Educando Seu Bolso

Educando Seu Bolso

By Frederico TorresBusinessInvesting
Download on the App Store

Educando Seu Bolso episodes

  • Redução na conta de luz e mais

    No bate-papo de hoje com o Pedro Vieira, da Rádio Inconfidência, falamos sobre vários temas que povoam o noticiário atual, e que afetam o bolso da população. Começamos com uma notícia boa para os consumidores mineiros. A conta de luz de abril virá com desconto, que varia de pessoa para pessoa, e será de, em média, 10%. Será que isso pode acontecer com os consumidores de outros estados? Vamos explicar essa história.

    E falamos sobre outros assuntos:

    -Aumenta o número de famílias com dívidas em atraso

    -Vendas dos supermercados caíram em fevereiro

    -Fim da desoneração em folha de pagamento de setores da economia. O que significa isso?

    .

    Muitos assuntos! Passamos o noticiário a limpo. Foi uma conversa boa, confira!

    22 min
  • Imposto de Renda 2017 – Parte II

    O prazo para envio da declaração de Imposto de Renda está acabando. Já fez a sua? Nem começou? Começou e parou, porque esbarrou em alguma dúvida?

    No podcast de hoje nós solucionamos algumas dúvidas e apontamos alguns erros que muitas pessoas cometem em suas declarações:

    -Todo exame médico pode ser usado para deduzir imposto? E procedimentos estéticos? Academia de ginástica? Veterinário?

    -Todo gasto com educação pode ser usado? Até cursinho pré-vestibular? E gastos com transporte?

    -E no caso de espólios, quais são os cuidados a serem observados?

    .

    Durante a conversa, um dos ouvintes mais assíduos do programa telefonou trazendo uma dúvida muito interessante, e cada vez mais comum nos dias de hoje.

    Foi uma conversa boa e muito instrutiva, garantimos.

    21 min
  • Seguro auto-resgatável

    Marcia, leitora do Blog, outro dia nos perguntou o que achávamos do MULTIPROTEÇÃO BRADESCO. Eu me lembrei do grande Didi Mocó e perguntei: "Cuma?"

    Segundo ela, a gerente do banco lhe vendeu o tal seguro auto-resgatável como: "Um produto diferenciado, desenhado para atender as necessidades dos clientes e desenvolvido em compatibilidade com as características sócio-econômicas brasileiras, principalmente o aumento da longevidade, a redução dos juros e o desenvolvimento econômico e social." Bonito, não?! Pois é…

    Veja abaixo que, em princípio, eles ajuntaram mesmo um bocado de coisa boa. Parecia de fato tentador o material de oferta que ela recebeu e nos reencaminhou, que dizia o seguinte: "O Multiproteção Bradesco oferece Cobertura por Sobrevivência, garantindo ao cliente que ele receba em vida, após o término da vigência do plano, um valor correspondente a 100% do Capital Segurado. Além disso, o cliente também passa a contar com uma cobertura de seguro de vida."

    .

    Coberturas:

    –Morte

    –Sobrevivência: Cobertura que garante o pagamento do Capital segurado pela Sobrevivência do segurado no período de deferimento contratado que pode ser de 5, 10, 15, 20, 25 e 30 anos.

    Portabilidade: Após o cumprimento do prazo de carência de 24 meses, o segurado pode permanecer com a proteção oferecida pelo plano ou transferir o valor adquirido de sua reserva para outro plano que seja mais adequado às suas novas necessidades.

    Benefícios Adicionais:

    –Assistência Funeral Familiar: Compreende o segurado, cônjuge, filhos até 24 anos, filhos portadores de necessidades especiais e filhas solteiras sem limite de idade.

    –Assistência a Pessoas em Viagem: tem por objetivo garantir o atendimento à pessoa, em viagem no Brasil ou no exterior, em caso de ocorrência de doenças com manifestação súbita e aguda ou em caso de acidentes, bem como de outros acontecimentos imprevistos.

