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Você é um dos 5,7 milhões de consorciados ou está pensando em contratar um consórcio? Sinto te dizer, mas, do ponto de vista puramente financeiro, você não está tomando a melhor decisão.
Como não cobra juros bancários, a opção do consórcio parece de cara a mais interessante. Mas apenas parece, pois o produto, além da taxa de administração, embute outros custos como seguro, fundo de reserva e, em alguns casos, taxa de adesão.
Ou seja, todos estes custos fazem com que o consórcio só seja vantajoso financeiramente para os primeiros sorteados. Se você não se considera um grande sortudo, recomendo que, em vez do consórcio, prefira uma combinação de poupança com financiamento.
Funciona assim, em um consórcio de imóvel de 120 meses, na média você recebe o bem em 60 meses. Os sortudos antes e os azarados depois. O que recomendo é que, nestes 60 meses de espera, em vez de pagar a prestação do consórcio, você poupe o mesmo valor. No mês 60, usa o investimento mais os juros que você ganhou neste período para dar entrada no imóvel, financiando o resto. Financeiramente, te garanto que você vai economizar uma grana preta. É capaz de dar pra mobiliar a casa toda. Vai por mim.
Outro dia recebi uma informação interessante: o verdadeiro negócio da rede de fast food McDonalds não é sanduíche. Como assim? Pois é, o McDonalds está ganhando dinheiro alugando os espaços para as franquias montarem a rede, ou seja, o verdadeiro negócio deles é imóveis! Surpreendente, não? Claro que também estão ganhando dinheiro com os produtos que comercializam nos pontos de venda, mas não é a principal fonte de receita. E estou apenas dando um exemplo do que chamarei de negócio oculto. Há muitos outros por aí.
Quem mais está ganhando dinheiro sem parecer?Porque estou falando isto? Porque estou querendo falar dos negócios ocultos do ramo financeiro. Por exemplo, as Casas Pernambucanas, reconhecida por suas 303 lojas que comercializam roupas e eletrodomésticos pelo país afora, tem como sua principal fonte de lucro a parte financeira. São mais de 9 milhões de cartões colocados no mercado, boa parte utilizado por pessoas que usam e abusam do rotativo (aquela velha história do "coube a parcela no orçamento, estou dentro"), ou inadimplentes.
Só elas?Outros varejistas, como as Lojas Americanas, o Ponto Frio, as Casas Bahia, para citar apenas poucos reconhecidos varejistas, firmaram acordos (leia-se vultosas quantias financeiras envolvidas repassadas pelos bancos às varejistas, coisa da ordem de grandeza de centenas de milhões de reais) com instituições financeiras para que fossem as financiadoras de seus clientes. As Casas Pernambucanas não abriu mão do que percebeu ser um verdadeiro filé mignon.
Como os juros cobrados não são baixos, a principal unidade de negócios das Casas Pernambucanas mudou! Assustado? Eu também fui surpreendido, mas é fato. Sabe o que isto significa? Que tem tanta gente dando dinheiro fácil para as financeiras que elas não estão mais tão interessadas em vender produtos: estão vendendo dinheiro. Triste fato.
Espero que não estejam ganhando dinheiro sobre vocêPrezado leitor, espero que não seja seu caso. Espero que você não esteja no rotativo ou inadimplente com financeiras ou cartões de crédito. Espero que você vá às Casas Pernambucanas, às Lojas Americanas, ao Ponto Frio, às Casas Bahia, ao Ricardo Eletro, etc. para comprar um produto, e compre pelo preço justo, e não por um valor cuja parcela caiba no seu orçamento. Triste realidade do brasileiro médio que não tem educação financeira adequada.
Até a próxima.
Escute nosso podcast para saber mais sobre o verdadeiro negócio de algumas empresas.
(publicado com ajustes também em http://dinheirama.com/blog/2014/05/20/sua-loja-preferida-esta-vendendo-dinheiro-cuidado/)
Vale a pena se comprometer durante anos com financiamentos longos para pagar um pouco mais barato na prestação? Ouça a análise do Gerente dos Sonhos no programa Educando Seu Bolso.
Na hora de tomar um empréstimo ou financiamento, você é um daqueles que opta pelo prazo mais longo disponível? Então o recado é para você.
Vejamos um exemplo. Com o valor do imóvel que você vai comprar menos a entrada, você ainda precisa financiar 150mil. Com parcelas constantes e a um custo efetivo total de 10% ao ano, você pagaria uma prestação de R$1573 durante 15 anos ou R$1405 pra estender o financiamento para 20 anos.
Daí eu te pergunto: Será que para pagar uma prestação 168 reais menor, vale a pena ficar pendurado em dívida por mais 5 anos?
Se você ainda não se convenceu de que vale mais a pena fazer um esforço maior pra reduzir ao máximo o prazo do financiamento, pense no seguinte: Financiando por 20 anos você paga mais do que 54mil reais a mais de juros do que se escolhesse a opção de 15 anos.
