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Módulo Formação do Território Brasileiro na Contemporaneidade. Curso Licenciatura em Geografia. UFPR Litoral Presente! Encontro do dia 18/04/2023
Sobre planos de aula, Ficha 2 e métodos de pesquisa e ensino. O Aprimoramento da atenção.
O jaguar como signo de vida e morte. Felipe Sussekind
Revista Brasileira de Psicanálise · Volume 52, n. 1, 85- · 2018.
Há uma associação direta, em diferentes contextos socioculturais, entre
o jaguar (ou onça-pintada) e a energia transformadora ligada aos ciclos da vida.
Aspectos afetivos, cognitivos e simbólicos do felino articulam-se a configurações
indígenas da vida e da morte, assim como ao ciclo das chuvas e à fertilidade. O
pensamento conservacionista moderno, quando abordado nos termos de uma mi-
toprática, pode revelar associações semelhantes. Com base nessa premissa, este
artigo explora diferentes configurações possíveis de vida e morte. A referência são
os processos intrinsecamente relacionados da extinção de espécies animais e da ex-
tinção de povos e culturas, a partir dos quais procuro refletir sobre a possibilidade
de uma mitologia comparada envolvendo sistemas cosmológicos distintos.
ICH Arqueologia, Etnologia e outras viagens pelo Litoral do Paraná. Políticas Culturais, Educação Patrimonial, Divulgação Científica e produção de Material Didático. Encontro de 12/04/2023
Módulo Formação do Território Brasileiro na Contemporaneidade. Curso Licenciatura em Geografia. UFPR Litoral Presente! Encontro do dia 11/04/2023
LANGDON, Jean. “A Viagem à Casa das Onças”: Narrativas sobre experiências extraordinárias.
Revista de Antropologia, São Paulo, USP, 2013, v. 56 no 2.
A performance das narrativas entre os índios Siona manifestam
a função estética, apontada por Richard Bauman e outros, por meio da
recriação da experiência das viagens xamânicas e da transformação de per-
spectiva que faz parte dos ritos com o uso do enteógeno yajé (ayahuasca).
Nestas viagens, a perspectiva cotidiana é substituída por uma outra, que
permite à plateia conhecer os seres que habitam o mundo invisível revelado
nas visões. Ademais, as performances têm o importante papel de transmitir
o conhecimento xamânico. A literatura oral dramatiza experiências de en-
contros ou viagens no mundo invisível, sejam estas ligadas ou não ao uso
de enteógenos e aos sonhos. Através dos mecanismos poéticos, essas narra-
tivas transmitem conhecimento ao indexar as relações entre o cotidiano e
as regiões ocultas. Assim, elas criam expectativas na plateia a respeito das
experiências extraordinárias com os espíritos e dão pistas de como entender
e preparar-se para a mudança de perspectiva que caracteriza os encontros
com o lado oculto. No intuito de explorar a relação entre a experiência ex-
traordinária, performance e perspectiva, este trabalho analisa uma narrativa
relatada por vários Siona sobre a época de sua juventude e aprendizagem
xamânica – “A viagem à Casa das Onças”. Nesta, o jovem é convidado pelo
mestre-xamã para visitar a casa das onças, onde elas aparecem na forma de
humanos, em festas onde elas convidam o jovem para descansar numa rede
nova, enquanto o mestre-xamã orienta o que o jovem está vendo. Esta via-
gem ao lado oculto não acontece durante o ritual sob a influência do yajé,
mas na manhã seguinte, quando o novato está de volta à aldeia. A análise
aponta para as estratégias que permitem à narrativa em performance criar
experiências, transmitindo conhecimento xamânico e informando sobre a
troca de perspectivas e o poder xamânico.
Sobre a proliferação induzida de distúrbios mentais e medicalização no Brasil
Controvérsias sobre o uso do DSM para diagnósticos de transtornos mentais. FERNANDA MARTINHAGO & SANDRA CAPONI.
O número de diagnósticos de transtornos mentais cresceu significativamente em paralelo à disseminação das edições do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Neste contexto, desenvolvemos este ensaio com a finalidade de compreender o uso do DSM como instrumento para fundamentar os diagnósticos de transtornos mentais. Para embasar o presente estudo, lançou-se mão de publicações científicas de autores que discutiram as edições do DSM, assim como as classificações psiquiátricas. Constatamos que há controvérsias em relação ao Manual, as quais descrevemos por um lado como conveniências e, por outro, como críticas. Há lugares em que esta lógica do DSM é conveniente, uma vez que gera benefícios a diversos setores, como seguros de saúde e indústria farmacêutica. As principais críticas ao DSM ressaltam o fato de o Manual transformar o sofrimento psíquico em patologias de cunho cerebral.
TEMA LIVRE • Physis 29 (02) • 2019 • https://doi.org/10.1590/S0103-73312019290213
ICH Arqueologia, etnologia e outras viagens pelo Litoral do Paraná 05 de abril de 2023
Arquivo original com 1:22:12. Módulo Formação do Território Brasileiro na Contemporaneidade. Curso Licenciatura em Geografia. UFPR Litoral Presente! Encontro do dia 04/04/2023
Fernando Horta comenta sobre os métodos educativos na UFPR Litoral. O debate inicial é sobre o Novo Ensino Médio... Na Live de Toda Sexta de 07/04/2023
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