    –Assistência PET: Hoje em dia muitas pessoas consideram o animal de estimação como um membro da família. Sabendo da importância destes, essa assistência oferece um pacote de serviços exclusivos ao animal de estimação (cão e gato) do participante, como Remoção Emergencial, Agendamento de Consultas, Acionamento / Agendamento de "Leva e Traz", Hospedagem (Acidente / Doença) – 2 diárias de até R$50,00, Indicação de Clínicas Veterinárias, PET Shop, Banho e Tosa, Informações sobre Vacinas e Venda de Filhotes, entre outros.

    –Sorteio Mensal: O participante participa de um sorteio mensal relativo a R$ 200.000,00 pela Loteria federal.

    –Resgate: O participante terá direito de solicitar o resgate proporcional do saldo da provisão matemática de benefícios a conceder relativa às coberturas de Sobrevivência e Morte, após o cumprimento de prazo de carência de 24 meses da data de contratação.

    .

    Bom, aqui no Educando Seu Bolso, nós temos preferência por contratar as coisas separadamente, por isto sugerimos à Marcia que solicitasse à sua gerente bancária uma simulação de quanto este "investimento" estaria valendo ao final dos 15 anos em comparação com outra aplicação de renda fixa que ela possui – um VGBL (vamos deixar para entrar no mérito se ela deveria ou não ter este VGBL noutra ocasião, ok?!).

    Vejam a resposta da gerente abaixo:

    .

    CAPITAIS SEGURADOS E PRÊMIOS – TEMPO 15 ANOS

    Multiproteção

    Valor do prêmio mensal: R$ 488,93

    Capital Segurado: R$ 75.000,00

    Correção: IPCA

    Resgate sobrevivência (15 anos): R$ 180.050,00 (6,0% a.a)*

    Resgate sobrevivência (15 anos): R$ 206.927,00 (7,0% a.a)*

    Resgate sobrevivência (15 anos): R$ 237.912,00 (8,0% a.a)*

    VGBL

    Valor do prêmio mensal: R$ 488,93

    Correção: CDI

    Resgate (15 anos): R$ 199.695,00 (10,0% a.a)*

    Resgate (15 anos): R$ 185.013,00 (9,0% a.a)*

    Resgate (15 anos): R$ 177.204,89 (8,5% a.a)*

    *A hipótese de rentabilidade é apenas simulação não se constituindo em garantia ou promessa de rentabilidade futura.

    .

    Infelizmente, a simulação que ela fez é tendenciosa. Os cenários de inflação crescem (6, 7, e 8% a.a.), mas as possibilidades de taxas de juros para o seu VGBL são cadentes (10, 9, e 8,5% a.a.). É bem verdade que as taxas nominais devem cair, mas isso se deve à queda também da inflação. Ou seja, se os juros forem para 9% é porque o IPCA estará por volta de 4% a.a. e não os números que ela colocou acima. A taxa de juro real no Brasil é da ordem de 5% ao ano. Em outras palavras: Inflação + Juro real = Juro nominal, ou IPCA + 5% = Selic. Entende?!

    Simulei pra ela então usando apenas o juro real. Afinal se a Márcia for receber este seguro daqui a 15 anos, ela vai querer que ele tenha o mesmo poder de compra de R$ 75 mil hoje, não é mesmo?!

    Então, temos de um lado R$ 75 mil com valor de compra de hoje (corrigidos pelo IPCA) e de outro, contribuições mensais de R$ 488,93, que renderão juros reais (acima da inflação de 5% a.a.). Ao final de 15 anos, a reserva financeira acumulada será de R$ 130 mil.

