Eliane Cantanhêde responde

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Eliane Cantanhêde responde episodes

  • "Negócios privados entre Brasil e EUA continuam, apesar de Trump"

    A Embraer informou nesta quarta-feira, 5, que a Embraer Executive Jets assinou um acordo, avaliado em até US$ 7 bilhões a preço de tabela, com a Flexjet para a venda de jatos executivos Phenom e Praetor. O acordo inclui um pedido firme de 182 aeronaves e 30 opções, além de um pacote de serviços e suporte. O acordo compreende uma frota que inclui os modelos Praetor 600, Praetor 500 e Phenom 300E. Segundo a empresa, este é o maior pedido feito pela Flexjet em seus 30 anos de história, e também é o maior pedido firme para jatos executivos da Embraer. "Este acordo tem importância econômica e política e é simbólico, neste momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, bota o mundo de ponta-cabeça. É uma grande vitrine da Embraer e do Brasil para o mundo. Os negócios entre iniciativa privada brasileira e norte-americana e a diplomacia continuam apesar do presidente norte-americano. Para além de Trump, existe vida sensata nos Estados Unidos", diz Eliane.

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    23 min
  • Eliane entrevista deputado Marcos Pereira (Republicanos)

    O presidente nacional do Republicanos, deputado Marcos Pereira, disse hoje que o partido “entrega de 80 a 85% dos votos na Câmara” para o governo, mas descartou uma cobrança por mais cargos na reforma ministerial. “Não peço mais ministérios, mas estou aberto ao diálogo”, declarou durante entrevista à Rádio Eldorado. Questionado sobre movimentos pela anistia dos acusados de tentativa de golpe de Estado e por uma redução no prazo de inelegibilidade na Lei da Ficha Limpa de oito para dois anos, que poderia beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, Pereira disse que o partido ainda não discutiu os assuntos, mas apresentou suas posições. “Oito anos é muito tempo e dois é pouco. Eu acho que deveríamos fazer um equilíbrio de 4 a 6 anos”, afirmou. Sobre a possibilidade anistia, falando na condição de advogado, o presidente do Republicanos ressaltou que o tema só poderia ser discutido após o julgamento do processo pelo Supremo Tribunal Federal.

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    24 min
  • "Ministros do Supremo foram até Mucio apelar que ele permanecesse como ministro"

    O ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, decidiu permanecer no governo após pedido do presidente Lula (PT). O acerto ocorreu na noite da última sexta-feira (31), em reunião no Palácio do Planalto. Lula argumentou que o clima nas Forças Armadas ainda é instável e desdobramentos da investigação sobre o golpe de Estado podem esgarçar a relação da caserna com o governo. "Mucio toma a decisão em um ano de julgamento histórico no STF - sobre tentativa de golpe de estado durante o governo Jair Bolsonaro. No banco dos réus estarão vários militares, inclusive de altíssima patente, do Exército e da Marinha. Como ele é considerado o homem certo, na hora certa, no lugar certo, Mucio tem os apoios militares para ficar. Os ministros do Supremo também foram, um a um, até ele para fazer um apelo", diz Cantanhêde.

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    22 min
  • "Na Quaest, Tarcisio sofre 'efeito Internet' e está embolado com Gusttavo Lima e Pablo Marçal"

    O presidente Lula (PT) venceria todos os possíveis candidatos da oposição na disputa para a presidência da República em 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje (3). Lula tem vantagem em seis cenários de segundo turno, na pesquisa estimulada. Se as eleições fossem hoje, o presidente ganharia do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de Gusttavo Lima (Sem partido), Pablo Marçal (PRTB), do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). "A surpresa desta pesquisa não ficou pelo lado de Lula, que continua sendo o líder nas pesquisas, mas do 'outro lado', da oposição. Achei muito curioso o resultado de o governador paulista estar 'embolado' com o cantor Gusttavo Lima, que inventou a própria candidatura, e o ex-coach Pablo Marçal. Este é o efeito Internet", avalia Eliane.

