Educando Seu Bolso

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By Frederico TorresBusinessInvesting
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Educando Seu Bolso episodes

  • Está na hora de comprar imóvel?

    Já falamos várias vezes aqui no blog sobre se vale ou não a pena comprar imóvel. Me lembrei especificamente de um post em que fizemos uma comparação entre comprar ou alugar.

    Voltamos ao assunto hoje, no Em Boa Companhia, da Rádio Inconfidência, inspirados por uma mensagem do ouvinte Hélio.

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    Ele pergunta:

    "Como está funcionando o financiamento de imóvel? Qual é o banco com a melhor taxa? Aceita renda extra como autônomo, ou é preciso compor renda? É uma época boa para comprar imóvel?"

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    São muitas dúvidas.

    Com a crise, o volume de financiamentos caiu bastante. Os bancos ainda fazem, mas em condições menos vantajosas do que já foram poucos anos atrás.

    Por exemplo – e já respondendo a uma das perguntas – , a questão da renda. Os bancos exigem que o cliente tenha uma renda compatível com o tamanho da prestação. Se a pessoa sozinha não tem renda suficiente, ela pode compor renda com outra pessoa. No podcast nós falamos sobre isso, explicamos como funciona, quais são os limites, e quais as diferenças de banco para banco.

    Falando em bancos, outra dúvida importante do Hélio foi sobre qual instituição financeira oferece as melhores taxas. Nós falamos sobre as diferentes linhas existentes. Trouxemos uma notícia ruim para quem pretende contratar financiamento: a suspensão da linha Pró-Cotista da Caixa. Mas calma, tudo indica que a suspensão é temporária.

    E falamos sobre outros assuntos, no mesmo tema. Por exemplo, os feirões da casa própria, compra de imóveis na planta e a "pergunta de 1 milhão de dólares": está na hora de comprar imóvel? Não conseguimos cravar resposta para tudo. Mas damos dicas sobre como avaliar a situação, quais cuidados tomar e como fazer as pesquisas necessárias. Afinal, comprar imóvel não é uma compra qualquer, todos os cuidados são necessários.

    Foi uma ótima conversa. Ouça o podcast!

    20 min
  • Cartões de crédito: vale a pena ter mais de um?

    Recentemente escrevi um texto aqui no blog, sobre a conveniência de se ter vários cartões de crédito. O tema interessa cada vez mais às pessoas – já que tem aumentado o número de emissores de cartões. Assim, resolvi levá-lo também para o programa Em Boa Companhia, da Rádio Inconfidência.

    A inspiração para o assunto veio da minha Tia Zizinha. Ela me contou que, certa vez, estava em um café, e reparou quando a moça na mesa ao lado foi pagar a conta. Ela havia tomado só um café e, na hora de pagar, tirou da bolsa uma carteira com vários cartões de crédito. Foi passando um por um, até escolher o cartão certo. Tia Zizinha ficou espantada com aquilo, e admirada com a disposição da moça em administrar tantos cartões.

    De fato, é preciso disposição. E, antes disso, de disciplina.

    Conversei sobre isso com o Pedro, da Inconfidência. Foi um bate papo especialmente agradável, estreando pelo Educando Seu Bolso as novas instalações da emissora.

    Falei sobre as duas formas diferentes de disciplina necessárias a quem quer ter cartões de crédito.

    Falei também sobre os benefícios que os cartões trazem. Não é apenas o prazo para pagar, sabia? Você pode ganhar descontos, acumular milhas, receber dinheiro de volta e até se conhecer melhor! Duvida?

    Vida real

    Pedro conta o caso de uma ouvinte que tem apenas um cartão, e não é de crédito… Eu, que gosto muito de cartões, dei razão a ela.

    Meu amigo contou também de suas experiências pessoais. Aliás, eu achava que tinha muitos cartões de crédito – 4 ao todo – , mas o Pedro tem ainda mais!

    Eu também conto experiências minhas e de um colega meu – aqui do blog! – que tem ainda mais cartões que eu e Pedro juntos. Assim como Tia Zizinha, eu ficaria maluco com tantos cartões. Mas, no caso do meu amigo, isso parece diverti-lo.

    Enfim, foi um bate papo muito rico. Recomendo!

    25 min
  • Estou endividado? O que fazer?

    O assunto de hoje no Podcast do Educando Seu Bolso, é endividamento. Está endividado? O ponto de partida foi a conclusão de uma pesquisa publicada recentemente. Segundo ela, "consumidores ignoram dívidas no rotativo do cartão de crédito". Esse assunto é nosso velho conhecido. Já falamos muito sobre superendividamento no blog.

