Compasso Latino Rádio

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By Mauro BragaMusicMusic History
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Compasso Latino Rádio episodes

  • Ep. 218 - Marta Valdés - Sin ir más lejos e - Palabras
    Marta Valdés já celebrou, e não faz tão pouco tempo, seus 80 anos. Há algum tempo, vi um vídeo de uma celebração de seus 80 anos. Aquela senhora magra, que cantava assentada, parecia frágil fisicamente. Um contraste com a fortaleza de espírito que caracteriza sua vida.
    Graduada em letras e filosofia, pela Universidade de Havana, Marta começou a compor aos 21 anos, em 1955.
    Ouvimos, de Marta Valdés, com Marta e Haydée Milanes, “Sin ir más lejos”, e com Gema Corredera, “Palabras”.
    11 min
  • Ep. 217 - Rolando Alarcón, com Eugenia León - Parabién de la paloma - e - Violeta Para -Gracias a l
    Vamos falar da música chilena. Relembraremos dois de seus maiores criadores: Rolando Alarcón e Violeta Parra. Ambos nasceram na mesma província, foram amigos e faleceram jovens, ele, aos 43 anos, em razão de uma úlcera; ela, aos 49 anos, devido a uma tragédia pessoal: suicidou-se.
    Ouvimos, de Rolado Alarcón, com Eugenia León, “Parabién de la paloma”, e de Violeta Para, com a própria autora, “Gracias a la vida”.
    12 min
  • Ep. 216 - Lola Flores Exposito - Mirame pasar compadre - e - Nada
    No programa de hoje apresentaremos dois temas do cancioneiro argentino, na interpretação de Lola Flores. Começaremos com um candombe, composto nos anos de 1980: Mirame pasar compadre”. Uma época em que o candombe esteve quase morto na Argentina. “Mirame pasar compadre” foi criado por uma dupla que já estava acima dos 50: o pianista Emilio de la Peña e o poeta e escritor Hamlet Lima Quintana. 
    A seguir, Lola interpretará um tango intitulado “Nada”. “Nada” foi composto por José Dames e Horácio Sanguinetti, em 1944, quando ambos tinham por volta de 30 anos. Escutemos.
    10 min
  • Ep. 214 - Argelia Fragoso - Canción de otoño - e - Te extraño
    Argelia fez uma rara trajetória, para uma cantora da música popular. As duas canções que apresentaremos hoje constam de Cds gravados no século XXI. O primeiro deles, de 2003, foi integralmente dedicado à obra de Vivente Garrido. Garrido participou de todo o projeto, inclusive tocando o piano em todas as faixas. Mas, não pode ver o disco pronto: faleceu 3 meses antes. A faixa selecionada deste Cd, “Canción de otoño”, foi a última das inúmeras declarações de amor que fez à sua mulher em seus boleros.
    Em seguida, ouviremos um tema do primeiro álbum solo gravado por Argelia na Espanha, intitulado Entre nosostros. Trata-se de “Te extraño”, de Armando Manzanero, cujo título significa algo como “Sinto saudades”.
    11 min
  • Ep. 213 - Ary Barroso - Risque - em gravações de Aurora Miranda e Lucho Gatica
    Carlos Lyra já disse que o samba-canção é o bolero brasileiro. Penso que, com tal afirmativa, ele quis dizer que o samba-canção sofreu grande influência do bolero. Zuza Homem de Melo talvez tenha sido mais preciso, ao afirmar que o bolero é o único gênero estrangeiro que tem um correspondente nacional: o samba-canção. Como me identifico com as ideias de Lyra e Melo, o samba-canção passará a integrar a temática do Compasso Latino.
    Comecemos essa novidade com a curiosa história de “Risque”, samba-canção composto por Ary Barroso, em 1952.
    Ouçamos “Risque”, em sua gravação original, de Aurora Miranda, e na gravação de Lucho Gatica.
    9 min
  • Ep. 211 - Atahualpa Yupanqui - Chacarera de las píedras - e - Piedra y caminho - com Lidia Borda
    Atahualpa Yupangui, tema do programa de hoje, é o mais destacado folklorista argentino. Curioso, porque ele nasceu na província de Buenos Aires, em 1908. Mas, aos 9 anos mudou-se para Tucumán, onde viveu toda a sua juventude, iniciou sua atividade musical e percorreu, em lombo de burro, boa parte do altiplano argentino, chegando até à Bolívia. Viveu em diversas cidades e não só no norte argentino. Antes da fama chegar passou um tempo também em Montevidéu. No programa de hoje, Lidia Borda nos apresentará duas canções de Atahualpa Yupanqui: “Chacarera de las piedras” e, em seguida, “Piedra y camino.
    10 min
  • Ep. 210 - María Estela Monti - Zamba del angel - e - António Zambujo - Zamba del olvido
    A zamba é um gênero e uma dança que possivelmente se originaram no Peru. São manifestações culturais oriundas das comunidades mestiças de negros com índios. Afinal, zambo é o vocábulo espanhol que designa a pessoa pertencente a essas comunidades. 
    Ouvimos, com María Estela Monti, Zamba del angel, de Ariel Petrocelli e Hugo Diaz e, com António Zambujo, Zamba del olvido, de Jorge Drexler.
    10 min

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Todas às quartas-feiras, às 8h, temos as histórias dos compositores, intérpretes e obras do bolero, do tango, do samba-canção e vários outros ritmos latinos, especialmente relativas às canções produzidas nas décadas de 1920 a 1960.