    Retire desta diferença (R$ 130 mil – R$ 75 mil) o custo de contratação de um seguro vitalício durante estes 15 anos e você terá o lucro em não contratar o tal Multiproteção. Cotamos com a Icatu, que é uma seguradora de renome, e um seguro de vida vitalício com o valor de R$ 100 mil reais (superior aos 75mil do Multiproteção), custaria 80 reais por mês em média durante estes 15 anos. Inicia custando R$ 31 aos 42 anos da Márcia e chegaria aos R$ 131 quando ela atingisse 57 anos. Ainda assim, ela teria R$ 106 mil, ao invés de R$ 75 mil em valores reais de hoje.

    Como se vê, é preciso cuidado e critério para se comparar produtos financeiros semelhantes.

    Até a próxima!

    24 min
  • Menos dinheiro e mais família nesta páscoa
    Recente pesquisa mostra que, em 2017, os ovos de páscoa estão ainda mais caros e, em alguns casos, menores que em 2016. Com isso, a Páscoa, que deveria ser motivo de paz e reflexão, acaba se tornando um transtorno para algumas famílias, especialmente as que têm crianças pequenas.
    Mas... será que precisa mesmo ser assim? Será que nós precisamos atender ao chamado do comércio e alimentar ainda mais o consumismo?
    No podcast de hoje nós refletimos sobre isso. E é uma reflexão que serve não apenas para essa e outras datas festivas, mas para a vida familiar durante o ano inteiro.
    andnbsp;
    andnbsp;
    andnbsp;
    andnbsp;
    18 min
  • O Gerente responde: Investir em imóvel ou em renda fixa?
    O leitor João Guilherme entrou em contato conosco contando que surgiu uma oportunidade de adquirir um imóvel na planta, em sua cidade natal, onde ele pode voltar a morar no futuro. A dúvida é se seria vantajoso fazer o negócio, ou se ele deveria investir o dinheiro em alguma aplicação financeira.
    Bem, são vários fatores envolvidos nessa decisão. Um deles é o negócio em si. O preço está bom? O imóvel deve se valorizar? E o risco de a entrega do imóvel atrasar, ou pior, ele não ficar pronto? Outro fator é a utilização do imóvel. O leitor não sabe se vai voltar a morar na sua cidade e, nesse caso, precisaria vender ou alugar o imóvel.
    Falamos sobre isso, levando em conta esses e outros fatores, medindo riscos e oportunidades, para ajudar o João Guilherme - e outros leitores, pois essa situação é muito comum - a tomar sua decisão.
    22 min
  • O que é melhor, investir em imóvel ou em renda fixa?
    O leitor João Guilherme entrou em contato conosco contando que surgiu uma oportunidade de adquirir um imóvel na planta, em sua cidade natal, onde ele pode voltar a morar no futuro. A dúvida é se seria vantajoso fazer o negócio, ou se ele deveria investir o dinheiro em alguma aplicação financeira.
    Bem, são vários fatores envolvidos nessa decisão. Um deles é o negócio em si. O preço está bom? O imóvel deve se valorizar? E o risco de a entrega do imóvel atrasar, ou pior, ele não ficar pronto? Outro fator é a utilização do imóvel. O leitor não sabe se vai voltar a morar na sua cidade e, nesse caso, precisaria vender ou alugar o imóvel.
    Falamos sobre isso, levando em conta esses e outros fatores, medindo riscos e oportunidades, para ajudar o João Guilherme - e outros leitores, pois essa situação é muito comum - a tomar sua decisão.
    22 min
  • Dúvidas comuns em financiamento imobiliário

    Quem acompanha o blog sabe que uma das nossas especialidades é o financiamento imobiliário. Já fizemos vários posts e podcasts e respondemos a centenas de dúvidas sobre o assunto, como você pode conferir aqui.

    Percebemos que muitas vezes as dúvidas se repetem. Hoje em dia o tempo anda escasso, a vida é muito corrida e, principalmente, passamos boa parte do nosso dia recebendo informações via Whatsapp, Facebook, e-mail, blogs, sites etc. Resultado: nosso leitor não tem tempo e disposição para ler todos os comentários nos nossos posts.

