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❌CORREÇÃO: o corpo de Beatriz foi encontrado a MIL METROS do último lugar onde ela foi vista pela última vez. ❌No ano de 2012, na cidade de Sarandi, no Paraná, Beatriz Pacheco desapareceu. Era dia 17 de junho de 2012, há 8 anos. Um homem com aparência mais velha, ofreceu para ela e um primo dela R$10,00 para que as crianças cuidassem de um cavalo que estaria num matagal perto de onde estavam. Beatriz adorava animais e aceitou o convite. Depois desse dia ela nunca mais foi vista. Seu corpo foi achado no dia seguinte, em uma mata que ficava cerca de 1000 metros de onde ela foi vista pela última vez. #investigaçãocriminal #jornalismoinvestigativo #beatrizpacheco
Sim, temos mais entrevista exclusiva! O vídeo de hoje é uma análise psicológica feita com a psicóloga @manuparenti, sobre o assassino de Kelly, Jonathan. Manuela deixou bem claro que é impossível dar um diagnóstico ao acusado, porém, é possível fazer algumas análises por meio dos gestos, ações e movimentos que Jonathan tomou ao planejar o crime. Confira. #investigaçãocriminal #análisepsicológica #jornalismoinvestigativo #kellycadamuro
Entrevistei o delegado responsável pela investigação acerca da morte de Kelly Cadamuro, o doutor @bgiovannini, que contou detalhes sobre como a polícia de Minas Gerais e de São Paulo procederam para elucidar esse crime. O doutor Bruno foi super solícito e deu detalhes do interrogatório que realizou com Jonathan, acusado pela morte da jovem. Agradeço imensamente a oportunidade e a entrevista, foi de detalhes riquíssimos e que só melhoraram o conteúdo aqui do projeto. #investigaçãocriminal #kellycadamuro #j#jornalismoinvestigativo
Kelly Cadamuro era uma estudante de radiologia de 22 anos, que desapareceu no dia 1⁰ de novembro de 2017. Kelly combinou uma carona com um casal, saindo de São José do Rio Preto (SP) até a cidade de Itapagipe (MG). Porém, pouco antes da viagem o "namorado" disse que só ele iria e Kelly combinou o local. Jonathan era o suposto namorado. Kelly nunca chegou ao seu destino. #investigaçãocriminal #jornalismoinvestigativo #kellycadamuro
Um dos delegados que participou das investigações a respeito da morte de Edison, calouro da faculdade de medicina da USP, em 1999, foi o delegado Paulo Roberto Nascimento de Olveira, na época, da 14ª DP de Pinheiros. Ele estava de plantã no dia em que o garoto foi encontrado morto. Veja agora a entrevista exclusiva. #investigaçãocriminal #jornalismoinvestigativo
Em 23 de fevereiro de 1999, Edison Tsung Chi Hsueh, de 22 anos, foi encontrado morto, na piscina da Atlética Oswaldo Cruz, pertencente ao diretório acadêmico da Faculdade de Medicina da USP. Edison era calouro de medicina da Universidade de São Paulo.
Entrevistei Keiko Ota e Massataka Ota, pais de Ives Ota. Eles me contaram como foi lidar com a morte do filho, como foi "conviver" com a perda da criança, além de outros diversos fatos que ocorreram em sua vida. Após a morte de Ives, quatro meses depois, Keiko descobriu que estava grávida. Ises viria então para trazer o irmão de volta. Relatos de uma conversa entre Massataka e Chico Xavier, relatos de coincidências que na verdade parecem milagres. Espero que gostem do conteúdo.
Queria que pudessem ver minha reação ao descobrir (ontem à noite) que hoje é o aniversário dele, principalmente depois da entrevista que realizei. Enfim, espero que gostem deste conteúdo. O Ives merece viver sempre, e sua história e a de sua família merecem ser compartilhadas.
Entrevistamos Miguel Fernando, autor e responsável pelo livro "Sala dos Suplícios", um dossiê do caso Clodimar Pedrosa Lô, garoto que morreu torturado pela Polícia Militar em 1967, em Maringá, no Paraná. Miguel nos contou diversas curiosidades sobre todos os anos de sua pesquisa envolvendo o caso. Realmente uma entrevista fascinante. Quem tiver interesse em comprar o livro pode enviar uma mensagem para o @maringahistorica. Muito obrigada, @miguelmaringa, sem dúvida foi uma das melhores entrevistas que já fiz durante minha carreira.
Entre a noite do dia 23 e a madrugada do dia 24 de novembro de 1967, Clodimar Pedrosa Lô foi brutalmente torturado e assassinado pelos policiais militares da 13º divisão da polícia militar de Maringá. O motivo? A acusação de um roubo. Clodimar não foi investigado, não foi interrogado, ele simplesmente foi torturado e assassinado sem dó pelos policiais. Aquela noite marcou a ditadura militar em Maringá e também um novo início da polícia militar no Paraná. Quer saber mais sobre essa história? Assista agora o novo episódio do crimes pra dormir.
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