    O Pedro iniciou a conversa trazendo um ponto interessante: uma coisa é ter dívidas; outra coisa é estar inadimplente ou superendividado. O uso consciente do crédito pode ser um bom parceiro no crescimento. O problema é que muitas pessoas estão fazendo mau uso do crédito, ou até se endividando sem perceber!

    O rotativo do cartão de crédito é um exemplo disso. A pessoa paga o valor mínimo da fatura e acha que está tudo bem. Não está! A parte que não foi paga é uma dívida, e das mais caras que existem! Quando a pessoa menos espera, os juros já estão consumindo boa parte da renda familiar.

    O que fazer para acabar com as dívidas?

    Como evitar isso? Como tapar os ralos por onde o dinheiro escapa? Disciplina, um dos pilares da Santíssima Trindade da educação financeira.

    Chegou a fatura do cartão de crédito e a pessoa não tem como pagar integralmente. E agora? Ela deve pagar o mínimo e depois correr atrás da dívida? Não necessariamente. Falamos sobre soluções melhores na conversa.

    E se a pessoa vive nessa ciranda há meses ou anos? Como parar com isso? Bem, já falamos aqui sobre o uso consciente do cartão, certo? Mas em casos extremos há atitudes mais drásticas. Falamos sobre elas também, durante a conversa.

    E, como não poderia deixar de ser, falamos um pouco também sobre o que vem depois de superar o endividamento. Planejamento, controle, investimentos, preparação para o futuro. Afinal, o superendividamento é um grande inimigo das famílias. O endividamento consciente pode até ser um amigo, mas é bom que seja temporário. Bom mesmo é poupar, investir e viver tranquilo, do que ficar endividado.

    19 min
  • Distribuição de lucros do FGTS 2016 – saiba se você tem direito
    Como funciona?

    Você já se cansou de ouvir falar de FGTS? Não se canse, porque pode ser que venha notícia boa por aí!

    Já ouviu falar em pagamento dos LUCROS do FGTS ao trabalhador? Pois é. É inédita essa distribuição. O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, como o próprio nome diz, é um fundo, e gera lucros. E parte desses lucros vai ser distribuída ao trabalhador. Antes, todo o lucro ficava para o Governo Federal que é o administrador do fundo.

    No podcast de hoje, nós explicamos que história é essa. Quem tem direito? De quanto é esse lucro?

    A regra

    A regra é a seguinte: Todos os trabalhadores que tinham saldo em 31/12/2016 (e assim nos demais anos) receberão a distribuição de 50% do lucro do FGTS até 31/08/2017. A cada R$1.000,00 serão creditados R$19,30. Essa regra vale para as contas ativas e inativas, inclusive as que tiveram o saque autorizado Medida Provisória 763/2016, convertida na Lei 13.446/2017. Essa distribuição acrescenta 1,930% à rentabilidade do FGTS que é de 3% + TR (Taxa Referencial) ao ano. Ou seja, R$19,30 a cada R$1.000,00 de saldo de cada conta. Faça as contas!

    O valor não é muito grande, mas, como dizem os antigos, "antes pingar do que secar". Porém, a distribuição do lucro seguirá as mesmas regras (não as das contas inativas) para saque do FGTS. Todas as regras podem ser consultadas neste link. Algumas delas são:

    • Na demissão sem justa causa;
    • Uso no financiamento imobiliário;
    • Aposentadoria;
    • Doenças graves;
    • Desastres Naturais;
    • Para os maiores de 70 anos;
    • Permanência por 03 (três) anos ininterruptos fora do regime.
    PodCast

    Entenda tudo ouvindo nossa participação no Em Boa Companhia da Rádio Inconfidência.

    17 min
  • Cuidados que devemos ter ao irmos às compras

    No podcast de hoje falamos sobre compras. Começamos o assunto aproveitando o Dia da Liberdade de Impostos, comentando a imensa carga tributária vigente no Brasil.

    Mas o assunto principal foi um fato que viralizou nas redes sociais: uma famosa rede de supermercados arranjou um jeito "diferente" de divulgar uma oferta, veja só:

    Percebeu? O produto custa R$ 19,90, é uma garrafa de 5 litros. Mas eles divulgam com destaque o preço por litro.

    A informação do preço do litro é muito bem vinda. Facilita a comparação com outros produtos vendidos em embalagens menores. Mas desta forma pode causar confusão; a pessoa pode pensar que a garrafa custa o preço do litro. Isto é, a informação é bem vinda, mas a divulgação é mal feita.

    . Técnicas, erros ou má intenção?

