Educando Seu Bolso

Educando Seu Bolso

By Frederico TorresBusinessInvesting
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Educando Seu Bolso episodes

  • Dúvidas, respostas e muitas explicações
    No podcast de hoje respondemos a duas dúvidas de ouvintes.
    A primeira traz uma situação curiosa. O ouvinte tem um financiamento de veículo contratado junto a um banco. A pessoa deixou de pagar algumas parcelas, e o banco repassou a dívida para uma empresa de cobrança. Na negociação, a empresa apresentou duas propostas, sendo que a mais vantajosa seria quitar a dívida. Mas aí ele ficaria com restrição cadastral (o famoso nome sujo) no banco. Não é no SPC, ou Serasa, é um cadastro interno do banco.
    Pode isso? E, se puder, compensa aceitar a proposta e ficar com restrição no banco?
    A segunda dúvida traz uma situação desagradável. A ouvinte tentou sacar o dinheiro de sua conta corrente, mas não tinha o cartão, apenas documentos comuns, como carteira de identidade. E a atendente se recusou, alegando que a foto do documento não se parecia com a cliente.
    E isso, pode? O que fazer num caso desse, e o que fazer para evitar?
    Veja nossas explicações e opiniões sobre as duas situações.
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    21 min
  • Desbancarização

    Você já ouviu falar em "desbancarização"? É uma palavra que ainda não existe nos dicionários, mas já tem sido bastante utilizada por aí. Significa, basicamente, usar serviços financeiros em instituições que não são bancos.

    Instituições como cooperativas de crédito e corretoras de valores têm sido cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. E isso pode trazer muitas vantagens. A começar pelo aumento da concorrência, que tende a trazer serviços melhores e mais baratos. Mas há outras vantagens.

    Quer saber quais? Quer saber como elas funcionam? E quer saber quais cuidados devem ser tomados?

    Então ouça o podcast de hoje!

    17 min
  • Compensa sacar o saldo de contas inativas do FGTS?
    A autorização

    O Governo Federal anunciou que será possível sacar o saldo de contas inativas do FGTS. Segundo estudos do próprio governo, o objetivo é injetar na economia R$ 30 bilhões. Um ótimo valor, sem dúvida alguma; ainda mais em um momento de crise, com indicadores econômicos tão ruins. Então, se você tem a possibilidade de realizar o saque, o que fazer com esse dinheiro?

    Regras Antigas

    Inicialmente, vamos entender as condições para realizá-lo. Antes do anúncio, as possibilidades de saque do FGTS eram bastante restritas. As mais comuns eram:

    • Demissão sem justa causa, de contrato determinado ou rescisão indireta;
    • Aposentadoria, falecimento ou idade superior a 70 anos;
    • Desastre natural ou estado de calamidade pública
    • Doenças graves;
    • Aquisição, liquidação ou amortização de financiamento imobiliário;
    • Três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, e aguardar a data do aniversário.

    Ou seja, não era tão fácil retirar um recurso que tem um rendimento tão pequeno – 3% + TR; algo bem próximo da metade da Caderneta de Poupança!

    Contas Inativas do FGTS

    Com o anúncio do governo, o saque a contas inativas será irrestrito. O calendário dos saques será disponibilizado e se baseará na data de aniversário das pessoas. O principal uso do FGTS é para compra ou amortização do Financiamento Imobiliário, pois, além de ser uma das formas de ter acesso ao recurso, é como trocar uma taxa de mais de 8% em comparação ao rendimento de 3% + TR. Tal troca é extremamente vantajosa!

    Porém, caro (a) leitor (a) caso você tenha um conta inativa em 31/12/2015 (que não recebe depósitos) vale a pena sacar o recurso? O que fazer com o dinheiro se tiver dívidas? O que fazer com o dinheiro se não tiver dívidas?

    Independentemente de ter dívidas ou não, sacar o recurso é muito vantajoso!

    Se você tiver dívidas

    Essa é uma oportunidade espetacular para reduzi-las ou quitá-las! Independentemente de qual seja, com certeza a taxa de juros do FGTS é muito, mas muito menor. Imagine trocar uma taxa de 12% ano mês (ou mais de 390% ao ano) por uma de 3% ao ano + TR? É quase um sonho! Ainda mais de um recurso a cujo acesso é tão restrito. E, ideal é liquidar a dívida de uma única vez e com desconto pela liquidação antecipada.

    Se você não tem dívidas

    A notícia é tão boa quanto! É uma oportunidade rara de iniciar uma reserva de emergências ou uma aplicação financeira muito rentável como no Tesouro Direto ou iniciar uma aposentadoria independente da previdência oficial. No Educando seu Bolso, você encontra a Comparador de Investimentos e a Calculadora de Aposentadoria; use-as sem moderação! E, o ideal é fazer o investimento imediatamente após o saque do FGTS para que você não seja seduzido (a) pelas armas da publicidade e ser levado para o consumo.

