o homem pela culpa do desenlace do romance. Ouvimos, de Tite Curet Alonso, com La Lupe, “La tirana” e “Puro teatro”.
    9 min
  • Ep. 105 - Enrique Santos Discépolo - Noche de abril- e - Sueño de juventude
    O compositor Enrique Santos Discépolo, muitas vezes referido por seu apelido Discepolin, foi uma das maiores figuras do tango. É possível que só Gardel supere o seu prestígio na canção argentina, a despeito de ter tido uma vida relativamente curta, 50 anos, e ter criado pouco mais de 40 canções. Ouvimos, de Enrique Santos Discépolo, “Noche de abril”, com Nelly Omar e “Sueño de juventude”, com María Volonté.
    11 min
  • Ep. 104 - Rubén Bladés - de Luis Demetrio - Apoyate en mí alma
    O mexicano Luis Demetrio, natural de Mérida, conterrâneo e compadre de Armando Manzanero, talvez para justificar sua extensa obra musical, dizia que Mérida é a terra em que todas as dores terminam em canção. Um dos boleros mais belos de Demetrio é “Apoyate en mí alma” e sua gravação de que mais gosto foi a realizada, já no século XXI, pelo panamenho Rubén Bladés, que ouviremos a seguir.
    9 min
  • Ep. 103 - Armando Manzanero, com Gal Costa - Contigo aprendí - e - com Elis Regina - Me vuelves loco
    O pianista mexicano Armando Manzanero, que completou 82 anos, no final de 2017, é, sem controvérsias, o grande autor do bolero, depois de 1960. Manzanero, Don Juan por natureza, fez do bolero sua arma irresistível, para encantar e seduzir suas incontáveis mulheres. Caro ouvinte, escute as versões em português de “Contigo aprendí” e “Me vuelves loco”, nas vozes, respectivamente, de Gal Costa e Elis Regina.
    11 min
  • Ep. 102 - Luiz Arcaraz - Superstícion - e - Viajera - com Pedro Vargas
    O pianista e diretor de orquestras mexicano Luis Arcaraz marcou sua presença na música latina com belas canções, que fizeram muito sucesso, durante mais de 2 décadas. Em sua obra autoral, marcadamente influenciada pelo jazz, pelo blues e pelas frequentes temporadas nos Estados Unidos. Ouçamos “Superstición”, em interpretação do próprio Luiz Arcaraz, e “Viajera”, na voz de Pedro Vargas.
    9 min
  • Ep. 100 - Susana Baca, de Tite Curet - Las caras lindas
    É difícil se encontrar um personagem da canção popular que tenha tido tanta identificação com o seu povo quanto o porto-riquenho Tite Curet Alonso, que primava pela simplicidade, e cuja história de vida é também rara. Tite, um negro nascido em 1926 e de origem muito humilde, conseguiu superar as barreiras sociais, que eram mais fortes ainda em seu tempo, e chegar a universidade, tendo estudado farmácia, sociologia e jornalismo. 
    Tite é amplamente reconhecido como o terceiro mais destacado criador de canções da rica música porto-riquenha. Ele se considerava um cronista da canção popular. Boa parte de sua obra tem um nítido conteúdo social e político, como é o caso de “Las caras lindas”, que ouviremos a seguir na voz da peruana Susana Baca.
    8 min
  • Ep. 99 - Daniel Maza, de Chico Novarro - Amnesia
    O argentino Chico Novarro, nascido em 1928, filho de imigrantes do leste europeu e com ascendência judaica, é uma das mais importantes referências na canção portenha da segunda metade dos anos de 1960. Ele transitou por uma infinidade de ritmos muito diversos, que incluem o jazz, a cumbia, a zamba e até o tango, mas sua contribuição mais destacada talvez tenha sido no bolero. 
    Muito bem-humorado e simpático, Chico costuma dizer que tem um DNA dispersivo.
    Ouvimos, com Daniel Maza, de Chico Novarro, “Amnesia”
    9 min

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Todas às quartas-feiras, às 8h, temos as histórias dos compositores, intérpretes e obras do bolero, do tango, do samba-canção e vários outros ritmos latinos, especialmente relativas às canções produzidas nas décadas de 1920 a 1960.