    Quem nunca teve o desprazer de ver na gôndola do supermercado um produto com um preço e, ao passar no caixa, o preço estar diferente? É preciso ficar atento!

    Não é raro, também, a etiqueta de preço de um produto estar próxima de outro produto diferente. Se a pessoa está distraída, acaba colocando uma coisa no carrinho, e pagando o preço de outra.

    Você tem o hábito de usar calculadora durante as compras? Hoje em dia, quase todos os aparelhos celulares têm uma calculadora. Que tal usá-la? Pode ser um parceiro importante na hora das compras.

    Falamos bastante sobre técnicas de venda. Falamos sobre "erros" dos supermercados – será que são erros mesmo, ou existe má intenção? Demos dicas sobre como o consumidor deve agir para se proteger. E, claro, conversamos com os ouvintes, que trouxeram histórias muito interessantes.

    Foi uma conversa boa. Ouça o podcast!

    22 min
  • Como se beneficiar do Escore de Credito do Serasa Experian

    Serasa lançou recentemente o Escore de Crédito. Você sabe o que é isso? Este foi o tema da nossa conversa com o grande Júlio Baranda , no programa Em Boa Companhia, da Rádio Inconfidência.

    O que é escore de crédito?

    A palavra escore pode ser traduzida como nota, ou placar. O escore de crédito seria, então, a nota de uma pessoa em relação ao seu crédito e à forma como cuida do seu dinheiro – para que alguém possa avaliar se é seguro emprestar dinheiro para ela.

    O escore de crédito é o resultado de um cálculo complexo, que leva em conta vários fatores relacionados ao cuidado com o dinheiro. Se a pessoa é responsável e cuidadosa com seu dinheiro, a nota dela é boa. Se comete erros na condução de suas finanças – de diversos tipos – a nota vai caindo

    Que tipos de erros?

    Cada empresa que calcula escore de crédito usa uma metodologia diferente para chegar até a nota. E, como é de se esperar, geralmente não divulgam a metodologia em detalhes. O certo é que ter o nome registrado em algum cadastro negativo – isto é, ter o "nome sujo" – piora muito a nota de crédito.

    Pagar contas em atraso é outra coisa que faz piorar o escore. Atrasar contas como condomínio, energia elétrica e outras, é ruim. Atrasar dívidas, como empréstimos e financiamentos, é péssimo. Isto porque uma das maiores utilizações do escore de crédito é justamente para a concessão de crédito por instituições financeiras – bancos, financeiras, fintechs etc. Elas consideram que, se você costuma atrasar as prestações em uma instituição, a chance de atrasar em outras é grande.

    Até mesmo ter operações de crédito em dia pode afetar a nota de crédito. Isto porque as instituições financeiras sabem que a pessoa tem um limite para se endividar. Cada nova dívida que ela contrai, aumenta um pouco a chance de ela não conseguir pagar as prestações em dia.

    Aliás, até mesmo PROCURAR crédito com muita frequência pode piorar o escore. Isto porque as instituições financeiras consideram que a pessoa talvez esteja ansiosa com sua situação financeira, "atirando" em todas as direções.

    Como saber meu escore de crédito?

    Há, no Brasil, algumas empresas que calculam a nota de crédito. A mais famosa é a Serasa Experian. O site deles em que fica o escore de crédito é o Serasa Consumidor.

    A cultura do escore de crédito no Brasil ainda não está tão implantada como em outros países, como os Estados Unidos. Por isso, na base de dados da própria Serasa, não são todas as pessoas que têm calculado o seu escore de crédito. São, por enquanto, pouco mais de 20 milhões. Já é bastante gente, sem dúvida, e o número está sempre aumentando, mas ainda é relativamente baixo, se comparado com a população do país.

    Além da Serasa, há outras empresas, como a Boa Vista SCPC. E podemos esperar outras surgindo e crescendo cada vez mais, daqui para a frente.

    Escore de crédito reflete a realidade?

    Todos nós passamos pela escola. Praticamente todos – até mesmo aqueles alunos brilhantes – já fomos mal em provas, alguma vez na vida, certo? Muitas vezes fomos mal porque não estudamos, mesmo. Nesse caso, a nota ruim reflete exatamente nosso nível de conhecimento – e, por que não dizer, de responsabilidade.

    Porém, não é raro que uma pessoa estude para uma prova o melhor que consegue e, por algum motivo, tire nota ruim. Seja porque se confundiu com os enunciados das questões, ou porque a prova trouxe justamente a parte da matéria em que ela tenha dificuldade, ou porque não dormiu direito… Nesses casos a nota da prova não reflete o conhecimento da pessoa e, principalmente, o seu grau de responsabilidade.