    Mas, cuidado! Receber um recurso inesperado pode gerar dívidas

    Não entendeu? O Educando seu Bolso explica! Supondo que uma pessoa tenha R$ 45 mil reais em uma conta inativa do FGTS – valor suficiente para comprar um carro com uma configuração muito boa. Então, essa pessoa compra o carro de exatamente o valor que foi mencionado. Porém, comprar um veículo não é apenas despender o valor do mesmo; é necessário contabilizar o valor do combustível, IPVA e demais impostos, seguro e algo muito importante: a depreciação do veículo. Assim, caro (a) leitor (a), fundamental é não direcionar todo o saque do FGTS para o consumo que pode fazer de alguém sem dívidas alguém descontrolado financeiramente! E, é exatamente isso que você não quer, certo? Então, muita cautela! Outro ponto importante é gastar uma reserva: mesmo que tenha o pior rendimento do mercado, é uma reserva. Portanto, sempre ponha na "ponta do lápis"!

    .

    A seguir, temos um podcast excelente para você! Além dele, temos outro podcast que aborda a possibilidade de saque no FGTS e também fala de outros assuntos relacionados. Confira!

    Sacar as contas inativas do FGTS é uma ótima notícia! Aproveite para pagar dívidas ou aumentar suas reservas financeiras! Mas, nunca compre algo que gere despesas e um passivo no seu orçamento pessoal e familiar.

    31 min
  • Cuidando do bolso em 2017

    Ano novo, vida nova? Ou ano novo DÍVIDA nova? Que tal cuidar bem do seu bolso em 2017?

    Começando pelo mês de janeiro e suas particularidades: IPTU, IPVA, material escolar, as contas do natal e das férias chegando. Como cuidar disso tudo? E como cuidar desde já, para que o janeiro do ano que vem não fique apertado?

    E nos outros meses, que tal se organizar um pouco? Você sabe como anda gastando seu dinheiro?

    E nos outros anos? Que tal começar desde já a pensar na sua aposentadoria, um tema tão atual?

    Esse é o tema do podcast de hoje.

    16 min
  • FGTS, juros no cartão e DPVAT 2017

    No podcast de hoje, três assuntos importantes nesse momento complicado que os brasileiros estão vivendo: FGTS, juros do cartão de crédito e seguro DPVAT.

    Começando pelos juros: o governo federal anunciou mudanças, diante do quadro de taxas altíssimas que vivemos nos últimos meses.

    Se a pessoa fica 31 dias sem pagar a fatura, automaticamente a dívida entra em uma outra modalidade, o crédito parcelado. Vamos explicar o que isso significa, como vai funcionar, quais as vantagens e os riscos.

    O segundo assunto é a liberação de parte do FGTS para que o trabalhador quite suas dívidas.

    Quanto vai ser liberado e como poderá ser usado? Explicamos também em que ponto está essa questão.

    E, finalmente, o terceiro assunto, que todo ano volta a provocar dúvidas: o DPVAT, aquele seguro obrigatório que pagamos junto com o IPVA, o imposto sobre propriedade de automóveis. Você já ouviu falar em algo que fica mais barato de um ano para outro?

    Muitos assuntos importantes. Fique por dentro.

    20 min
  • Reforma da Previdência Social e suas alternativas

    As novas regras para a Previdência Social, propostas pelo governo, estão sendo fartamente discutidas, comentadas e criticadas por todos.

    A reforma ainda não foi aprovada, e possivelmente alguma coisa vai ser modificada, na proposta. Mas que algo vai mudar na Previdência, é praticamente certo.

    Agora as pessoas vão precisar se adaptar. Confiar apenas na Previdência Social é, no mínimo, arriscado. "Quanto antes começar a poupar, melhor", disso você já sabe, já ouviu essa frase dezenas de vezes.

    Mas como poupar? Quanto? Quando? Por quanto tempo? Em que tipo de investimento?

    19 min
  • Para que 2017 não seja como 2016

    O podcast de hoje traz nossa participação no programa Casa Aberta, da Rádio Inconfidência FM, a "Brasileiríssima".

    Hoje convidamos os ouvintes a uma reflexão de fim de ano. Uma verdadeira "faxina financeira". Que o ano de 2016 foi apertado, todos sabemos. Mas em você, onde o calo apertou mais? Você sabe quanto gastou e quanto ganhou? E para 2017, já sabe o que pretende?

    Esse é um exercício importante, saudável e muito educativo. Bom para envolver toda a família, mesmo as crianças.

    Falamos sobre orçamento familiar, investimentos, prevenção e muitos outros assuntos. E ainda respondemos a dúvidas de vários ouvintes. Ficou muito legal.

