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"A taxa de juros do crédito cobrada das famílias chegou a 43% ao ano, em junho, o maior patamar da série histórica do Banco Central (BC), inciada em março de 2011", diz matéria da Agência Brasil republicada pelo portal iG. O cheque especial foi uma das modalidades em que essa alta foi mais sentida, segundo a reportagem.
Aí vem a questão: tem como driblar essa alta dos juros? Tem! Para explicar, vamos partir da situação enviada por um leitor: "Estou pagando a terceira prestação de um total de 24, no valor de R$ 815 cada, para quitar um crédito pessoal de R$ 10 mil que tomei junto a uma financeira. Será que posso reduzir o valor da prestação?" É claro que pode. Aliás, pode, não. Deve!
Para ter uma ideia de quanto se pode economizar nesse caso, usei nossa ferramenta de comparação de taxas de juros e fiz as contas para o caso apresentado pelo leitor. Se você pedir a portabilidade do seu crédito atual para o banco com as taxas mais baratas, a prestação cairia para aproximadamente R$ 500. Já imaginou o que poderia fazer com estes R$ 300 de economia?
Pesquisar é muito importante e, se pesquisamos para comprar um sapato, um carro, um telefone etc, também devemos pesquisar na hora de "comprar dinheiro". Quem pesquisa economiza, é sempre bom lembrar. Quer uma ajuda para comparar taxas? Acesse nossa ferramenta, identifique quais são os bancos os as financeiras mais barateiras e peça hoje mesmo a portabilidade do seu crédito.
Escute nosso podcast e saiba se proteger dos juros exorbitantes.
Os bancos e outras instituições financeiras adoram oferecer títulos de capitalização. Na tela do caixa eletrônico, na correspondência periódica, na conversa com o gerente, eles sempre aparecem, com a promessa de fazer você guardar dinheiro para o futuro. A promessa é mesmo encantadora. Mas pode ser uma armadilha, se você não souber exatamente como funciona. Ouça nosso podcast e entenda melhor.
Hoje vou falar pros milhões de brasileiros que possuem títulos de capitalização O apelo deste produto é grande, afinal, há sorteios, você pode ganhar prêmios, bens e até dinheiro, e ainda receber todo o capital aplicado de volta ao final do período. Ora, se há um componente associado à sorte, então trata-se de uma aposta, não de um investimento. Muitas vezes, o título de capitalização se transforma em uma armadilha, por desconhecimento por parte de quem está comprando de suas regras e características. Um ponto negativo importante que destaco é a questão da carência, afinal, o dinheiro comprometido com este produto precisa ficar o tempo todo para ser resgatado integralmente. Por isso, fica o alerta: se você se considera um sortudo e acredita que pode ganhar, entenda que está colocando seu dinheiro em um produto cujo objetivo são os sorteios. Se prefere investir, há alternativas melhores. Minha sugestão é que contrate uma boa aplicação financeira, pegue o dinheiro da rentabilidade (a maior) e arrisque sua sorte na loteria.
Em resumo, mais retorno financeiro e mais chances de ganhar.
Seu gerente bancário ofereceu um produto financeiro? Pense bem antes de contratar…
Hoje será abordado um tema que gera bastante preocupação, que é a falta de cuidado que muitos têm ao adquirir um produto financeiro.
Um exemplo disso é que vejo muito gerente bancário vendendo previdência privada para aposentado.
Alguém poderia argumentar que produtos de previdência podem ser vantajosos mesmo para um aposentado, devido a não incidência tanto de imposto sobre herança no caso de falecimento do titular, quanto do famoso come-cotas, que é o Imposto de Renda antecipado que se paga em um fundo de investimentos normal.
Como bom mineiro, sempre desconfiei que as razões não são bem estas.
Recentemente, grande banco estrangeiro mudou a maneira como paga comissões aos seus gerentes. Ao invés de bonificações por quantidade de produtos vendidos, eles passarão a remunerar os gerentes por adequação do produto ao perfil do cliente.
E porquê eles fizeram isto? Por quê lá fora foram obrigados a gastar bilhões em indenizações a consumidores que foram levados a comprar produtos inadequados ao seu perfil.
Minha opinião: Primeiro, parabéns ao Banco pela mudança, na direção correta. Mas o mais importante para você, ouvinte, é a seguinte pergunta: Quem ganha mais com o produto financeiro que o seu gerente bancário está te oferecendo. Você ou ele?
Huummm… Ficou na dúvida? Navegue pelo nosso blog ou entre em contato conosco que te ajudamos a esclarecer.
Você sabe quanto paga de tarifas bancárias? Preste atenção nisso para não perder pagando pelo que não usa!
Mês passado, os principais bancos do país anunciaram seus resultados que foram favorecidos por um grande crescimento dos ganhos com cobranças de tarifas.
Bom, não preciso nem dizer que se os bancos estão ganhando cada vez mais dinheiro com tarifas é porque tem alguém pagando, não é mesmo?!
Aí vai, então, uma pergunta: Você sabe o quanto gastou em tarifas, por exemplo, no ano de 2013? Imagino que poucos de vocês saibam… Recomendo, então, que retirem o extrato anual de pagamento de tarifas, disponível gratuitamente em seu banco.
