Compasso Latino Rádio

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By Mauro BragaMusicMusic History
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Compasso Latino Rádio episodes

  • Ep. 228 - Rico Vacilón, de Rosendo Ruiz Quevedo - com a Orquestra América e com o grupo Vieja Trova
    O Vieja Trova Santiaguera e Pau Donés se encontraram uma vez em um estúdio de gravação, para interpretar um cha-cha-chá, intitulado “Rico vacilón”, composto no início da década de 1950, Rosendo Ruiz Quevedo. Vación é um tipo de festa cubana, em que devem estar presentes, a música, a dança e a comida. Nesta gravação, o Vieja Trova e Pau Donés também improvisam, cantando versos que não pertencem à letra original da canção.
    Esta gravação é o tema de nosso programa de hoje, mas para que o ouvinte possa apreciá-la devidamente, apresentaremos antes a gravação original de “Rico Vacilón”, com a Orquestra América, de Ninón Mondejar. Assim o ouvinte poderá distinguir os versos improvisados dos originais, Escutem.
    11 min
  • Ep. 227 - Fabiana Cozza, de Maria Grever - Devuelveme mis besos e - de Margarita Lecuona - Babalú
    A doublé de jornalista e cantora paulistana Fabiana Cozza, nascida em 1976, gravou, em 2018, um belíssimo Cd dedicado à Bola de Nieve. O disco venceu o Prêmio da Música Brasileira de 2018, na categoria Melhor Álbum em Língua Estrangeira. O disco de Fabiana contempla canções da autoria de Bola de Nieve e outras que, não sendo de sua autoria, fizeram parte de seu repertório. Duas deles escutaremos no programa de hoje: “Devuelveme mis besos”, um bolero da mexicana María Grever, e “Babalú”, um canto afro, da autoria da cubana Margarita Lecuona.
    10 min
  • Ep. 225 - Versão de Trio Los Panchos e de Francisco Alves - María Elena - de Lorenzo Barcelata
    O programa de hoje falará das versões e de como elas por vezes mudam o sentido dos versos originais de uma canção. Exemplificaremos isto com Maria Elena, canção mexicana de 1932, composta por Lorenzo Barcelata. Caro ouvinte, compare a versão de Barcelata, interpretada pelo Trio Los Panchos, com a de Haroldo Barbosa, na voz de Francisco Alves. Observe também a mudança do ritmo da canção, na versão brasileira.
    9 min
  • Ep. 224 - Cuco Sánchez - Sortilegio - e - com Omara Portuondo - Siempre em mi corazón
    Um tema delicado: o plágio. Sobretudo quando envolve dois distinguidos nomes da música e uma belíssima canção. Tão delicado, que não conheço historiador que tenha se referido a ele de forma clara. Apresentemos os fatos, avalie o ouvinte.
    Apresentaremos as duas canções na ordem do suposto plágio de Lecuona. Primeiramente, o cantor mexicano Cuco Sánchez cantará “Sortilegio” e depois Omara Portuondo, interpretará com “Siempre em mi corazón”. Que houve plágio, me parece indiscutível. Creio que jamais se saberá de quem.
        Ouvimos, com Cuco Sánchez, “Sortilegio” e, com Omara Portuondo, “Siempre em mi corazón”.
    13 min
  • Ep. 223 - María Dolores Pradera - Me estás haciento falta
    Dois engenheiros que ganharam a vida com atividades vinculadas a seus estudos ou delas derivadas. Mas, que adoravam o bolero e costumavam, no tempo livre de que dispunham, se divertir com ele. Não estudaram música, mas ambos tocavam piano o suficiente para criarem suas canções. E tiveram pelo menos um grande êxito no bolero, que extrapolou as fronteiras de seus respectivos países. Falo do colombiano Júlio Echavarría e do venezuelano Ítalo Pizzolante.
    Echavarría, nascido em 1923 e falecido em 2010, graduou-se em engenharia química. Seu grande êxito, “Me estás haciendo falta”, foi composto em 1964, quando passava uma longa temporada em Paris. Aparentemente foi motivado por um amor que ficara na Colômbia. A gravação que ouviremos deste bolero é da espanhola María Dolores Pradera.
    10 min
  • Ep. 222 - Rubén Blades e o conjunto Seis del Solar - Buscando América
    Um dos mais destacados nomes da música latina da segunda metade do século XX é o panamenho Rubén Blades. Nascido em 1948, em família humilde, mas que jamais se descuidou da instrução de seus filhos, Rubén graduou-se como bacharel em Direito, tanto na Universidade do Panamá, como em Harvard. Mas, acabou optando pela música como profissão.
    No programa de hoje, apresentaremos uma canção de sua autoria, de 1984, cujos versos refletem um pouco de seu pensamento político e social. Trata-se de “Buscando América”, que ouviremos com Ruben Blades e o conjunto Seis del Solar.
    12 min
  • Ep. 220 - Célia Cruz - Dile que por mi no tema - e - Vitin Avilés - Temes
    Voltamos, hoje, a um tema, que, embora pouco usual, não é raro na canção latina. Falo de amores antigos e secretos, que, após seu rompimento, geram temor, em um dos parceiros, que a antiga relação se torne conhecida de seu novo amor. Abordaremos esse assunto com dois boleros. 
    Escutemos esses dois boleros em interpretações, respectivamente, de Célia Cruz e de Vitin Avilés.
    Ouvimos, com Célia Cruz, de Tony Smith, “Dile que por mi no tema” e, com Vitin Avilés, de Tite Curet Alonso, “Temes”.
    9 min
  • 219 - Elizeth Cardoso - Aperto de mão - e - Jamelão - Molambo
    Augusto Mesquita, advogado boêmio que atuava profissionalmente no meio musical, vez por outra, se aventurava a fazer letra de músicas. Quase todas essas canções caíram no completo esquecimento. Mas, por duas vezes, Mesquitinha acertou a mão em cheio, em sambas-canção cujos versos parecem relatar dois momentos diferentes de um mesmo evento. Mas, eles são separados no tempo por mais de uma década. Ouvimos, com Elizeth Cardoso, “Aperto de mão”, de Dino, Meira e Augusto Mesquita e, com Jamelão, “Molambo, de Meira e Augusto Mesquita.
    12 min

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Todas às quartas-feiras, às 8h, temos as histórias dos compositores, intérpretes e obras do bolero, do tango, do samba-canção e vários outros ritmos latinos, especialmente relativas às canções produzidas nas décadas de 1920 a 1960.