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A inovação e o empreendedorismo são elementos importantes para a pauta climática avançar. Mas como rechear os fundos de impacto, de desenvolvimento local, fundos de venture capital e private equity e também o capital não-reembolsável, que são primordiais para que startups, empreendedores sociais, e projetos de sustentabilidade floresçam e cresçam?
Este episódio do “Na rota do dinheiro verde”, realizado por Um Só Planeta, busca explicar como atrair recursos para essas frentes, que, vistas como de alto risco e longo prazo de maturação, deixam de serem vistas como teses interessantes para muitos investidores.
Convidados:
Jorge Hargrave, economista, diretor da Maraé Investimentos (family office de Guilherme Leal, cofundador da Natura) e membro do Brazil Climate Institute
Maria Netto, diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade (ICS)
O setor privado tem um papel fundamental na transição para uma economia de baixo carbono. Mas, como inovar de verdade para mudar o portfólio de produtos e serviços desde a concepção da ideia? Como as empresas podem se financiar para fazer frente ao grande volume de recursos para promover as mudanças necessárias? E como garantir o equilíbrio entre oferta e demanda, para justificar os investimentos? Neste episódio de ‘Na Rota do Dinheiro Verde’, especialistas debatem essas e outras questões relevantes que as empresas se perguntam e querem também saber.
Convidados:
· Luciana Ribeiro, sócia da gestora EB Capital e líder da Força-tarefa de Finanças e Infraestrutura do B20, grupo de empresas paralelo ao G20
· Marcelo Behar, sênior advisor do setor privado global e brasileiro para ajudar na construção da pauta COP30 do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável -CEBDS) e do WBCSD (World Business Council for Sustainable Development
Bancos multilaterais e seu papel no financiamento climático/ apoio financeiro e técnico para iniciativas em todo o mundo. No Brasil, instituições como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), IFC do Banco Mundial, entre outras, podem contribuir com financiamento da adaptação das cidades ao novo clima e, ao mesmo tempo, levar recursos a projetos mais arriscados. Mas como acelerar o ritmo? Este episódio da série “Na rota do dinheiro verde” discute o papel desses bancos na economia verde.
Convidados:
· Morgan Doyle, gerente-geral do Departamento de Países do Cone Sul do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)
· Luciana Costa, diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Os países signatários do Acordo de Paris precisam entregar resultados de descarbonização de suas economias, ao mesmo tempo em que buscam desenvolver uma nova economia e mitigar os riscos dos eventos climáticos extremos. Como fazer tudo isso ao mesmo tempo e de onde tirar o dinheiro para tudo isso? Este primeiro episódio do “Na rota do dinheiro verde”, realizado por Um Só Planeta, busca explicar como estão os fluxos internacionais de capital para as metas estabelecidas
Convidados:
Natalie Unterstell, presidente do Painel de Acreditação do Fundo Verde para o Clima (GCF), o maior fundo global dedicado a apoiar uma economia de baixo carbono e resiliente ao clima nos países em desenvolvimento, e fundadora do Instituto Talanoa.
Gustavo Pinheiro, sênior associate do think-tank internacional E3G, sócio do Grupo Triê e membro dos Conselhos da Climate Ventures, AMAZ - Aceleradora de Impacto e da Amazon Investor Coalition, technical expert do Finance Sector Expert Group da Race to Zero e do Advisory Board da Glasgow Financial Alliance for Net Zero (GFANZ).
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No Brasil, a poluição do ar (ou atmosférica) mata cerca de 51 mil pessoas todos os anos; no Planeta, são 7 milhões. Conheça soluções para melhorar a qualidade do ar que respiramos.
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Aquecimento aumenta a umidade que a atmosfera pode reter, resultando em mais tempestades e chuvas fortes – e, paradoxalmente, também em períodos de seca mais intensos. No Brasil, tecnologia e mobilização coletiva mostram que é possível combater o risco de desabastecimento.
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Crise climática traz desafios sem precedentes, manifestados em ondas de calor, inundações, secas, tempestades. Mas trabalhar em harmonia com a natureza leva a soluções eficazes
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Mais cidades sofrerão à medida em que as fortes chuvas e construções em locais inadequados continuarem desestabilizando encostas. Mas o Brasil tem bons exemplos de soluções para mostrar
*Créditos
Reportagem: Guilherme Justino
Produção: Sabrina Neumann
Edição: Gustavo Maffei
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