Ele serve para que você escolha a conta que mais se adapta às suas necessidades. Basta fazer uma análise deste extrato consolidado do ano anterior, no qual estão discriminadas todas as tarifas que foram cobradas. Assim, você verá quais os serviços pelos quais pagou e aqueles que realmente utilizou.
Ah, e eu, como um bom mineiro, que gosta sempre de comparar preços, não poderia deixar de indicar também o sistema star, que é uma ferramenta criada pela FEBRABAN para facilitar a comparação de tarifas bancárias.
Alugar ou financiar? O site da revista Exame publicou na última semana matéria em que analisa a queda na busca de crédito para financiamento de imóveis. "O volume de empréstimos para compra de imóveis no país somou R$ 9 bilhões no mês passado, o que representa uma queda de 19% ante igual etapa de 2013″, diz o texto. Os dados apontados na reportagem vêm de pesquisa realizada pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), divulgada na última quinta-feira.
Uma dúvida recorrente para quem está em busca de moradia é se vale mais a pena financiar um imóvel próprio ou alugar. Do ponto de vista financeiro, alugar hoje no Brasil é mais vantajoso do que financiar a compra de um imóvel. Por quê?
Em média, um aluguel mensal hoje custa aproximadamente 0,4% do valor do imóvel, já o Custo Efetivo Total de um financiamento imobiliário gira em torno de 0,8% ao mês. Pense no seguinte: Na prática, financiar é tomar dinheiro emprestado e pagar um aluguel por ele. Pouca gente percebe o mau negócio que faz ao deixar de alugar o imóvel por 0,4% ao mês e passar a alugar dinheiro do banco por 0,8% ao mês. Conclusão? Alugar dinheiro hoje no Brasil é mais caro que alugar imóvel. É fato.
Respondo hoje a mais uma dúvida. "Peguei crédito pessoal pra quitar cheque especial 3mil e duas prestações atrasadas de R$1500 cada de financiamento veículos. Por indicação do gerente, acabei tomando R$10mil emprestado, pois assim o empréstimo sairia a uma taxa menor. Os R$4mil que eu não precisava ele aplicou. Agora estou na dúvida se fiz ou não um bom negócio". Minha resposta: Bom, tomando por base as taxas médias de juros por modalidade divulgadas pelo Banco Central, infelizmente você não fez um bom negócio. Vejamos o porquê.
Na situação original, você tinha R$305 de despesas de juros totais por mês, R$250 do cheque especial e R$55 nas prestações atrasadas do financiamento de veículos.
Agora, você tem R$10mil no crédito pessoal que te gera despesas de juros de R$570 por mês, e uma aplicação de R$4mil que rende meros R$30, ou seja, despesa líquida mensal de aproximadamente R$540.
Resumindo: Ao seguir o conselho do seu gerente, infelizmente você acabou aumentando seu gasto com juros mensais em R$235. Poxa vida, que amigão ele hein?!
Então? Quer depender menos do seu gerente bancário e fazer suas próprias contas? Acesse nosso comparador de crédito pessoal.
Mês passado, foi divulgada estatística de que o Brasileiro é quem mais troca de operadora de celular no mundo inteiro. 67% dos consumidores brasileiros mudaram de operadora nos últimos cinco anos. Além disso, 48% estão dispostos a trocar no próximo ano. E por que estou comentando sobre a portabilidade de telefonia em o nosso bate-papo sobre o seu dinheiro? Bom, porque existem várias opções de portabilidade de serviços financeiros das quais, infelizmente, o consumidor não se aproveita da mesma forma. Estou falando das portabilidades: 1) De conta salário; 2) De cadastro de conta corrente; 3) De planos de saúde; 4) De planos de previdência privada; e 5) De crédito.
Ou seja, você não precisa ter conta em um banco do qual não gosta; não precisa aguentar um plano de saúde no qual não é bem tratado; pode trocar de plano de previdência para se beneficiar de movimentos de mercado; e não precisa pagar a mais por uma dívida mal contratada no passado. Resumindo, recomendo que da mesma forma que na telefonia, você exercite o seu direito de ser livre e dê uma banana pros maus prestadores de serviços financeiros, ou praqueles que não tem preços e taxas competitivas.
Vamos esclarecer algumas dúvidas sobre a nova portabilidade de crédito.
O que é? A portabilidade é a transferência de empréstimos e financiamentos de uma instituição financeira para outra por iniciativa do cliente e sem pagamento de imposto, como o IOF que incidiria sobre uma nova operação.
Por que eu devo me preocupar com isso? É simples, você pode economizar muito dinheiro pagando prestações mais baratas.
É complicado? Antes trocar uma dívida de banco exigia idas e vindas. Na nova portabilidade, fica bem mais simples. Dá pra antecipar uma boa parte pela internet e contratar a transferência do seu empréstimo para nova instituição com apenas uma visita ao banco.
O banco no qual eu já tenho o crédito pode me segurar? Não, eles são obrigados a acatar o seu pedido de portabilidade ou a te oferecer condições melhores e te fazer desistir.
Estou inadimplente, posso fazer a portabilidade? Sim. Prestações em atraso podem ser incluídas ao novo valor de financiamento
Em resumo: Minha expectativa é que a concorrência aumente, levando os bancos a reduzir a cobrança quando um cliente ameaçar mudar de instituição.
Quer fazer uma simulação de quanto você pode economizar? Acesse o nosso comparador de taxas de juros.
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