    Com o escore de crédito pode acontecer a mesma coisa. Por mais que as empresas que calculam a nota se esforcem para ter a melhor metodologia, elas não são perfeitas.

    Por exemplo, imagine uma pessoa muito cuidadosa com seu dinheiro, que esteja pensando em contratar um empréstimo. Aí ela decide pesquisar pessoalmente em todos os bancos da sua região, em busca das melhores condições. Para apresentar sua taxa, cada banco vai pesquisar o histórico de crédito daquela pessoa. Isso pode afetar a nota de crédito dela, pois um dos critérios usados por algumas metodologias de cálculos é este, se a pessoa anda pesquisando muito crédito por aí.

    Outro exemplo: todos nós estamos sujeitos a distrações e esquecimentos alguma vez na vida, certo? Pois um esquecimento que gere um atraso no pagamento de uma dívida mais sensível – uma prestação de financiamento, por exemplo – pode impactar o escore de crédito.

    Mas eu não fiz nada!

    E quando a pessoa leva fama ruim por culpa de seus pares? Até quem não é mineiro talvez conheça a fama da cidade de Governador Valadares. O alto número de pessoas nascidas nesta cidade que foram morar ilegalmente nos Estados Unidos nas décadas de 1980 e 1990 fez com que o consulado americano passasse a negar visto de entrada para qualquer valadarense. Mesmo que a pessoa só quisesse visitar os parques Disney, ela não conseguia. Uma injustiça, sem dúvida.

    Com o escore de crédito pode acontecer parecido. Se a pessoa tem determinadas características que já foram identificadas como frequentes em pessoas que não pagam suas dívidas, sua nota de crédito acaba sendo contaminada pelos seus pares.

    Na área do site do Serasa Consumidor que mostra sua nota, vêm as informações sobre o escore de crédito médio das pessoas que moram no seu CEP, e das pessoas da mesma faixa de idade. Isto é, eles já têm as informações dos seus pares, prontinhas para uso.

    Isso não é motivo para você se mudar de casa, de profissão, nem para deixar de fazer pesquisas nos bancos na hora de contratar crédito. Calma. Há boas formas de melhorar sua nota.

    Como aumentar meu escore de crédito?

    Para melhorar sua nota, cuide do que está ao seu alcance. A própria Serasa dá as dicas sobre como aumentar seu escore de crédito.

    Em primeiro lugar, se seu nome está "sujo" nos cadastros de inadimplentes, limpe-o o mais rápido possível. Procure saber como anda sua situação, por exemplo, na própria Serasa. Procure as empresas que colocaram alguma restrição ao seu nome e renegocie as dívidas. Estas empresas estão tão interessadas em resolver a situação quanto você mesmo.

    Em seguida, procure manter as suas informações sempre exatas e atualizadas. Informações cadastrais, como endereço, telefones e e-mail são importantes. Informações sobre trabalho e renda também são bem vindas.

    Além disso, não deixe atrasar contas, principalmente aquelas com as próprias instituições financeiras. Atrasos em pagamentos e utilização de cheque especial e rotativo de cartão de crédito fazem sua nota baixar. Além disso – e principalmente –, elas custam caro e são um fator de risco para que você caia no endividamento e na inadimplência.

    Uma maneira eficiente de não atrasar os pagamentos – e que melhora a sua imagem junto aos bancos – é colocar as contas em débito automático.

    A última dica da Serasa é manter um cadastro positivo. Isto é, não basta evitar ter informações negativas. Sua nota melhora quando você tem informações positivas. Isto é, as contas que você pagou em dia, seu bom relacionamento com instituições financeiras, entre outras. Esta informação, no entanto, algumas vezes é paga. Afinal, é um serviço que as empresas de cadastro prestam para você. Por isso, avalie bem se compensa investir dinheiro. Mesmo que não seja um serviço muito caro, de toda forma custa dinheiro.

    Salário alto garante escore alto?

    Um equívoco bastante comum é pensar que um salário alto é garantia de um escore de crédito alto também. Não é bem assim.

    É claro que, em princípio, quem ganha mais tem mais probabilidade de conseguir pagar suas contas em dia e honrar novos compromissos. Só que nem sempre as pessoas fazem bom uso da renda alta.

    Você mesmo talvez conheça alguém que ganha muito bem, mas que é desorganizado e gasta muito. E, assim, está sempre endividado, enrolado, apertado e com problemas de crédito.