Meu conselho: Financie por 15 anos e economize o valor equivalente ao de um carro novo. Que tal?
Deu diferença na cotação do dólar para compras no cartão de crédito? Entenda a questão aqui.
Vamos tratar de uma dúvida enviada ao nosso blog. Segue o relato: "Fiz compras pela internet, com cartão de crédito, e a administradora me informou que a cotação do dólar seria a do dia do fechamento da fatura. Esperei até o fechamento da fatura e o dolar no site do banco central estava de $ 2,30, enquanto que a fatura estava cobrando como $ 2,41. Liguei pra administradora do cartão e eles me informaram que eles tem sua própria cotação! Isso é um absurdo, isso pode?"
Minha resposta: O mercado de câmbio é livre em nosso país. Infelizmente, as instituições financeiras não são obrigadas a detalhar este cálculo e, por isso, optam por não divulgar a fórmula usada para o cálculo da cotação utilizada na fatura do cartão. Em geral, os valores da moeda utilizados para conversão nas faturas se situam entre o dólar comercial e o dólar turismo, tendendo quase sempre para este último.
Ou seja: Não existe regra para o dólar das faturas. O que você pode fazer? Observe atentamente os valores de sua fatura para cada cartão de crédito e faça contato com a administradora e banco emissor para questionar os valores utilizados na cobrança. Assim, você saberá que cartão é melhor para gastos no exterior e o porquê.
A facilidade de obter crédito pessoal aumentou, mas, com ela, deve aumentar também a nossa responsabilidade ao lançar mão desse recurso. Ouça a análise do Gerente dos Sonhos no programa Educando Seu Bolso e entenda por que é importante evitar pegar empréstimos por impulso.
Pesquisa eletrônica da Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), mostrou em março deste ano que a relação com o crédito também evoluiu de forma positiva na opinião dos participantes: 80% declararam que o acesso está mais fácil hoje se comparado há 4 anos.
Se, por um lado, podemos comemorar este fato como uma boa notícia, afinal, quem precisa de crédito está conseguindo com mais facilidade, por outro, acho que é um fato que inspira também preocupação. Por que? Bom, porque, com maior disponibilidade, cresce também a responsabilidade de nós, clientes bancários, fazermos o nosso dever de casa para tomar a melhor decisão financeira possível.
Resumindo. Vamos usar esta maior disponibilidade de crédito a nosso favor, pesquisando os custos antes de nos endividarmos em vez de pegar emprestado por impulso e sem planejamento, sacrificando nosso suado dinheirinho.
Vou de apresentar uma modalidade de conta corrente muito interessante: a "conta eletrônica". Uma opção gratuita para quem prefere movimentar conta corrente pela internet.
Como funciona isso? Simples: com a conta eletrônica as movimentações são feitas somente por meios eletrônicos como celular, telefone fixo, caixa eletrônico e internet.
Sabe aquela limitação de apenas quatro saques, dois extratos e duas transferências mensais? Na conta eletrônica essa limitação não existe, você usa esses serviços quantas vezes quiser.
Mas preste atenção: se o cliente bancário utilizar outros meios para movimentar sua conta, como guichê de caixa, correspondente bancário ou atendimento telefônico com auxílio de telefonista, poderão ser cobradas tarifas por operação.
E outra coisa importante: com a conta eletrônica, o cliente não tem direito ao fornecimento de folhas de cheque. Então, se você ainda costuma usar cheque como meio de pagamento, talvez a conta eletrônica não seja a melhor opção pra você…
Bom, agora que te apresentei para mais um opção de relacionamento bancário, pergunto: E você? Que tipo de conta você tem? É a mais adequada para o seu perfil de uso? Melhor fazer as contas…
Utilize nosso comparador de contas digitais e descubra, de acordo com suas necessidades, qual é aquela que terá menos custos e melhor te atenderá! Pode ser a hora de mudar de conta e economizar, não acha?
Hoje, vamos falar de uma forma de investimento de Longo Prazo. A previdência complementar ou os famosos PGBLs e VGBLs. Fique atento, pois sou capaz de apostar que muitos de vocês, que ainda não têm aplicações nestes produtos, podem estar perdendo uma oportunidade.
A previdência aberta foi a modalidade de investimentos que registrou o maior crescimento em 2013.
E o que explica esta atratividade dos PGBLs, por exemplo? Simples, a possibilidade de deduzir o valor das contribuições da base de cálculo do Imposto de Renda, com limite de 12% da renda bruta anual.
Outra razão, é que a previdência é cada vez mais utilizada pelos clientes como um instrumento de planejamento sucessório. Ao contrário de outros investimentos, a previdência não entra em inventário em caso de falecimento do titular. O beneficiário pode ser alterado a qualquer momento e os montantes são liberados tanto em pagamento único quanto de forma parcelada.
Resumindo, principalmente para você, que declara IR, recomendo que se aproveite destes benefícios, pesquise e escolha um bom PGBL.
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