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Sabendo bem o que devemos usar quando nos expomos ao sol, quais serão os ingredientes a evitar? Haverá ingredientes proibidos aquando da exposição solar? Deveremos adaptar a nossa rotina cosmética durante a época balnear?
O moodboard de beleza de verão inclui uma pele natural e luminosa. Mas a realidade é que o clima quente, a humidade e a exposição extra ao sol pode resultar em queimaduras solares, manchas escuras e poros obstruídos. A nossa pele adapta-se naturalmente, espessando a camada mais superficial e pigmentando. Por isso, devemos respeitar esta alteração fisiológica através de uma rotina cuidada. Com consistência, a rotina perfeita de cuidados com a pele funcionará durante todo o ano, mas há alguns ajustes que podem fazer a diferença na hora de nos deitarmos na toalha. Estes são os ingredientes a evitar quando estamos expostos ao sol.
O cancro está longe de ser uma doença rara. Atualmente 1 em 2 homens e 1 em 3 mulheres, por ano, têm cancro. Estima-se que 1 em cada 3 pessoas terá cancro ao longo da sua vida.
Quando falamos de pele oncológica não falamos de cancro de pele, mas sim da pele do doente com cancro, seja ele qual for. Devido aos tratamentos, a pele fica muito mais sensível e tende, gradualmente, a ficar mais fina. O tipo de pele também pode alterar-se durante este período. Este é um momento delicado, mas importante para cuidar da pele e adotar uma rotina diária simples, mas eficaz onde as palavras de ordem são segurança, reparação e conforto.
Em relação a quase todos os assuntos, existem opiniões divergentes. Algumas opiniões podem ser menos válidas que outras, mas o resultado prático é irrelevante. Outras há, que nos podem colocar a saúde ou até mesmo a vida em risco.
Os cosméticos não tratam doenças, mas, no que respeita aos protetores solares, eles podem mesmo salvar vidas. São essenciais na nossa rotina diária e, com a aproximação do verão, tornam-se ainda mais um hot topic. O motivo pelo qual preferimos acreditar nas opiniões negativas acerca destes produtos em vez de nos focarmos nas evidências científicas é incompreensível, mas contra factos não há argumentos: o protetor solar é necessário e recomenda-se.
Entre os muitos aspetos polémicos relacionados com os protetores solares está a sustentabilidade, uma necessidade atual para a qual quase todas as marcas têm trabalhado e contribuído com o seu melhor conhecimento. A sustentabilidade engloba várias dimensões: económica, social e ambiental, e é aqui que surge a questão:
- Os protetores solares fazem mal aos corais?
Neck mess é uma nova tendência de estilo e celebridades como Michelle Obama ou Gwyneth Paltrow exibem os seus vários colares de espessuras e comprimentos variados, suspendendo uma coleção eclética de pingentes, medalhões e berloques incompatíveis, mas que tornam o pescoço o ponto focal do olhar. Esta tendência surgiu no auge da dependência das reuniões virtuais a que a pandemia nos habituou e juntou-se à já existente tendência do tech neck: alterações decorrentes do uso da tecnologia no pescoço que englobam, para além dos problemas cutâneos, outros de caráter postural, ósseos e musculares.
Por tudo isto, será o pescoço o novo alvo da cosmética ou, por muito que as marcas tentem, este será eternamente a última prioridade na nossa rotina?
A palavra estria surge pela primeira vez a meio do século XVIII e vem do latim striga- que significa sulco.
Apesar de toda a comunicação positiva e de aceitação que rodeia o tema atualmente, estas pequenas marcas afetam-nos muito desde sempre, física e psicologicamente, e já no Antigo Egito os artefactos de toilette continham preparações destinadas à sua correção. Foram descritas como uma entidade clínica há centenas de anos e apareceram na literatura médica pela primeira vez em 1889.
As estrias são lesões dérmicas muito comuns, com uma etiologia multifatorial, mas ainda não totalmente esclarecida. Sabe-se, no entanto, que estão implicados na sua formação fatores genéticos, mecânicos e hormonais.
Existem três estadios de desenvolvimento das estrias: inicialmente, na fase aguda, as estrias, têm cor vermelha devido à inflamação e ao edema. São alinhadas perpendicularmente à direção de tensão da pele, sem depressão cutânea, podendo ser sintomáticas e assumindo carater temporário. Evoluem depois para um estadio sub-agudo caracterizado pelo tom púrpura, e, depois, no estadio crónico são cicatrizes atróficas brancas nacaradas, hipopigmentadas, enrugadas e permanentes, o que as torna um verdadeiro desafio cosmético. São múltiplas, simétricas, dispostas de um modo linear ou concêntrico em sítios anatómicos variáveis de acordo com as circunstâncias fisiológicas e patológicas nas quais se desenvolvem.
Quando se trata de cuidados cosméticos, falamos quase sempre sobre o tipo de produtos e o número de etapas nas nossas rotinas, mas nunca sobre a quantidade de produto que devemos realmente usar.
A noção da quantidade certa a aplicar é muito importante quando falamos de cosméticos de rosto que usamos diariamente, sejam eles quais forem. Aplicar a dose errada de produto, por excesso ou por defeito, pode comprometer os resultados, afetar a pele e, até, o ambiente.
“Sono de beleza”, a expressão é antiga e tem um fundo de verdade: não há nada como uma boa noite de sono para acordarmos com uma pele revitalizada! Já todos experienciámos isso… na pele. Mas, fará sentido escolhermos um cosmético dedicado exclusivamente ao período noturno? Terão determinados ingredientes mais efeito se forem aplicados enquanto dormimos? E haverá alguns que não possamos usar durante o dia?
O inverno é uma estação do ano bastante exigente para a pele. As baixas temperaturas e o vento mais forte desidratam-na e podem exacerbar alguns problemas já existentes ou promover a ocorrência de outros. Contudo, esta é também a estação do ano ideal para alguns procedimentos estéticos mais arrojados. São exemplo, os peelings, procedimentos que podem ser realizados tanto em casa como em consultório médico, dependendo da concentração e do tipo de ácidos utilizados. E, porque um ano novo pode muito bem ser uma excelente ocasião para renovarmos a nossa pele, saiba tudo o que precisa de saber para poder fazer um peeling em segurança e com eficácia.
O perfume é a categoria de cosméticos mais oferecida como presente pessoal e é, de facto, um cosmético muito especial! O cheiro de uma pessoa é algo poderoso: fica-nos na memória, é íntimo e diz muito sobre cada um de nós. Quando selecionamos um perfume não estamos apenas a escolher um aroma: passamos uma mensagem e determinamos a forma como os outros se lembrarão de nós.
O jornal The New York Times afirma que as marcas de luxo vivem da fé que os consumidores têm naquilo que elas representam. Estará a performance de um cosmético relacionada com o seu preço? Quanto estamos dispostos a pagar pela promessa que estes produtos nos fazem? O que explica as diferenças de preços entre marcas ou entres diferentes gamas de uma mesma marca? Há mesmo justificação científica para os preços que se praticam?
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