    Por outro lado, é possível que conheça também alguém que ganha relativamente pouco, mas está sempre tranquilo com suas dívidas. E, assim, consegue até mesmo proporcionar a si mesmo pequenos luxos, como viajar com a família e trocar de carro periodicamente.

    Qual é o segredo? Bem, não há segredo. Para isso é preciso fazer uso de algo que nós, aqui no Educando Seu Bolso, falamos sempre. É a Santíssima Trindade da Educação Financeira. Isto é, autoconhecimento, planejamento e disciplina. Primeiro, saber quanto ganha e quanto gasta. Depois, controlar os gastos e fazer planos realistas e adequados à própria realidade. Por fim, ter disciplina para manter-se dentro do plano.

    Concluindo

    O escore de crédito é uma realidade. Por enquanto são poucas as empresas que o calculam, como a Serasa. Aos poucos, outras surgirão. Não é preciso se assustar com o escore. Pelo contrário. Cuidando bem, ele só pode te beneficiar.

    Saiba mais ouvindo o podcast. E, se puder nos avaliar, agradecemos! Damos muito valor ao nosso "escore" junto aos leitores e ouvintes.

    24 min
  • Dicas para você economizar na próxima viagem internacional
    Gastos de brasileiros no exterior aumentaram mais de 50% no primeiro trimestre do ano. Foi só o dólar ficar um pouco menos caro, e a turma já vai viajar...
    O que deve ser levado em conta para tornar uma viagem internacional mais econômica? Existem alguns macetes.
    Por exemplo: Sabia que o dia em que você compra a passagem influencia no preço? E, acredite: até o COMPUTADOR que você usa influencia, sabia? Ouça o podcast e entenda.
    Outra coisa: e a moeda? Se você for a um país que não usa Dólar nem Euro, deve levar moeda local? Ou leva dólar e converte no destino?
    O cartão magnético tem suas vantagens, mas tem também uma clara desvantagem: o IOF, Imposto sobre Operações Financeiras. É prático, mas é preciso saber usar.
    Enfim, são muitos detalhes que podem baratear a viagem. Ouça e fique por dentro!
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    23 min
  • Efeito do caos político na economia

    A crise política brasileira teve um capítulo importante no dia 17 de maio de 2017: delações de um executivo da JBS comprometem gravemente pessoas importantes do governo, incluindo o próprio Presidente da República. Muitos analistas classificam a situação como insustentável, e que o mandato do presidente Temer pode terminar antes do previsto. Quais são os reflexos disso na economia? Como e quando isso vai se refletir na vida do cidadão?

    Nas recentes semanas a economia vinha, finalmente, dando sinais de recuperação. A postura do atual governo agradava ao mercado, o que refletiu em números melhores na bolsa, no câmbio etc. E agora? O que o cidadão deve fazer nesse momento? Quem tem investimentos, quem tem dívidas, o que fazer?

    Ouça nossa análise sobre o momento no podcast de hoje.

    22 min
  • Semana Nacional de Educação Financeira

    Estamos na Semana Nacional de Educação Financeira, iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF). Já é a quarta edição do evento, que, mais uma vez, promove centenas de encontros em diversos formatos, pelo Brasil inteiro.

    No podcast de hoje falamos não apenas sobre a Semana, mas aproveitamos para fazer um apanhado sobre a educação financeira em si. O que é, qual é sua importância, como ela pode e deve acontecer na vida de cada um.

    O apresentador Júlio Baranda falou de sua experiência pessoal. Contou um problema que vinha enfrentando e a solução radical que adotou. Funcionou.

    Além disso, damos exemplos, sugestões, fazemos alertas, comentamos várias formas em que a educação financeira pode tornar a vida mais tranquila.

    O programa ficou muito legal. Vale a pena ouvir.

    22 min
  • Esclarecendo o novo projeto da reforma da Previdência

    O assunto do momento na política e na economia é a reforma da Previdência. E, como acontece com tudo o que envolve economia e política nos dias de hoje, o desencontro de informações é muito grande. Quem é contra interpreta os fatos de um jeito, quem é a favor interpreta de outro.

    Para jogar um pouco de luz nessa história, falamos sobre isso no Em Boa Companhia, da Rádio Inconfidência, e trazemos no podcast de hoje.

    -A reforma é realmente necessária?

    -O que muda no tempo mínimo de contribuição para a aposentadoria?

    -Como é a regra para aposentadoria integral e proporcional?

    -Como é a regra de transição, para quem já está contribuindo para o INSS hoje?

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    Tudo isso e mais um pouco, porque o assunto é cheio de detalhes. Vale a pena ouvir!

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    24 min

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