As pressões para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dê início à reforma no primeiro escalão do governo, removendo Nísia Trindade do Ministério da Saúde, aumentam a cada dia. O mais cotado para substituí-la é o ministro Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais, e seria uma escolha do próprio Lula. Porém, Arthur Chioro, que esteve à frente da pasta dos governos Dilma Rousseff, corre por fora — indicação que seria defendida pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. "Nísia é uma ótima técnica, muito correta e o presidente e sua esposa gostam muito dela, mas a pasta é uma potência e, na versão do Governo, ela não estava tão pronta para um desafio tão grande. Presidente Lula resistiu às pressões do Centrão pra tirá-la, a defendeu e manteve, mas acha que agora tem de resolver a gestão da Saúde. Com Padilha, PT ficaria com o controle do ministério, maz perderia a articulação política", avalia Eliane.
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