    Por isso, decidi trazer e discutir algumas das dúvidas mais comuns que recebemos.

    .

    Tenho um financiamento imobiliário. Paguei, em amortizações mensais, mais de R$ 3000 no ano, mas meu saldo devedor caiu pouco mais de R$ 1000. Por que isso acontece?

    Reposta: por causa da TR. Ela corrige mensalmente o saldo devedor do financiamento. Por isso, a pessoa paga, digamos, R$ 300 na amortização mensal. O saldo devedor diminui nesses R$ 300, mas, imediatamente, vem a TR e "devolve" para o saldo, digamos, R$ 200. Assim, no final das contas, o saldo cai apenas R$ 100.

    Isso dá uma sensação muito ruim, de se estar pagando por uma dívida que nunca vai acabar.

    Calma! É assim mesmo que funciona. E isso não significa que o financiamento seja um negócio ruim. Se o Custo Efetivo Total – CET for razoável, o negócio é bom, mesmo com a TR. O CET é formado principalmente pela taxa de juros, mas também pelo seguro, a taxa de administração e pela famigerada TR.

    Eu mesmo tenho um financiamento imobiliário, com um CET em torno de 10% ao ano, e estou bem satisfeito com ele. É a única forma que eu teria para adquirir meu imóvel.

    Mas atenção! Pode ser que haja mesmo algum erro. Já pegamos o caso de um leitor de Recife – PE, cujo financiamento tinha um erro claro, que apontamos, explicamos, e ele acionou o banco buscando a correção. Se tiver dúvida, fale conosco, nós conferimos para você.

    .

    O que compensa mais? Amortizar diminuindo o prazo ou o valor da prestação?

    Resposta: nós, no Educando Seu Bolso, evitamos ao máximo responder "depende" às perguntas dos leitores. Mas, nesse caso, não tem jeito: depende.

    Resta explicar: depende do que? De vários fatores: a situação do orçamento da pessoa, a condição de poupar dinheiro mês a mês, a disposição para cuidar de aplicações, a situação de trabalho, entre outros.

    É por isso que lançamos o serviço Consultoria em Financiamento Imobiliário. A decisão não é apenas matemática. Assim, nós conversamos com a pessoa, percebemos qual é o seu perfil, sua condição, sua disposição. E, aí sim, partimos para os cálculos. No final, apresentamos as possibilidades e apontamos aquela que, em nossa visão, é a melhor opção: amortizar diminuindo o prazo, diminuindo a prestação, usar a opção PPP – Pagamento de Parte das Prestações, ou mesmo não amortizar.

    É um serviço que tem sido muito vantajoso para quem contrata, porque é um investimento baixo, em comparação com a vantagem que uma boa escolha pode oferecer.

    .

    Tenho um saldo em FGTS. Compensa usar para pagar o financiamento?

    Resposta: nesse caso quase dá para cravar. Financeiramente, compensa sim! O FGTS rende apenas 3% ao ano, mais TR, o que é mais baixo que qualquer financiamento.

    Por que eu disse "quase" dá para cravar? Porque a pessoa precisa avaliar que o FGTS é uma reserva para emergências, como doença grave ou perda de emprego. Então a decisão é muito pessoal. Fora isso, financeiramente, compensa muito.

    .

    Tenho um saldo em aplicações. Compensa usar para pagar o financiamento?

    Resposta: olha o "depende" aí de novo. Nesse caso é preciso comparar o rendimento líquido da aplicação com o CET do financiamento.

    Nossa consultoria serve para isso também. Fazemos o cálculo e dizemos se compensa ou não. E, se a pessoa estiver aplicando em um investimento ruim (como a Caderneta de Poupança, por exemplo), ainda indicamos outras opções. Aliás, conhece nosso Comparador de Investimentos?

    ..