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    19 min
  • "Congresso sabe se fortalecer quando presidentes são tidos como fracos"

    No sábado, 1.°, deputados e senadores vão escolher os próximos presidentes que estarão no comando da Câmara e do Senado até 2027. Mesmo com sessões realizadas lado a lado no Congresso, cada Casa tem um processo de votação. Na Câmara, os deputados votam eletronicamente, por meio de um sistema virtual utilizado pelos parlamentares. Já no Senado, os votos são anotados em cédulas de papel, colocadas em uma urna de madeira. "Davi Alcolumbre, apesar de ter diversos adversários, é considerado candidato único no Senado. Na Câmara também apareceram um ou outro candidato, mas Hugo Motta é considerado virtualmente eleito. Presidente Lula não sabe muito o que fazer com Arthur Lira e as relações do Governo com Congresso vão depender do rumo das emendas e de o presidente acertar melhor seu passo e dar boas notícias na Economia. O Congresso sabe muito bem se fortalecer quando os presidentes são vistos como fracos", diz Cantanhêde.

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    20 min
  • "Enquanto tiver desequilíbrio fiscal e inflação fora do teto, continua uma 'pancada' atrás da outra em juros"

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) repudiou, nesta quarta-feira (29), o aumento da taxa Selic em um ponto percentual, para 13,25% ao ano, anunciado pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Em comunicado, a CNI classificou a decisão como “injustificada” e destacou que reflete uma cultura de juros reais elevados no Brasil. “É mais um movimento da política monetária que ocorre em consequência da longa cultura de juros reais elevados que persiste no Brasil”, afirmou em nota. "Fora a Indústria, que recebe impacto muito grande deste aumento de juros, o Mercado registra que foi um ponto positivo para a credibilidade do Banco Central, porque a política monetária segue sendo pragmática e técnica. 'A bola está no campo' do Governo: ele precisa ajustar as contas públicas. O comunicado do BC deixa claro que, enquanto tiver desequilíbrio fiscal e inflação fora do teto da meta, vai continuar tendo uma 'pancada' atrás da outra de juros altos", afirma Eliane.

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    20 min
  • Eliane sobre Gleisi como ministra: "É um movimento arriscado de Lula"

    Prestes a iniciar uma reforma ministerial, o presidente Lula deve conceder um cargo no primeiro escalão do governo para Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT. Como antecipou o Estadão, o cargo previsto para Gleisi é a Secretaria-Geral da Presidência, hoje ocupada por Márcio Macêdo. "A função será fazer a interlocução do Palácio do Planalto com os movimentos sociais - base histórica do PT. A Gleisi é briguenta, criou muitos atritos com Fernando Haddad, ministro da Fazenda, e já ouvi comentários com a dúvida de como ficará a relação entre ela e a primeira-dama Janja, porque as duas querem mandar em tudo. Nem Mercado nem especialistas veem com bons olhos as posições de Hoffmann, consideradas mais populistas e atrasadas - pelo menos do ponto de vista econômico. É um movimento arriscado do presidente Lula", afirma Cantanhêde.

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    25 min
  • "Trump não percebe que, enquanto ameaça, o mundo cai no colo da China"

    O presidente americano Donald Trump comentou o recente sucesso da DeepSeek como “algo positivo, como um ativo”. O lançamento de um modelo de inteligência artificial (IA) de uma empresa chinesa “deve ser um alerta para nossos setores de que precisamos nos concentrar na competição para vencer”, continuou ele. Os papéis de gigantes de IAs derreteram no pregão desta segunda-feira em Nova York, entre elas Nvidia (-16,97%). "O presidente pode dizer 'que bom', mas não está percebendo que, enquanto faz esse jogo de isolar os EUA e ameaçar, o mundo cai no colo da China. Trump ataca e os asiáticos fazem o contrário; se aproximam muito da África, América Latina e têm boas relações com a Europa. Trump resume a uma questão de tecnologia, mas não é só isso: enquanto ele age como imperador, a China ocupa espaços para dominação do mundo. É uma guerra de gigantes, mas China é mais estratégica e discreta; EUA, com Trump, estão mais briguentos e perdendo terreno", diz Eliane.

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    20 min

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