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Com o aumento recente na popularidade dos canabinoides e o interesse global nos cosméticos naturais, têm surgido diversos produtos cosméticos formulados à base de ingredientes provenientes da canábis, nas mais diversas apresentações: cosméticos para o rosto, o corpo e, até, cuidados capilares, e a oferta não para de aumentar.
Serão os cosméticos com ingredientes provenientes da canábis simplesmente uma tendência, ou há, de facto, evidências científicas que atestem a sua pertinência?
Apesar da indústria cosmética estar numa posição privilegiada comparativamente a outras áreas de consumo, estes dois anos terão sido os piores da sua história.
Setembro é um mês de recomeços. Quase como janeiro, em que tomamos imensas resoluções, em setembro está-nos enraizado o sentimento da rentrée.
Para muitos de nós o pós-férias é o momento ideal para assumir que devemos começar a tratar da pele para corrigir os excessos do verão. Neste sentido,
surgem algumas dúvidas frequentes relativamente aos passos da rotina de cuidados de rosto. Qual a sequência ideal? O que vem primeiro?
Defendo sempre um ritual simples. Acredito que na utilização de produtos cosméticos, o essencial é suficiente. E, quanto mais simples e leve for esta logística,
maior será a probabilidade de a repetirmos vezes sem conta, de manhã e à noite, sete dias por semana, ano após ano.
A nutrição é muito importante para a nossa saúde. Uma dieta pouco saudável pode prejudicar o metabolismo, afetar o peso e até mesmo danificar órgãos como o coração, o fígado e também a pele.
A forma como nos alimentamos, o que cozinhamos e como cozinhamos, assume atualmente especial importância na sociedade. Tudo isto afeta significativamente a nossa saúde ou o estado da nossa pele, e há até algumas doenças cutâneas que se agravam com a ingestão de determinados alimentos. É, portanto, inequívoca a associação entre a nossa alimentação e a pele, apesar dos muitos mitos sobre esta matéria.
Vivemos uma crise global de resíduos e a indústria cosmética tem nela um impacto muito grande. Por ano, são criados 120 mil milhões de embalagens de produtos cosméticos no mundo. Pode-se afirmar que convivemos com um uso excessivo de produtos cosméticos que não faz bem à nossa pele, nem às nossas finanças e muito menos ao nosso planeta.
A sustentabilidade está na ordem do dia, mas o que é a sustentabilidade? Como podemos nós, como consumidores, saber que estamos a comprar um produto sustentável sem cair no greenwashing?
No verão os cuidados com o sol são sempre um assunto quente, mas nem sempre pelos melhores motivos. O cancro cutâneo continua a aumentar e nunca é de mais esclarecer os tópicos realmente importantes para uma exposição solar consciente e saudável.
Numa sociedade onde a igualdade de género e a gender neutrality estão absolutamente na ordem do dia, fará sentido compartimentalizar os cosméticos? Há, de facto, diferenças entre as peles masculina e feminina?
O envelhecimento digital decorre da emissão de radiação de luz visível azul na pele. Atualmente é consensual: a pele envelhece mais depressa, e algumas patologias agravam-se, por estarmos cada vez mais horas em frente aos nossos dispositivos eletrónicos.
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