    Bom, por hoje é só. Se sua dúvida não está entre estas, entre em contato conosco, é sempre um prazer!

    Escute nosso podcast e confira uma dúvida curiosa sobre um financiamento de veículo contratado junto a um banco.

    21 min
  • Maquininhas de Cartão: Vale a pena ter uma?

    Segundo o Sebrae, há, no Brasil, 45 milhões de pessoas com atividade empresarial. Porém, há apenas 4 milhões de maquininhas de cartão. O número vem aumentando, mas ainda há muito espaço para crescer.

    Hoje em dia há cada vez mais pessoas se aventurando a se tornarem empreendedores. Muitos na informalidade, outros que se formalizaram tornando-se MEI. E tem sido comum que os empreendedores – os novos e os antigos – procurem cada vez mais pelas maquininhas de cartão, para oferecer mais comodidade aos seus clientes e não perderem vendas.

    Afinal, o número de usuários de cartões de crédito e débito também não para de crescer. É mais prático, mais seguro, pode render pontos em programas de milhagem – embora, como já dissemos aqui, exija disciplina por parte de quem usa, para não criar dívidas perigosas.

    Novas marcas, novos usuários

    Lembra-se de que, quando você ia pagar algo com cartão, o vendedor te perguntava "Visa ou Master"? E, dependendo da sua resposta, ele usava uma maquininha ou a outra? Pois é, isso acabou. Uma mudança na norma pôs fim à exclusividade de bandeiras e permitiu que operadoras menores entrassem no mercado em igualdade de condições com marcas mais tradicionais.

    Com isso, já reparou em quantas novas marcas de maquininhas de cartão estão por aí? Muitas empresas menores vêm entrando no mercado, conseguindo prestar serviços tão bons quanto as marcas mais antigas e tradicionais. O melhor é que estão oferecendo soluções inovadoras a um custo mais baixo.

    A consequência é que muitos pequenos empreendedores que antes não aceitavam cartões passaram a aceitar. Meu barbeiro, por exemplo, não aceitava pagamento em cartão, e passou a aceitar. Me explicou que vinha perdendo muitos clientes por não oferecer essa opção. A pessoa entrava na barbearia, perguntava se ele aceitava cartão e, diante da resposta negativa, ia embora.

    Ele passou, então, a aceitar cartão de débito. Fez as contas, viu que as taxas da maquininha de cartão para esta modalidade eram razoáveis, resolveu aderir.

    Para o comerciante, há vantagens muito claras. Por exemplo, a redução nas vendas frustradas, por não aceitar cartões, e a diminuição das perdas por inadimplência. Afinal, a administradora arca com o risco do calote do seu cliente.

    Como escolher dentre as várias marcas de maquininhas de cartão? Qual é a mais adequada?

    São muitos fatores:

    • o preço da máquina. E mais: ela é comprada ou alugada?
    • as taxas cobradas em vendas no débito, no crédito à vista ou parcelado
    • as funcionalidades
    • a tecnologia que ela requer. É autônoma ou precisa de um smartphone ao lado?
    • imprime recibos ou envia por mensagem?
    • quais bandeiras aceita? Só Mastercard e Visa ou também as outras, como Elo, HiperCard, Cabal, Amex, Diners…?

    É até meio contraditório. De um lado, a facilidade que as maquininhas oferecem a você e aos seus clientes para concretizar os pagamentos/recebimentos. Do outro, a dificuldade de comparar preços, taxas de desconto, de antecipação, aluguéis ou as parcelas das maquininhas de cartão.

    Mesmo quando você consegue encontrar as taxas cobradas, ainda assim é difícil saber exatamente quanto e quando você vai receber. Outra decisão difícil é se vale a pena escolher um plano onde você recebe logo, ou outro onde tem que esperar mais.

