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Muitas pessoas me pediram para falar desse caso, que é um dos mais absurdos do estado do Paraná da década de 90. Um garoto de 14 anos foi morto e teve seu corpo queimado em uma das churrasqueiras do restaurante do pai, uma churrascaria localizada na cidade de Sarandi. O caso aconteceu em 1996 e até hoje é muito conhecido pelas pessoas que vivenciaram aquela época. Infelizmente não encontrei fotos que pudessem descrever a cena do crime com detalhes e os envolvidos no caso, mas a história por si só já vale a pena.
Realizei uma entrevista exclusiva com o Dr. Elso de Souza, defensor público - à época - de Raimundo, conhecido como Ivan/Maníaco da Fossa. Ele deu detalhes de como foi a defensoria de Raimundo e também comentou sobre como é defender um assassino confesso, e se considera o criminoso perigoso para a sociedade.
Em 2008, em Campo Mourão (PR), Dimétria Laura, de 16 anos, desapareceu misteriosamente. Os familiares e amigos começaram a receber mensagens do celular da menina dizendo que ela estava em São Paulo e estava bem. Em janeiro de 2010, Iara Pacheco de 21 anos também desapareceu. Neste mesmo ano, a polícia civil de Campo Mourão descobriu ossadas na fossa da Escola Estadual Vinicíus de Moraes. O zelador, que trabalhava no local há mais de 18 anos, Raimundo Gregório da Silva, foi preso suspeito de assassinar as meninas. Ele confessou o crime. Conheça a história do Maníaco da Fossa/Ivan: o terrível.
Conversei com a psicóloga @manuparenti sobre o comportamento de Natanael Búfalo perante ao assassinato de Márcia Constantino e também perante à família dela. Assista agora a análise psicológica do assassino.
Olá, o caso de hoje é sobre Natanael Búfalo, conhecido popularmente como "Caso Búfalo". Natanael, um ex pastor da Igreja Assembléia de Deus, de Sarandi - PR, estuprou e assassinou Márcia Constantino, de 10 anos, em 2007. O crime ficou conhecido pela frieza que Natanael teve ao confortar a família no dia do velório da menina e também durante a coletiva de imprensa no dia de sua prisão Assista agora pelo IGTV ou Youtube, ou ouça no Spotify.
O caso de hoje é chocante. Em 2001, Lucas Terra, um menino de 14 anos, foi estuprado e queimado vivo por pastores da Igreja Universal em Salvador, na Bahia. Até hoje, apenas um dos acusados foi julgado e, mesmo assim, segue em liberdade. O juri popular para os demais deve acontecer em breve, mas sem data definida. Conheça a história de Lucas Terra. #lucasterra,#investigaçãocriminal,#jornalismoinvestigativo,#igrejauniversal
Quando pesquisei sobre esse caso, tinha a certeza de que o nome dele era referente à uma das vítimas, Liana Friedenbach, porém, pra minha surpresa o caso foi nomeado com o apelido de um dos envolvidos no crime: Roberto Aparecido, conhecido como Champinha. Ele foi um dos responsáveis pela morte de Liana, de 16 anos e seu namorado, Felipe Caffé, de 19 anos. Na época do crime, Champinha também tinha 16 anos. Hoje ele está internado na Unidade Experimental de Saúde, de São Paulo. #investigaçãocriminal #casochampinha #lianafriedenbach #felipecaffé #jornalismoinvestigativo
Entrevistei a delegada Vanessa Alice, responsável por presidir durante três anos a investigação acerca da morte de Rachel Genofre. A delegada foi a que ficou mais tempo a frente do caso e, mesmo depois de passar a investigação, continuou investigando por conta própria e pesquisando sobre o caso, analisando, lendo, entendendo. Em 2019, quando Carlos Eduardo foi acusado do assassinato de Rachel, Vanessa foi a responsável pelo seu interrogatório, ao qual ele confessou o assassinato da menina. Assista a entrevista na íntegra. Obrigada delegada @vanessaalice1
A psicóloga @manuparenti fez a análise psicológica de Carlos Eduardo, assassino confesso da menina Rachel Genofre. Ela respondeu todas as minhas perguntas e foi bem esclarecedora quanto à culpa de Carlos e também a ele poder ou não responder pelos seus crimes. Assista. #rachelgenofre #investigaçãocriminal #jornalismoinvestigativo #análisepsicológica
Rachel Genofre foi dada como desaparecida no dia 3 de novembro de 2008, na cidade de Curitiba, capital do Paraná. No dia 5 de novembro, dois dias depois, uma mala com um corpo dentro foi encontrada na Rodoferroviária da capital. Era Rachel. A investigação do seu assassinato durou por 11 anos, até que em 2019, uma operação conjunta fechou o caso ao descobrir quem era o assassino de Rachel. #rachelgenofre #investigaçãocriminal #jornalismoinvestigativo
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