    30 min
  • O preço da falta de disciplina

    Qual é a idade ideal para poupar? Quanto antes melhor, é claro. Se a pessoa não se preparou desde cedo, a hora de começar é agora. E vai ser necessário recuperar o tempo perdido.

    Muitas pessoas não têm disciplina para poupar dinheiro. Assim, acabam arranjando estratégias de "poupança forçada" que são péssimos negócios. Uma dessas formas é o famigerado Título de Capitalização… Quem nunca recebeu do seu gerente de banco uma "oferta" desse produto?

    Entenda por que é um produto ruim que, se a pessoa não cuidar, pode se tornar péssimo.

    O melhor é ter disciplina para aplicar em formas de investimento mais seguras. Mas como criar esse hábito? E como ensiná-lo aos filhos?

    22 min
  • Acumulando milhas
    Existe uma moeda que está se tornando bastante usada e valorizada no dia a dia das pessoas: os pontos acumulados em programas de fidelidade.
    Eles realmente valem a pena? Devemos cuidar bem deles e inclui-los no nosso orçamento?
    Valem, sim. Os pontos podem ser trocados por produtos. Um dos usos mais comuns é convertê-los em milhas, para a compra de passagens aéreas. E por isso é preciso ficar atento para não deixar os pontos expirarem.
    Você tem algum programa de fidelidade? Conhece o regulamento, os prazos de expiração, sabe se existe algum custo para usá-lo?
    No nosso podcast nós falamos sobre isso e damos dicas para o melhor uso dos pontos.
    26 min
  • Financiamento ou consórcio imobiliário: Entenda as armadilhas!

    Há muito tempo o consórcio imobiliário é um produto popular no Brasil. Fazer um consórcio de imóveis é uma forma de financiar a aquisição da casa própria e é uma alternativa ao financiamento imobiliário, c que nem sempre está disponível, ou quando está, pode não ser barato.

    O ouvinte do nosso podcast nos trouxe uma dúvida interessante e bastante ilustrativa de alguns erros que o Brasileiro comete ao contratar um consórcio imobiliário.

    Ele adquiriu um imóvel na planta no valor de 400mil, pagou para a construtora 60mil durante a construção e os 340mil restantes são devidos agora na entrega das chaves. Infelizmente, ele não tem reserva para quitar o saldo devedor e está comparando opções para financiar este saldo devedor (340mil) e quitar sua obrigação com a construtora, para enfim poder entrar no imóvel.

    Funciona como uma substituição em time de futebol. Sai: Dívida com a construtora. Entra: Dívida com o financiamento ou consórcio imobiliário.

    Em outras palavras: O ouvinte pega a carta de crédito ou o valor liberado no financiamento, transfere para a construtora para quitar o saldo devedor de 340mil e passa a pagar as prestações do consórcio imobiliário ou do financiamento.

    Uai, até aí tudo bem, não?

    Pois é, mas vamos aos detalhes deste caso de consórcio imobiliário que enriquecerão a análise.

    Segundo o ouvinte, ele recebeu muitas ofertas por telefone de consórcios de imóveis que merecem cuidado. Como ele mesmo desconfiou, eram boas demais para ser verdade. Quanto comparou com o as taxas de juros cobradas pelos bancos nas cotações de financiamentos imobiliários então, nem se fale. Bom isto, sem falar dos valores de entrada necessários para se obter um financiamento imobiliário. Estas entradas são muitas vezes bastante altas e acabam pegando o cliente desprevenido, como parece ser o caso do nosso ouvinte.

    Como assim?

    Vejam bem, ele diz ter pago 60mil de um total de 400mil durante 3 anos. São 15% do valor total do imóvel, percentual pequeno se comparado ao que se costuma pagar durante a fase de construção de um imóvel, que em geral é de 35%. Ou seja, ele já está um pouco atrasado e vai ter que correr atrás na entrega das chaves. Mais uma vez, em outras palavras, a prestação dele passará, no melhor caso, dos 1700 reais que ele pagou durante a fase de construção do imóvel para 2800 reais da simulação do consórcio. Aí está o primeiro problema. Ele não demonstra ter capacidade de arcar com uma prestação destas. Não cabe em seu orçamento, pois o banco Itaú exigiu 120mil de entrada para um financiamento de 400mil. Ou seja, 30% do total, contra os 15% que ele pagou para a construtora na planta.

    Talvez por não dispor do valor da entrada, nosso ouvinte tenha dado ouvido às sedutoras ofertas telefônicas. Escutou o que queria: Entro pro consórcio imobiliário e sou contemplado na data da entrega do meu imóvel. Pego a carta de crédito, quito a obrigação com a construtora e dou um jeito de pagar as prestações (sabe Deus como?)

    Mas o que há de errado no pensamento dele?