    Podcast

    Na conversa com o Pedro Vieira, da Rádio Inconfidência, falamos sobre tudo isso, e ainda conversamos com ouvintes. E, se você é empreendedor, está pensando em ter uma maquininha de cartão e não sabe bem qual escolher, conheça nosso Simulador de Máquinas de Cartão. Lá, você vai encontrar uma maneira simples de comparar Payleven, Maquinão e Izettle Lite, Sumup, as MercadoPago Point H e Point Mini, Pago, ContaMobi, Vero, e outras variações da PagSeguro, como a Minizinha, Moderninha e Moderninha Pro, além de outras opções da Rede e da Cielo, como Cielo Mobile e a Smart Rede. Agora, com apenas um clique você fica sabendo qual é a maquininha de cartão mais vantajosa para o seu negócio. Faça sua simulação!

    20 min
  • Imposto de Renda de 2017 – Parte I

    Olha ela aí outra vez: a declaração de Imposto de Renda. Todo ano, em março e abril, é tempo de acertar as contas com o Leão. No podcast de hoje você fica sabendo como preparar a declaração de Imposto de Renda de 2017. Fique ligado!

    O que entra no Imposto de Renda de 2017?

    Você sabe que os salários recebidos em 2016 entram na declaração de Imposto de Renda de 2017. Se estiver acima do limite de isenção, vão gerar imposto. Mas, além dos salários, outras rendas também devem entrar na declaração. Quer saber direitinho quais são, para não cometer nenhum erro?

    E as despesas, quais podem ser deduzidas? Despesas com saúde podem ser deduzidas, mas nem todas. O mesmo vale para as de educação. Saiba o que pode e o que não pode ser deduzido.

    Quem precisa declarar?

    Você sabe também que nem todo mundo precisa fazer a declaração? Então, quem precisa, e quem está isento? Sabia que mesmo quem é isento pode declarar? E que em muitos casos é vantajoso declarar?

    Quem tem imóveis precisa declarar. Automóveis também precisam entrar na declaração de Imposto de Renda de 2017.

    Dependentes

    Quem tem dependentes, como deve proceder? E, o mais importante: se esse dependente também tiver renda, compensa inclui-lo na declaração? Quem tem filhos pode achar que eles só podem ser dependentes até os 21 anos. Mas há casos em que essa idade vai até os 24 anos, sabia?

    E muito mais

    Até 2016 você precisava de baixar dois programas para fazer a declaração. A partir desse ano, isso mudou: é um programa só, sabia?

    E aquela história de declaração simplificada ou completa? Quem deve optar por uma ou pela outra? O programa do Imposto de Renda de 2017 facilita muito a decisão. Aprenda a usá-lo direitinho.

    São muitas as dúvidas e os detalhes. O podcast de hoje vai ajudar a entender isso tudo, e muito mais.

    .

    25 min
  • Imposto de Renda 2017 – Parte I
    Olha ela aí outra vez: a declaração de Imposto de Renda 2017. Todo ano, em março e abril, é tempo de acertar as contas com o Leão.
    Você sabe que os salários entram na declaração. Se estiver acima do limite de isenção, vão gerar imposto. Mas, além dos salários, o que mais entra na declaração?
    Você sabe também que nem todo mundo precisa fazer a declaração? Então, quem precisa, e quem está isento?
    Até 2016 você precisava de baixar dois programas para fazer a declaração. A partir desse ano, isso mudou: é um programa só, sabia?
    E aquela história de declaração simplificada ou completa? Quem deve optar por uma ou pela outra?
    Quem tem dependentes, como deve proceder? E, o mais importante: se esse dependente também tiver renda, compensa inclui-lo na declaração?
    andnbsp;
    São muitas as dúvidas e os detalhes. O podcast de hoje vai ajudar a entender isso tudo, e muito mais.
    .
    25 min

About Educando Seu Bolso

From the publisher's feed

O Educando Seu Bolso é um portal criado por profissionais do mercado financeiro justamente para quem não é do mercado.