    Vejam, não basta entrar no consórcio de imóveis para ter a carta de crédito, é preciso dar o lance vencedor. Em valores de mercado, o lance vencedor de um consórcio de imóveis é em média de 35% do valor do bem consorciado. Se lembra da entrada do financiamento imobiliário? Pois é!

    Se não há dinheiro para dar a entrada do financiamento, tampouco existe a grana para dar o lance. Entrar para o grupo de consórcios então, significa que ele vai ter que pagar o boleto mensalmente e esperar a sorte grande do sorteio. Sim, raros sortudos podem conseguir a carta de crédito através de sorteios.

    O que houve de errado no caso dele?

    Primeiro, devo dizer que a compra de imóvel na planta é uma compra de imóvel. Decisão grande. Preocupe-se antes e não depois. Não dá pra ser: Ah lá na frente eu resolvo… Não dá para começar a se preocupar como o saldo devedor (340mil) apenas bem perto da entrega das chaves. Senão dá em distrato e perda de grande parte do valor pago durante a construção do imóvel.

    Pôxa vida, como posso me precaver disso?

    Já na contratação, avalie a diferença entre suas parcelas mensais durante a construção e as prestações de lá da frente, sejam de consórcio de imóveis, sejam de financiamento imobiliário. Se ela for grande, provavelmente este imóvel não é para o seu bolso. Não adianta as prestações durante a construção serem mais baixas e caberem apertadas no seu orçamento, se lá adiante você vai ter que pagar muito mais caro. Muito provavelmente você não vai conseguir pagar.

    Veja abaixo a transcrição da dúvida do ouvinte. Ele demonstra sofrimento. Está na iminência de receber as chaves e não tem como arcar com os custos. Use o caso dele para que isto não aconteça com você. Planeje-se antes e escolha bem como vai financiar seu saldo devedor. Não fique na dependência de uma tábua de salvação.

    A dúvida do ouvinte.

    Comprei um apartamento na planta há 2 anos e a previsão de entrega é para Fevereiro de 2018. Comecei a buscar opções de financiamento com meu banco (e outros) e tenho me sentido no inferno dos juros. Tenho recebido várias ligações e propostas de empresas que operam consórcio me oferecendo o paraíso, mas não consigo me sentir seguro. Sabe quando parece que não estão te contando tudo? Então…

    O valor do imóvel é R$ 400 mil, e durante a obra até a entrega das chaves devo ter uma dívida de R$ 340 mil para quitar – o saldo pago à construtora é de R$ 60 mil (que a Unifisa diz usar o que já paguei à construtora como lance).

    Iniciaria a brincadeira pagando R$2.816 em 180 parcelas, e ao ser contemplado em Fevereiro de 2018, eu posso abater o saldo pago na mensalidade e mantendo a quantidade de parcelas (176 parcelas de R$2.475), ou reduzindo a quantidade de parcelas (-46) para 155.

    Simulei no ITAÚ para ter um exemplo, considerando que ele pede 25% do valor do imóvel na entrada, ficou:

    – Valor do Imóvel: R$ 400.000,00 – Valor da Entrada: R$ 120.000,00 – Custos adicionais (cartório e tarifas): R$ 23.155,00 – Valor total financiado: R$ 303.155,00

    Prazo do Financiamento: 300 meses (25 anos) / Valor da primeira parcela: R$ 3.694,29 / Valor da última parcela: R$ 1.146,16

    Mas, afinal, consórcio imobiliário é uma boa opção?

    Como tudo aqui no EsB, recomendamos a comparação de preços. Sempre. Pesquise as diversas administradoras de consórcios. Este é um setor com diversos fornecedores, onde você pode economizar bastante em menores custos com taxas de administração, fundo de reserva e seguros se comparar direitinho as condições de cada um.

    Outra dica importante é que antes de contratar, você verifique a credibilidade da administradora de consórcios. Se ela é autorizada a funcionar pelo Banco Central, está ativa e em condições regulares de funcionamento. Não é incomum que empresas e pessoas mal intencionadas apliquem golpes em cidadão comuns, fraudando a existência de grupos para desviar recursos.

    Veja abaixo esta lista das administradoras de consórcio, de acordo com o cadastro e o ranking de reclamações do Banco Central. Assim você consegue reduzir um bocado as chances de cair nas mãos desses vendedores que fazem promessas descabidas. Existem empresas sérias e é possível encontrar grupos onde o valor do lance vencedor ou as prestações sejam mais baixas e facilitem em casos como o do nosso ouvinte.

    Tabela em HTML organizando, com links.

    Bom, abaixo segue o arquivo do podcast. É uma história bastante complexa. A conversa foi boa e tudo indica que, como ele já percebeu, não lhe contaram a história toda…

    Procuramos desfazer o mal entendido (ou mal explicado) e ajudá-lo a tomar a melhor decisão.

    20 min

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